Carta de uma Futura Mamae

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Talvez o verdadeiro amor seja amar para além do estar. Quando seu coração pertence a uma única pessoa, e nada faz isso mudar, você descubre a definição de um amor verdadeiro.
As vezes achamos saber tudo, até que vemos a verdade em um piscar. Não deixe o ego dominar aquilo que te faz sentir vivo. Amar dói sim, do contrário, não curaria a dor. Amar pode fazer chorar, ou então não faria sorrir. As vezes amar é apenas amar. É estar lá por alguém, mesmo que ela ainda não possa estar aí por você.
- Marcela Lobato

A vida é uma longa estrada que percorremos diariamente, com intuito de chegar em um determinado lugar.
Porém, no caminho desta estrada encontraremos todas as intempéries, das quais talvez, nunca imaginamos passar. Mas o importante é seguir em frente, pois um dia, esta estrada, chegará ao seu destino.

Eu aprendi uma coisa, a gente sempre é doido em algum lugar, seja em público ou em segredo, a loucura se manifesta em algum grau e de alguma forma
Não me deram tato então sou louca na praça, na rua e na vitrine social, onde muitos têm medo de se expor, os olhares alheios os consomem, mas eu já sei ser liberta por isso me desnudo

CORAÇÃO DE OCEANO


No delicado pescoço alvo e macio
Um colar de um profundo oceano
Uma história num azul soberano
Diamante de aliança com o frio.

Um amor forte vivido repentino,
Verdadeiro, presente, tão inebrio
Da saudade melancólica e o desafio
A bordo num navio, incerto destino.

Os mares gelados levaram o que restou,
Do amor envolvente uma eterna alma
Apaixonada, enlutada que muito amou.

Não tem dinheiro que apague trauma,
Nada compra um amor que afundou,
Colar valioso que a saudade se acalma.

“A convicção pode te dar conforto, mas só a verdade liberta.”
Essa talvez seja uma das lições mais difíceis da vida.
A gente cresce acreditando que estar certo é sinal de força — mas às vezes, é só teimosia disfarçada de convicção.
Porque quando o coração se fecha, nem Deus força a entrada.
E quando ele se abre, até uma simples palavra pode transformar uma vida inteira.
Por isso, desconfie das certezas que te deixam soberbo. Questione as convicções que te afastam de pessoas. Reexamine as ideias que te tornam incapaz de ouvir. Às vezes, a verdade está falando com você há muito tempo — mas a voz dela é suave, e o barulho das suas certezas não deixa escutar.
Todo mundo tem opiniões fortes sobre alguma coisa.
A gente defende o que acredita, argumenta, tenta provar o próprio ponto de vista. E nem sempre percebe que, às vezes, o problema não está nas mentiras que ouvimos… mas nas certezas que carregamos.
Muita gente passa a vida tentando fugir das mentiras dos outros, mas nunca percebe a mais perigosa delas: a que mora dentro das próprias convicções.
A convicção é uma força bonita quando nasce da busca sincera pela verdade. Mas quando se transforma em orgulho, ela deixa de proteger — e começa a aprisionar.
Porque quando alguém acredita demais em alguma coisa, deixa de procurar entender. E passa a apenas confirmar o que já pensa.
Há pessoas que nunca mentem, mas vivem enganadas. E não porque foram iludidas pelos outros — e sim porque acreditaram demais no que aprenderam sem nunca questionar, mesmo quando algo parecia fora do lugar.
A verdade é que a convicção pode ser mais perigosa do que a mentira. A mentira, quando descoberta, se desfaz. A convicção, quando se enraíza, se defende, se fortalece e às vezes se transforma em muralha contra qualquer nova luz.
É curioso: quando alguém mente, ainda há esperança de que um dia reconheça o erro. Mas quando alguém tem certeza absoluta, é mais difícil que ouça qualquer voz diferente. Porque o ego se mistura à crença, e a fé passa a ser usada como escudo. É como se admitir um engano fosse uma traição à própria identidade.
Quantas vezes, na história, pessoas sinceras cometeram injustiças em nome do que acreditavam ser certo? Saulo de Tarso, antes de se tornar o apóstolo Paulo, é um exemplo forte disso. Ele não era um homem mau; era convicto. Achava que estava servindo a Deus ao perseguir cristãos. A convicção dele era tão intensa que o impedia de enxergar o que estava bem diante dos olhos. Até que, no caminho para Damasco, a luz que ele combatia o envolveu. E ali ele descobriu que não basta crer — é preciso saber em quem e no que se crê.
As convicções, quando não são examinadas, se tornam grilhões invisíveis. Aprendemos algo, guardamos aquilo como verdade, e passamos a defender sem nunca mais questionar. O problema é que o tempo muda, as informações crescem, o entendimento se amplia — mas a convicção, se não for revista, envelhece e endurece. Ela congela o pensamento e impede o coração de aprender de novo.
Às vezes, a pessoa já sente que algo não encaixa, mas o orgulho impede de admitir. Porque mudar de ideia exige coragem. Exige humildade. Exige dizer: “eu estava errado”. E para muita gente, essa é a frase mais difícil do mundo.
Já parou ora pensar que Jesus elogiou quem tinha fé, mas nunca quem tinha orgulho de estar certo?
Ele dizia que o Reino era para os humildes, os que “têm consciência da sua necessidade espiritual” (Mateus 5:3). Ou seja, os que sabem que não sabem tudo. Porque só quem reconhece que precisa aprender continua crescendo.
A verdade, na maioria das vezes, não se impõe — ela se revela. E para enxergá-la, é preciso ter o coração aberto. A convicção cega, por outro lado, fecha todas as portas. Ela faz a pessoa olhar um texto, uma ideia, um fato, e enxergar apenas o que já acredita. É como se tudo passasse por um filtro invisível que confirma o que ela já pensa. O nome disso, hoje, é “viés de confirmação” — e é uma das formas mais sutis de cegueira intelectual e espiritual.
É fácil apontar isso nos outros. Difícil é enxergar em nós. Quando alguém pensa diferente, nossa primeira reação é achar que está errado. Quando alguém apresenta uma prova que contraria nossa visão, procuramos uma brecha para desqualificar. É raro dizer: “Deixe-me considerar o que você disse”. Mas talvez seja justamente aí que começa o caminho da sabedoria.
Em Provérbios 18:13 está escrito: “Quem responde antes de ouvir mostra tolice e passa vergonha.” Esse versículo é uma lição sobre convicção. Fala do perigo de julgar antes de entender, de decidir antes de analisar. Quantos conflitos, divisões e desavenças nascem de opiniões defendidas como se fossem fatos imutáveis?
A verdade não tem medo de ser questionada. Só a mentira precisa de muros. A fé verdadeira não teme perguntas. Só o fanatismo teme o diálogo. E a sabedoria não está em ter todas as respostas, mas em saber ouvir — inclusive o que contraria.
Há quem passe a vida tentando provar que está certo, enquanto a vida inteira Deus tenta mostrar que a verdade é maior do que qualquer doutrina humana. A verdade não é uma cerca — é um horizonte. E o horizonte sempre se afasta quando a gente avança, porque há sempre mais para descobrir.
T
alvez o maior erro de quem busca a verdade seja acreditar que já a encontrou por completo. Porque o dia em que você achar que não precisa mais aprender, esse será o dia em que começou a se afastar da verdade.
Gilson Castilho Reflexões
©Todos os Direitos Reservados

Chega desse silencio indeciso que me faz quedar em uma espera incerta, de uma certeza ausente, enquanto em mim cresce um turbilhão de pensamento indagativo sem resposta que lhe acomodem a impressão.
Chega dessa espera, que, já não tolera as mãos atadas sem solução, os pés parados plantados, estáticos em vão:
Chega da hipocrisia da alma vazia que deprime o íntimo;
Chegue-se exuberante, sorrindo radiante, numa noite fria. trazendo a alegria de velhos amantes que tornam a amar…

Às vezes encaramos a vida, como se tudo fosse uma competição;


Onde desistir não é uma opção e só ganha quem chega primeiro;
Às fórmulas para o sucesso se multiplicam aos montes como se a prosperidade estivesse apenas no verbo "ter"


Mas nós esquecemos que desde o primeiro dia da fecundação estamos num processo de evolução;
Prosperamos desde o nascimento, desde o primeiro choro, desde a primeira palavra pronunciada, desde os primeiros passos dados.


Prosperamos no aprender a andar e a correr, no aprender a falar, na superação das tristezas e dificuldades.
Na descoberta do certo e errado, na diferença entre a mentira e a verdade;
Prosperamos em cada dia de vida, feliz ou sofrido, em cada tropeço, em cada acerto, em todo erro que virou aprendizado.


Podemos e devemos almejar e buscar coisas melhores, mas conscientes que o melhor da vida está em nós.

A Lapidação das Almas


Cada ser humano é uma pedra bruta.
Uns nascem como diamantes escondidos no carvão, outros como esmeraldas com rachaduras que contam histórias. Nenhum nasce pronto. Nenhum nasce polido.


A vida é o lapidador.
E cada golpe, cada perda, cada recomeço é uma passada do disco que remove as arestas.
Dói, sim. Mas é na dor que o brilho nasce.
É no atrito que a alma aprende a refletir luz.


Tem gente que brilha rápido. Tem gente que demora um pouco mais.
Mas brilho verdadeiro não é só reflexo — é resistência.
A pedra que suporta o processo sem se quebrar é a que mais vale.


Agora, tem algo que o mundo ainda precisa entender:
No mercado das pedras, o valor muda conforme a cor.
Na vida também.
Quantas vezes nossa cor, nosso jeito, nossa origem fazem o mundo tentar colocar preço onde devia haver respeito?


Mas a verdade é que cor nenhuma diminui brilho algum.
O brilho é interno. É alma. É essência.
E nenhuma mão humana pode apagar o reflexo de quem foi lapidado por dentro.


Somos pedras raras, moldadas pelo tempo, polidas pela dor e destinadas a refletir a luz que um dia tentaram apagar.
Uns tentarão nos comparar, mas o lapidador sabe:
não existe brilho igual — existe brilho verdadeiro.


E talvez ser lapidado doa, mas permanecer bruto custa o brilho que o mundo precisava ver.


ReflexãoDaAlma LapidaçãoHumana EngenhariaDaAlma BrilhoInterior




—Purificação

O desgosto é uma noite profunda da alma,
uma sombra que pousa silenciosa sobre o peito
como se o mundo perdesse, por instantes, a própria cor.


Mas até a noite mais escura
carrega em si o sussurro de uma aurora.
Assim também é o desgosto:
um véu que desce,
não para sufocar,
mas para revelar o que estava invisível na luz.


Ele chega quando a alma está madura o bastante
para compreender o que ainda não queria aceitar.
E no seu amargor, há um convite secreto:
o de voltar-se para dentro,
onde mora um sagrado que não se abala.


O desgosto dobra o ser humano por fora,
mas desperta, por dentro, aquilo que jamais se dobra:
a centelha divina,
o fio luminoso que liga cada coração ao eterno.


A dor, então, deixa de ser ferida
e se torna passagem.
A queda vira caminho.
O silêncio vira oração.


Porque cada desgosto,
por mais duro ou injusto que pareça,
é também um gesto misterioso da vida
guiando-nos de volta ao essencial —
ao que não depende de ninguém,
ao que não se quebra,
ao que é nosso desde antes
de qualquer tristeza.


E quando o espírito percebe isso,
o desgosto não some,
mas se transforma:
vira sabedoria,
vira força,
vira luz que, lentamente,
começa a brilhar onde antes havia apenas sombra.

Porque a vida é uma mentirosa: sorri para nós enquanto prepara, em um silêncio cruel, sua fatal armadilha. Faz-nos crer na eternidade, nos laços, na permanência, no amor.
Mas no fim… nascemos para sermos deixados. Para sermos atropelados por promessas não cumpridas. Para sermos assassinados pelas mãos frias do tempo que, sorrateiramente, nos vigia

[…]
A vida é quem mata, com crueldade, com prazer, com pretensão.
E o pior?
É que ainda a chamamos de um magno milagre.

Sem sentido…

Hoje foi um dia bem atípico, acordei com uma sensação de morte, não que eu saiba ao certo como é essa sensação, afinal, eu nunca morri.

Mas, tinha algo de errado, meu corpo falava através das dores, eu ignorava e caminhava a enfrentar meus medos e construir algo para o “futuro”.

Não sei ao certo, mas, as dores aumentavam e eu num gritar de socorro me prendia aos cacos que ainda me restam.

As lutas de sempre estavam ali, mas, como Lei de Murphy não falha, havia de piorar.

Anoiteceu e eu me dei conta de como tem sido minha vida, minhas lutas, sim, minhas lutas, eu sozinho choro, eu sozinho resolvo meus dilemas, eu sozinho grito desesperado, eu me viro em ser alguém do servir, servir apenas de encosto.

Daí a pergunta, não é verdade que diz o ditado que melhor só do que mal acompanhado!

Eu não tenho muitas escolhas, minhas decisões me trouxeram até aqui, aí recorro a canção de Chico Buarque e Edu Lobo “A história de Lily Braun”… E lembro das estrofes:
Nunca mais romance
Nunca mais cinema
Nunca mais drinque no dancing
Nunca mais “X”
Nunca uma espelunca
Uma rosa nunca
Nunca mais feliz…

Aí você deve está se perguntando “que porra esse doido quer dizer?”… Talvez nada, depende do entendimento, talvez tudo, depende do entendimento.

Na manhã que nasceu ensolarada,

os ventos anunciavam nosso amor.

Dentro de mim, uma gratidão imensa,

difícil de traduzir em palavras,

pois é divino tanto merecimento.



Que privilégio é ouvir os pássaros,

sentir o vento que me envolve em abraço,

e contemplar a serrania que encanta o olhar.

Percebo então que nada é distante

quando existe vontade de voar.

Tudo se torna possível.



Deus, em sua infinita misericórdia,

nos protege e abençoa nossa dádiva:

sonhos que hoje respiram realidade.



Minha amada, és a utopia

que se fez vida ao meu lado.

Neste mundo vasto e misterioso,

é sublime partilhar os sonhos contigo,

é maravilhoso te chamar de amor.

A Balança e o Abismo: Uma Reflexão sobre a Carreira do Advogado Criminalista

A advocacia criminal é, talvez, a mais visceral e incompreendida de todas as áreas do Direito. Ela coloca o profissional em um front de batalha diário, não apenas contra a acusação, mas frequentemente contra a opinião pública, o preconceito e, por vezes, contra a própria consciência. É uma carreira que exige mais do que conhecimento técnico; demanda uma estrutura psicológica robusta, uma empatia seletiva e uma crença inabalável nos pilares do Estado de Direito.

No cerne da atuação do criminalista está um princípio que, embora basilar para a justiça, é frequentemente esquecido pelo senso comum: a garantia do direito de defesa. O advogado criminalista não é um cúmplice do crime, mas um garantidor de que o processo legal será seguido à risca. Ele é a voz que assegura que, mesmo diante da acusação mais hedionda, o indivíduo não será esmagado pela força punitiva do Estado. Sua função é ser o guardião da presunção de inocência, do contraditório e da ampla defesa, princípios que protegem não apenas o acusado, mas toda a sociedade contra o arbítrio e a injustiça.

A carreira é um constante exercício de alteridade. O criminalista precisa se despir de seus próprios julgamentos morais para adentrar a complexidade da condição humana. Ele lida com o erro, a falha, o desespero e, em muitos casos, com a face mais sombria da sociedade. Para construir uma defesa eficaz, é preciso compreender as circunstâncias que levaram ao ato, as motivações do acusado e as nuances que a lei oferece. Isso exige uma imersão profunda em histórias de vida que, na maioria das vezes, são marcadas por violência, exclusão e falta de oportunidades.

O peso emocional dessa profissão é imensurável. A responsabilidade de ter a liberdade de alguém em suas mãos gera uma tensão contínua. As vitórias, como um alvará de soltura ou uma absolvição, trazem um alívio e uma satisfação ímpares. No entanto, as derrotas, as condenações e a impotência diante de um sistema por vezes falho, deixam cicatrizes profundas. O advogado criminalista está em uma arena de alta pressão, onde cada petição, cada audiência e cada sustentação oral podem selar o destino de uma vida.

Além disso, o profissional enfrenta o estigma social. Defender alguém acusado de um crime é, para muitos, sinônimo de compactuar com o delito. A incompreensão sobre o papel essencial do advogado na manutenção da justiça leva a julgamentos apressados e a uma hostilidade que poucos estão dispostos a suportar. É uma carreira solitária nesse aspecto, que exige uma convicção interna inabalável sobre a importância do próprio trabalho.

Em última análise, ser advogado criminalista é uma vocação para os corajosos. É caminhar sobre o fio da navalha entre a lei e a moral, entre a acusação e a defesa, equilibrando a balança da justiça em um terreno onde o abismo do erro judiciário está sempre à espreita. É uma carreira de sacrifícios e de imensas recompensas, não financeiras, mas de propósito: a de ser o último bastião da liberdade individual contra a força avassaladora do poder estatal.

Yoga é, em essência, um estado da mente.
Yoga é uma maneira de desenvolver respeito e carinho consigo e com o próximo. Faça da sua prática um diálogo amoroso entre o corpo e a mente, com auto-observação e cuidado, afinal, o primeiro passo no caminho do Yoga é a não-violência e isso deve começar conosco.






Karina Megiato
13/01/2020 16:14

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Sinto uma saudade que parece morar em mim. É como se o tempo tivesse parado naquele instante em que estivemos juntos, e desde então, cada lembrança sua ficou ecoando no meu coração. Não há um dia em que eu não pense em você — no seu sorriso, no seu jeito de falar, nas pequenas coisas que só você fazia e que, de algum modo, tornavam tudo mais leve.


A saudade é estranha… às vezes dói em silêncio, outras vezes vem como uma onda forte que me faz querer reviver cada momento ao seu lado. E mesmo quando tento seguir o dia normalmente, ela me acompanha, discreta, mas presente — lembrando-me de que alguém deixou um espaço em mim que ninguém mais consegue preencher.


Queria poder te ver agora, conversar, rir das mesmas bobagens e sentir de novo a paz que sua presença trazia. Mas enquanto esse reencontro não acontece, guardo você em meus pensamentos com todo o carinho do mundo. Porque a verdade é que, apesar da distância, você continua fazendo parte de mim.


E essa saudade… é só a forma que o coração encontra pra dizer o quanto você ainda é importante. 💭❤️




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“Temer a morte não deve impedir de viver.
Cada instante é uma chama única que não volta,
cada respiração, um presente que insiste em existir.
Não é na fuga do fim que encontramos sentido,
mas na coragem de sentir, sorrir, errar e amar.
Viver é aceitar que o tempo passa,
e, mesmo sabendo do seu fim, dançar na luz do agora.”


Altair M.da Silva

Diante da dificuldade a vida me dá motivo de respirar mas uma vez
Não é pela vida mas sim pelas batalhas que eu enfrento todos os dias desde que o sol nasce e morre !
Eu luto, faça chuva faça sol eu não baixo a cabeça
Fico de cabeça erguida sigo em frente.
Antras não volto porque é passado
A vida é isso aí talvez você diga eu mereço
Morrer porque não faz sentido eu sofrer tanto assim.


Assim e a batalha de um grande conquistador na realidade a vida não é nada fácil também não é nada Dura!
É mesmo esse cruzamento entre Facel e o Difícil
Onde em meio termo posso assim dizer só a fé nos comove e próspera diante dessa dificuldade.
Somos campeões
Somos Inspirações de uma nova geração que irá nascer dentro de um minuto.






Obrigado Deus pela A vontade de Espremer os meus pensamentos.

A Gaiola do Tempo
William Contraponto


Há uma grade que limita
Entre o depois e o agora,
Nem sempre é explícita
Tampouco era outrora.


Jogue como quiser jogar,
Aposte o que quiser apostar,
Ela não se curva
Diante de vontade curta.


Da gaiola do tempo ninguém foge,
Seu ferro molda até a ilusão,
Quem tenta dobrá-la, sofre,
Quem esquece, perde a razão.


A era em que nascemos nos prende,
Ergue costumes como grades sutis,
Mesmo que não sigas nem os defendas,
Carregas seu peso nos gestos febris.


O entendimento, talvez, se adie,
Plantado em futuro olhar atento,
E quando vier, quem sabe tardio,
Já não te abrace o sopro do tempo.

A Crueldade da Poesia


A poesia é uma fera que lambe o sangue que ela mesma faz jorrar.
Finge consolar, mas apenas prolonga o suplício.
Diz que salva — e salva mesmo —
mas do modo como um naufrágio salva o mar: afogando.
Ela exige do poeta o que o mundo não ousa pedir:
a própria carne transfigurada em verbo,
a memória queimada até virar luz,
a alegria ferida até soar como canto.
O poeta, escravo e cúmplice,
aprende a sofrer em métrica,
a chorar com ritmo,
a morrer devagar, para que o verso viva.
E quando a palavra enfim o liberta,
já é tarde:
a poesia partiu, deixando-o vazio,
com a alma exaurida e os ossos repletos de beleza.
Porque toda poesia é uma crueldade sagrada
e o poeta, o único animal que agradece
por sangrar com estilo.

Análise


Visitei meu passado achando que lá encontraria alegria.
Feri-me mais uma vez, em mais uma oportunidade de aprender
Que a vida só se vive uma vez e que água passadas realmente não movem moinhos.


Do passado, só memórias.
Do futuro, só esperanças.
Do presente, só aceitação.


Visitei minhas dores achando que lá encontraria respostas.
Doeu-me mais uma vez, mais uma escolha desnecessária.
A vida se toca é adiante, não titubeie, levante!


Do passado, só histórias.
Do futuro, só ideias.
Do presente, só gratidão.


Visitei minhas destemperanças, lá sim pude me enxergar melhor.
Envergonhei-me de mim mesma,
E lembrei que com elas posso aprender e ser melhor.


Para o passado, meu adeus!
Para o futuro, meu talvez!
Para o presente, minha dedicação!