Carta a um Amigo Especial

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Um amor não vivido ou quem sabe mal vivido

Um amor não vivido ou quem sabe mal vivido... Enfim o que mudaria?...

Não sei se isso importa pra alguém, nem mesmo sei se importa pra mim mesmo. Só sei que não é bom o sentimento de saber que sua vida, suas atitudes, seus sonhos e realidade pode interferir em varias outras vidas, seja pra bom ou ruim, enfim você se ver com uma vida linda e cheia de graça...

E ao invés de vive-la você percebe que pra vive-la necessita realizar escolhas e escolhas das mais simples as mais complexas... sempre terão resultados negativos ou positivos...

Por exemplo: Um garoto olha pra uma garota e ela o olha de volta em fração de segundos, no dia seguinte eles ficam juntos, por coincidência a sua amiga que a acompanhava fica com um amigo meu pra não ficar sozinha...

De repente paro de ficar com a garota e meu amigo continua com a garota que o foi apresentada.

Resultado: Os dois se casam, geram 3 filhos, são felizes, eu escolhi recuar.

Conclusão: Um simples olhar e ação pode gerar grandes coisas, positivas ou negativas, mas o fato é que escolhas sempre serão escolhas e jamais poderão apenas realizar...

Hoje escrevo sem rumo, sem pé nem cabeça, apenas escrevo o que me passa pela cabeça, mas uma coisa é certa, minha mente se encontra em um estado de transição entre o querer e o fazer, pensar e agir, amar e ser amado, ferir e ser ferido, aceitar ou não aceitar...

Hoje escrevo como quem se pergunta, e se eu morrer hoje ?

A resposta é óbvia: Alguns escolherão lembrar, porque eu fui importante, outros “esses são” as incontáveis variáveis incontroláveis que nunca saberão o que é o amor.

Strimani, nome em meu peito gravado,
Um amor que a cada dia é renovado.
Em teu olhar, encontro a paz que anseio,
Em teu sorriso, o mais puro devaneio.


És a musa que inspira cada verso,
Um universo de encantos, tão diverso.
Tua força e tua doçura me guiam,
Em teus braços, todas as dores se aliviam.


Admiro tua alma, teu jeito de ser,
O amor que transborda, que faz florescer
Os mais belos jardins em meu coração,
Minha amada Strimani, minha paixão.


Que nosso amor seja eterno e sem fim,
Em cada amanhecer, em cada por do sol, assim.
Para ti, Strimani, meu mais puro afeto,
Meu amor sincero, meu eterno projeto.

Amor e ódio caminham lado a lado, como dois extremos de uma mesma emoção que não pede licença. Um dia, o coração se aquece com lembranças doces, sorrisos que parecem eternos e promessas silenciosas que só ele entende. No outro, a mesma memória corta como lâmina, deixando raiva e decepção queimando na pele.
É estranho como alguém pode ser capaz de provocar tanto afeto e tanta dor ao mesmo tempo. O amor nos dá asas, mas o ódio nos ancora; o amor nos ilumina, mas o ódio nos cega. E, no meio disso, aprendemos que a linha que separa os dois sentimentos é tênue, quase imperceptível. Talvez por isso, aqueles que amamos profundamente também sejam capazes de nos ferir com a mesma intensidade.
No fim, amor e ódio são faces da mesma moeda: paixão que não se mede, que nos transforma, que nos lembra que viver é sentir, mesmo que doa.
Glaucia Araújo

*Se foram*


Um segredo teu
Que me escapa sem se revelar,
E dentro de mim, só o eco
Das lembranças de um te amar.
A chuva lá fora ainda cai,
E o tempo, sem saber, me diz
Se em tua memória, meu nome
Ainda tem suas raízes.
Os dias, eles se foram,
E eu, perdido, sigo sem teu chão.
Palavras ao vento, um lamento,
Tão longe da tua mão.
Tanto tempo, e a alma ainda
Tenta te esquecer sem conseguir.
Em pedaços, me desfaço
Tentando as respostas, em ti.
Os dias se foram,
A chuva continua a me envolver,
Deixo chover, então...
Enquanto sigo, ainda, sem você.

UM POUCO DA MINHA VIDA


Nasci e me criei em fazenda
Acordando com o canto do galo
Tudo se tornava especial
Não precisava de legenda.


Tive momentos de tristeza e alegria
Duas revoltos como tempestade
Mas nada poderia arrancar
A nossa harmonia.


Tive uma infância preenchida
Com sonhos e brincadeiras
Se pudesse com certeza voltaria
Reviver cada momento daquela vida.


Apagaria todos os problemas
Bordaria tudo de bom que vivi
Acreditem, tudo eu transformaria
Versos dos meus poemas.


Irá Rodrigues.

Está aí uma mulher interessante.🖤
Sorriso marcante, olhar brilhante, personalidade forte, você é uma mulher bela, rara e especial. Com sua simplicidade e carisma, não existe outra igual. Você deslumbra, você traz luz, paz e alegria em todos os lugares por onde você passa. Mulher determinada, abençoada e cuidada por Deus, você tem seus defeitos e fragilidades, mas é guerreira e se esforça todos os dias para ser alguém bem melhor. Nunca pisa ninguém, vai conquistando seu espaço aos poucos. Você será vitoriosa e proteja sempre por Deus, só ser obediente aos seus mandamentos, e vai viver intensamente o extraordinário de realizações na sua vida.

Inteireza


Eu não sei ser metade.
Não sei oferecer um sorriso sem que nele haja verdade,
não sei construir laços se o meu coração ainda não se encontra inteiro.


Muitos dizem que um novo amor cura a dor de outro,
mas eu não consigo enxergar assim.
Seria injusto, seria egoísmo,
porque ninguém merece ser usado como remédio
para feridas que não foram cicatrizadas.


Se não aceitamos metade de um presente,
como poderíamos ter a coragem de oferecer metade do amor?
O outro não merece restos, não merece sobras,
não merece migalhas de um coração partido.
O amor só vale quando é inteiro,
quando transborda, quando não hesita.


E eu prefiro esperar.
Esperar o tempo em que minhas mãos possam estender
não um pedaço, mas o todo.
Não uma metade hesitante,
mas um coração completo,
pronto para ser entregue, sem reservas,
sem medos, sem faltas.


Porque amar é isso:
dar-se inteiro, sem se poupar.
E eu me recuso a oferecer menos do que aquilo que eu também gostaria de receber.

Será um erro acreditar que só as tuas experiências de vida serão o bastante para lhe proporcionar o aprendizado de que você precisa.


Por isso é importante aprender a analisar e refletir sobre as experiências e aprendizado dos outros.


Mesmo que a vida não tenha um roteiro definido,
Na maioria das situações só mudam o personagem.

“Onde há vida e morte?” não é só uma pergunta — é um espelho da existência.


Esse texto fala do espaço entre o começo e o fim, onde tudo o que somos acontece. Ele mostra que vida e morte não estão em extremos opostos, mas convivem no mesmo palco: no respirar, no sentir, no amar, no deixar ir.


Cada batida do coração é uma lembrança de que algo nasce e algo parte dentro de nós. A semente morre para virar árvore. O dia morre para a noite nascer. O silêncio morre para dar lugar à palavra.


A mensagem é sobre consciência e presença — sobre entender que tudo é passagem, mas também é milagre. Que mesmo na dor há beleza, e mesmo na despedida há um tipo de nascimento.


“E quem é que está me ouvindo?”


pergunta o texto.


A resposta é simples e eterna: quem sente, entende. Quem vive, escuta.


Este é um texto sobre vida, morte, recomeço e escuta interior — sobre a parte invisível de nós que continua florescendo mesmo quando tudo parece acabar.






— Purificação

Quem é mais sentimental?


Havia um corpo encolhido bem tarde da noite. Os joelhos eram refúgio, e o vidro da janela, um altar onde a sombra repousava entre luzes cansadas.


Lá fora, nada se via. No quarto, uma música animada tocava baixinho, mas dentro dela o tempo desafinava um coral de Belchior ao mesmo tempo onde o passado apaixonado acendia uma ponta de ilusão.


Ela não sabia o nome do caminho, mas reconhecia as esquinas do retorno. Sabia apenas que não cabia mais
em roupas da antigas.


Então, ergueu-se. Lembrou do velho e novo evangelho. Com um gesto simples amarrou o cabelo, a pena entre os dedos, recomeçou a costurar o verbo e escreveu uma nova palavra.


Do papel, brotou uma mulher
que não pedia mais para ser salva. O amor, enfim, voltou a habitar-lhe o pulso. A esperança, tirou a sobrecarga e agora ela respira aliviada.


Agora, ela também espera. Não como quem aguarda, mas como quem floresce. Porque sabe: alguém virá,
e o encontro não será desordem.


Virá com mãos que decifram e com olhos que não temem o espelho. E quando vier, reconhecerá não o que ela foi, mas o que sobreviveu.

Para todos aqueles que seguem um padrão típico de funcionamento diante da vida — carregados de crenças limitantes— acreditam cegamente no "dever" de uma única forma de existir no mundo, de modo que quaisquer escolhas alheias alternativas lhes pareçam "assustadoras" e desconfortáveis..
"A caverna de Platão" segue sendo atual...






07/10/25

🌀 Pré-Mestre (Nova Graduação)

O Pré-Mestre surge como um novo reconhecimento.
É aquele que já alcançou sabedoria, respeito e liderança, mas ainda se prepara espiritualmente e culturalmente para o título de Mestre.
Representa o elo entre o mestrando e o mestre, valorizando o tempo, a experiência e o compromisso de quem dedica a vida à capoeira.
O Pré-Mestre forma, orienta e inspira — mantendo viva a essência da arte e o respeito à hierarquia. . destaque. Instrutor coco 🥥.o criador

O LUXO DA MORTE LETAL


Subi ao topo de um belo lugar,
o luxo brilhava, tentava enganar.
Piscina serena, mulher a nadar,
mas algo escondido tentava avisar.


O céu era escuro, a noite calada,
por trás da beleza, eu via a cilada.
Sentia no corpo, pulsava no ar:
a cobra me via, queria chegar.


Do nada, um grito cortou o sossego,
senti que era tarde, cedi ao meu medo.
Olhei novamente, um sangue vermelho,
flutuava na água, cruel pesadelo.


Sem uma perna, a moça jazia,
enquanto algo no teto se escondia.
Não tinha um rosto, nem forma exata,
mas sua presença era fria e ingrata.


A cena mudou, fui ao jardim,
duas torres brilhavam no fundo de mim.
Fontes, sorrisos, descanso aparente,
mas a paz mentia, era só de repente.


Segurava um bebê no meu colo cansado,
tão puro, tão doce, tão despreparado.
Minha amiga, aflita, queria saber
de algo que o mundo tentava esconder.


Um homem subiu, com olhar vazio,
parecia humano, mas era sombrio.
Seguiu um casal até o elevador,
e o que veio depois foi puro terror.


Os gritos vieram, som rasgado e cruel,
um chamado da morte sem gosto de mel.
Quis descer correndo, fugir da visão,
mas lá no térreo: apenas vermelho escarlate e destruição.


O jardim virado em sangue e ruína,
rastros enormes em cada esquina.
E eu com um bebê, sentindo o final,
com o peito em brasa e um medo mortal.


A cobra cresceu, tornou-se gigante,
sorrateira, escura, sempre distante.
Não a vejo, mas sei — ela sabe também,
que volto ao seu mundo, vez ou outra, além.


Acordo ofegante, suor na mão,
com a sensação presa no coração.
A cobra me observa — ainda me quer,
espreita no escuro... e sabe quem é.

Atravessar o deserto é como nascer, morrer e renascer na mesma vida, é um processo intenso e doloroso.
É fazer parecer fácil o que a maioria das pessoas não suportariam um dia.
É o seu processo e ninguém pode vive-lo em seu lugar.
Mas assim como o ferro moldado no fogo, é a alma que atravessa o umbral,
É um alto preço cobrado daqueles que se propõe a conhecer os segredos que só os que atravessam vislumbram!
Portanto, se está doendo...
Está florescendo!

Tem tempo que os dias deixaram de ser azuis e perderam todas as cores. É que por um tempo eu tinha esquecido o que era sentir falta de mim. Hoje a falta veio, e como sempre silenciosa, disfarçada, como quem não quer nada e me deixa mesmo, sem nada. Sem sonhos, sem desejos, sem amor, sem vida.
Naturalmente me inibo os sentidos.
Produzo sertralina.

Sou um navegante
Minha vida é no mar
Solitário e errante
Meu destino é desbravar
Não tenho medo dos riscos,
Desafio todos e quaisquer perigos
Desejando o mundo conquistar.


Numa dessas viagens
A vida me pregou uma peça
Destacando-se naquela paisagem
Estava uma formosa donzela
E seu olhar o meu encontrou
Por um momento, meu coração pulsou
Mas infelizmente, estava apenas de passagem


Ainda que eu tivesse toda a riqueza
Do mundo, o louvor, a glória,
Ainda que juntasse títulos de nobreza
E tivesse um lugar reservado na História
Se me faltasse teu sorriso para me guiar
E sem a luz do teu lindo olhar,
Seria vã minha vitória.

VELHOS TEMPOS

Eu venho de um tempo esquecido
De calçada e conversa demorada
Onde a lua brilhava mais forte
E a infância era nossa estrada

Lá, domingo tinha cheiro de café
E a vó bordava histórias com a mão
O mundo cabia num quintal pequeno
E o amor nascia no portão

Era permitido viver devagar
Abraçar sem pressa, sorrir sem pesar
O tempo se sentava ao nosso lado
E a vida era um poema cantado

Era permitido sonhar no olhar
Deitar nas estrelas sem precisar voar
Tudo era tão simples, tão inteiro
Naquele tempo verdadeiro

Eu venho de um tempo sereno
De mãos dadas, segredo e luar
Onde a rua era o nosso recreio
E brincar era só começar

A mãe gritava da janela:
“Já tá na hora de descansar!”
E a gente dormia em paz com o mundo
Com mil histórias pra sonhar

Era permitido viver devagar
Abraçar sem pressa, sorrir sem pesar
O tempo se sentava ao nosso lado
E a vida era um poema cantado

Era permitido sonhar no olhar
Deitar nas estrelas sem precisar voar
Tudo era tão simples, tão inteiro
Naquele tempo verdadeiro

Se eu pudesse voltar um segundo
Tocaria de novo aquele chão
Porque mesmo distante no tempo
Carrego esse lugar no coração

Era permitido viver devagar
E eu só queria poder relembrar
Com uma seresta e um violão antigo
O tempo onde eu fui mais amigo

NADA PERMANECE

Nada permanece, tudo vai mudar
A vida é um rio, não para de passar
O tempo nos leva, nos faz renascer
E o que nos resta é só viver

Sentir o agora, deixar acontecer
Que cada instante me ensine a ser

O que importa é agora
O que importa é sentir
Deixar que a vida entre
E me ensine a existir
Sem medo de ir embora
E sem deixar de sorrir

Não é o que guardamos, nem o que ficou
Mas o quanto amamos, o quanto se entregou
Cada riso, cada lágrima que nos tocou
Fez de nós quem somos hoje, e mudou

Sentir o agora, deixar acontecer
Que cada instante me ensine a ser

O que importa é agora
O que importa é sentir
Deixar que a vida entre
E me ensine a existir
Sem medo de ir embora
E sem deixar de sorrir

O vento leva, o mar devolve
O tempo cura, a vida envolve
E no silêncio eu posso ouvir
Que nada fica, mas tudo é aqui

O que importa é viver o instante
Beber da vida até o fim
Deixar que o tempo leve tudo
E que tudo viva dentro de mim

Setembro

Em um dia frio e chuvoso, o calendário marcava o início de setembro com várias flores pelo chão, quando o amor florescia com uma imensa paixão.

Uma leve garoa caía, cobrindo o mundo como um véu, mas não ousava apagar a chama daquele sentimento que iria se firmar.

Junto à beira do lago, sob o céu cinzento e vasto, a natureza era cúmplice, silenciosa daquele momento.

Ali, o amor florescia com uma força sem par, de tal magnitude que o tempo não poderia apagar.

Com o coração inundado de uma promessa sincera e calma, ele entregou a ela uma singela rosa, para a sua alma.

E o pedido ali selou, mais forte que a chuva que caía, a promessa de um laço que transcende todo dia.

Ali, naquele lago sob a garoa e o céu de setembro a chorar, o futuro se fez presente, eternamente a celebrar.

Beatriz D’ Aquino

CAMINHAR O BOM CAMINHO

É preciso sapiência para caminhar o bom caminho,

Ter a paciência de um pássaro na construção de seu ninho.

Semear, em terra fértil, a boa semente,

Saber que a vida tem passado, futuro, mas é presente...



Antes de diminuir é preciso aprender somar,

Antes de dividir é preciso multiplicar,

A dor é mestra a nos ensinar;

Só o tempo pode fazer um coração se acalmar...



Alegrias e tristezas são passageiras,

Como tudo, tem seu jeito e sua maneira.

Caminha seguro quem tem projeto e determinação,

Corre mais riscos quem anda na contramão...



As alegrias precisam de escolta,

A inveja faz cara feia e se revolta.

Quem sabe aonde quer chegar,

Não precisa de ninguém para dirigir o seu caminhar.



A tristeza no Divã às vezes se aporta.

O uso do cachimbo é que faz a boca torta.

A construção do amanhã deve ter início no agora,

A colheita que se faz hoje, veio do árduo plantio de outrora.

Élcio José Martins