Carta de uma Futura Mamae

Cerca de 88301 frases e pensamentos: Carta de uma Futura Mamae

⁠Pai, você já foi uma criança como eu mas cresceu.
Pai, você pensou que ter filhos era fácil, então se deu conta que não viemos com manual de instruções e que cada filho é diferente do outro.
Pai você fez muitos planos e a maioria não realizou, mas se adaptou, lutou, e segui a diante.
Pai, defeitos tem muitos, mas.. É isso que o torna meu herói!
Pai você superou e supera tudo e se tornou o melhor.
Pai te amo!

PAI
Tudo começou de maneira natural.
Existiu um olhar e uma união.
E, num momento especial, você planejou minha vida neste mundo incerto, sem perder a esperança de que o nosso mundo seria melhor, me ensinastes a viver com dignidade e iluminou meus caminhos obscuros com afeto para que eu o trilhasse sem medo.
Pode ser que nossas vidas não tenham sido como sonhamos.
Pode ser que você não tenha sido o pai que pretendia ser, e eu não ter sido a filha que pretendia ter.
Hoje tudo isso não importa, pois realizamos vários sonhos e com certeza nada disso existiria se um dia você não tivesse confiado numa vida, muitas vezes trabalhando dobrado, renunciando a seus sonhos em favor dos meus.
Neste momento procuro entre as palavras e só encontro uma:
Obrigada, Pai.
Obrigada por me acompanhar com carinho e estímulo, sempre procurando amenizar nossa ansiedade em cada telefonema ou rosto desanimado.
Obrigada também, pai, mesmo distante, me acompanha e continua sonhando, aqui e agora, em algum lugar muito bonito, sei que estás feliz pelas nossas vitórias.
Tua filha, Viviane Begnis

Inserida por begnis_1106369

⁠Da vida que te faz,
existe uma variedade;
do tanto que te molda,
um servo da sociedade.

Onde está minha pessoa,
perdida dentro do corpo?
O que realmente aparece
é a casca de muitos desgostos.

Do tanto que te domina,
não parece, mas acostuma.
Entre os altos e baixos da vida,
existe a breve luz da lua.

Inserida por xcoum

⁠Ainda estou na esperança,
de te reencontrar e não te ver
sumindo,
sentindo uma dor que esmaga meu coração.

Te vendo indo embora
no entardecer, com as cores do sol em aquarela,
a rua estava repleta de histórias,
mas meus olhos só enxergavam a sua,
e depois só veio á noite, e a rua vazia.

E foi assim que sempre
você passou e soube ser,
longe, encantador e sempre me fazendo
ficar parado esquecendo do tempo, do vento,
e do que mais estava ao meu redor,
me alimentando com um pouco de esperança,
cintilando no céu, um pouco de incerteza,
mistério e beleza.

⁠Amor é porquice.

Sim, existe uma multiplicidade de formas de definir e vivenciar o amor, cada uma com suas nuances e características. O amor é um sentimento complexo e multifacetado, que pode ser sentido e expresso de diversas maneiras, dependendo do contexto, das pessoas envolvidas e da cultura.

Elaboração:
Tipos de Amor:
Diversos autores e pensadores têm proposto diferentes classificações do amor, como o amor romântico, o amor familiar, o amor fraternal, o amor platônico e o amor por si mesmo.
Amor como Sentimento e Ação:
O amor pode ser definido como um sentimento profundo de afeição e carinho, mas também como uma ação, um comportamento de cuidado e proteção.

Definições Culturalmente Influenciadas:
As definições e expressões do amor podem variar significativamente de cultura para cultura, refletindo as diferentes tradições e crenças.

Amor como Experiência Pessoal:
A experiência pessoal do amor é única para cada indivíduo, e a forma como cada um interpreta e vivencia o amor pode ser diferente.
Amor como Conexão:
O amor é frequentemente associado à conexão emocional, à intimidade e à intimidade entre as pessoas.

Amor como Caminho:
O amor pode ser visto como um processo de crescimento e desenvolvimento pessoal, uma jornada em direção à felicidade e à realização.

Inserida por mtumkubwa714_1110032

⁠Seja você por você, não liga por que os outros pensam e fala de você, não se esqueça você, é uma pessoa muito especial e maravilhosa até demais.
Corre atrás do seus sonhos não desista colocar Deus em primeiro lugar e seguir enfrente todo mundo passa por uma barreira mas sempre tem a vitória no final não se esqueça disso para chegar na Vitória tem que passar pelos caminho dos espinhos.

Inserida por ranicleia_cruz

⁠é dia 12 e eu senti algo

É dia 12 — e logo na primeira hora
uma pressão no peito, prestes a explodir:
ansiedade, ou um sentimento incontido,
como viajar de madrugada com meus pais,
um trem sem destino que bate na janela.

É dia 12 — perto do almoço compartilhei músicas,
uma trilha que me trouxe de volta a 2019,
a um outro abraço que não era dela.
O mesmo gosto, outro nome, mesma saudade.

É dia 12 — depois do almoço e da caminhada
o vazio regressou, fiel guardião;
mas por um instante — respirei, a ilusão acesa,
de que algo ainda podia brotar.

É dia 12 — e me enganei a sentir;
saí, bebi, voltei — repetindo passos.
É dia 12 — e senti algo:
uma vontade urgente de melhorar,
sair desse poço, vencer a inércia chamada vida.

É dia 12 — li as notas dela;
vi o que eu não sentia multiplicado:
ela sentiu em dobro o que eu negava.
A verdade, escrita, me atravessou.

É dia 12 — e FINALMENTE senti algo:
culpa, irresponsabilidade, reconhecimento.
No dia 12 eu voltei a sentir por ela,
e parei de me enganar com o resto

Inserida por sacnamoradosruins

Separe uma parte de cada dia para ler e meditar alguma porção da Palavra de Deus. O pão de ontem não alimentará o trabalhador de hoje; tampouco o pão de hoje nutrirá o trabalhador de amanhã. Recolha seu maná a cada manhã.

Escolha a ocasião e a hora adequados. Não cochile ou se apresse enquanto lê. Dê à sua Bíblia o melhor e não o pior de seu tempo. Leia toda a Bíblia, fazendo-o de maneira sistemática. Leia a Bíblia com um espírito de obediência e autoaplicação.

Assente-se para estudá-la com a determinação de que você viverá pelas suas regras, confiará em suas afirmativas e se comportará de acordo com seus mandamentos.

A Bíblia mais lida é aquela mais praticada.

Inserida por ZeOliveirao

⁠Seus olhos se repousam sobre mim
Como uma borboleta a chegar em seu jardim
Uma salada de sentimentos toma conta do meu corpo
Da ponta do meu pé, até o meu rosto
Que corado fica ao sentir o encontro
Dessas duas almas apaixonadas
Naquele instante
O universo parecia ter nos agraciado
Com um momento de desbloqueio
De um amor de vidas passadas
Uma paixão eterna
Eterna como a esperança do sol
De que um dia a lua lhe responda "Sim!"
Para todo o seu amor.

Inserida por maria_15

⁠Flores que não florescem.
E, de repente, mais uma vez eu sinto necessidade de você, vida. Ao acordar, e
tudo me lembrar: a brisa da manhã, alta velocidade e ipês floridos, a sua alegria
e beleza ao vê-los retratados, além de tudo de mais bonito que avistava e
admirava. Tudo só não é mais bonito que nossa paixão louca, estridente e
incandescente. O pior que lembrar é ter a certeza que ela não voltará para ele.
Miguel e Jade se conheciam há bastante tempo. Ele, um rapaz da cidade grande; e
ela, uma bela mocinha do campo. A forma que se conheceram foi um pouco inusitada:
Miguel trabalhava com vendas. Um dia de inverno, Miguel precisava vender móveis por
aquela região. Se sentia um pouco perdido, o tempo escurecido e sem sinal de vendas, até
que começou uma tempestade. Era uma região pequena, pouquíssimas casas a compunha.
Em meio àquela grande chuva, Miguel bateu na porta de uma casa. Um senhor o recebeu e
lhe disse que passasse a chuva lá. O que esse senhor não sabia é que aquele dia mudaria
a vida de sua querida filha, Jade, sua maior riqueza.
Sr. Henrique, pai protetor, mas distante emocionalmente, pediu que alguém
trouxesse um chá quente, para que o rapaz se aquecesse. Sempre obediente às ordens de
seu pai, Jade o atendeu e levou o chá para o mocinho.
Ao chegar na sala em que estavam, a jovem Jade se sentiu encantada por aquela
beleza: um homem diferente, alto, forte, moreno, olhar de anjo caído e misterioso. Miguel
carregava um mistério no olhar. Ao avistar a mocinha, ele também se sentiu atraído, avistou
em Jade uma pureza, uma beleza extraordinária e um olhar de luz, a luz que poderia clarear
sua vida ou escurecê-la de vez. Estremeceram por alguns segundos se olhando, até que o
senhor Henrique tossiu e Jade entregou a xícara ao rapaz e voltou em seguida ao seu
quarto, onde permaneceu até o fim da tempestade.
Ao terminar a chuva, Jade voltou à sala. Lá só encontrou seu pai. Tentou perguntar
quem era o moço que estava em sua casa. Senhor Henrique, desconfiado de tanto
interesse da filha em um desconhecido, apenas retrucou que não sabia o nome do infeliz e
que só o recebeu por causa do temporal. Jade, aborrecida, não o questionou mais. Depois
daquele dia, Jade e Miguel ficaram presos em pensamentos.
Passaram muitos dias, mas nenhum dos dois haviam esquecido aquela maravilha
de encontro. Jade, como costumava ir para a escola todos os dias de manhã cedinho,
estava no caminho admirando as árvores. O ipê amarelo que tinha ali era seu favorito,
quando viu alguém se aproximando. Não recuou e continuou caminhando. Ao se aproximar
mais, viu que era Miguel em sua linda moto cor de vinho e um capacete meio estranho. Os
dois se olharam fixamente e riram timidamente.
— Que bom te ver novamente — disse Miguel.
Jade, sempre tímida, apenas riu faceiramente. Conversaram pouco, tão pouco que não
tiveram chance de perguntarem seus nomes. Logo o caboclo subiu na sua moto e
rapidamente, em grande velocidade, desapareceu naquela estrada deserta. Depois daquele
dia, a mocinha não tirou Miguel de sua cabeça. Era seu primeiro pensamento do dia, e em
silêncio, pois os pais de Jade eram conservadores e não aceitariam a filha apaixonada por
um rapaz de tão longe e que não conhecessem. Mesmo em segredo, a garota só pensava
em Miguel e pensava em quando o veria novamente. E assim continuou, na espera de seu
misterioso. As esperas sem sucesso fizeram com que Jade acreditasse que não veria mais
seu amado, pois de repente Miguel se distanciou da região, mas poderia ser por conta do
seu trabalho.
Muito tempo depois, a família de Jade precisou ir embora dali, para cuidarem de
familiares que viviam adoecidos. Jade não sabia que agora viveria na mesma cidade que
seu grande amor. Depois de uns dias tentando se adaptar à vida longe do campo, lá estava
a jovenzinha dentro de uma biblioteca lendo seu livro favorito de romance, quando viu
alguém com a mesma fisionomia de Miguel brincando com uma mulher e uma criança na
praça, em frente. Jade apenas tentou observar de longe, não tinha certeza de quem era.
Ficou pensando, foi para casa, mas aquilo era sua única preocupação. A garota sempre
voltava ali, era seu lugar favorito. Um dia, ao sair lendo seu livro, não percebeu e esbarrou
em alguém. Quando levantou para pedir desculpas pelo descuido, viu o belo rosto de
Miguel rindo para ela. A alegria de Jade estava estampada em seu semblante, igual era a
expressão de Miguel. Logo ele a chamou para entrarem na biblioteca, mas nunca, jamais
conversaram na praça. Jade não questionou nada. A felicidade dela era tão grande que ela
não se importava em lhe perguntar nada. Ficaram juntos ali por um tempo, agora se
sentiam mais próximos. O rapaz lhe perguntou se ela podia lhe acompanhar a um lugar. A
mocinha não hesitou e foi com ele. Lá ficaram a tarde toda, em uma casinha afastada, que
não morava ninguém. Conversaram muito, até que a menina perguntou se aquelas pessoas
que ela viu se tratava dele. Logo ele a olhou com uma expressão assustada e lhe disse que
sim, que estava com sua irmã e sobrinha. Jade, tão ingênua, acreditou. Logo voltaram para
a realidade. Ali era o lugar de fuga do casal, mas Jade precisava voltar para casa e Miguel
para sua vida verdadeira.
Os jovens viveram bons momentos. Eles batizaram esses momentos de refúgio,
fuga e descanso, onde se sentiam bem e longe dos problemas. Ali era um lugar mágico,
não havia preocupação, apenas o amor importava. Era sempre no mesmo lugar, na casinha
abandonada e afastada. Miguel sempre trazia presentes para sua amada, trazia belíssimas
fotos de ipês floridos, representações de rios, riachos, de belezas naturais. Ele sabia que
ela amava. Depois de um tempo, Miguel se afastou, havia algum problema.
Certo dia, Miguel escreveu para Jade que precisava vê-la. Logo se encontraram no
refúgio, mas agora era diferente, existia um problema ali, e Miguel se dispôs a contar para a
garota. Lhe contou que não poderiam continuar se encontrando e que existia uma parte em
sua vida que ela não conhecia. Miguel lhe disse que a mulher e a criança que estavam com
ele eram sua esposa e seu filho. Jade não poderia acreditar e jurou ser blasfêmia dele. Ele
ainda disse que a amava, mas não podia abandonar sua família e que não poderia a
envolver em problemas da sua vida.
Os dias de Jade mudaram completamente. Pensava que Miguel não poderia tê-la
enganado de tal maneira. Passou a viver dias tristes e doentios. A família de Jade não sabia
que tristeza era essa da garota, tentavam ajudá-la, mas era impossível. Ela sabia da
ignorância de seu pai e como ele não a compreenderia. Eles não sabiam da história de
amor que a filha viveu. Se passaram muitos dias e semanas. Jade não levantava da cama.
Com tanta tristeza, a menina não sentia necessidade, nem vontade de nada. Ela só
pensava em Miguel, como tudo isso não significava nada para ele. Com tudo isso em sua
cabeça e em silêncio, a dor silenciosa de Jade culmina em sua morte: suicidou-se.
Suicidou-se por não aguentar viver tudo isso sozinha, carregando a culpa do amor, da
confiança, por ter se entregado a alguém que não a queria em sua vida.
Senhor Henrique sofreu muito, por ter perdido sua riqueza tão precoce, tão jovem,
tão linda. Miguel também sofreu ao saber do acontecimento, e se culpou muito. Mudou de
cidade para tentar esquecê-la e conseguir viver com sua família.

A sua vida importa! Converse com sua família ou alguém próximo, não sofra em silêncio. A
sua dor merece ser ouvida, você é maior que ela.

Vida após armário intelectual

⁠Sou uma mulher, negra e servidora pública que sempre buscou fazer o melhor trabalho na instituição. Por anos, vivi em um "armário intelectual", escondendo parte de quem eu era.

Trabalhar na educação pressupõe que as pessoas sejam mais instruídas, menos preconceituosas e mais afetuosas. Mas, no início, ouvir comentários homofóbicos direcionados a colegas abertamente gays ou lésbicas na instituição me causou medo, me fazendo voltar ao "armário" em que fui criada em minha casa. Por muitos anos, foquei apenas no meu trabalho. Pouco importava o que pensavam, pois o que prevalecia era minha dedicação profissional.

Com o tempo, fui reconhecida pelo meu trabalho e, ao conhecer novos grupos dentro da organização, aprendi a me impor e a me respeitar, vivendo de forma independente da minha identidade de gênero ou sexualidade.

Participei de meus primeiros eventos sobre sexualidade e diversidade. Essa experiência foi transformadora, a ponto de eu passar a defender publicamente temas relacionados à diversidade no ambiente educacional. Isso não significa que o preconceito tenha acabado, mas hoje não sou mais aquela que vivia no "armário social".

Aos poucos, o armário virou um guarda-roupa de roupas coloridas e dedicadas à diversidade, à verdade e à escolha de ser quem sou. Hoje, vivo para mim, por mim e para a sociedade, com a beleza e a liberdade de ser quem sou, independentemente do que digam ou pensem.

Hoje, sou a protagonista da minha própria história e da minha personalidade forte, nordestina, feminista e diversa. O mundo em que vivemos é construído por nós. Mesmo que alguns acreditem que vida pessoal e profissional sejam coisas diferentes, temos todo o direito de sermos felizes com quem desejarmos. Somos livres para sermos profissionais e, ao mesmo tempo, homossexuais, bissexuais, lésbicas, transexuais ou qualquer pessoa da sigla LGBTQIA+PN.

Minha realização moral me permitiu entender que não me importo mais com a opinião dos outros. O que sou e quem sou depende apenas de mim.
[=

Não sou mais uma menina...
Minha pele não é mais de porcelana e nem meu cabelo a cor natural.
Meus olhos necessitam de ajuda e meu corpo não obedece mais a disposição cerebral.

Não sou mais uma menina...
Conheci muita gente,
Poucas vieram e ficaram.
Outras deixei ir e outras passaram.

Não sou mais uma menina...
Prefiro enxergar detalhes.
Apreciar momentos com louvor.
Valorizar o presente, o futuro não me pertence e lembrar do passado como grande professor.

Não sou mais uma menina...
Vivi alegrias e realizações.
Vivi também tristezas e decepções.
Disse : Obrigada! Quando acertei.
Disse : Perdão! Das inúmeras vezes que errei.

Não sou mais uma menina, pois tenho aprendido a contar meus dias para alcançar sabedoria
Amadureci e se Deus me permitir, continuarei neste processo progressivo dia a dia.

Inserida por carmen_franco_1

⁠28/09/25

É como se uma bola de neve cheia de sentimentos, desabafo, o próprio fato de não querer estar assim, quisesse sair de uma vez de dentro de mim.
Há um mês, antes da crise que tive hj fiquei quase umas 4 horas chorando desagradavelmente sem um pingo de vontade de ser consolado...

A parte boa é quando finalmente vc consegue encher os pulmoes completamente de ar e soltar, dando a sensação de que aquela crise já passou...
Em fim um grande alivio!

Inserida por play_mobile

50 Anos Blues...⁠
A fase pós-50 traz consigo uma nova perspectiva sobre a vida—um momento de redescoberta, de recomeços e da busca por significado.

Com menos cobranças externas e maior consciência sobre o que realmente importa, essa etapa pode ser marcada por experiências enriquecedoras, novos desafios e a liberdade de ser quem se é, sem medo de julgamentos. É um tempo para explorar paixões, viajar, se dedicar a hobbies ou simplesmente desfrutar do presente com leveza e gratidão.

Mais do que uma mudança de idade, essa fase representa uma oportunidade de viver com mais autenticidade e felicidade. Afinal, cada etapa da vida tem sua beleza e seu propósito.
꧁ ❤𓊈𒆜🆅🅰🅻𒆜𓊉❤꧂


Valdecir Val Neves - Vila Velha - ES

Inserida por valdecir_val_neves

⁠Escrevendo uma história de vitória


Passei por tantas lutas,
Mas o Senhor estava comigo,
E me fez mais que vencedor.

Sem a tua ajuda, Deus,
Meu amigo.
Eu não estaria onde estou.

As lágrimas que eu derramei,
Os teus anjos , as recolheu no teu odre.

Por ti, vivo.
O Senhor é Rei.
A tua graça e o teu amor
Me cobrem.

No deserto que atravessei ,
Eu pude contemplar os teus Milagres.
A ti, eu dou glória .

Contigo, Senhor ,
Eu sei, que a cada dia
Eu escrevo uma história de vitória.

Inserida por samuelmoreiradelana

⁠Quantas vidas estão se perdendo por falta de uma simples palavra de encorajamento?
Nossas palavras carregam um poder imenso — mais do que imaginamos. Nunca pense que uma mensagem de ânimo, de esperança, é algo pequeno ou sem importância.
Elas podem levantar quem está caído, reacender a chama de quem estava prestes a desistir.

Mesmo na dor, na tristeza, nas lutas mais difíceis, uma palavra certa pode nos dar forças para seguir.
E lembre-se: anime até aqueles que te animam, pois eles também podem desmoronar.
Qualquer um está sujeito a momentos de fraqueza — até os mais fortes.

Por isso, te digo: não pare. Continue. O mundo precisa da sua luz.
Desejo a você todo sucesso, força e felicidade. Sei que não é fácil…
Mas é no esforço, na coragem e no ânimo que a vida encontra sentido.

Obrigado por ler até aqui.
Você é importante. Não desista.

Inserida por arquivos_silva

⁠Um Dia Todos Seremos Memórias!

Autor: Igidio Garra®

Era uma manhã de outono, daquelas em que o vento sussurra segredos entre as folhas douradas e o sol parece hesitar antes de aquecer a terra. Clarilda, uma mulher de cabelos grisalhos e olhos que carregavam o peso de muitas histórias, sentou-se no banco de madeira no quintal.
Em suas mãos, um álbum de fotos amarelado, cujas bordas denunciavam o passar dos anos.
Ela o abriu com cuidado, como quem manuseia um tesouro frágil, e deixou que as lembranças a envolvessem.
A primeira foto mostrava um piquenique à beira do rio.
Lá estavam ela, ainda jovem, rindo ao lado de Pedrusko, seu marido, enquanto os filhos, Ania e Jony, corriam atrás de uma bola desajeitada.
O cheiro de grama molhada e o som das gargalhadas pareciam saltar da imagem, tão vivos que Clarilda quase podia tocá-los.
"Éramos tão felizes", murmurou, um sorriso tímido desenhando-se em seu rosto enrugado.
Folheou mais algumas páginas. Havia o dia do casamento de Ania, com seu vestido branco esvoaçante, e a formatura de Jony, o orgulho estampado em seu olhar.
Mas também havia silêncios nas fotos que não estavam ali: os dias de despedida, as lágrimas que não foram capturadas, os momentos em que a vida insistiu em seguir, mesmo quando o coração pedia uma pausa.
Clarilda fechou o álbum e olhou para o horizonte.
O vento trouxe o aroma das flores que plantara com Pedrusko, décadas atrás.
Ele se fora há dez anos, mas as flores continuavam a brotar, teimosas, como se carregassem um pedaço dele. Ania e Jony, agora adultos, viviam suas próprias vidas, distantes, com filhos que mal conheciam a avó.
E Clarilda sabia: um dia, ela também seria apenas uma memória, uma foto desbotada em um álbum que alguém, talvez, abriria com o mesmo carinho.
Levantou-se devagar, apoiando-se na bengala, e caminhou até a árvore onde Pedrusko gravara suas iniciais 70 anos antes.
Passou os dedos sobre as letras tortas – "C & P" – e sentiu uma paz estranha.
"Um dia", pensou, "todos seremos memórias. Mas, enquanto houver alguém para lembrar, ainda estaremos aqui."
O sol finalmente venceu a timidez e banhou o quintal em luz.
Clarilda voltou para casa, o álbum sob o braço, carregando o peso e a beleza de saber que a vida, no fim, é feita de instantes que ecoam além de nós em nossas memórias e de quem nos suceder!

Inserida por IgiWiki

⁠Quebrando o Ciclo do Desejo: A Sabedoria para Viver o Presente

“A vida parece uma armadilha sem fim: vivemos entre a ânsia de conquistar e o vazio que surge logo após possuir. Casados sonham com liberdade, solteiros querem um compromisso; crianças querem crescer, e adultos desejam voltar a ser criança. Aposentados querem trabalhar, enquanto quem trabalha só pensa em se aposentar. Uns correm atrás da fama, enquanto famosos só querem sossego. A verdadeira sabedoria é aprender a viver o presente, quebrando o ciclo do desejo e da insatisfação.”

Inserida por sabedoriahistorica

⁠A saudade que uma mãe sente dos filhos crescidos não tem barulho. Ela não aparece em fotos, não se conta nos aniversários esquecidos, nem se mede pelas mensagens que não chegam.
É uma ausência que mora no silêncio — aquele que fica depois do almoço feito com carinho, da roupa dobrada com lembrança, do café que esfria esperando alguém que não vem.

Ela lembra do menino que corria pela casa, que chorava por um joelho ralado, que pedia colo no meio da noite.
Agora, ele é um homem. Ela sabe.
Mas o coração...
O coração de mãe não entende de calendário nem de idade.

Ela não quer prender. Ela só queria mais tempo.
Mais um momento simples, mais uma conversa despretensiosa, mais uma chance de cuidar.

Por isso, ela reza.
Reza quando está lavando a louça.
Reza enquanto ajeita uma foto na estante.
Reza porque é o único jeito de continuar fazendo o que sempre fez: amar incondicionalmente.

Os filhos crescem, voam, erram, acertam...
Mas no peito daquela mãe, continuam sendo os mesmos pequenos seres que ela amou antes mesmo de nascerem."

Inserida por rosa_goiana

⁠Frase:
O silêncio é uma droga viciante: entra sem perceber e, quando se dá conta, já não consegue mais sair.

Reflexão:
No começo, o silêncio parece descanso. Um alívio. A gente se cala para evitar conflito, para poupar explicações, para não se machucar de novo. Mas, aos poucos, esse silêncio vira hábito — e, sem notar, ele ocupa tudo.
Você começa a engolir sentimentos, engavetar palavras, esconder dores. E, quando tenta falar, já não sabe como. O silêncio, quando vira refúgio constante, deixa de proteger e passa a isolar.
É como uma droga: traz um alívio imediato, mas cobra caro depois. E sair dele exige esforço, coragem e, muitas vezes, ajuda.
Falar não é fraqueza. É libertação. Porque o silêncio só é saudável quando é escolha — não quando é prisão.

Inserida por MIGUELROCHA0101