Carta a um Amigo Especial

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Eu posso fazer um contrato contigo
Em troca do meu bem mais precioso
Eu quero a riqueza


A riqueza mais procurada
Algo que muitos procuram, mas não acham
E por meios hediondos, eles farrejam


Eu posso te dar a minha alma
Em troca da felicidade
Mesmo que seja curta


Mesmo que isso seja um pecado
Eu mesma estarei sujando a minha alma
Mas, por pouco tempo


Eu quero me lembrar como é

Chegada ao Mundo

Na chegada ao mundo, um sopro de luz,
um caminho aberto que ninguém traduz.
Aprendendo a cada dia, sigo a caminhar,
o que nos livros jamais eu poderia encontrar.

Sem paredes para me agarrar,
descubro no vento o segredo de voar.
No botão de uma rosa, tão frágil, tão forte,
aprendi que o amor é quem guia a sorte.

Ali encontrei a vida em sua canção,
a fé que floresce no coração,
a força que ergue quando tudo desaba,
o poder que brota quando a alma se cala.

Sou aprendiz da terra, do céu, do mar,
na escola do tempo, venho me formar.
E cada dia é milagre, é eterno saber,
que a vida é um livro que só se escreve ao viver.

Caçadores de Mentes
Vivemos em um tempo onde não se rouba apenas o que está nos bolsos. Rouba-se o que é mais precioso: a mente.
São caçadores invisíveis. Estão nas telas, nas vozes disfarçadas de conselhos, nos sorrisos que parecem verdadeiros mas escondem armadilhas. Eles não levam correntes de ferro — levam ideias distorcidas. Eles não invadem casas — invadem pensamentos.


O caçador de mentes não quer o que você tem, quer o que você acredita. Quer moldar seus desejos, suas escolhas, sua fé. Quer que você viva a vida dele, não a sua.


E aqui está a reflexão: ou você vigia sua mente, ou alguém a caça.
A disciplina é o escudo. A resiliência, a espada.
Só quem aprende a cuidar do que pensa pode ser livre de verdade.


No fim, o verdadeiro campo de batalha não está fora. Está dentro.
E a vitória é não deixar que ninguém, nunca, dite o ritmo da sua alma.


— Purificação

O racismo não é apenas um preconceito visível; é uma ferida que se infiltra nos pensamentos, nos gestos e até nos sonhos das pessoas. Ele não se limita à discriminação aberta: muitas vezes, é silencioso, internalizado e repetido pelas próprias vítimas. O auto-racismo, por exemplo, mostra-nos como uma comunidade pode aprender a odiar a si mesma, aceitando padrões de beleza e sucesso que privilegiam outros em detrimento da própria identidade.

Em contextos como o de Namicopo, o racismo não surge apenas na relação entre negros e brancos, mas também dentro da própria comunidade negra. A valorização da pele clara, a idolatria de filhos claros e o desprezo por quem tem a pele mais escura são manifestações de um padrão social aprendido, reforçado por gerações e perpetuado por olhares, comentários e até por comportamentos de ostentação.

A consequência é profunda: o racismo interno gera insegurança, frustração e competição baseada em fatores superficiais. Jovens e adultos começam a medir o seu valor por um critério artificial a cor da pele esquecendo que a dignidade, a inteligência e a criatividade não se pintam. Quem vive sob essas regras aprende a rejeitar-se, a cobrir-se de loções, filtros e máscaras, procurando aprovação em algo que nunca deveria definir o seu valor.

O combate ao racismo, portanto, não é apenas uma luta externa, mas uma tarefa íntima de resgatar a autoestima e a consciência da própria identidade. Cada olhar de rejeição, cada comentário depreciativo, é um convite à reflexão: quem somos para nos julgarmos uns aos outros pelo tom da pele? O valor humano não se mede na cor, mas no respeito, na empatia e na capacidade de construir relacionamentos genuínos, livres de preconceitos.

Enquanto a sociedade continuar a premiar o claro e a desprezar o escuro, o racismo permanecerá como sombra persistente. Mas a mudança começa na percepção de cada indivíduo: ao aprender a valorizar-se, ao reconhecer a riqueza da própria herança e ao ensinar isso aos outros, cada pessoa torna-se agente de transformação. É na consciência e na valorização da diversidade que reside a verdadeira força contra o racismo, seja ele explícito ou internalizado.

"Portanto, deseje, sim, ser feliz. Comece com um sorriso. A ausência dele — ou aquele riso contido — muitas vezes revela uma fé marcada por dor e amargura. Estou convencido de que a verdadeira inteligência emocional também se expressa em elegância e no bom humor."

Livro "A Inteligência emocional de Jesus aplicada ao Aconselhamento" - autor: Markos Costa

Eu queria ter um pouco mais da afinidade com a morte. Quando ela parece estar perto ou quando você se conforma em encontrá-la é muito mais aprazível e reconfortante cortejá-la.

Eu queria ter a oportunidade de fazer isso. Estou errado. Oportunidade todos nós criamos e eu gostaria de criar, mas não posso. Não quero.

Ainda gosto de viver. Não sei ainda oque me atrai aqui. Mas não quero descobrir. Tenho medo de não gostar do que ainda possa me atrair.

Hoje eu vi um filme de um garoto que nasceu com a deformidade no rosto e logicamente não tinha amigos pois tinha vergonha do que era. Mas quando resolveu não ligar para o que os outros diziam, conseguiu vários amigos verdadeiros, que gostavam dele como ele era. Gostavam dele sobre o que ele era e não tinham mais vergonha dele e sim orgulho de tudo o que ele significava.

Eu gostaria de dormir agora em uma mansão assombrada para ver o que iria acontecer. Gosto de lugares sombrios e assustadores. Isso me atrai. Não sei se é porque eu não acredito em espíritos malignos ou qualquer coisa parecida, mas acho esses lugares muito poéticos.

Não sei se é porque a lenda urbana diz que isso é um pouco conectar-se com outro mundo. É engraçado que não tenho medo de nada disso pela minha descrença e também gosto de desafios.

Mas eu acho que é o mais lúdico que eu posso chegar perto da morte. As outras hipóteses, por enquanto estão fora de cogitação. Pois ainda tenho muitos comprimidos que sustentam minha vida e alegria.

As vezes parece sombrio, mas acreditem não é. É quando voce começa a perceber que voce não é imortal e não que um dia a sua morte é um possibilidade. E voce se pega pensando quem iria em seu enterro caso isso acontecesse.

Mas sabe o que pode ser mais perturbador? É voce ver um filme, como o descrevi nesse texto e chorar no final, porque voce olha para o lado e percebe que voce não possui amigos e ninguém que ame voce do jeito que voce é. A solidão começa a te assustar e a carência emocional de pessoas verdadeiras ao seu lado atinge o ápice quando voce fica viciado no seriado de “The Big Bang Theory” e tem inveja daquela turma de amigos. São poucos, mas verdadeiros.

Então eu vou para o meu quarto, tomo o meu remédio para dormir e espero o sono chegar.

E então descubro que não são espírito

Rui Miguel Trindade dos Santos




s malignos ou mansões assustadoras que me assombram. Mas a solidão que me rodeia e me expõe o fantasma da minha realidade. E isso realmente me assustaR

Quando você se pergunta por que está passando por um problema, uma dificuldade e começa pedir a Deus por que ele não te ajuda, mesmo você orando, ajudando o próximo, fazendo boas ações, lembre-se bem de que Deus faz aquilo que é preciso, não o que queremos que ele faça, ele é justo, é necessário, se a sua vida parecer estar um deserto árido e sem vida, lembre-se que tudo o que acontece tem um propósito, muitos dizem : " Por que Deus deixa os desertos secos, sem vida, quentes, por que ele não os torna vivos, férteis, com vegetações? "
Eu lhe respondo : Deus faz aquilo que é necessário fazer!
Quem conhece a história da Amazônia e do Saara sabe do que estou falando

Te amo tanto, meu amor, que chega a doer.
É um nó que aperta o peito, um doce padecer.

É sentir a alma transbordar, sem ter para onde ir.
É excesso de um querer que se torna imortal.

É a prova de que o coração já não se pertence.

Que doa assim, então, este amor sem medida,
Pois é a dor mais bonita que já senti na vida.

Quero um mundo onde as pessoas possam ser elas mesmas, pura e simplesmente na sua essência, sem precisarem usar máscaras, jogos ou ilusões.
Um mundo onde não seja necessário tomar cuidado com as palavras, ou em que se possa correr com seu amor de mãos dadas, sem ser chamado de tolo.
Um mundo onde possamos nos conectar profundamente, dividir emoções e felicidades sem causar inveja ou pena.
Um mundo onde as pessoas se importem verdadeiramente umas com as outras, sem estarem preocupadas com o próprio umbigo ou alienadas em seus smartphones.
Um mundo de altruísmo, fé e amor, muito amor.
Um mundo onde se possa gritar os sentimentos, sem medo de ser julgado ou mal compreendido.
Um mundo onde cada erro se torne um aprendizado e um propulsor para o caminho correto.
Um mundo justo, mas piedoso.
Um mundo onde os sentimentos não sejam descartados ou ignorados.
Um mundo repleto de crianças, com seus corações singelos e puros.
Um mundo de solidariedade, crescimento e aprendizado.


Sei que não posso transformar o mundo, porém posso transformar meu eu.
Sejamos a mudança que desejamos. Seja amor, viva o amor.


Se está vivo hoje, não viva novamente o mesmo ano repetidas vezes.
Olhe para dentro de si, somente aí vai encontrar todas as respostas que sempre procurava.


Viva!






12/05/18 09h00
Karina Megiato

É um movimento ritualistico

Sua incerteza me faz pensar

Não quero ser um rascunho




Você é primavera e verão

Irradia teu calor em mim

Me integra no teu lindo Ser




Sou réu subjugado

E te peço por clemência

Mira no meu coração




E me deixe em Frenesi

Menina-Mulher


No rosto, um riso que encanta,
nos olhos, o azul que revela —
uma alma que luta e canta,
mesmo quando a dor se revela.


Carrega vitórias e quedas,
com coragem de quem já cresceu,
mas no fundo ainda anseia
por um abraço que aqueça o seu eu.


Como um pintinho no ninho,
ao fim do dia só quer ternura —
um colo, um carinho, um abrigo,
uma pessoa que diga: “Vai passar, criatura.”


E no silêncio que vem depois,
ela recolhe o que ainda resta —
um sonho, um sopro, uma voz
que insiste: “Você ainda é festa.”

Lua, porque me olhas assim,
Com esse brilho que atravessa meu ser?
É como se guardasses um segredo em ti,
Um sussurro que insiste em me dizer.


E eu, pobre mortal apaixonado,
Não me canso de te contemplar.
Teu silêncio é canto encantado,
Teu mistério me faz sonhar.


Talvez vejas em mim o que escondo,
Talvez reflitas o que quero entregar.
Lua, és confidente do meu mundo,
Por isso não canso de te olhar.

"Talvez a vida seja apenas um evento rápido, entre chegadas e despedidas; momentos inesquecíveis e esquecimento; sonhos ousados e medos secretos.
Quem sabe uma curta viagem “bate-volta” - pois não somos daqui.
Estamos na nave Mãe-Terra, sem oportunidade para conversar com o capitão e descobrir um pouco a respeito da rota e destino; também não temos autorização para olhar mapas e a bússola (isso é sagrado e secreto).
Temos apenas permissão para experimentar sensações, emoções, desafios, dores, saudades, paixões... sentir a brisa, se encantar com o pôr do sol, ou buscar aquela estrela que vimos quando crianças.
Quem sabe se emocionar com o silêncio da Alma quando se despe... ou embriagar com a vertigem de amar, ou quem sabe tudo seja só para aprender sobre a arte de criar laços e nós, para depois e de repente cortar a fita.
Essa viagem (ou sonho?) às vezes tediosa, outras assustadora, nos prepara para experimentamos a aventura mais radical, dessa louca experiência - Envelhecer!
Aos poucos descobrimos que envelhecer é se despedir, enquanto espera a hora de descer no ponto e no momento exato que “Alguém” escolheu."

⁠UMA PESSOA É UM ANIMAL AÉREO E A SUA ÓPTIMA RELAÇÃO COM O AR ATMOSFÉRICO MELHORA A SUA SAÚDE MENTAL!

‎Uma Pessoa é um Animal Aéreo, porque vive imersa na imensidão do Ar atmosférico que é a fonte de Oxigénio para a sua Respiração!

‎Por isso, uma Pessoa deve ter óptima relação com o Ar atmosférico!

‎A óptima relação de uma Pessoa com o Ar atmosférico consiste em:


‎1. Ver-se e Sentir-se imersa na imensidão do Ar atmosférico;


‎2. Realizar uma Respiração Diafragmática, Lenta e Profunda.

‎Estas Atitudes melhoram a Saúde Mental de uma Pessoa proporcionando Tranquilidade, Vitalidade e Criatividade na Pessoa!

POSSO SIM, POSSO NÃO!
Mais ou menos assim...
Posso não,
Agora não!..
Espere um pouco,
Daqui a pouco,
Se der, eu faço,
Se der eu passo...
Se der, eu vou,
Não sei se posso.,
Se der, eu passo,
Vou ver o que faço...
Obrigado!
Vou ver se dá!
Ah! Se tivesse falado antes!
Seria um prazer!....
Uai, teve festa!?
Não me chamou!
Nem me avisou!
Deixou-me de fora?!
Esqueceu de mim!?...
Opa!
Que bom!
Irei sim.
Será um prazer!...
Posso sim,
Sim, eu posso,
Já estou indo.
Qual o horário mesmo?
Obrigado! Não vou me atrasar...
Élcio José Martins

A dor é informação, um sinal nociceptivo que, sem contexto, vira lesão; compreendida, converte sofrimento em adaptação.


A dor, também, não é nossa inimiga; é a sombra do que nos importa. Quando lhe damos nome e lugar, deixa-nos partir e começa a ensinar.



© 01 nov.2025 | Luís Filipe Ribães Monteiro

EU POETA


Gosto do silêncio
Sentindo a brisa passando
Uma pausa, um cafezinho
A inspiração vai chegando.


Lá de dentro uma voz
Explode num momento
São versos querendo parrir
O mais belo sentimento.


Numa sintonia mágica
A poesia pede espaço
Entre o lápis e papel
E agora, o que faço?


Deixo o pensamento vagar
Vou juntando frases vadias
Aromatizadas com paz
Perfumando os meus dias.


Irá Rodrigues.

Bom dia gente do meu caminho,


Uma imagem que despertou um pensamento. Caem as folhas no outono no hemisfério norte. Em minha terrinha a natureza se despe para enfrentar, já daqui a pouco, o frio do inverno. Dizem os biólogo que esta é uma fase de dormência necessária para que o ciclo da vida se refaça e, com mais força e beleza.


Muitas vezes, isso ocorre nos ciclos de nossa vida. Todos temos os nossos outonos e, neles, nos recolhemos e nos despimos de nossas mentiras vadias para enfrentarmos a realidade do nosso inverno. É quando choramos e lavamos a alma.


Ficamos com os galhos secos das árvores e expostos as rajadas dos ventos gelados.


Ainda assim, sempre haverá uma primavera que fará renascer as *folhas e as flores paea que os passarinhos voltem a nos visitar* para cantar aos nossos ouvidos.


Leia outra vez e pense nisso!!!


*Paz, bem e luz*
Domingos


_02/11/2025 às 10h48_

Quem nunca esbarrou em um "não"? Receber e dizer essa palavra faz parte da jornada de aprendizado da vida.


Se a vida fosse feita só de "sim", seria muito mais fácil, claro. Mas perderíamos a graça, o valor da conquista, a paciência para esperar, a admiração por quem supera e o controle sobre nossas emoções.


Diante de um revés, simplesmente viraríamos a página e seguiríamos para a próxima história. Se ela falhasse, viraríamos de novo. E assim, sucessivamente, viveríamos em um abismo sem fim chamado Medo de Dizer ou Receber um Não.

O Lugar Sob o Nada
William Contraponto


Há um lugar sob o nada,
onde o tempo não se explica.
Nem vestígio, nem alvorada,
só a ausência que fabrica.


Ali, o ser se dispersa,
num silêncio que não finda.
O ressoar do que se versa
é memória nunca vinda.


Não há dor, nem alívio,
apenas o que não começa.
O todo é um delírio vívido,
e o nada, uma estranha promessa.


Quem chega não parte mais,
pois partir seria ter chão.
E nesse intangível que se refaz,
o nada aprende a ser mão.


Sob o nada há um sentido,
feito de falta e véu.
É o lugar do indefinido,
onde o nada roça o céu.