Carlos Drumond de Andrade Contagem do Tempo

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Ninguém vai ser perfeito o tempo todo. Mas nós crescemos e aprendemos com nossas imperfeições!

Não subestime o tempo das voltas, nem diminua a leveza nos passos. Todo caminho é começo.

O tempo voa
Quando se ama e nem notei a semana passar
A vida começou
No dia em que a gente se encontrou
E o tempo parou

O meu coração muda de ideia o tempo todo.
Você é a única ideia que ele insiste em não mudar.

A amizade é a única folha da vida que o vento não leva, a distância não separa e o tempo jamais consegue apagar.

Nós desperdiçamos tempo idealizando um amor perfeito, enquanto perdemos oportunidades de encontrar um imperfeito, mas que nos faça a pessoa mais feliz do mundo!

A saudade é algo que se perdeu no tempo, mas que vive eternamente dentro da gente.

Creio que, desde muito pequeno, minha infelicidade e, ao mesmo tempo, minha felicidade, foi não aceitar as coisas com facilidade. Não me bastava que explicassem ou afirmassem algo. Para mim, ao contrário, em cada palavra ou objeto começava um itinerário misterioso que às vezes me esclarecia e às vezes chegava a me estilhaçar.

Em suma, desde pequeno, minha relação com as palavras, com a escrita, não se diferencia de minha relação com o mundo no geral. Eu pareço ter nascido para não aceitar as coisas tal como me são dadas.

COBRANÇAS

O tempo passou e aprendi que não preciso implorar para que as pessoas me deem atenção. Eu percebi que, mesmo sentido falta, não poderia cobrar por algo que deveria ser espontâneo.

A gente cansa de tratar bem, de se esforçar e dar o máximo para que a outra pessoa se sinta feliz. A gente quer que o outro seja do jeito que somos, que ele faça conosco o que fazemos por ele. Resolvi não mais cobrar algo que deveria ser recíproco.

Assim como ela, deixei de mandar mensagens, das mais fofas e carinhosas até as mais simples. Parei de ligar, de ir à sua casa, pois vi que nada do que eu fazia era suficiente, nada lhe agradava.

Percebi que a importância que eu tinha quando a conheci já não é mais a mesma.
O tempo passou e aprendi que não preciso implorar para que as pessoas me deem atenção.

⁠A fotografia como ponte entre o tempo e a memória

A fotografia é mais do que um simples registro, é um portal entre o passado e o presente. Cada imagem carrega não apenas cores e formas, mas histórias, sentimentos e fragmentos de tempo que poderiam se perder na correria do dia a dia.

Através da minha lente, busco capturar a essência da minha cidade, os detalhes que muitas vezes passam despercebidos, mas que são a alma do nosso povo. É sobre tornar visível o que já faz parte de nós, ressignificar espaços, rostos e momentos.

Quando uma fotografia resgata uma lembrança, ela prova que o tempo pode ser revivido. E é assim que construímos nossa identidade: entre memórias que resistem e imagens que nos fazem sentir.

⁠O Tempo em Fragmentos

A fotografia é um fragmento do tempo, de um lugar, um momento que jamais será o mesmo, não com o mesmo tempo.
Ao visitar um lugar, lembre-se de que aquele tempo permanece vivo apenas na lembrança e fragmentado em fotografia.

Tudo muda: as águas não voltam, as nuvens não formarão a mesma figura, o soprar dos ventos altera as formas, as folhas se renovam e tudo se faz novo.
E, talvez, seja isso que acredito: o tempo fica fragmentado.

Mas, em cada fragmento, há uma parte do todo que nos transforma. A fotografia não é só memória, é um reflexo daquilo que não se vê à primeira vista, daquilo que se sente no silêncio entre o olhar e o gesto. Ela revela o que o olho não percebe no movimento da vida, guardando para sempre aquilo que, de outra forma, se perderia na vastidão do tempo.

⁠Tempo Fragmentado

A fotografia é poesia e canção, composta por sombra, luz, sentimentos e sensações.
Um momento que, em fração de segundos, congela um olhar no tempo eterno, para que não caia no esquecimento.

⁠Olhar que Ecoa no Tempo

A fotografia é o silêncio que fala do tempo, congelando o que escapa ao olhar e preservando o que a memória se recusa a perder. Um olhar que ecoa no tempo, ressoando o passado e eternizando o presente.

⁠Memórias Imortalizadas

A fotografia é um portal silencioso, onde o tempo se dobra e o instante é retido. Como um eco suave, ela resiste às marés da existência, conservando fragmentos do que fomos e do que ainda somos. Cada imagem capturada é uma memória que não se perde, um testemunho de uma realidade que se recusa a desaparecer.

Ela é a ponte entre o presente e o passado, permitindo que o olhar viaje para um tempo distante, onde as emoções, os cheiros e as cores ainda vibram. Ao revisitar essas imagens, somos transportados para um lugar onde a realidade se mistura com a lembrança, e o tempo parece parar, deixando-nos imersos em cada detalhe.

Mas é no eco da fotografia que encontramos sua verdadeira força. O tempo pode passar, as paisagens podem mudar, mas aquele momento, aquele olhar, jamais será esquecido. A fotografia carrega consigo a resistência de um eco que se repete, como uma melodia atemporal, lembrando-nos do que foi e do que sempre será parte de nós.

Em cada clique, a memória se eterniza. Não importa o quanto o mundo mude, os fragmentos do passado permanecem imortais, prontos para serem revisitados sempre que necessário, como um refúgio onde o tempo não ousa entrar.

⁠A Dor do Esquecimento

Lembro-me das conversas longas, daquelas em que o tempo não existia, onde as palavras fluíam como se cada uma fosse uma promessa, uma descoberta. O brilho no olhar, o interesse genuíno, como se cada frase minha fosse uma novidade que valia a pena ser ouvida. Havia uma admiração que preenchia o espaço, onde as horas se tornavam invisíveis e a presença se tornava tudo.

Era uma troca constante, um cuidado silencioso, onde a preocupação com o outro se via em gestos pequenos, mas imensos. Como foi seu dia? Como posso ser o seu colo quando o mundo se torna pesado? O outro se tornava parte de nós, um reflexo de amor e carinho que parecia eterno.

Mas então, algo foi se perdendo. O olhar já não brilha da mesma forma. As conversas se tornam vazias, as palavras se dissipam no ar, como se já não houvesse mais interesse, nem admiração. O que antes era constante, tornou-se silêncio. E o amor, que deveria ser vivo e pulsante, começa a cair no esquecimento. Será que caímos no abismo do esquecimento de quem realmente nos amou de verdade?

O que acontece quando a presença já não é sentida? Quando a ausência, que antes era apenas uma pausa necessária, se transforma em um vazio sem fim? Será que, ao longo do tempo, a memória do amor se apaga, como as lembranças de um sonho esquecido ao amanhecer?

O "tempo" é o melhor amigo;
de um grande amor perdido.

Você tem sempre que voltar atrás no tempo se quiser seguir em frente.

É tempo de ir em frente, caminhar passo a passo rumo ao nosso amanhã, de encontro ao nosso futuro.
Hoje é o dia em que podemos mudar a nossa história, reescrever a nossa vida, é o dia da grande mudança, da grande conquista, o dia em que podemos ser, fazer, vencer.
Não sabemos o que será de nós amanhã, mas hoje acordamos, levantamos e estamos vivos, por isso eu te chamo a olhar para o céu, agradecer a Deus a oportunidade de viver e fazer com que a sua vida valha a pena.
Não deixe para amanhã, seja feliz hoje, peça perdão hoje, viva hoje como se não houvesse amanhã.

“É errado pensar que o amor vem do companheirismo de longo tempo ou do cortejo perseverante. O amor é filho da afinidade espiritual e a menos que esta afinidade seja criada em um instante, ela não será criada em anos, ou mesmo em gerações.”

Faça sua parte, tudo acontece no seu tempo. Talvez o seu tempo não chegou ainda! E não se esqueça, quando você muda, as pessoas mudam ao seu redor!