Cecilia Meireles Despedida Amigo
As plumas mesmo sendo macias, quando caem sobre as feridas, fazem doer.
E as pessoas perversas ou mal intencionadas que sabem disso... é que direcionam o vento que as carregam.
E pode ser um gesto tão leve, delicado, que se torna adoravel aos olhos. Mas no final, um abismo se abre e o pesadelo vislumbra toda a beleza das plumas.
Acho que se ambos quiserem permanecer no relacionamento e se comprometerem com a lealdade, as paixões são passageiras sim, mas podem ser refeitas, reconstruídas, conquistadas. É claro que é preciso querer viver muitas paixões e principalmente com a pessoa que se dispõe a viver tudo isso com você. Terminar um relacionamento porque falta paixão é até covardia. As pessoas tendem a querer tudo de forma prática e cômoda. E paixão é este contrário. Nós que amamos o querer bem, precisamos apenas assumir nossas responsabilidades no relacionamento e conquistar aquele (a) que estar ao nosso lado. Viver milhões de paixões com a pessoa atual, é ser muito mais livre, bem sucedido e satisfeito do que ser a pessoa que desiste e pula para a próxima. Nem sempre seguir em frente é progredir. As vezes é perder muito mais do que se ganhou neste único relacionamento. Só precisa de uma coisa: Lealdade, querer estar junto daquela pessoa e diálogo.
Vou te falar o que sempre falo para alguns dos meus amigos:
Só evite se magoar.
Evite o desnecessário.
Evite as expectativas.
Evite as ilusões negativas, mas ame as ilusões que só te fazem bem!
Viva o momento, mas não seja escrava do momento.
Quando se investe em qualquer relação, a coisa mais importante, é está atento e consciente. No mais, tudo brota.
Depois é só esperarmos pra ver se a colheita vai nos trazer bons ou maus frutos. E apesar de esperarmos o melhor, sempre tem a porcentagem de danos. Afinal, vivemos fora dos contos de fadas.
Está perto da natureza é sempre uma dádiva. Nunca deve se tornar um costume cômodo. É sempre um milagre.
Devemos aprender a usar a tecnologia. Porque ela pode matar antes de qualquer coisa...
Viver a realidade ainda que nos machuque, nos cura das coisas tóxicas que achamos ser necessárias, mas que não passam de necessidades fabricadas em que na maioria das vezes não é para toda e qualquer finalidade que criativamente determinamos. Como uma indústria de alimentos ser utilizada para outra coisa, e que põe em risco nossa saúde e o propósito original das coisas. Eu já sofro com esse mundo e pessoas vazias, que só vivem pela Internet. Que estão desenvolvendo fobias consequentes por causa da realidade. Mas intercalam com as pessoas reais que estão desenvolvendo fobias por não conseguir viver suas vidas normalmente, porque pessoas excessivamente conectadas que estão escrotas demais para conviver com gente de verdade e começam a atacar as pessoas por aí. Numa disputa de espaço, de atenção, de qualquer merda produzida pela insanidade do ego. Quanta gente anda virando programa de televisão? Quanto lixo tóxico anda se autopropagando? Ainda assim, eu não perco a esperança nas pessoas. Entretanto, prefiro pessoas que adoram terra, mato, do que as pessoas que constroem prédios para se trancarem dentro de salas, e logo mais nos seus computadores e aparelhos móveis escrevendo sobre os seus vastos conhecimentos de como se viver. Atacando pessoas e inventando outro tipo de lixo, um lixo que só recicla a desumanidade.
Já desabafei... agora, aos questionáveis, podem se sentir à vontade para se dirigirem a cotidiana rotina dos viciados em demolir humanidade e estejam conectados, mas lembrem-se, esta arma destrói quem a maneja.
Pessoas que falam de pobres culturalmente...
Sinceramente, não responsabilizo ninguém por ter mais influências de coisas negativas do que positivas sobre a educação. É uma idealização cultural também... o pobre ter acesso a coisas ruins e o rico a coisas boas.
A maioria das escolas que pessoas de baixa renda ocupam, parecem que são projetadas para pessoas miseráveis. E nessas, existem um padrão que mal alimenta a necessidade de saber, imagina outras importâncias e culturas. E não é culpa da família, pois os pais estudaram lá, os filhos estudam lá. A gente aprende na escola a conviver, a ser uma parte da sociedade. Na escola de rico enxerga-se de forma comoda e mimada, na escola de pobre, enxergar é quase sinônimo de cegueira. Mas enfim, depois que crescemos, podemos escolher deixar de lado nossos preconceitos, limitações e aprender mais sobre outras culturas, outras possibilidades de absorver. E mesmo assim, não culpo quem se sente acostumado com os hábitos de infância. Porque é lá que nasce a nossa raiz do desenvolvimento pessoal.
''Povoávamos almas apaixonadas, sufocávamos a falta de vida nos nossos abraços, colecionávamos armários abertos e fechaduras inúteis. Apenas dois corpos. Parecia um jardim solitário que completava a si mesmo e queimava a si mesmo quando precisava incendiar.''
Essa sou eu. As emoções é que costumam maquiar as minhas e as outras faces. Sou simples, mas exijo grandes risos, grandes sentimentos, grandes verdades. Não sou só, muitos habitam em mim. Estou só até o próximo passo, até encontrar o próximo amor, até abrir a próxima ferida, e cair na próxima esquina, e pular o muro mais alto que há em mim. Estou relativamente preenchida de inconstâncias, de destinos, de fragrâncias, de enredos. Sou simples e complexa para a normalidade. Mas me visto apenas de mim mesma... se agrado ou não, para o azar e sorte de alguns, ser é inevitável para mim.
Pois as pessoas sintéticas, que ironicamente prometem toda teoria da eternidade e perfeição, na prática reduzem sua essência e não passam de uma gaveta.
A normalidade preserva a limitação dos nossos movimentos. No sentido figurado, nos torna como autômatos, fantoches, dependentes e impensantes.
Para quem está ocupada demais sendo dependente demais de outro ser...
Dependência emocional é uma das piores prisões psicológicas. Acho que quando nos encontramos assim, perdemos pessoas e tragicamente nos perdemos de nós mesmos. Navegamos tanto superficialmente nos nossos desejos que pra pegar o caminho de volta é dificil, e o apego pode se tornar algo possessivo. A idéia do pra sempre pode ser confortável para uma idealização de uma união, de um conto de fadas. Mas não existe o pra sempre, a morte é uma das provas. Estamos aqui pra evoluir, apronfundar, compartilhar. O ser humano está desenvolvendo suas saídas, evoluindo e entendendo como reconstruir e quebrar suas trancas. Reconstruir para finalidade de poder, reconstruir para dominar sua liberdade e garantir a permanência disso.
Se liberte.
Cuide da tua mente, do teu coração e quem sabe tu encontres a satisfação pessoal que tanto necessitas. Perceba que não precisa de ninguém para ser feliz. Acredito que o maior motivo do ser humano ser infeliz é porque torna o outro um objeto, uma ferramenta para sua satisfação e realização pessoal. As pessoas nos acompanham na felicidade, mas seres humanos não foram feitos para ser o ideal da felicidade de ninguém, pois somos imperfeitos e conscientemente asperos.
Seja o teu próprio conto de fadas.
Baseado no estético que define o perfeito por simetrias, status, conveniências, e tudo muito aparente, muito indecente ao coração, inapropriado demais para alma. Adoramos confeites de carnaval, são joão, natal...mas uma festa triste, é uma festa sem amor, sem alma, sem coração. Ainda que tenha enfeites e seus sinônimos...o padrão não deixa de ser uma farsa.
O ser humano é mutável demais, é refeito do nada, é criador e cria. O padrão também se justifica em nosso lado mais covarde, com suas necessidades mais mesquinhas, uma fuga egoísta da realidade que na maioria das vezes objetifica o outro, gente que foi feita para ser marionete vive muito bem entre os padrões.
Mas gente que foi feita pra ser real, pra sentir a vida a cada segundo pulsando no peito, ...não consegue ser uma farsa. E isso é que é lindo!
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