Carta de Filho que Morreu de Cancer

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Eu conheci um sábio!
Mas só dei valor quando ele morreu...


Sua filosofia era caótica
E por muitas vezes eu só queria que ele se silenciasse...


Mas quando a morte o silenciou,
Percebi que o caos de suas falas eram ouro em meio ao silêncio...


Eu conheci um sábio!!!
Mas só dei valor quando ele morreu...


Nós discutíamos muito...
Mas só quando eu o aguentava
E se não tivesse a discussão... Caótica,
Havia violência, por parte do ignorante que não via a genialidade na filosofia!


Hoje, na solidão do caos filosófico,
percebo que estar só, não é assim tão definitivo
Pois compreendi que ao não ser ouvido pela ignorância alheia,
Estou repetindo aquela filosofia caótica de um sábio... que um dia conheci


Eu conheci um sábio!!!
Mas só dei valor quando ele morreu.

⁠Meu amor se foi
Na verdade ele não morreu, apenas desistiu de mim
Não sei se por amar demais,
Ou se esperto, logo percebeu onde estava se metendo.

Meu amor se foi
Não meu sentimento por ele,
Mas não ser dele, inutiliza meu amor.

Meu amor se foi
E com ele a ideia de amor romântico,
Devo estar do trigésimo amor, mas não importa, esse era o verdadeiro, eu sei.

Meu amor
Não vá
Meu amor, fique.

Se adiantasse pedir eu pediria, mas meu amor é orgulhoso, oh orgulhoso amor...
Meu amor, em fim, partiu.

Até que fim, infeliz, você morreu e agora vou viver em paz.
Porque demorou tanto a morrer? Porque relutou tanto em ficar vivo, mesmo depois de tantas tentativas de eu pôr fim à tua vida?
Você não tinha jeito mesmo não, sempre foi um covarde, fujão de responsabilidade, sempre querendo viver às minhas custas, mas agora o jogo virou, e hoje definitivamente será seu enterro.
Espero ansiosamente que você apodreça o mais rápido possível a sete palmos do chão e não volte mais.
Me sinto aliviado com sua morte, e sinceramente, acho que todos à sua volta também ficarão aliviados, pois sua presença no mundo só fazia atrapalhar meus planos, meus sonhos, meus objetivos, meu relacionamento com minha família e até mesmo minhas amizades.
Me relacionar com você foi uma das piores escolhas que eu fiz em toda a minha vida, mas pelo menos eu aprendi a identificar, que tipinhos como você precisam passar longe da minha vida, bem longe de mim.
Estou escrevendo essa carta no momento em que espero a liberação do seu corpo, para concluir seu destino, pois ele já estava traçado.
A sua morte me traz vida, e vida em abundância. Enquanto você se decompõe de dentro para fora, eu vou me recompondo, também de dentro para fora.
De mim não espere luto, pois não luto por quem lutou muitos anos pra me tirar a vida.
Agora eu sou um homem novo de novo, não importa o que os outros vão pensar.
O importante mesmo é continuar, persistir e não desistir jamais, pois mais cedo ou mais tarde, outro de você irá nascer, e eu precisarei novamente abrir as portas da morte para ti.
Mesmo assim, enquanto vida eu tiver, desejo do fundo do meu coração que seu fim seja eterno.

Do: Homem Novo
Para: O Homem Velho

⁠Sou prisioneira
de um amor que
já morreu...
Jamais me
amou,com
meu coração brincou.
Feriu - me com
suas verdades,
quando na
verdade compromisso
nunca assumiu...
Eu que estava ao seu lado,
muito amor lhe dei.
Mas atenção e carinho
para outras ele ofertava,
enquanto isso meu
ser se dilacerava.
Quanta dor...
Basta!
Liberta estou
desse amor
que só me magoou.

⁠Senhor Jesus, Deus todo poderoso
Que morreu na cruz para me salvar.
Dai-me a tua graça Senhor Jesus, para que eu seja espelho e reflita sua bondade e sua misericórdia.
Tira de mim, todo o mal, todos pensamentos ruins, toda falta de perdão e tudo aquilo que me afasta de ti.
Amado Jesus venha curar meu coração de todas a feridas dos pecados que cometi.
Preencha o meu coração com o seu amor, para que eu possa emanar esse amor para todos ao meu redor.
Daí-me a tua graça santificante, para que, unido a ti, eu possa ser Santo ao menos por hoje.
Amém!!!

O amor morreu.
O coração de tristeza decretou estar de luto, e as bandeiras agora viviam sempre a meio mastro.
O luto não demorou muito, descobriu-se que aquele que morrera, era apenas um impostor.
O amor fora encontrado não muito distante dali, já quase sem esperanças.
De tanta dor e muito bem amordaçado nunca pôde gritar, mas, resistiu.
Como sempre ele é suficientemente forte pra sobreviver em áreas bem remotas.
Ao final contou-nos um segredo: “Eu não posso morrer, por isso meu nome é AMOR”.
As bandeiras foram novamente erguidas, e o povo já até comenta: Encontrou-se o verdadeiro amor.

Amor que não morreu

Diziam: “Vai passar, é só ausência.”
Mas o que sinto não conhece fim.
É como se a tua essência e a minha
tivessem fundido o próprio porvir.

Não há morte para o que não nasceu,
nem esquecimento para o que arde.
Teu amor é cadáver que viveu,
e em mim repousa — lúgubre, mas tarde.

Você morreu para mim.
Não fisicamente, mas dentro do meu coração, onde já não existe espaço para você. O que um dia foi amor virou pó, e o que restou foi apenas o vazio de alguém que já não me diz nada.
Morreu quando deixou de me enxergar, quando deixou de me respeitar, quando me fez sentir sozinha mesmo ao seu lado. Morreu quando suas atitudes falaram mais alto que qualquer palavra.
Hoje, falar de você é como falar de alguém distante, apagado, inexistente. Alguém que invadiu minha vida suavemente de forma ardilosa e não valorizou e me perdeu para sempre, se eu disser sinto muito vou está mentindo quero que você suma da minha vida e nunca mais pense que um dia tu me terás novamente.

Última Luz


A tarde morreu nos teus olhos.
Nem o céu teve coragem de dizer adeus.
O silêncio gritou entre os copos vazios,
enquanto tu partias sem olhar pra trás.


Fiquei com o som dos passos,
a memória da tua respiração
e um gosto de inverno na boca.


Tudo que era quente virou sombra.


A casa ainda fala teu nome
(mas agora sussurrando, com medo).
O espelho me nega a imagem de antes.


Como se o tempo tivesse me amputado.


E todas as minhas cartas
que jamais enviei
queimam sozinhas
no centro da minha alma.


Não voltas.


E mesmo assim, te espero
como quem espera
a última luz de um farol
sabendo que o mar
já levou tudo.

Predestinação

Cristo morreu por toda a humanidade! Isto é todos poderiam ser salvos! Agora nem todos os que poderiam ser salvos, são salvos! Mas somente são salvos os que nele creiem! Os que pela fé recebem, a salvação de Jesus Cristo! Agora cuidado aí com a predestinacao! Que só alguns é que estão, destinados à salvação e outros não! Se assim fosse, não temos que, continuar, evangelizar! Já que não há mais almas a salvar, pois o número de salvos estaria já completo.Mas não é isso que a bíblia diz. Mas "todo o que invocar o nome do Senhor será salvo" Não é alguns, mas todo...!

A poesia morreu
O poeta nos deixou...
Mesmo inferno acordou...
A poesia morreu...
Ninguém sabe o que é o abismo literário?
O poema morreu a três dias Ninguém ressuscitou...
O momento se calou diante a trova Ninguém acordou...
Aonde esta o pensamento...?
Nossa imaginação se tornou parte da gente... e mesmo assim quem chorou?
Num mundo de palavras o mundo está cego e vendido...
Na semântica todos são apagados amor, no paradigma o estado de apologia somos a vertente... para aquele que ousam dizes que vida nunca foi uma opção...!




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Você é tudo aquilo que nunca morreu em mim.
Você é o sorriso que sempre me faz sorrir.
Você é a dor que jamais esqueci.
Você é tudo aquilo que cura tudo em mim.


Você é tudo aquilo que sempre viveu em mim.
Você é a única que me faz sentir.
Você é o amor que jamais esqueci.
Você é tudo aquilo que preciso aqui.

Quantas vezes pensei em sorrir,
o riso morreu antes de nascer, perdido na estrada.
Minha vida inteira foi vivida por ti,
e hoje confesso: foi barca à deriva, naufragada.
Levei comigo sonhos que nunca chegamos a dividir,
palavras que ficaram presas na boca, esperando tua escuta.
Caminhei por mares de ilusões, navegando em tua sombra,
acreditando que, no fim, haveria um porto seguro.
Mas o tempo mostrou que teu amor era vento sem direção,
promessa feita na maré baixa, fácil de se desfazer.
E eu, que te dei tudo o que tinha, até o que me faltava,
percebi tarde demais que remava sozinho essa travessia.
Hoje, recolho os pedaços desse barco que fui,
e deixo o mar levar aquilo que já não me pertence.
Aprendo, com o coração cansado, que amar também é partir,
é deixar para trás o que afunda e seguir em busca de terra firme.

Nosso Salvador, Jesus Cristo, morreu na cruz.
Nela, sangrou por nós.
Muitos já não acreditam mais.
Um homem sem fé é como um homem sem olhos e sem ouvidos.
No mundo em que vivemos, muitos vivem apenas pelos prazeres da carne
e se esquecem da alma e do Espírito Santo.
Pois Ele nos deu o livre-arbítrio
para fazermos o que quisermos de nossas vidas.
Mas, ao longo do tempo, nós, seres humanos, erramos demais.
Chegamos a um nível de pobreza espiritual,
de inveja, ganância, egoísmo e tristeza.
O poder enlouqueceu o homem.
O poder muda todos.
Já não podemos confiar em ninguém.
A vida é traiçoeira.
O mundo é ilusão.
Tudo é passageiro.
Quem tem, chora miséria;
mas quem não tem é quem sempre tem para dar.
E assim sobrevivemos
neste mundo louco.

No dia 28/12/2025 morreu Brigitte Bardot, ícone do cinema na década 50 - 60.
Morreu sem deixar fortuna após destinar quase tudo o que ganhou à proteção de animais.
Certa vez comentou sobre a sua vida com pouco dinheiro:
“Eu vivo de uma forma extremamente simples, a riqueza me enoja".

"Essa história de que Elvis não morreu, além de me dar nos nervos, deixa-me ansioso feito noiva 'na véspera'. Será que também eu não vou morrer nunca? Mas que coisa!"
Frase Minha 0370, Criada no Ano 2009


USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
CITE A FONTE E O AUTOR:
thudocomh.blogspot.com

" 'Morreu' outra vez! Anteontem 'morreu' para os filhos, ontem para os colegas do trabalho e hoje 'morreu' para a mulher. Cada dia ele 'morre' um pouco e sequer desconfia, pobre coitado!"
Frase Minha 0420, Criada no Ano 2010

USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
CITE A FONTE E O AUTOR:
thudocomh.blogspot.com

ENCONTRO COM A PALAVRA


"Aqui jaz Fernando Sabino. Nasceu homem, morreu menino". A frase poética escolhida pelo autor de "O Encontro Marcado" para a sua lápide expõe de maneira sucinta, mas explícita, um pouco da personalidade, dos desejos e anseios de um protagonista da palavra. Um autor cuja pena produziu, desde a mais tenra juventude, textos fundamentados na sensibilidade capaz de captar a angústia humana como poucos de sua geração souberam fazer. Sobre ele, um dos maiores críticos literários brasileiros, Antonio Cândido, avalia: "Fernando tinha um olhar infalível para os pormenores expressivos e uma capacidade prodigiosa de invenção verbal". Com a morte de Sabino, encerra-se um tempo singular que, por um desses desígnios inexplicáveis, teve o mérito de reunir, em uma mesma época e em um mesmo cenário - a cidade de Belo Horizonte -, o famoso quarteto de escritores mineiros composto por Sabino e pelos amigos Hélio Pellegrino, Otto Lara Resende e Paulo Mendes Campos. Sabino foi o único dos quatro a chegar aos 80 anos. O único a sentir a ausência corrosiva provocada pela perda das grandes amizades. Suas dezenas de romances, crônicas, novelas, correspondências e relatos de viagem trazem em sua essência o cerne de um dom raro: o de fazer dessas histórias uma ponte entre a ficção e a reflexão. Um elo entre o eu e o outro. Entre o particular e o universal. A narrativa de Sabino instiga os leitores à realização de uma busca rumo ao autoconhecimento - virtude característica dos grandes mestres da palavra. Foi assim com o personagem Eduardo Marciano que, desde 1956, com a publicação de "O Encontro Marcado", prossegue arrebatando corações e mentes. A escrita fluente e a leveza que dava a textos de temáticas muitas vezes angustiantes nasciam de um cuidado extremista de Sabino com a palavra. O mesmo que dedicou à música. Eclético, como todos que possuem espírito inquieto, Sabino era baterista de uma banda de jazz - estilo caracterizado pelo predomínio do improviso sobre a técnica. Assim também era Sabino na literatura: artista cujo compasso ritmado era marcado pela junção da técnica e da sensibilidade. A perda do escritor mineiro já seria motivo suficiente para que o reino das palavras ostentasse luto por prazo indefinido. Entretanto, dois dias antes, o mundo das letras, da filosofia, do pensamento dava adeus ao filósofo Jacques Derrida, famoso pela teoria da "desconstrução", cujo princípio era desfazer o texto do modo que foi previamente organizado para revelar significados ocultos. Suas pesquisas apontavam que, tanto na literatura como nas demais formas de arte, é possível observar - por meio de análises detidas - numerosas camadas de significados não necessariamente planejados pelo criador da obra. Assim como Sabino, Derrida era o único sobrevivente de um grupo ímpar de personagens que ajudaram a compor a história de uma geração. Juntos, Althusser, Barthes, Deleuze, Foucault, Lacan e Derrida tornaram-se conhecidos como "os pensadores de 1968". Desde então, o filósofo contribuiu sobremaneira para o entendimento de questões essenciais à compreensão do século 20. O autor de "Espectros de Marx" não se furtava, mesmo já muito doente, o direito de viajar pelos continentes lançando luzes sobre temas variados e polêmicos como a literatura, a política, a ética, os conflitos árabe-israelenses, a luta contra o aparthaid, os últimos atentados em solo americano, a rapidez dos processos tecnológicos. Derrida era um cidadão do mundo, um homem que viveu apaixonadamente e defendeu sua ideologia e seus propósitos de todos os modos. A justiça, os direitos humanos, a conquista da cidadania e a dignidade da pessoa humana eram, invariavelmente, bandeiras que empunhava em favor da edificação de um tempo mais pacífico e igualitário para povos e nações. Foi ele, também, o criador, em 1983, do Colégio Internacional de Filosofia, a que presidiu até 1985. Sem dúvida, as vidas de Sabino e de Derrida são exemplos de entusiasmo e de dedicação. Convites a uma existência mais pró-ativa, passional, conectada à nossa verdade interior e à procura da felicidade individual que se expande para o coletivo. Foram-se dois grandes homens. Ficam duas grandes lições. Que todos tenhamos sabedoria para apreender os ensinamentos que deixaram em seus livros e que os manterá, para sempre, vivos. Afinal, como afirmou Derrida em uma das tantas entrevistas que concedeu: "(...) a vida é sobrevida. Sobreviver no sentido corrente quer dizer continuar vivendo, mas também viver após a morte".


Publicado no jornal Diário de S. Paulo

Inserida por fraseschalita

Meu Deus, mais um astro do rock brasileiro morreu, o cantor e compósito Alexandre Magno Abrão mais conhecido como chorão foi entrado morto na madrugada de hoje (06/03/213) . Quando Minha irmã me ligou me dando esta noticia, eu estava dentro do ônibus indo para o trabalho, foi quando eu desmoronei chorei muito, minhas pernas começaram a tremer eu não conseguia acreditar q chorão tinha morrido, poxa esse cara fez parte da minha vida, eu já sorri com as musicas dele e também já chorei então como diz a musica, Vícios e Virtudes (O tempo às vezes é alheio à nossa vontade, mas
Só o que é bom dura tempo o bastante pra se tornar inesquecível). Você vai deixar saudades... =(

Inserida por PLpl

MARIA
(Á uma amiga morta de afogamento)

Foi num dia frio
Que morreu Maria
Sobre as aguas frias
De um malvado rio.

Vida que sumiu
Rosa irradia
Como a noite fria
Ou manhã de estio.

Teu tristonho fim
Deixa sobre mim
O padecimento.

Vida que sumiu
Olhos que não viram
O teu sofrimento.

Inserida por EdilsonAlves