Carta a um Amigo Especial
*Derradeiro Poema*
Hoje, talvez, um último verso ou um derradeiro poema, uma terminante chance, uma última vez que ouvirá a minha voz, talvez ouviremos falar um do outro, ou não, o silêncio não foge, ele vai invadindo onde antes havia uma certa prioridade, contudo, não a minha prioridade como a sua ou a sua como a minha, as lembranças vão sumindo e esquecerei a sua voz, esquecerei quem foi e a sua importância só será lembrança. Tivemos a chance, mas queremos o mais fácil, não por de fraqueza, mas por falta de fé, fé em Deus e fé no amor. A esperança que era combustível, se apagou.
📝 RUPTURA: Poema do Homem Sensato e a Paixão
Eu sempre fui um homem sensato,
Linhas retas, razão, tudo no lugar.
Organizado e bom de lidar, era fato,
Pronto pra colheita de um futuro a planejar.
Precavido com a vida, para evitar o fardo,
Queria um futuro brilhante e controlado pra viver.
Cada dia, cada passo, meticulosamente guardado...
Até você aparecer.
Minha cabeça escolhia bem o que fazer,
Tinha o controle da minha vida no lugar.
Mas bastou seu sorriso... para tudo estremecer,
E o meu coração, subitamente, querer comandar.
Foi aí que a bússola girou, perdi o Norte,
E a minha vida virou de ponta-cabeça, inteira.
Eu troquei a armadura, o terno forte,
Pela tua camiseta, leve e passageira.
Eu que só olhava a cotação, o balanço,
Agora só leio os sinais da sua respiração.
Minha planilha de gastos, agora é teu descanso,
E o meu "tempo é dinheiro" virou tua canção.
Eu planejei a estrada, quilômetro a quilômetro,
E você, sem aviso, me fez mudar o mapa.
Trouxe o caos, a desordem, o ar atômico,
E me fez feliz, sem volta, sem etapa.
A minha razão, essa voz que insiste em ser dura,
Grita: "Para com essa loucura! Isso não tem cura!"
Mas de que adianta estar certo, no castelo de vidro,
Se a alma clama o seu nome, faminta, em desespero?
Eu não sei de onde vem essa força que me leva ao perigo,
Eu só sei que me faz bem, me perdi no seu abrigo.
E se eu tiver errado... que o universo me castigue,
Porque por você, de livre e espontânea vontade, eu me rendo e sigo!
É a Ruptura, o momento final!
A minha cabeça sabe o que é bom, o que é ideal,
Mas meu coração ignora a linha de chegada, o final.
Eu sou o descontrole, eu sou a emoção que se elevou!
Um homem que era sensato, e que por fim... enlouqueceu de amor!
Me apaixonei por quem a minha mente nunca sonhou em amar,
Rasguei o manual, joguei a razão no fundo do mar.
Só pra deitar do seu lado, neste abraço que me consome.
Pode me julgar, doutor... A paixão é meu novo nome.
Falha no Refrão
Eu amei demais, e isso quase me salvou
corri atrás de algo que um dia também me correu.
Você lutou, eu vi no jeito de respirar,
éramos dois tentando acertar
mesmo quando o mundo já tinha desistido de nós.
A gente vivia tão bem no amor
que doía só de imaginar o fim.
Mas sem querer, tudo acabou,
como uma música que falha no refrão
bem na parte em que a alma canta mais alto.
Talvez o “pra sempre” não seja gente,
não seja mãos, nem promessas ditas baixo.
Talvez o pra sempre more nas lembranças,
nos detalhes que o tempo não apaga,
e no amor que, mesmo indo embora,
ainda mora em mim.
Talvez o pra sempre não seja sobre pessoas, talvez seja sobre as lembranças, lembranças de você.
O agir de Deus quem impedirá? Ninguém!! Creia que há um tempo para tudo! O Senhor está cuidando dos detalhes da sua vida!
Muitas vezes diante das tribulações não conseguimos sentir esse cuidado, mas Deus está ali, caminhando com você. Portanto, não desanime! Persevere na fé, na oração e se um dia as palavras faltarem, não se preocupe, Deus ouve o silêncio do seu coração.
O fanático religioso no cotidiano e online:
Um fanático ideológico religioso, possui a sua base, no que decidiu a sí próprio, em viés de confirmação emotiva, ser a alegada verdade suprema.
Ele é um ressentido com a sua trajetória mal sucedida de Vida, desta forma, inventa atalhos cognitivos para explicar o que não entende sobre ocorridos.
As suas explicações, para tudo, são de uma curta visão, e carentes de uma lógica sensata.
Consequentemente, sendo um recalcado, quase toda tentativa de debater algum assunto com outros, já chega lotada de pré julgamentos do que o outro seria, logo, ou aceitas a imaginária "verdade" ao ver dele, ou sérias um "caso perdido".
Dessa maneira, ele perde conexões salutares com as pessoas, em aprendizado mútuo, se faz um perfil de redes virtuais, não consegue ser descontraído com a Vida, tudo colocando numa caixinha de rótulos, com idéia de que sair de sua bolha não vale a pena, o mundo estaria todo perdido, tudo seria caminho para as trevas.
Como forma de solução delirante, ele se fecha cada vez mais nos dogmas de nicho limitado em experiências variadas e coletivas, para uma solução de equidade. Suas postagens são polarizadas, e sempre num mesmo assunto forçadamente mecânico, nada de seu feed pessoal é variado, ou descontraído, pois ele caiu em uma manipulação robotizada, de seitas, crenças, e religiosidade, que atrofiam o seu raciocínio de autonomia.
Ele pode até tentar variar os post's, mas sendo vítima de uma espécie de "lavagem cerebral", logo ele volta ao mesmo assunto cansativo, criando atritos, polêmicas e tumultos, sempre se imaginando o portador de uma alegada "extrema razão"!
Sir Mário Honorário
Quantas mortes cabem em um homem?
Quantas vezes preciso
me congelar por dentro,
silenciar o sangue,
matar versões de mim
para que outra respire?
Há reinícios que não são começos,
são funerais discretos.
Enterros sem caixão,
onde sepulto nomes,
rostos, culpas e promessas quebradas.
Recomeçar não é viver:
é sobreviver ao próprio incêndio.
É virar cinza consciente,
sabendo que a chama não acabou —
apenas mudou de forma.
Toda vez que me mato por dentro,
algo em mim aprende a nascer.
E talvez o verdadeiro milagre
não seja recomeçar do zero,
mas continuar existindo
mesmo depois de tantas mortes.
Para o mundo, para todos, nem todos, quase todos, você é apenas um ser qualquer...igual ou desigual. Para o mundo tua luz reluz numa intensidade em que, a luz da lua dissimula. Para o mundo teu poder sobre o outro, não excede o brilho do sol. Mas...para uma ÚNICA pessoa entre todas nesse mesmo mundo, você é a essência da vida, o que te faz singular; você é a luz que ilumina o caminho; você é o brilho do olhar de alguém que reconheceu tua alma, que discerniu você...como raridade predestinada a amar, como um ser amor.
Flávia Abib
O que é, afinal, a emoção?
Desprenda-se das definições comuns: a emoção não é um pensamento, tampouco uma escolha deliberada da vontade.Ela não nasce da arquitetura cognitiva, pois o pensamento é incapaz de gerar a emoção. Ela não é um defeito de caráter, nem um fardo que se carrega na alma. Contrariando o senso comum, as emoções não habitam o corpo como substâncias, nem residem no cérebro como objetos; elas não possuem o poder de adoecer o organismo. Crer nisso é render-se a uma superstição.
Ela não nasce da arquitetura cognitiva, pois o pensamento é incapaz de gerar a emoção. Ela não é um defeito de caráter, nem um fardo que se carrega na alma. Contrariando o senso comum, as emoções não habitam o corpo como substâncias, nem residem no cérebro como objetos; elas não possuem o poder de adoecer o organismo. Crer nisso é render-se a uma superstição.
A emoção deve ser compreendida como uma conversa. Ela é um dialeto humano intrínseco, uma forma de comunicação primal cuja velocidade de compreensão transcende a palavra. É a linguagem do "outro" que ressoa em nós de forma instantânea.
Observe: essa compreensão manifesta-se no verbo ou na expressão do ser. Imagine alguém que se aproxima após uma corrida exaustiva de trinta minutos; o corpo verga-se sob o cansaço, a respiração é profunda e errática, o coração pulsa visivelmente contra o peito. Imediatamente, você decifra a mensagem. Esses gestos, essa entrega do corpo ao momento, são a própria emoção em curso.
O cérebro humano não é apenas um órgão funcional, mas uma interface adaptada para reagir à alteridade. Reflita: seria possível sentir alegria ao testemunhar o pranto de tristeza de uma mãe? Certamente não. Isso ocorre porque a emoção é a própria reação visível do corpo, uma manifestação fenomenológica que nada tem a ver com conceitos abstratos de "energia".
A emoção é a nossa língua universal. É o código mais veloz da humanidade, um sistema de sinais onde o sentido é captado no instante em que é emitido.
A emoção é, em sua essência, adaptação.
Ela surge como a resposta imediata a um estímulo externo. Quando o corpo reage, ele não está apenas sentindo; ele está se moldando. Emoção é o movimento contínuo de ajuste do ser ao ambiente. É a vida, em sua urgência, adaptando-se ao mundo.
A emoção, em sua gênese, não constitui uma entidade metafísica autônoma, mas sim um repertório comportamental aprendido, invariavelmente modelado no seio da coletividade. Sob uma análise crítica da racionalidade contemporânea, urge desmistificar a concepção da emoção como um "guia interior" ou um ente ontológico que dita estados de alegria, tristeza ou raiva. O que vulgarmente denominamos "sentimento" é, rigorosamente, um conjunto de respostas complexas forjadas pelas contingências do meio social.
Para ilustrar a falácia da causalidade interna, consideremos o fenômeno biológico do espirro: seria um contrassenso punir o nariz pelo sintoma, quando a inteligência analítica exige a investigação das variáveis ambientais — seja uma janela aberta, a sujidade do recinto ou a oscilação climática. O nariz não é o culpado, mas o canal de uma reação a um estímulo externo. Analogamente, os afetos não são causas em si, mas efeitos de uma história de interação.
Dessa forma, o riso ou o pranto não emanam de instâncias espirituais, nem de entidades místicas que habitariam a biologia humana. É imperativo rejeitar as nomenclaturas arbitrárias e os estratagemas de "pseudo-terapeutas" ou gurus que prometem a manipulação da realidade através de léxicos de autoajuda. Afirmações de "positividade tóxica" — como as fórmulas de poder "eu posso" ou "eu venço" — são meros placebos linguísticos que ignoram a raiz do comportamento.
As emoções não são território da crença, da prática mística ou da retórica da cura instantânea; elas são reações aprendidas, indissociáveis do ciclo societário. O sujeito não é movido por forças transcendentes, mas sim condicionado pelas tensões e influências do ambiente que o circunda, revelando que a mudança real não reside no "querer" místico, mas na alteração das condições concretas da existência.
"Analogamente a um sistema de monitoramento de acesso, a emoção deve ser compreendida pela identificação precisa do estímulo que a desencadeia. Sob a perspectiva da neurociência, a emoção não constitui uma entidade autônoma ou um módulo isolado, mas sim uma resposta biológica integrada ao processamento cerebral.
A premissa de que a análise isolada da expressão facial permite inferir significados emocionais universais configura um equívoco teórico e conceitual. Embora enraizada em paradigmas culturais, essa visão é contestada por evidências neurocientíficas que refutam o reducionismo da 'face como espelho direto da emoção'.
Portanto, a emoção não se restringe a rótulos nominais ou manifestações corporais externas. Ela é um constructo desenvolvido através da interação social e da aprendizagem coletiva; é a categorização cognitiva de sensações interoceptivas que o indivíduo aprende a nomear e a operacionalizar com base em modelos sociais repetidos e internalizados pelo cérebro."
Minha tese central, baseada a partir de Heráclito propõe que a impermanência não é um defeito do mundo, mas a sua lei fundamental. Ao dizer que "não se pode pisar duas vezes no mesmo rio", o filósofo argumenta que a identidade das coisas (incluindo a nossa) é um processo, e não algo estático.
Muitas vezes sofremos porque tentamos "congelar" momentos, pessoas ou situações que deveria não mais fazer parte da nossa vida. No entanto, a mudança nos ensina que a vida é um fluxo contínuo, ou seja, ela não para e nem tão pouco estará igual antes. Ora, o rio muda! Nós também mudamos a cada segundo (através de novos pensamentos, células que morrem e nascem, ou aprendizados).
Portanto o conflito surge apenas quando resistimos a essa correnteza. Aceitar a mudança não é desistir do controle, mas aprender a nadar conforme a maré da existência.
O livro de Sofonias nos apresenta a face de um Deus que não tolera a injustiça, mas que, acima de tudo, anseia pela restauração de Seus filhos. Quando olhamos para a severidade das profecias de Sofonias através das lentes dos Evangelhos, compreendemos que o "Dia do Senhor" não é apenas sobre julgamento, mas sobre o alcance incomensurável da Graça de Deus. O profeta nos chama à santidade, mas a mensagem de Jesus nos recorda de uma verdade humilhante e, ao mesmo tempo, libertadora: embora sejamos chamados a abandonar o pecado, todos falhamos e somos, por natureza, pecadores.
É aqui que o amor de Deus brilha com maior intensidade. Sabendo que jamais conseguiríamos alcançar a perfeição exigida pela lei por nossas próprias forças, Deus não nos abandonou à nossa própria sorte ou à estagnação de nossas falhas. Em um ato de entrega absoluta, Ele deu o Seu Filho único por nós. Jesus Cristo veio para ser a ponte onde o homem pecador encontra o Deus Santo. A justiça que Sofonias anunciava foi satisfeita na Cruz, não pelo nosso sacrifício, mas pelo sacrifício dAquele que nos amou primeiro.
Essa reflexão nos ensina que a vida cristã não é sobre ser impecável para ser aceito, mas sobre ser aceito pela Graça para, então, desejar a santidade. O Deus que Sofonias descreve como alguém que "se deleita em ti com alegria" (Sf 3:17) é o mesmo Pai da parábola do Filho Pródigo, que corre ao encontro do pecador arrependido.
Precisamos de Cristo desesperadamente porque só nEle a nossa natureza caída é redimida. O amor de Deus é tão vasto que Ele não ignora o nosso pecado, mas decide carregá-lo sobre Si mesmo, oferecendo-nos em troca uma veste de justiça que nunca poderíamos costurar sozinhos.
Portanto, ao meditarmos em Sofonias sob a luz do Novo Testamento, somos movidos por uma gratidão profunda.
Deixamos de pecar não por medo do castigo, mas por estarmos constrangidos por um amor que nos perdoa setenta vezes sete. A Graça é o socorro presente que nos transforma, lembrando-nos que, mesmo sendo pecadores, somos profundamente amados e convidados a viver uma nova história sob a misericórdia que se renova a cada manhã.
Elias era um homem que construiu sua identidade sobre a negação. Para ele, a fé era uma muleta e o nome de Cristo, um insulto à razão. Ele não apenas não acreditava; ele combatia. Em rodas de amigos, ridicularizava as Escrituras; em sua vida privada, mergulhava em um egoísmo que desprezava qualquer rastro de bondade. Ele vivia conforme o seu próprio coração, esquecendo-se de que "o coração é enganoso acima de todas as coisas e desesperadamente corrupto" (Jeremias 17:9). Elias acreditava que, se Deus existisse, já teria desistido dele — pois ele mesmo já havia desistido de si.
O que Elias não compreendia era que sua rebeldia não era nova. Séculos antes, um homem chamado Saulo de Tarso agia com uma fúria ainda maior. Saulo não apenas negava a Cristo; ele perseguia, prendia e consentia na morte daqueles que seguiam o Caminho. Ele achava que estava servindo a Deus ao destruir o nome de Jesus, mas estava apenas lutando contra o próprio Criador.
Contudo, a obra de Cristo é perfeita porque Ele nos ama primeiro, independentemente de nossos méritos. Como diz a Escritura: "Nós amamos porque ele nos amou primeiro" (1 João 4:19). No caminho para Damasco, uma luz mais brilhante que o sol cercou Saulo. Ele caiu ao chão, perdendo sua postura de orgulho e sua visão física para que pudesse, finalmente, enxergar a verdade. Ao ouvir a voz do Mestre dizendo: "Saulo, Saulo, por que me persegues?" (Atos 9:4), ele entendeu que, enquanto odiava, era amado; enquanto perseguia, era buscado. Saulo tornou-se Paulo, transformado por uma graça que ele nunca mereceu, provando que "onde abundou o pecado, superabundou a graça" (Romanos 5:20).
Elias, ao ler sobre Paulo e ao ver o reflexo desse mesmo amor na vida de cristãos pacientes que o cercavam, sentiu o mesmo impacto. Ele percebeu que Cristo nunca foi seu inimigo, mas seu perseguidor amoroso. O fato de que "Cristo morreu por nós, sendo nós ainda pecadores" (Romanos 5:8) o constrangeu. Não foi o medo que o mudou, mas a Graça. O amor do Criador quebrou seu coração de pedra, e o rapaz que antes renegava tudo o que era sagrado, passou a andar com Cristo, maravilhado por ter sido alcançado.
Essa transformação nos lembra que somos chamados a ser mensageiros de Cristo. Devemos anunciar o Evangelho com nossas palavras, pregando a verdade com ousadia, mas também com as nossas vidas, sendo testemunhas vivas desse amor.
Entretanto, devemos ter humildade e descanso: o papel de convencer o homem do seu pecado, da justiça e do juízo é do Espírito Santo, conforme prometido por Jesus: "Quando ele vier, convencerá o mundo do pecado, da justiça e do juízo" (João 16:8). A nós, cabe o privilégio de levar a semente e ser o reflexo da mensagem. Somos os instrumentos, mas a melodia da conversão é tocada por Deus. Se você deseja estudar receber esse amor de Cristo, ore nesse momento e clame por ele, pois, Ele te ouvirá e de seus olhos enxugará todas as suas lágrimas.
Havia um homem chamado Tomás que vivia em um reino governado por uma Lei Perfeita. O rei desse lugar era justo e santo; ele nunca deixava um crime sem punição.
Tomás, porém, era um homem falho. Ele tinha um "Livro de Registros" onde cada erro, cada pensamento ruim e cada negligência sua eram anotados. Pela lei daquele reino, o acúmulo daquelas falhas tinha uma sentença única e definitiva: a prisão perpétua (a Condenação).
Tomás vivia angustiado. Ele tentava fazer coisas boas para "apagar" as páginas, mas logo percebia que, enquanto tentava ser bom, acabava cometendo novos erros. Ele se sentia como Paulo no capítulo 7 de Romanos: "O bem que prefiro fazer não faço, mas o mal que não quero, esse faço".
Certo dia, o Príncipe do Reino, que era o filho do Rei e o único que nunca havia errado, chamou Tomás ao tribunal. O Príncipe fez algo inacreditável:
A Substituição: O Príncipe pegou o Livro de Dívidas de Tomás e escreveu o seu próprio nome na capa.
A Sentença: O Príncipe foi para o tribunal e pagou a pena de Tomás, sofrendo o castigo que o livro exigia.
A União: O Príncipe disse a Tomás: "De agora em diante, você e eu somos um só perante meu Pai. O que é meu é seu, e o que era seu foi pago por mim".
No dia seguinte, o carrasco do reino (a Lei) bateu à porta de Tomás. Ele trazia um papel de condenação. Mas, antes que Tomás pudesse tremer de medo, o Príncipe apareceu e mostrou o Livro. Onde antes estava o nome de Tomás, agora estava o selo: "PAGO".
O Príncipe olhou para o carrasco e disse: "Não há mais nenhuma condenação".
O carrasco teve que ir embora. Ele não podia prender Tomás, não porque Tomás fosse perfeito, mas porque a lei não pode punir duas vezes o mesmo crime. Como o Príncipe já havia sido punido, Tomás estava legalmente livre.
-'Chega de sonhar', ele me disse. 'Vê se cresce menina!'
Peguei uma canetinha preta e desenhei um ponto bem grande na cara dele.
Disse furiosa: 'Olha no espelho!'. Ele olhou. 'Mas o que é isso?' - perguntou curioso.
-'É um ponto. Tô dando um ponto final em você'.
Depois de uma pausa de ambos, continuei:
- 'mas i, olha lá - o ponto tá virando um buraco negro no universo e tá sugando você todinho para dentro dele'.
- isso é o que acontece com quem quer acabar com meus sonhos!
Moniquinha é Moniquinha é sem vice-versa.
Moniquinha é um furacão silencioso no olhar e serenidade ao falar.
Moniquinha é a forma mais pura feita em ouro, é delicada como a flor do jasmim.
Moniquinha dobra o vento, seca o mar e, num toque de deusa, faz tempestade virar calmaria.
Moniquinha, suas reminiscências são gráficos que marcam as lutas travadas e vencidas, quietinha e tranquila.
Moniquinha é cultura, é arte, é história a ser escrita.
Moniquinha é passado, é futuro, é o presente.
Moniquinha é charmosa e marcante, é beleza em pessoa, é divina de alma.
Moniquinha é flor do jardim, é brisa do mar, é luz do luar...
Moniquinha é única e singular, exclusiva, sem igual, é rara e excepcional.
Moniquinha é o começo, é meio e não tem fim…
Chega um tempo da vida em que percebemos que já não dá para viver de brincadeiras. A vida está cada vez mais difícil e agressiva. Percebe-se que desistir daquilo que provocamos não é solução, porque a vida não espera por ninguém.
A única coisa que muitas vezes não entendemos é que não estamos em competição com outras pessoas, mas sim com o tempo. E o tempo não pára, não recua e não espera.
Se você cometeu um erro e já reconheceu, disse que vai mudar ou que já mudou e não pretende repetir, não fique tentando aprovação o tempo todo. Isso desgasta a mente.
Porque, no fundo, às vezes a pessoa não quer realmente te ajudar. Ela volta a falar do mesmo problema do passado só para te provocar, esperando que você responda mal. Depois usa isso como argumento para dizer: “Está vendo? Você não mudou, por isso não vou ajudar.”
Muitas vezes, essas pessoas procuram apenas motivos para se justificar, para “tapar a cara”, mas a verdade é que nunca tiveram a intenção de ajudar.
Infelizmente, essa situação acontece em muitas famílias.
A vida é uma constante perda.
Nascemos como um grão de areia… envolto em amor e placenta, aquecido… amado. nove meses depois, por motivos biológicos, nossa mãe nos joga em um mundo frio e colorido, tanta coisa nova, tanta sensação intrigante, não mais a placenta, mas somos encobertos pelo amor e segurança de nossos pais.
Anos mais tarde, agora em um mundo estranho e cinza, estamos confusos sobre para onde ir, com quem ir… Temos muitas dúvidas sobre como fazer, o que fazer e com quem fazer.
Agora, anos no futuro, estamos em um mundo solitário e frio. Sabemos quem somos, e sentimos muito longe de todo amor, muito distantes de tudo… Não conseguimos sentir o calor, não conseguimos sentir o amor.
Com o passar dos dias, nosso corpo fica frio e logo perde todo o calor, deixando para trás apenas a memória de quem esteve conosco… E nos instantes finais se percebe que nunca mais voltará a sentir o calor de sua mãe… e ao completo frio… você se entrega.
Freud dizia que "somos capazes de nos defender de um ataque, mas jamais de um elogio."
Existem pessoas que chegam não sei de onde, vem através não sei do que, por onde, como, que com uma simples palavra mostra a alma inteira, o coração todo. Nessas horas ficamos indefesos...indefesos diante da sinceridade, diante da transparência, diante do afeto. Por isso amo os reflexos do meu espelho, os diferentes reflexos, que constituem um prisma divino de cores e formas...VOCÊS.
Deus abençõe a cada um./ God bless./ Salaam Aleikum.
Flávia Abib
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