Carta a um Amigo Especial
✨ Além dos Rótulos, Somos Luz✨
“A religião vestiu a fé com rótulos, a política fez da diferença uma arma, e o dinheiro trocou valor por preço. Mas a alma não reconhece bandeiras — ela clama por verdade, por paz, por eternidade. Somos centelhas do mesmo fogo, separados apenas pela ilusão do ego. A sabedoria dos antigos sussurra: quem se conhece, não divide. No fim, tudo que importa é o amor que deixamos e a luz que nos tornamos.”
Há um manto branco e brilhante, mas o céu permanece azul. As estrelas estão tão brilhantes que até ofuscam os olhos.
O planeta Terra perde seus passos, flutuam no ar... e ele sobe para a próxima dimensão.
"Ele enxugará de seus olhos toda lágrima. Não haverá mais morte, nem tristeza, nem choro, nem dor, pois a antiga ordem já passou."
(Apocalipse 21:4)
Se há um instante em que o humano transcende sua condição terrena e toca o sublime, é quando empreende o resgate de um ser além de sua própria espécie. Nesse gesto desinteressado,na essência divina que nos habita irrompe como centelha ética, desobrigada de liturgias ou panteões. O impulso salvador emana das profundezas do ser, brotando não como imperativo externo, mas como epifania interior que converte compaixão em ato concreto.
Aqui, a sacralidade não desce dos céus, mas ascende do âmago da consciência, ética autóctone, forjada na quietude da reflexão e cristalizada em movimento altruísta. Mais que mero afeto, é metafísica aplicada:
reconhecer no Outro (ainda que distinto em forma) um valor intrínseco que demanda tutela.
Nessa alquimia moral, o homem não obedece deuses, mas dialoga com o infinito que carrega em si. Cada ato de proteção animal torna-se, assim, liturgia silenciosa onde o divino não é adorado, mas encarna do testemunho de que a transcendência começa onde termina o egoísmo.
Sapekinha, meu amor, meu doce encanto,
Em cada gesto teu, sinto um novo canto.
Teus risos são melodias que dançam no ar,
E em teu olhar profundo, consigo sonhar.
Teu jeito travesso é pura inspiração,
Transforma o cotidiano em pura diversão.
Com você, cada dia é uma nova história,
Escrevemos juntos nossa linda memória.
Nos teus abraços, encontro meu lar,
Um refúgio seguro onde posso descansar.
Teus beijos são promessas de um amor sincero,
E ao teu lado, querida, eu sempre me espero.
Prometo ser teu porto em tempestades,
Caminhar contigo por todas as cidades.
Ser o sol nos teus dias e a lua na escuridão,
Porque você é a razão do meu coração.
Então venha comigo e vamos celebrar,
Esse amor tão bonito que não vai se apagar.
Sapekinha amada, meu bem-querer,
Para sempre ao seu lado é onde quero viver.
O HOJE
Aprendi que a ignorância...
Não é dor...
Mas sim , um estado pior...
Vives as certezas do errado...
Dum mundo escuro e apagado...
Do incerto que te orgulhas...
Do engano disfarçado...
A sombra te segue e seguirá...
Mesmo como sol apagado...
Carregas as dúvidas que alimentaste...
A fome que ordenaste...
Faltou o espelho,que nunca olhaste...
A humildade que recusaste...
Preferindo a Hipocrisia...
Mas Alguém, que não tu...
Te levará..num minuto ,hora ou dia.
" TALVEZ "
Talvez haja um segredo em tudo isto
que nos conduz a alma pela vida!
Talvez uma magia concedida
sei lá no quê, pois nunca fez-se visto!
Vai ver, talvez, sequer tenha medida
nem forma, já que nunca foi previsto!
E penso que, talvez, tudo que alisto
nem perto chegue à lógica exigida.
Feitiço? Vai saber… Por natural,
não há explicação conceitual
pra tudo o que, sem causa, aqui se fez…
Diria que o amor seja o segredo
que traça nossas almas nesse enredo
até que o aprendamos, pois! Talvez!
Depois de anos de um sono profundo, acordei
E quando pensei maravilhado que veria os campos verdejantes no que havia sonhado
A vida, caminhando em meio as estrelas, me presenteou com a imagem dela
Seu perfume vibrava em mim como todas as respostas que pedi
Ela não só sorria como toda aquela energia para mim
Era o mundo inteiro esperando ela sair do calabouço escuro que ela se escondia
Todas essas pessoas esperavam como a um cometa cintilante a volta daquela mulher
E não esperavam sós… ela sabia de tudo… o plano que não tinha dado certo, e todos os testes eram antes
Onde o caos era só um espelho mal polido
Onde o reflexo da sua luz tremia, mas nunca se perdia
O mundo a queria inteira, mas ela voltava em pedaços de fogo
Cada centelha era um renascimento, cada lágrima um novo acordo
Caminhou descalça entre entre escombros do passado, daquilo que ela chamava de destino, ou aprendizado
Com as mãos abertas, como quem já não teme o divino
Porque ela era o próprio milagre — o improvável vestido de coragem
E no silêncio que antes a calava, agora ecoava a sua verdade
As estrelas se ajeitaram no céu pra vê-la passar
E mesmo o tempo, que tudo julga, teve que se calar
Pois ali ia ela, não mais prisioneira da dor
Mas soberana de si mesma, feita de sombra e flor
E eu, apenas testemunha daquele clarão inesperado
Soube enfim: meu sono era só espera
Pra vê-la surgir, e com um olhar, mudar meu mundo.
Resenha Crítica: O Banquete, de Platão
Por João Moura Júnior
O Banquete, de Platão, é um dos diálogos mais conhecidos da filosofia ocidental. A trama se passa em uma espécie de reunião festiva, onde sete personagens se revezam em discursos sobre o Amor (Eros). Entre eles estão Fédro, o primeiro a falar; Pausânias, que distingue entre dois tipos de amor; Erixímaco, que tenta dar um tom médico e universal à força do amor; Aristófanes, que apresenta um mito cômico sobre as “almas gêmeas”; Agatón, que entrega um elogio poético; e, finalmente, Sócrates, que, como de costume, desconstrói as falas anteriores para apresentar uma visão filosófica mais profunda, supostamente ensinada a ele por Diotima, uma mulher sábia. Por fim, chega Alcibíades, já embriagado, elogiando Sócrates de maneira apaixonada, revelando mais sobre o filósofo do que sobre o Amor em si.
Apesar do prestígio da obra e de seu lugar cativo nos estudos filosóficos, é importante pontuar críticas que raramente são levantadas. A primeira delas é o cenário: um banquete regado a vinho, onde os discursos, embora inicialmente bem intencionados, em muitos momentos se perdem em devaneios. Homens embriagados discutindo sobre um dos temas mais complexos da existência, o Amor, pode até parecer provocador ou ousado, mas resulta, na prática, em falas que mais se aproximam de vaidades infladas do que de sabedoria autêntica.
É evidente que há momentos de beleza literária e até reflexões profundas, principalmente no discurso socrático. Diotima, por meio de Sócrates, apresenta a famosa escada do amor, uma jornada que vai do amor físico ao amor pelo saber, até alcançar a contemplação da Beleza em si. No entanto, esses momentos são precedidos e sucedidos por falas que, muitas vezes, parecem desconexas, repetitivas ou baseadas em achismos emocionais. A embriaguez que se intensifica ao longo da obra simboliza, de forma irônica, o quanto a razão pode ser abandonada facilmente em meio à celebração, algo que deveria soar como alerta, mas é romantizado por Platão.
" NÃO DEVO "
Queria, mas não devo! Mas, queria!
Parece um bom partido pra paixão
pois mexe co'a libido e a emoção
a despertar-me o sonho e a fantasia!
Meu medo é quando acaba a ilusão
e nada fez-se como deveria…
Termina o sonho, o encanto, até a magia
e nada foi igual a previsão.
Porém, desta distância, me fascina
e a tentação me cerca em cada esquina
junto ao desejo de provar-lhe o gosto…
Não devo, mas queria! Bem assim…
E, na vontade que não tem mais fim,
desejo esse desejo ali disposto!
Era uma vez um quase-amor...
Desses que não se nomeiam com facilidade, mas se sentem na pele, no peito e até nas pausas da respiração. Um sentimento que nasceu rápido demais, intenso demais — talvez demais para caber nos moldes do que se espera de um amor tranquilo.
Ele chegou como quem não queria nada, mas logo tomou tudo. Fez morada nas conversas, nos olhares trocados, nas entrelinhas não ditas. E ela, mesmo desconfiada, se entregou como quem reconhece uma alma antiga. Havia ali uma conexão que não precisava de explicação. Só existia.
Mas era um laço torto. Um passo à frente, dois atrás. Um carinho de manhã, um silêncio à noite. A ausência dele não era total, mas era constante o suficiente pra doer. Ele aparecia, mas não permanecia. Dizia muito, mas demonstrava pouco. E ela, ainda assim, insistia. Não por falta de amor-próprio, mas porque acreditava — talvez mais do que devia.
Ver o afeto dele derramado em outros cantos era como se olhar no espelho e não se reconhecer. Era se dar conta de que o espaço que ocupava era pequeno demais para o tamanho do que sentia. Ela saiu das redes dele, mas nunca conseguiu sair, de verdade, da memória. Porque amor que marca, marca até no silêncio.
E ele? Ele sentia. Sentia a falta, o peso da ausência dela, o vazio onde antes havia vida. Só não sabia — ou não conseguia — dizer. Talvez porque nunca aprendeu que o amor precisa ser assumido, não disfarçado. Que sentimento escondido vira ferida em quem espera.
No fim, ficaram os dois: ela com o peito cheio de palavras engolidas, ele com a alma carregada de tudo que não soube viver. Não houve briga, nem ponto final. Só um "quase" que doeu mais do que qualquer fim.
Porque há amores que não terminam, apenas se perdem.
E há pessoas que, mesmo indo embora, continuam morando em nós.
Feito eco.
Feito lição.
Feito eternidade disfarçada de acaso.
25 de Abril 🌹
Dia da liberdade, um dia marcante para todos nós pela positiva, eu sou de signo Leão ♌ e nasci no Ano da Revolução.
Passei muitos anos difíceis ao longo da minha caminhada 🥾 hoje me sinto renovada, com um interior mais leve mas acima de tudo mais confiante para seguir a minha jornada com tranquilidade e Paz.
Sejamos sempre muito felizes e façamos alguém feliz 🤗 😘
"Vivemos um tempo em que o papel do professor vem sendo desvalorizado não apenas pelas instituições, mas também, e de forma alarmante, por pais e responsáveis. Houve uma inversão de valores gritante: antes, o professor era autoridade e referência de respeito. Os pais, ao ouvirem que seus filhos haviam cometido algum erro, diziam com firmeza: “Se meu filho errou, pode corrigir”. Hoje, a cena se repete, mas invertida — o aluno desrespeita, o professor tenta intervir, e os pais correm para a escola não para ouvir, mas para confrontar.
Essa nova postura, onde o professor se vê acuado e o aluno é blindado de toda e qualquer consequência, gera uma geração de jovens sem limites, sem noção de responsabilidade e com uma perigosa sensação de impunidade. Quando os pais se tornam "amiguinhos" dos filhos, esquecem que educar é impor limites, e que amar não é sempre dizer sim. Ao protegerem seus filhos a qualquer custo, inclusive quando estão errados, contribuem diretamente para a desautorização do professor e, em muitos casos, alimentam um ambiente de violência psicológica — e até física — contra esses profissionais.
Essa inversão não apenas compromete a educação, como corrói os pilares da convivência social. O professor, desrespeitado, desmotivado e desprotegido, acaba por se afastar da missão de educar com paixão e firmeza. E sem professores respeitados, não há futuro digno para uma nação."
Carrego o peso de um céu distante,
onde até os anjos hesitam em me acolher.
Na terra, caminho entre sombras e feras,
sem medo do que rasteja, sem tremor diante do mal.
Meu temor é apenas um:
não encontrar abrigo nem na luz, nem no abismo.
Ser um lobo sem matilha,
um espírito solto, entre a guerra e o silêncio.
Mais um dia no metrô
Sonhos destruídos
Sorrisos falsos
Todos seguem a largos passos
Pelo capitalismo, são consumidos
Todos carregam consigo seus celulares
Saem extremamente cedo de seus lares
Em busca de uma quantia para sobreviver
Sonham pelo dia que poderão viver
Drogados às centenas, aos milhares, aos milhões!
Imploram por uma nota
Enquanto burgueses colocam, no poder, mais um patriota
Controlam todas as ações
Chegam em casa depois de um turno pesado
Dormem pensando em como irão pagar o mercado
Sentem saldade da simplicidade da infância
Se arrependem de não ter lhe dado a devida importância
Tentam, no subúrbio, achar uma salvação
Recorrem a igreja em busca de uma proteção
Nela, encontram esperança
Tentam e batalham, até que cansa
E assim segue o mundo
Alguns estão no segundo
Implorando por um salário mínimo
Enquanto os do primeiro
Se esbaldam no dinheiro
E seguem comprando, aproveitando a vida ao máximo
Parada de trem
Eu espero um trem
Não sei que hora ele passa
Desse trem, eu sou refém
Sinto que estou esperando uma farsa
Porém, eu quero prosseguir
Quero, no meu destino chegar, conseguir
Mesmo que todos me digam que não
Até mesmo o maquinista diz que não há salvação
Todavia, ainda o espero, sentada, ansiosamente
Ali fico, horas, dias, meses...
Ainda que me sinta desencorajada, ignoro minha mente
Penso, reflito muito, penso em mil hipóteses
Ainda sim, teimo em não ver a razão
Afinal, que coisa mais desnecessária
Preciso apenas seguir meu coração
É apenas uma incerteza temporária
Após muitos meses, vejo o trem no horizonte
O vejo a alta velocidade, pelo monte
Me emociono tanto, que escorrego e caio no trilho
Eu perco completamente meu brilho
O trem, corre em minha direção
A maquinista nem tenta frear
Embriagada, ela fala: "Acho que não"
Ela diz, antes de me atropelar
"Um momento de reflexão sobre a vida"
Boa noite é mais do que uma saudação. É um instante de transição entre as ações do dia e o merecido repouso da alma. É o momento em que o silêncio se torna um convite à introspecção, e a mente repousa no colo da consciência, permitindo-nos refletir sobre a vida e os passos que demos ao longo do dia. Também é uma oportunidade de preparar o espírito para o que virá.
Quando olhamos para a vida como um todo, percebemos que ela é composta por inúmeros instantes como este — momentos de passagem entre fases, ciclos e sentimentos. Cada transição carrega em si a semente da transformação, e cabe a nós extrair dela o que há de mais valioso.
A vida não segue uma linha reta, tampouco um roteiro previsível. É feita de curvas, altos e baixos, risos e lágrimas, vitórias e tropeços. E é justamente nesse emaranhado de emoções que aprendemos a crescer, a ressignificar, a nos tornarmos melhores.
Ao desejarmos uma boa noite a alguém, não oferecemos apenas descanso. Desejamos serenidade, lucidez e a chance de um novo despertar. Que a noite traga calma ao coração e prepare o corpo e a mente para mais um dia de desafios, conquistas e esperanças.
Em essência, a vida é feita desses pequenos grandes momentos: pausas que nos permitem respirar, refletir e seguir em frente com mais sabedoria. Que saibamos honrar cada um deles com consciência e gratidão.
Espero que você receba esse novo ciclo com um belo golpe FOREHAND ou BACKHAND para rebater qualquer desiluminado que aparecer.
Que você SAQUE esse novo inicio com boas risadas junto a pessoas que lê querem bem e quando aparecer aqueles dias cinzentos que tudo parece dar errado, você consiga enxergar e devolver no LOB até achar um belo de um SLICE ou até mesmo um VOLEIO pra mudar a direção dessa história… e assim achar aquele momento certo pra atacar com um belo golpe de SMASH, sem oportunidades de retorno!!!!
Caso hoje apareça um amigo com um grande engradado de cerveja você deguste cada gole como se fosse um DROPSHOT para descer devagar e redondo para sentir aquela sensação espetacular de estar rodeado somente de pessoas que lhe querem bem.
Desejo que recebas muitos GANCHOS de abraços apertados!! Tudo de bom sempre, com preferência sempre em cima de um pódio.
Dayana...
Enquanto você almoça, descansa, talvez ajeita o cabelo ou fecha os olhos por um instante…
Eu só consigo pensar em como seria te ter aqui agora, no colo, no meio dessa pausa.
Meu corpo te sentindo devagar, como se cada toque fosse uma refeição que eu devoro sem pressa.
Te puxaria pela cintura, te encaixaria no meu peito…
E minha boca começaria no teu pescoço, subindo, descendo, descobrindo teu sabor com a fome de quem esperou demais.
Porque, pra ser sincero…
Tem horas que meu apetite não é por comida.
É por ti.
Por teus suspiros abafados.
Por tuas mãos se perdendo nas minhas costas.
Por tua pele arrepiando com um sussurro meu no teu ouvido:
‘Você não faz ideia do quanto eu te quero.’
E eu não sei o que você sente aí agora…
Mas se tua respiração ficou um pouco mais pesada, se teu corpo reagiu sem explicação…
É porque teu desejo também me reconhece.
Mesmo sem nunca ter me tocado.
CAMINHO INVISÍVEL
Há um caminho que ninguém vê,
Traçado no peito, gravado em você.
Sem placas, sem mapas, sem chão definido,
Mas cheio de passos do ser escondido.
Cada escolha é uma curva sutil,
Cada silêncio, um sinal do perfil.
Não há chegada, só o eterno ir,
Pois quem se busca, aprende a sentir.
Te vejo e é como escutar uma música numa tarde ensoladara
Cada sorriso seu é um refrão que não sai do meu pensamento
me vejo pensando "será que você sente o mesmo?ou será que sou só mais um verso perdido no silêncio do esquecimento?"
Quero te trazer segurança,ser o arco-íris depois da tempestade
Ser aquele abraço que a música descreve e o coração entende
Mas as vezes entre um acorde e outro me vem a dúvida,se sou a canção que você também quer cantar
Meu peito é um sertanejo feito de amor e esperança
Rezando para que podemos fazer um dueto
Que nossa música soue no ouvido de todos,de novo e de novo
apenas nos dois
Sem saber se quando falamos sobre aquela pessoa
o teu coração bate em compasso com o meu
Mas mesmo assim,ainda escrevo o seu nome em todos os meus pensamentos
Se for para ser só sonho,que seja o sonho mais bonito
Se for para ser nos dois,que seja eterno
Enquanto ainda houver canção pra gente cantar
Eu juro de dedinho
Fazer do meu amor por você,ser a trilha sonora mais sincera que você já ouviu
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