Carne
O freio das tentações da carne se chama domínio próprio! É isso que determinará o nosso caráter!
A força e a qualidade do nosso domínio próprio, dependerá do tempo que investimos na meditação da Palavra de Deus, oração e Jejum.
Se você é escravo de suas vontades por não dominar-se, nem preciso falar sobre o seu caráter.
O resumo disso é RENÚNCIA por amor e temor a Deus 🙏
(DVS)
"A carne capiciosa desabrochou, revelando com tamanha clareza seus divinos pecados hediondos. Havia um aroma inexplicávelmente doce, transbordando sem exprobar aquele falso centelho da vida nas pequenas sementes que ainda iriam nascer contra a pele dominada de constrangimento e virilidade. Para que censurar se mesmo assim os tolos comem do corpo errado e bebem do sangue amargo?"
Tu superarás o vício da carne, recuperarás ti mesmo, mas somente quando você estiver entre a morte e a destruição.
"E os que são de Cristo crucificaram a carne com as suas paixões e concupiscências. Se vivemos em Espírito, andemos também em Espírito".
(Gálatas 5:24-25)
"Mas o fruto do Espírito é: amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fidelidade, mansidão, domínio próprio. Contra estas coisas não há lei".
(Gálatas 5:22-23)
Uns dos frutos do Espírito Santo, é o domínio próprio. Se existe domínio próprio, o que precisamos dominar?
As nossas vontades que não agradam a Deus!
O genuíno Evangelho nos ensina que devemos renunciar aquilo que é "prazeroso" para nossa carne, porém traz dano e morte espiritual para o nosso espírito, ou seja, separação de Deus, pois a Palavra morte significa separação.
Então chegamos a conclusão, que precisamos dominar dentro de nós certas vontades, e mortificar elas com oração, jejum e Palavra de Deus. Reflita em seus pensamentos, quais vontades que passa em sua cabeça que não agrada a Deus?
Essas vontades podem ser adultério, prostituição, pornografia, drogas, praticar coisas ilícitas, fofoca, contenda, pavio curto, falta de paciência, inimizades, etc.
Não seja escravo de suas paixões carnais, domine-se, o Evangelho se resume em renunciar as nossas vontades! Por isso o Evangelho é RENÚNCIA!
(DVS)
Natal, dia de lembrar da Revelação de um Mistério. Do Verbo de Deus que se fez Carne. Deus entregou seu Filho ao mundo. Jesus, viveu e morreu por nós. E você vai comemorar papai noel?? Valhei-me.
Na poesia, as Baleias são zeppelins oceânicos de carne, osso e dança. Dirigíveis oníricos sem função exata, senão a própria existência e expressão de vida ritmada, imensa e imersa.
Melhor que se prove a carne, pois só o espírito te acompanhará. Não perca, porém, o seu horizonte, senão até tua alma perecerá.
POEMA DE NATAL: E O VERBO SE FEZ CARNE
Ser, estar, ficar e permanecer, na Língua Portuguesa, são verbos de ligação. Expressam um estado permanente, transitório ou aparente e podem indicar uma mudança ou continuação de estado.
Ser, estar, permanecer, ficar, tornar-se, andar, parecer, virar, continuar, viver…
neste poema nos ajudam a entender e expressar o que é o Natal.
É sobre SER, ser pai, ser mãe, ser filho, ser amigo, ser irmão, ser família, e acolher, quem? Quem quiser, quem puder, quem vier .. Mas atentem-se é sobre SER e não TER.
É sobre ESTAR, estar aqui e agora, estarmos juntos e agradecer… por este lugar, por este momento, por esta oportunidade de união, de festa, de celebrar, de comer, de brindar e de cantar ,de sorrir, de rezar e até chorar, por que não?
E sobre estar, e não passar, passar é fluido, é instantâneo, pouco agrega e deixa vazios. Estar, é mais forte, exige escolhas, exige compromisso, requer presença.
É sobre FICAR, ficar alegre, ficar emocionado, ficar com saudade de quem não pode estar AQUI, mas está em outro lugar. A nos olhar, a nos esperar , a nos cuidar.
E ficar com vontade de que o tempo volte, de ver nossas crianças pequenas novamente a esperar pela chegada do Papai Noel, é sobre ficar um pouco com nossos, com aqueles que nem sempre podemos estar, é apreciar o que temos, o que somos e o que ainda podemos SER.
E sobre PERMANECER, permanecermos juntos, mais um ano, com fé, com esperança. É sobre tornar-se melhor, mudar, doar -se, ajudar, compartilhar, evoluir para fazer o nosso estar no mundo e fazer valer a pena.
É sobre continuar a viver, com todas as dificuldades e fazer de cada momento um evento especial.
Enfim, os verbos de ligação nos lembram do tempo em que o Verbo Divino nasceu entre nós. Natal é fazer a ligação acontecer, a ligação entre o divino e o terreno, pois foi para isso que o Menino Deus nasceu, e renascerá novamente neste noite.
E renascido, depende de nós, se será um estado permanente ou transitório, aparente ou verdadeiro.
Natal é sobre ser, estar, ficar e permanecer, em busca da presença divina em nós, assim é o Natal.
"O Espírito está pronto mas a carne é fraca"
- Se a carne é fraca
deve proteger-se da má conduta...
A carne sendo fraca ainda tem atributos
- A compaixão a esperança ...
"A carne é fraca" também é sua
identidade, diante do Eterno, o Aba Pai.
Não se engane porque o que semear na carne colherá corrupção! Entenda:
- De YHWH não se pode Zombar!
Aquele que combate um filho de
Deus, zomba Dele.
Os prazeres da carne são passageiros, os da mente perduram até a morte, e os da alma por toda eternidade.
A vida real é contato. Eu e você. Somos carne e osso, sim, mas também somos eletricidade. E, quando nos abraçamos e rimos, quando damos as mãos e discutimos, minhas partículas ficam com você e as suas, comigo. E talvez a gente fique junto pra sempre. Mas isso não pode acontecer se você se isolar. Isso só pode acontecer aqui, no mundo real.
“E acontecerá nos últimos dias, diz o Senhor, que derramarei do meu Espírito sobre toda a carne; e os vossos filhos e as vossas filhas profetizarão, os vossos mancebos terão visões, os vossos anciãos terão sonhos; e sobre os meus servos e sobre as minhas servas derramarei do meu Espírito naqueles dias, e eles profetizarão”. Atos 2.17,18
“Então me invocareis, e ireis e orareis a mim, e eu vos ouvirei. Buscar-me-eis, e me achareis, quando me buscardes de todo o vosso coração”. Jeremias 29.12,13
Que a Presença, Autoridade, Revestimento…a Unção do Deus Todo Poderoso se renove sobre a sua vida.
Te abençoo em nome do Pai, do Filho, e do Espírito Santo 🙌🏻🙌🏻
Paz seja convosco!!!
Em minha carne, crava-se o pecado,
mil agulhas costuram o eterno tormento.
Centenas de linhas percorrem minha pele flácida,
num último resplandecer de lágrimas tortuosas.
Recorro à purificação pelo fogo,
pelo rio sinuoso onde meu sangue se arrasta.
Já não basta um milagre—
é preciso uma liturgia profanada,
o silêncio ambíguo de algo taciturno,
mil preces mal proferidas,
um milhão de tufões soprando ao alento,
em busca do algoz.
Jaz o mal,
forjado por mil chibatadas e um milhão de brasas.
Conhecerás o caminho, talvez no ontem,
mas nunca no amanhã.
Conhecerás o sacrilégio, não por vontade,
mas pelo desejo da carne ao relento,
sob mil luares infinitos,
caindo ao desespero do próximo nascido.
Você, filho do diabo-homem, renascerá.
E ao abrir os olhos, sentirá o peso do primeiro suspiro,
como se sempre houvesse sido assim.
Como se jamais houvesse sido outro.
Como se o fogo fosse apenas a lembrança de algo inalcançável.
O salão enfeitado, riso ecoando no ar,
Brasa acesa, cheiro de carne, alegria sem par.
Será mais que festa, será comunhão,
Com cheiro de churrasco e oração.
Com mesa farta, mas também coração cheio,
De quem crê no milagre e no Caminho verdadeiro.
Ode aos que sente demais.
Salve, ó homem de carne viva,
cuja alma arde em silêncio,
que sangra beleza por dentro
e entrega controle por fora.
Tu que, mesmo exausto,
sustenta o mundo com um sorriso —
não por força,
mas por medo de ser largado
se um dia fraquejar.
Saúdo o teu caos meticuloso,
teu sarcasmo afiado como espada,
tua doçura escondida entre vírgulas,
como se amar demais
fosse algo a ser temido,
e não vivido.
Tu és templo de um menino antigo,
ainda descalço no coração,
que acredita, ainda,
que alguém pode amar sem pedir
que ele se encolha.
Ode à tua sensibilidade crua,
essa flor nascida no concreto da sobrevivência,
que tu protege com armaduras de aço
e olhares que dizem:
"não se aproxime demais."
Mas és feito para o toque.
Para o mergulho.
Para o tipo de amor que desorganiza,
que atravessa a fachada e encontra —
o real.
O inteiro.
O indomado.
E ainda que temas ser visto,
deixa-me dizer:
és lindo no avesso.
Lindo quando falha.
Lindo quando confessa:
“tenho medo de não ser suficiente.”
Pois tu és mais que suficiente.
És raro.
És poesia bruta,
carregando o mundo com mãos gentis,
esperando — talvez em segredo —
que alguém venha
e diga:
“Pode descansar agora.
Eu vi tudo.
E mesmo assim,
fiquei.”
