Cartas Tristes de Amor
Aprendemos tarde demais
que o amor vale muito a pena
que perdoar é libertador
que a fé não é em vão
que paciência é virtude e conquista
que os desejos escondem ciladas e nem todos devem ser priorizados
que o olhar desejoso da pessoa amada é o maior tesouro
que o dinheiro não compra tudo
que saúde é fruto das nossas ações e omissões
que perder tempo é uma grande bobagem
que viver não é para sempre...
Te desejo sorte
o amor que sempre sonhamos
a felicidade, que não bate à porta duas vezes
te desejo a raridade do momento
a paz do sorriso
a licitude de ser feliz
te desejo imensidão
e um lastro de luz
tal qual cometa, a cruzar o céu
te desejo honrarias
e a humildade ao recebê-las
te desejo desejos, tantos, possíveis
e alguns impossíveis também
te desejo a realização
em toda plenitude
e mais
desejo saúde, força e vida longa
para aproveitares tudo isso...
Feliz aniversário.
Mamãe haveria de me amar, mesmo que eu fosse bandido
seu amor tentaria mudar meu destino
mamãe faria e fez tudo por mim
até daria sua vida se preciso fosse
mamãe queria o melhor para mim
ela sabia que o futuro seria duro
por isso me ensinou a suportar
negando-me o brinquedo na loja
mamãe além de tudo
de dar-me a vida e ensinar-me
me amou e ama
obrigado minha mãe querida
pelo que sou
pelo que tenho
pelo que aprendi
Não consigo evitar
nem deixar de te chamar
de meu amor
eu sei pra você já passou
mas faz o favor
deixa eu ficar
amor gostoso assim
para você pra mim
só no coração
pra que adernar
pensar em parar
algo bom enfim
eu sei que errei
mas estou aqui
querendo te amar
amor gostoso assim
para você pra mim
só no coração
tô querendo ficar
estou aqui
querendo te amar
Eu te amo de uma forma tão intensa,
tão bonita,
que mesmo que esse amor esteja apenas aqui,
eu não me arrependo,
nada faz com que eu desista.
sabe por quê?
porque mesmo sendo insano,
uma verdade, um sonho,
ele não é cruel,
eu te amo!
sei que sem ele,
eu não seria o mesmo.
posso passar a vida assim,
com você aqui,
enfim.
só não sei como você pode,
viver sem mim.
isso é a tua história.
a minha é sim,
uma história de amor...
"Entre o Amor e a Alma: Reflexões Poéticas"
A poesia é o espaço entre o amor e a alma,
Pulsando em minhas veias até o coração.
Escrever é viver um amor inventando,
Que desejei, mas não pude conduzir.
É também fugir da realidade,
Escapar de mim, da parte que machuca.
Escrever não é só fugir, é criar o que almejo,
Amar é mais difícil do que falar sobre.
Como dizia o poeta: "O amor na Prática é sempre o contrário",
Na prática, amar dói, é complicado se relacionar.
No fundo, precisamos aprender a nos amar,
E então, se outro couber, nos relacionar.
Amor e Paixão: Entre Promessas e Gestos
O amor e a paixão são sentimentos intensos e poderosos que movem a humanidade, inspirando gestos, palavras e emoções que marcam profundamente nossas vidas. Embora ambos estejam frequentemente interligados, eles apresentam diferenças cruciais, tanto em sua essência quanto na maneira como são expressos. Quando falamos de amor e paixão, abordamos questões complexas de como esses sentimentos se manifestam, seja através de palavras ou ações, e como eles impactam nossas relações e formas de pensar.
A paixão é um estado emocional arrebatador, geralmente marcado por uma energia intensa, um desejo fervoroso e uma certa urgência. É a fase em que tudo parece novo, deslumbrante e vibrante. As palavras de uma pessoa apaixonada são repletas de promessas, declarações extravagantes e juras de um amor eterno. No entanto, a paixão é volátil; ela surge com força, mas pode se dissipar com a mesma rapidez. O amor falado na paixão muitas vezes promete um “para sempre” idealizado, mas nem sempre encontra uma sustentação na prática.
O amor, por outro lado, é mais profundo e duradouro. Ele se constrói com o tempo, alimentado por compreensão, respeito e compromisso. Enquanto a paixão é como um incêndio descontrolado, o amor é uma chama constante, que requer cuidado e atenção para se manter acesa. No amor, as palavras também têm valor, mas é na prática que ele realmente se revela. O amor verdadeiro se expressa por meio de pequenos gestos cotidianos: o apoio incondicional, a presença nos momentos difíceis, o cuidado com os detalhes que passam despercebidos aos olhos de quem só conhece o amor falado.
Uma das principais diferenças entre o amor falado e o amor na prática está na consistência. As palavras podem ser grandiosas e cheias de emoção, mas sem ações correspondentes, elas se tornam vazias, promessas que soam belas, mas que carecem de fundamento. O amor na prática não precisa de adornos ou discursos elaborados; ele se manifesta silenciosamente no simples ato de estar presente, de entender as necessidades do outro e de construir uma vida em conjunto, mesmo diante dos desafios.
Pensar no amor e na paixão é refletir sobre a efemeridade de um e a constância do outro. A paixão nos faz sentir vivos, mas o amor nos dá segurança. A paixão nos impulsiona a sonhar, enquanto o amor nos convida a construir. O pensamento moderno muitas vezes valoriza o imediatismo da paixão, mas o amor, aquele que se revela na prática, exige paciência, maturidade e uma disposição contínua para cuidar do outro.
Por fim, compreender as diferenças entre o amor falado e o amor na prática é essencial para nossas relações. É a distinção entre prometer e agir, entre sentir e sustentar. Afinal, o amor genuíno não é apenas o que dizemos; é o que fazemos, mesmo quando ninguém está olhando, e é isso que o torna verdadeiramente eterno.
Quando o Amor Escolhe Perdoar: Entre a Dor, a Esperança e a Possibilidade de Mudança
Perdoar uma traição é uma das decisões mais difíceis que alguém pode enfrentar, pois envolve confrontar uma dor imensa, a quebra da confiança e o desafio de manter o amor por alguém que causou uma ferida tão profunda. O coração de quem perdoa muitas vezes se divide entre o desejo de continuar amando, o medo da vulnerabilidade e a esperança de que o outro possa realmente mudar. Esse processo de perdão exige uma força interior tremenda, além de uma disposição para reconhecer a complexidade da condição humana.
Continuar amando alguém após uma traição pode parecer um ato de sacrifício e teimosia para muitos, mas para quem vive essa experiência, é um reflexo de uma conexão profunda, um vínculo que nem mesmo a dor parece ser capaz de romper completamente. O amor, nesse caso, se torna um campo de batalha entre o desejo de reconstruir e o receio de se machucar novamente. Há uma mistura de fragilidade e esperança: acreditar que a pessoa que errou possa se redimir e que o relacionamento, embora transformado, tenha a chance de florescer de novo.
A esperança de que a mudança seja genuína é como segurar uma chama em meio a uma tempestade. A pessoa que perdoa se pergunta se a dor e a decepção poderão um dia ser substituídas por segurança e confiança. Haverá noites insones, pensamentos conflitantes, momentos em que o perdão parece um fardo pesado demais. Mas ainda assim, o amor insiste, e há um fio tênue de fé na capacidade humana de aprender com os erros e se tornar melhor.
No entanto, essa espera por mudança exige sabedoria. Não se trata de ignorar os comportamentos destrutivos ou de aceitar tudo em nome do amor, mas sim de reconhecer que o perdão verdadeiro também exige mudanças concretas e um comprometimento profundo de ambas as partes. Aquele que traiu precisa se dedicar ao processo de se reconquistar e de reconstruir, pedra por pedra, aquilo que destruiu. A mudança genuína não é apenas uma promessa, mas um conjunto de ações que mostram respeito, consideração e um esforço constante para se tornar a versão mais íntegra de si mesmo.
Por outro lado, quem perdoa precisa aprender a lidar com as cicatrizes. O perdão não apaga a dor, mas é um caminho para a libertação, uma escolha de não deixar que a mágoa consuma tudo. Amar alguém que falhou é reconhecer que o amor é imperfeito, mas também é buscar estabelecer limites que protejam a própria dignidade e saúde emocional.
Continuar amando é, então, um ato de coragem. É acreditar na possibilidade de que o amor pode ser maior do que o erro, mas também aceitar que, mesmo se a mudança não vier, o perdão foi um presente que você deu a si mesmo para se libertar do peso do ressentimento. É um lembrete de que, ao fim de tudo, você fez o que pôde, mesmo que o resultado final esteja além do seu controle. E talvez o maior aprendizado seja entender que o amor verdadeiro também inclui amar a si mesmo, mesmo enquanto espera o outro mudar.
Vivemos em uma era onde até o amor, que deveria ser a mais pura expressão do espírito, é levado a guerra do ouro. O dinheiro não cria o amor, mas pavimenta o caminho para experiências; o que, por sua vez, despertam sensações que oscilam entre o prazer e o desejo, tecendo o sentimento.
O amor não nasce do acaso, mas da convergência de paixões. As paixões, como raízes, se nutrem de expectativas e vivências. O ouro ainda que incapaz de criar, é a arma do que genuinamente deseja possuir. Assim como um ladrão não rouba sem a intenção, o homem que domina o ouro não compra amor caso não deseje tê-lo.
Amor em Silêncio
Renovo-me em ti a cada amanhecer,
quando teus olhos — simples luz —
revelam o mistério que só o coração entende.
És morena, doce miragem,
onde minha alma repousa e se perde.
Teu corpo, suave estrada dos meus sonhos,
me conduz por caminhos sem mapa,
em busca de uma perfeição
que só tua voz sabe desenhar no ar.
É proibido, eu sei —
mas não há força mais pura
do que esse desejo que me toma
quando lembro do teu riso contido,
do toque que nunca tive, mas sinto.
Vives em mim como brisa e tempestade,
lembrança e futuro,
e mesmo ausente,
és o alicerce invisível
que sustenta meus dias.
O deserto
Cansada de depositar amor
Onde não nasce nada
Terrenos inóspitos não merecem atenção
Não geram frutos
Não se sentem cuidados
Cansada de arar uma terra fria
Um lugar seco sem vontades
Não aceita a água
Não bebe sentimentos
Não floresce auroras
Cansada de trazer sonhos embrulhados para presente
Quando quem recebe joga fora
E fica olhando para o papel
Desprezando o conteúdo
Cansada de ser luz
Onde só existe sombra.
Onde foi que a sanidade
Se perdeu de mim?
O que o amor não é:
O amor não é uma flor
Não é nem mesmo um perfume
O amor não é um encontro
Nem tampouco um desencontro
O amor não respira
O amor não pulsa
O amor não é fogo, nem suspiro, nem respostas
O amor não te faz triste, nem feliz
Ele existe simplesmente
Para te lembrar que você está vivo.
Meire Moreira
O amor nos faz tolos.
Mas que seria de nós sem tal tolice?
Teríamos que inventar pretextos para ficarmos acordados até tarde
E construir no rosto esse semblante bobo que nos deixa muito mais bonitos e nos faz tão bem.
Amar é mesmo uma tolice. A maior delas. E nós amamos sermos assim tão tolos e tão leves.
Mais amor e menos teatro, please!
Trocar fotinha no Facebook não é prova de amor. Lavar uma louça é. Levar para tomar um café, dar um presente bacana feito por você mesmo, ligar para dizer: Mãe, te amo!
Gestos gentis fazem toda diferença. Não se trata de dinheiro. Se trata do tempo que você dedica a sua mãe. Não precisa ser muito, mas deve ser de qualidade.
Quando ela estiver falando, ouça.
Quando ela estiver em silêncio, ouça.
Um dia a gente só poderá sentir saudades do que poderia ter sido.
Eu queria dizer que o dinheiro não compra a felicidade a dignidade o amor e o respeito.
Eu queria dizer que o dinheiro não paga a lágrima derramada a palavra mal colocada e a gentileza desperdiçada.
Eu queria dizer que o dia passou o tempo correu a lágrima rolou e o canto silenciou
Esse dia não volta mais
Esse dia passou
Não dá para ser o que não foi
Não dá para refazer o que está feito
Parabéns para mim
Nesta data sofrida
Muita infelicidade
Muita ausência sentida.
Eu não acredito muito em declarações de amor nas redes sociais. Da mesma forma que não acredito em fotos românticas de casais se olhando porque muitas vezes isso não corresponde à realidade.
Amar é muito mais preparar uma refeição com amor para as pessoas que você gosta. Dizer alguma coisa motivadora quando você percebe que ela precisa. É cuidar dela quando ela está precisando ou mesmo quando não está merecendo. É preparar um chá, é fazer uma massagem nas costas, e lembrar de pegar suas meias para que a pessoa durma mais aconchegante.
Por isso concentre-se sempre nas ações das pessoas e não nas palavras. Porque as pessoas podem falar o que quiserem. E somente elas saberão o que há dentro de seus corações.
Amor, generosidade, bondade e empatia são coisas que não aparecem na foto.
Sim eu choro sozinho, não é falta de amor, de carinho. É a colheita, de espinhos, aqueles que semeamos pelo caminho.
Um ato, uma resposta, um julgamento, uma falta de compreendimento.
Uma dor a mais, uma desilusão...
Calma coração. Nâo espere mais que isso. Na vida, a maior porcentagem é desperdício.
Minha decisão pode ser a solução. Ou não...
- Tia, seu horóscopo disse que no ano que vem você vai ter muita sorte no amor – peraí – no jogo também! Mas como assim, é possível ter sorte nos dois?
Todos os dias, durante uma semana em que estivemos juntas, por alguma razão que algum dia eu ainda espero entender, ela insistia em ler o meu horóscopo.´
- Deixa pra lá, bebê! E viagens? Fala alguma coisa?
- Nadinha, tia, mas no natal…
- O que fala do natal, viagens?
- Não tia, mas fala que touro é o signo que menos gosta do natal…
Não tive como ludibriar aqueles olhinhos brilhantes, curiosos para saber porquê a tia, do signo de touro, não apreciava tanto assim o natal…
- Áh, bebê! É que essa data transformou-se num evento comercial. Tem-se a obrigação de se estar bem, generoso, comprar presentes, e você sabe que a tia não lida muito bem com “obrigações”, né? Mas eu gosto de estradas, vamos?
- Sei sim...Tem fone de ouvido aqui, tia?
- Tem sim! Prá que?
- Áh, não quero ficar ouvindo suas músicas no carro “mon chouchou”, “mon bijoux” e “uuuuuu”!
- Oui, mademoiselle! Comme tu veux!
- O que?
- Entra no carro!
E viemos.
Eu no meu mundo, e ela no mundo dela, sem sair do meu, nem eu do dela.
- Nossa, nessa época eu sinto uma falta imensa dos meus filhos – resmungou meu parceiro no plantão, Arion (talvez algum dia eu escreva sobre ele, uma trilogia, talvez! Rsrs)
- Por que nessa época, Arion?
- Sei lá...Fico triste sem eles…
- Tá vendo por que não gosto de natal? Até obrigação de se estar junto as pessoas sentem…
- Deixa eu te falar - começou ele, com o jeito tão peculiar de Arion, que foi impossível não deixá-lo desenvolver o assunto.
- Eu tenho um amigo – continuou ele – e sempre que eu o chamava para fazer alguma coisa aos domingos, ele dizia que era o dia de estar com a sua família, e que não poderia ir. Um dia o questionei sobre isso e ele me respondeu que a gente negligencia tanto quem realmente importa e que amamos, que ele achava muito bom o fato de “ter que estar” com a família todos os domingos, e que talvez se não fosse isso se veriam muito pouco, conversariam muito pouco, participariam muito pouco ou quase nada da vida uns dos outros.
Engoli seco e pensei em como realmente era bom estarmos em família, inclusive no natal e sobretudo quando a minha avó ainda estava entre nós.
Pensei nos abraços, nas risadas, na brincadeira do amigo secreto, no porco da Tia Mariquinha com a maçã na boca, mas diga-se, muito gostoso, nas orações em volta daquela mesa farta, toda a família de mãos dadas, e depois a musiquinha da Tia Rosa, “Tenho minhas mãos cheias de ricas bênçãos...”, em como era bom jogar essas bençãos uns nos outros, e como nossa família tenta se reunir nessa data, ainda que agora sem a presença do motivo dos natais cheios por mais de trinta anos, minha amada Vó Maria.
- E se não houvesse o natal? - perguntou-me ele, cortando meus pensamentos, e meu olhar contrariado pelo fato de ter dito à minha sobrinha que não gostava tanto assim do natal…
- Karol?
- Que foi, tia?
- É que a tia mudou de ideia. A tia ama natal…
- Éh, eu vi no seu horóscopo hoje que você mudaria algumas ideias!
- Éh mesmo, bebê? E de viagens, fala?
Brincadeiras à parte, obrigada Natal por ser o “motivo” pelo qual escolhemos e fazemos questão em estarmos juntos de quem realmente amamos.
Obrigada, Arion, pelo jeito “Arion” de me fazer entender que por mais que transformem essa data em um evento comercial, não há preço que pague estarmos em família!
Depois eu falo Feliz Natal!
É que eu só queria contar isso hoje.
Foi importante pra mim...
Amor, às vezes eu paro pra pensar em tudo o que eu já vivi, em todos os caminhos que percorri, e fico tentando entender como a vida conseguiu fazer os nossos destinos se cruzarem. E, quanto mais eu penso, mais eu acredito que nada disso foi por acaso.
Eu sempre te disse que nunca tinha sentido um amor de verdade por ninguém. Você foi a primeira pessoa que despertou isso em mim. É um sentimento tão novo e tão intenso que, às vezes, eu me pego perdida, sem saber exatamente como lidar com tudo o que eu sinto. Mas existe uma coisa da qual eu nunca duvido: você foi a mulher que a vida escolheu para mim.
Eu sei que essa nova rotina tem diminuído o nosso tempo juntas. A distância e a saudade apertam, e nem sempre é fácil. Mas também vejo o quanto nós duas estamos fazendo dar certo, mesmo com todas as dificuldades. Isso só me faz ter ainda mais certeza de que estamos construindo algo verdadeiro.
E eu acredito, de coração, que todo esse esforço vai valer a pena. Quando finalmente estivermos uma ao lado da outra, vamos olhar para trás e perceber que cada dia de saudade foi o preço de uma felicidade que sempre valeu a pena esperar.
Eu te amo, minha escolha, meu destino e o amor da minha vida.
Meu amor, quando você me pergunta o que eu vi em você para te amar tanto, a resposta é muito simples: eu vi você.
Eu não me apaixonei pelo que você tem, pelo que você pode me dar ou pelo que você acha que consegue oferecer. Eu me apaixonei pela mulher que existe dentro de você. Pela sua força, pelo seu coração, pelo seu jeito de cuidar de mim mesmo quando está cansada, pelas nossas conversas, pelas risadas, pela paz que você me traz e até pelas suas imperfeições, porque elas fazem parte da pessoa incrível que você é.
Você diz que não tem nada para me oferecer, mas eu discordo completamente. Você me oferece o seu carinho, o seu tempo, a sua sinceridade, a sua companhia, o seu abraço, mesmo que hoje ele ainda seja à distância. Você me oferece um motivo para sorrir todos os dias e um futuro que eu faço questão de construir ao seu lado.
O amor da minha vida nunca foi um presente que você me deu. É você. É a sua existência. Se um dia você não tivesse absolutamente nada, eu ainda escolheria ficar com você, porque o que eu amo não cabe no bolso, não se compra e nem se mede. Eu amo a pessoa que você é, e isso, para mim, vale mais do que qualquer coisa.
Então, por favor, nunca mais diga que não tem nada para me oferecer. Você me ofereceu o que eu mais procurava sem nem saber: um lugar onde o meu coração finalmente se sentiu em casa.
