Casa sem Teto
Ontem tava aqui em casa limpando a janela da cozinha.
Resolvi começar pelo lado de fora, determinada a limpar o outro lado ao final.
Satisfeita com o resultado, entrei.
Qual foi a minha surpresa em notar que a janela dispensava o segundo passo da limpeza.
Estava tão limpinha! De ambos os lados!
Sabe lá por que raios, lembrei-me de um dizer popular acerca de "janelas sujas"...:/
É bem verdade, que o contexto em questão seria o avesso do que propõe o tal dizer..
Eu e minha mania de pensar nas coisas.
:)
(Fabi Braga, 12/01/2015)
"É impossível evitar que a poeira invista contra os móveis de uma casa. Se, contudo, ninguém se dispuser a acabar com ela, a poeira cobrirá tudo. Brilho e beleza logo desaparecerão. É assim com os móveis. É assim nos relacionamentos."
(Fabi Braga, 20.01.2015)
Não deixe filho menor dormir na casa de tio, primo, vizinho, de amigo.
Lugar de criança é em casa e aos olhos do pai e da mãe. 😌😌
"Estupides do homem
casar para ter uma
mulher periodicamente
em casa, ela é sua esposa
e não sua empregada, trate
com sutileza, serenidade.
Hipocrisia das mulheres que acham
que todos os homens são iguais,
homens não são todos iguais, são nossas escolhas
que são erradas"....
Os fracos abandonam a guerra cedo e chegam em casa com ar de derrota, os fortes sobrevivem a guerra voltam para casa e fazem amor com sua esposa com sabor de vitória.
" As rosas perdidas"
Em um belo dia de sol sair de casa, em busca de uma linda rosa para dar vida ao meu belo jardim.
E pelo caminho encontrei várias flores; Margaridas, Orquídeas, Gardênias e Jasmins.
Encontrei também Girassóis, Bromélias e até brotos mirins.
E durante o caminho me deparei com um vasto vale, cheios de lindas rosas.
Havia de todos os tipos ; brancas, vermelhas e amarelas.
todas lindas, radiantes, perfumadas e charmosas.
vislumbrando-as, empolguei-me.
E sair aproveitando-me de todas que podia.
Sem saber no momento o que fazia.
E nessa euforia inconsciente, me ferir com umas, despedace outras e esnobei outras tantas!
Sem saber que aquela e a rosa de minha vida.
Meu Deus! O que foi que eu fiz? Quanta bagunça!
E já sem esperanças, tive a sorte de encontrar , em um pequeno pomar, um botão de uma triste rosa.
e então sem muito pensar, a arranquei e decidir essa levarei para casa.
A coloquei no bolso. E sem muito cuidado, ela sempre escorregava despetelando-se ao cair no chão.
Quando a olhei, vi que só havia sobrado o talo e algumas folhas já murchas pela exaustão.
E mais uma vez, sem ter a mínima consciência de que aquela era a única flor que tive realmente em mãos, numa atitude egoísta e medíocre, a lancei em qualquer direção.
E em toda essa trajetória, sem ao menos me dar conta que estava sendo mesquinho, e que só estava pensando em mim...
...fiquei perplexo ao chegar em casa, notando que em volta dos meus braços havia um buquê de capim.
(Esta é uma dedicatória a um anjo chamado " Mariana". que me ensinou que sempre devemos dar "ênfase" aos detalhes que a vida sempre nos oferece!
A chave da sua casa está em suas mãos. Você é quem decide o que vai sair e o que vai entrar em sua vida.
Você sabe por que o filho pródigo precisou voltar para casa? Para aprender a ser filho. E para poder tornar-se pai.
"Entenda que as vezes tudo que você vai ter é uma parede você escolhe por sua casa em ordem e morrer ou virar o rosto pra parede e viver"
IS-38:1,2,3
Escolho quem adentra as portas do meu coração e faço todas as honras da casa. Faço uma faxina no passado, cicatrizo as feridas, coloco minha essência no ar. Me renovo em cada recomeço. Porque sou de escancarar as transparentes portas de vidro no meu interior. Faço do sentir uma música em tom maior. Eu canto, danço, falo e vibro amor. Por isso, meu silêncio é ensurdecedor.
O amor hoje virou rotina. Chegar em casa, sair pro trabalho, o amor nunca está no horário certo, sempre falta algo.
Quando eu fui criança. Parte II
.
Próximo à minha casa veio morar uma mulher. Ela era sozinha. , Bem nova, ruiva.. A casa ficava sempre fechada, mesmo com ela la dentro. Havia um homem, com cheiro de erva doce, que sempre aparecia por ali. Vez ou outra, ele brincava com os meninos que se encontravam por perto da casa. Ele tinha um carro preto, bastante bonito.
Uma tarde, quase noite, a janela se abriu e a mulher do cabelo ruivo me chamou e perguntou se eu podia ir até o Grande Hotel buscar comida pra ela? claro que sim>--"disse eu"-- então ela me deu uma marmita, uma não, cinco ou seis, montadas numa alça. E lá fui eu, sem antes ligar o motor do meu cavalinho caminhão, freio a ar..,Cheguei no restaurante, dei aquele monte de marmitas pra uma pessoa e fiquei esperando, do lado de fora a preparação. Assim que me entregaram as marmitas, liguei o cavalinho caminhão e saí. Entrei pelo jardim, contornei a fonte luminosa,( coisa linda de se ver, pena que desmancharam) entrei à esquerda, passei ao lado do coreto,( desmancharam, também) e comecei a descida para minha casa que era perto da casa da mulher misteriosa. Mas aquele cheiro maravilhoso que exalava daquelas marmitas. Vixe! Que tentação. ;
Naquele tempo, o seminário estava em construção. Eu conhecia bem a obra.Vivia brincando por ali. Entrei, coloquei as marmitas no chão e abri todas as panelinhas. Fiquei olhando para aquelas comidas maravilhosas. A maioria era comida comum; arroz, feijão, salada, maionese, ovo etc., mas na última estava a tentação: carne com batata. Era de lá que vinha aquele cheiro maravilhoso. Com muito esforço e lutando contra o desejo, fechei as panelinhas e sai rápido dali. Entreguei as marmitas para a mulher misteriosa, Ela perguntou se eu podia fazer aquele serviço todos os dias? me pagaria no fim de semana. Sim!! Claro, que sim!. Segundo dia, o mesmo trajeto. Peguei o jardim, fonte luminosa, coreto, descida para casa e .... Seminário. Aí, aconteceu... . Abri todas as panelinhas, cheirei e comi uma batata. Terceiro dia., mesmo trajeto. Seminário. Cheiro de bife com cebolas, abertura das panelinhas uma cheirada e lá se foi meio bife. Não aguentei. a metade sumiu como num passe de mágica e de lambuja comi mais umas duas batatas. Infelizmente nunca houve o quarto dia, ela não mais me chamou e o homem, com cheiro de erva doce, não mais brincou com
os meninos da rua, principalmente comigo. (I
regressar seria uma derrota.
tão dolorido foi um dia sair e
deixar a casa. deixar um história..ter que se dividir
se deixar em partes, mas
regressar jamais
mesmo ferido, perdido, segui !
havia a noite para aquelas saudades que viriam.
de tudo e de todos. havia o choro silenciosos e sufocado no travesseiro para amenizar a falta
deixar que os olhos enganassem o coração paras coisas difíceis, quase impossíveis, mas voltar derrotado,não, nunca.
quase sempre mentindo para sufocar as dores dos que ficaram , fui ficando..
mas voltar teria sido uma derrota, mesmo tendo perdido tanto. /i
Um sábado de sol.
Trajeto na parte da manhã:
-Passar da casa do Dr, Cleon engraxar os sapatos dele. e saborear um doce de banana feito pela esposa dele. Sempre tinha.
-Grande Hotel. O professor Antônio deixava os sapatos do lado de fora para ser engraxados. Sempre pagava no próximo sábado.
-Vez ou outras engraxava as botas o seo Otávio, no açougue do seo Júlio.
-Um giro pela rodoviária olhando os ônibus imaginado um dia viajar num daqueles.
´-Uma passagem na farmácia do ikeda para me pesar e medir a altura.
-Uma olhada na camioneta que vendia mexerica ponkan, sempre sobrava alguma doação.
-Uma entrada sorrateira na sorveteria, na esquina, e esperar que o dono desse uma "colherada" tipo, assim: vaza.
-Ficar ouvindo musicas na sapataria Paraiso,
-Ver os painéis de filme do cine Rios.
-Chegar no ponto e esperar os "clientes" com suas botinas incrustada de barro.
-Na hora do almoço, esconder a caixa e a cadeira na prefeitura e descer para casa,
Na parte da tarde ia direto até as 18 h. Haja botinas e botas.
-Acho que eu era feliz assim. Gostava daquela felicidade, não conhecia outra
Há diferentes formas de fuga. Algumas pessoas fogem saindo de casa outras fogem ficando muito tempo no mesmo lugar.
