Carlos Drumond de Andrade Contagem do Tempo
Sou espiritualista, religião é meu ser, busco agregar doutrinas que eleva o espírito só assim nós tornamos seres com sabedoria, empatia e racionalidade .
Ateu, cristão, evangélico, etc são rótulos criados pelo sistema, assim podemos vê-los em lugares nas prateleiras e assim observá-los melhor antes de comprar suas ideologias.
Idiotas acreditam que somos uma sociedade mas a onde se viu o sócio minoritário ganhar mais que o majoritário utopia é tudo inverso como as mentiras e falsidades.
Tudo que diz o religioso é inútil, pois o melhor professor é a atitude e seu exemplo.
Nada que dizem confirmam, e de forma contrária afirmam mediante seus atos.
Concerta a ti mesmo,esse é o principio de toda sabedoria,escuta critica negativa e use positivamente.
Não EXISTE felicidade PLENA,a vida é feita de coisas boas e ruins,altos e baixos, como ensina os orientais com o YIN e YANG somos as duas coisas e somos o bem e o mal,certos e errados e tudo mais o que quiserem ser,felicidade é ter sabedoria de fazer acontecer.
Pleno é infinito se ficarmos tristes é na ausência da felicidade,e se HOUVESSE felicidade INFINITA, não haveria tristeza,convenhamos que tanto se alegrar ou entristecer faz parte do crescimento espiritual de todos,despertos ou não.
Por mais que falemos expondo fatos mostrando racionalidade não vai mudar as cabeças presas,o primeiro indício de que alguém quer se liberta é quando ela dá os passos em direção a luz do CONHECIMENTO da verdade que é cristalina.
As vezes a facilidade é o único recurso que buscam os de mal caráter e fracos de honra e moral, tais indivíduos que perpetuam o STATUS QUO.
O excesso da aplicação do senso crítico no que pensamos ser a “verdade” nem sempre é de fato a verdade. Este instrumento, quando usado sem uma devida flexibilização, pode fazer de nós um dos piores ignorantes. A ignorância não é apenas pelo não saber , mas ,também, quando vivemos na ignorância por sermos irredutíveis a novas formas de pensamentos pelo que julgamos coerente. A inteligência, em muita das vezes, sobrepõe mais ao ouvir do que quando ousamos falar.
Antes de julgarmos o outro pelo nosso senso crítico temos que pensar se não estamos sendo ignorantes pela nossa rigidez em imaginar que o nosso conhecimento se aplica a tudo e a todos. Pois, quando agimos assim- na ignorância da rigidez- somos incapazes de tentar compreender as nossas próprias limitações humanas e por consequência a do próximo.
“Será que estou exercendo o meu senso crítico em relação ao outro pautado em uma flexibilização humana, ou será que estou sendo apenas maçante, enfadonho e monótono?”
“A minha crítica sobre o outro será que é apenas uma necessidade de tentar mostrar uma opinião sobre determinado tema, ou será que o meu senso crítico tem o poder de fazer com que o outro reflita por novos horizontes?”
“Ao dizer que o outro é ignorante por falta de conhecimento, será que não estou sendo, eu, ignorante pela rigidez de achar dominar determinado assunto?”
Nós, seres humanos, seremos sempre um processo de continuidade, nunca seremos absolutos. Portanto, ao exercermos o nosso senso crítico sobre o outro é preciso termos a humildade em crescermos a partir do nosso julgamento. Toda vez que tentamos exercer o nosso julgamento sobre o outro, sob o enfoque de ostentar competitividade e conhecimentos, estaremos sendo apenas um arrogante e maçante.
A nossa capacidade de senso crítico, sobre o outro, não convém ser guiada pela superioridade, sob o risco de sermos unicamente mais um moralista e impertinente.
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