Carlos Drumond de Andrade Contagem do Tempo
Por muito tempo, tenho lutado para sobreviver. E você... Seja o que for, você sempre encontra um motivo para viver.
(Joel)
Agora sei o quanto é bom esperar o tempo de Deus!
Vale a pena, a benção é maior e a alegria é em dobro.
Eu havia segurado meu choro por muito tempo, as lagrimas nunca mais tinham escorrido em meu rosto. Mas algo nesses últimos dias me tem feito deixá-las cair facilmente, quando menos espero… Elas estão ali, acompanhando cada curva do meu rosto, inundando cada pedaçinho da minha pele. De alguma forma, eu sinto que minhas lagrimas são sempre as mesmas, que já conhecem o traçado do meu rosto, e que minha pele às absorve pra que elas possam voltar a cair novamente. Sinto que elas não querem me deixar, me fazem companhia nos momentos em que preciso de consolo… Mas, quando algumas delas caem ao chão eu fico cada vez mais sozinha. Eu sei que elas também precisam achar novos caminhos, que nem elas são pra sempre em minha vida… E é nelas que eu encontro a minha força pra seguir em frente, pra que mesmo com elas caindo cada vez mais eu posso criar coragem e dizer que quero sim uma vida nova, que eu preciso mudar!
Eu não posso deixar que elas caiam todas de uma vez, e seja o que for que está me fazendo chorar agora… Escrevendo esse texto, vai parar, vai cessar, tenho certeza. Mesmo sabendo que de alguma forma eu sinto, eu sei, eu percebo o que é… Eu desejo que isso acabe, mas que acabe com calma, não que suma de repente, eu ainda quero um pouco disso pra min (:
Começou um novo tempo, pelo menos pra mim. Uma nova chance de fazer direito, por mais errado que pareça. Porque os olhos dos outros sempre enxergam diferente do que a gente sente. E tudo bem. Ninguém é obrigado a nos conhecer por dentro. Além disso, tem o que a gente é, a imagem que a gente passa e o que os outros concluem dela.
"Eu precisei de tempo pra perceber que nada seria como antes, que não existe um botão que faça nossas vidas serem como eram a tempos atrás. Não existe nenhum remédio, nenhum curativo que me deixe entorpecida. Não existe morfina que apague memórias."
Na vida você aprende com o tempo, que nem tudo pode ser perfeito, nem todas as verdades podem ser ditas, nem todas as pessoas são como você pensa que são, nada é de graça, tudo tem seu preço e seu valor, não se iluda, se você não tiver mais valor, irão te desprezar e te esquecer com toda certeza. dedique às pessoas o que cada uma merece, nem mais nem menos..
Todas as coisas que eu nunca disse, por tanto tempo, estão aqui, em meus olhos. Todos têm oceanos para sobrevoar, desde que você tenha coragem para fazer isso. É inconsequência? Talvez... Mas o que os sonhos sabem sobre limites?
Às vezes perdemos nosso tempo a nos doar a algumas pessoas que nem sabem valorizar nossa amizade ou simplesmente o nosso amor.
Ter maturidade é saber dar tempo ao tempo. É saber a hora certa de sair de cena. É ter inteligência emocional para agir com cautela, analisando todos os fatos sem julgamento. É aceitar que não se pode mudar o que está fora do seu alcance. É deixar o orgulho de lado e agir antes que a vida não te dê outra chance.
A verdadeira amizade é fruto de uma lealdade construída na transição do tempo, no compartilhar dos momentos marcantes, intensos, únicos e inesquecíveis. Amizades raras, conquistadas no cultivar de afetos de companheirismo, parceria e irmandade.
O Eco das Memórias
A fotografia é mais do que uma imagem estática. É um fragmento do tempo que ousou permanecer. Guardar uma memória revelada, é eternizar instantes que, de outra forma, escorreriam pelos dedos. Cada fotografia é uma história contada sem palavras, aberta a múltiplas interpretações, capaz de despertar lembranças e sentimentos únicos em quem a observa.
Mas a verdadeira narrativa, aquela que pulsa por trás da imagem, só pode ser desvelada pelo olhar que a capturou. Porque é nesse olhar que vive o instante exato em que a luz, o silêncio e a emoção se encontraram para formar um eco no tempo, um eco que resiste, que fala, que permanece.
Fotografar é mais do que registrar: é transformar momentos em eternidade e silêncios em memórias que nunca se calam.
Tempo e Memória em Uma Imagem
A fotografia é uma máquina do tempo silenciosa. Cada clique captura não apenas uma cena, mas a memória de um instante, congelando emoções, gestos e atmosferas que jamais voltam a se repetir.
Tecnicamente, o fotógrafo precisa estar atento à composição, à luz e aos detalhes que carregam significado. Mas a verdadeira força da imagem está na capacidade de transmitir história, sentimento e lembrança, conectando o passado ao presente de quem observa.
Ao olhar para uma fotografia, revisitamos momentos que marcaram nossa vida, seja pela beleza, pela emoção ou pelo simples registro do cotidiano. Cada imagem é um portal que nos permite reviver sensações, perceber nuances que passaram despercebidas e sentir a intensidade do instante novamente.
A fotografia, quando feita com sensibilidade, transforma tempo em memória e memória em sentimento, tornando cada registro um legado único da vida que se desenrola diante das lentes.
Espontaneidade: A Alma da Imagem
Autoral: Jorgeane Borges
Fragmentos que Ecoam
Há instantes que o tempo não leva.
Eles permanecem, suspensos,
como se aguardassem o toque de um olhar
para voltarem a existir.
Não é sobre a imagem em si.
É sobre quem escolheu parar,
sentir, priorizar e preservar um pedaço do mundo.
Sobre quem decidiu que aquele segundo
não poderia se perder no esquecimento.
Cada fotografia é uma ponte:
não liga apenas o passado ao presente,
mas reconecta o coração
às sensações que moldaram quem somos.
No fim, não é sobre a foto,
mas sobre o ato de lembrar.
Sobre guardar, dentro de si,
as marcas invisíveis das emoções
que insistem em ecoar.
Bonito é não esconder a idade e nem as marcas do tempo! Deixar resplandecer as fases da vida e a experiência adquirida com ela.
Eu sempre pensei em Natal como um tempo bom. Um bem, perdão, generosidade, época agradável. Uma época em que os homens e mulheres parecem abrir os corações deles espontaneamente, e assim eu digo, Deus abençoe o Natal!
Meu coração dói. Devido a possível perda da única pessoa que o constrói, ao mesmo tempo que destrói e me corrói a dor de sua partida repentina, inesperada, indesejada, dolorosa.
Sei analisar a vida dos outros como uma facilidade incrível. Porem nem tenho tempo para se quer olhar no que se transformou a minha.
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