Casamento Mar de Rosas
Metamorfose
E de repente você se vê em um mar de mesmice e tédio , e não consegue ao menos se lembrar do que realmente tem graça pra você , do que realmente te faz feliz.
Áquele momento em que o que era prioridade vai se tornando um esquecimento largado no passado , e , as coisas antes inúteis se tornam indispensáveis. A mutação psicológica te atormenta como o som de um despertador ás 5 da manhã depois de uma noite mal dormida.
De repente um vazio toma conta do teus ser e você nem consegue decifrar o que realmente pode preenchê-lo. Palavras vêm e vão , entram por um ouvido e saem por ele mesmo. Fica difícil até mesmo acreditar em tudo o que ouve pois, o coração , já está começando á criar defesas para que aquelas decepções passadas não o atormente sempre que estiver vulnerável. Você começa a se esquecer do que realmente é bom pra sim e acaba se acostumando com o ruim , com o chato , com o sem graça. A solidão bata é porta e você diz: Entre , você já é de casa!
Começa a se familiarizar com os sentimentos ruins , conseguindo apenas esboçar um sorriso nas poucas e raras vezes em que se recorda de um extinto passado feliz. Até seu rosto mudou . Você é uma pessoa quase sem expressão. Fria? Talvez! Mas é o geralmente acontece com uma alma traumatizada por perder em todas as lutas que enfrenta.
Loucuras começam a passar pela sua cabeça. Auto- estima não é mais um nome presente no teu vocabulário, aliás, qual é mesmo o significado de tal palavra? Anti- socialismo começa a fazer parte da sua rotina. Críticas exalam no mesmo ar que você respira. Talvez não exista uma mente humanamente capaz de entendê-la. Ás vezes, nem mesmo a sua consegue!
Por fim , começa a se prender num quarto escuro procurando sem esperanças por uma luz em que nem mesmo acredita que vá chegar. Então você senta, espera e espera...
olhei pro mar e a lua brilhava sobre ele
olhei para areia aonde as ondas se quebravam
Olhei para o céu aonde deus te guardava
Ver você traz a paz que eu não tenho, a luz que se apagou, o mar que secou, ver você é muito mais que ver, é sentir o coração bater mesmo estando totalmente paralisado, ver você é ver tudo e não ver mais nada ao mesmo tempo.
Tributo aos guardiões do planeta!
O mar, palácio de Iemanjá, não é tão somente um receptor das águas de vários rios. Ele capta por esses rios, moradia de Oxum, os fluidos que vem carregados das energias das matas onde reina Oxossi, dos gêiseres que trazem vibrações das salamandras que vivem no fogo central do planeta, capta as energias das rochas que transforma em falésias, das águas que escorrem dos maciços. que são a base para os pés sagrados de Xangô! E enquanto em suas profundezas,com o trabalho das Ondinas sob o comando da Mãe D'água, as impurezas que para ele são levadas pelos caminhos fluviais são aniquiladas, Inhasã com seus raios de altíssimos megatons, queima os resíduos que evaporam! E quem olhar em noites de tempestades para a praia, verá entre as brumas o vulto de Ogum beira mar, fazendo com seu exército um cinturão de segurança, para que as forças infernais, tremam de pavor, mantendo-se longe da
reciclagem divina, que a nós voltará em forma de abençoadas chuvas!
Assim como no interior do mar existe paz, mesmo diante do mar revolto superficial, seja assim também nosso interior, diante de toda tribulação externa.
Pobre Lua
O sol beija o mar e se despede,
Em seu lugar estará em breve a lua.
Refúgio dos solitários,
Encanto dos enamorados...
Pobre lua que do alto ouve as queixas
E talvez entenda de solidão.
Talvez entenda de amor...
Pobre lua que só sabe iluminar o mar.
Seu riso de prata seduz mas não responde
Aos pedidos que lhe fazem os
Solitários e os namorados...
Toda noite é assim, e
Quando o mar novamente acordar,
Haverá apenas pedaços de luar...
Ame com a segurança de quem está na corda bamba que liga o mar ao céu...
Eu acredito que deixamos de amar quando perdemos o medo de cair.
Luar sobre o mar
Sob o luar de esplendor
O mar ondeia em seu vai e vem
entoando lindos hinos de sereia...
Meus olhos vidrados de encanto
Não se contem em admirar com espanto,
Vertem lágrimas felizes que caem na areia.
Jornalista é peixinho de aquário: colorido e faz gracinhas. O escritor é o peixe de mar profundo. O sol não entra, mas ele tem o oceano todo.
És linda Olinda
És linda Olinda,
Mar verde feito esmeralda,
território histórico dos Quatro Cantos.
Vento forte a soprar as ondas que se quebram na praia.
Mal posso ver da Sé.
Espumas no ar e o sabor da maresia nos lábios dão uma sensação de conforto.
Farol a iluminar as noites de verão.
És linda, és Olinda.
Ela era poesia, e ele não sabia ler.
Ela era mar, e ele só sabia molhar os pés.
Ela pensava no futuro, e ele não sabia o que queria.
Ela orava pra dar certo, ele fazia nada.
Ela tinha planos para vida toda, e ele não honrou ela.
Ela, por fim, resolveu ser como o sol: brilhar sozinha.
Ela, por fim, preferiu ser a própria leitora de suas próprias poesias.
Ela, por fim, passou a viver mais o presente e a pensar no próprio futuro.
Ela, por fim, passou a rezar mais e pediu a Deus que só permita quem vier para fazê-la feliz.
Ela, por fim, passou a priorizar os planos dela e a se amar em primeiro lugar...
Eu quero me chamar Mar você dizia e ria e ríamos porque era absurdo alguém querer se chamar Mar ah mar amar e você dizia coisas tolas como quando o vento bater no trigo te lembrarás da cor dos meus cabelos você não vai muito além desses príncipes pequenos.
A guerra vai acabar. Os líderes vão apertar as mãos. A velha continuará esperando pelo filho martirizado. Aquela menina vai esperar pelo amado marido. E aquelas crianças vão esperar pelo pai heroico. Não sei quem vendeu nossa pátria. Mas eu vi quem pagou o preço.
A luz irrompe onde nenhum sol brilha;
onde não se agita qualquer mar, as águas do coração
impelem as suas marés;
e, destruídos fantasmas com o fulgor dos vermes nos cabelos,
os objetos da luz
atravessam a carne onde nenhuma carne reveste os ossos.
Nas coxas, uma candeia
aquece as sementes da juventude e queima as da velhice;
onde não vibra qualquer semente,
arredonda-se com o seu esplendor e junto das estrelas
o fruto do homem;
onde a cera já não existe, apenas vemos o pavio de uma candeia.
A manhã irrompe atrás dos olhos;
e da cabeça aos pés desliza tempestuoso o sangue
como se fosse um mar;
sem ter defesa ou proteção, as nascentes do céu
ultrapassam os seus limites
ao pressagiar num sorriso o óleo das lágrimas.
A noite, como uma lua de asfalto,
cerca na sua órbita os limites dos mundos;
o dia brilha nos ossos;
onde não existe o frio, vem a tempestade desoladora abrir
as vestes do inverno;
a teia da primavera desprende-se nas pálpebras.
A luz irrompe em lugares estranhos,
nos espinhos do pensamento onde o seu aroma paira sob a chuva;
quando a lógica morre,
o segredo da terra cresce em cada olhar
e o sangue precipita-se no sol;
sobre os campos mais desolados, detém-se o amanhecer.
( "Light breaks where no sun shines" )
A sabedoria é o rio, o homem é o mar.
O rio corre para o mar e esse não se enche, ele torna a correr, contudo, o mar não se torna doce, assim é a sabedoria, ela corre para o homem e esse não se enche, ela torna a correr, contudo, o homem não se faz sábio.
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