Carlos Drumond de Andrade Contagem do Tempo
Ser feliz é interagir todos os dias com o nosso verdadeiro potencial, seja na arte ou fora dela, e na maior parte do tempo possível.
Age imparcialmente, feito um rolo compressor cego que segue frio, ritmado e com precisão a cada segundo: O Tempo
Sou produto de tudo que vi, ouvi, senti, pensei, falei e mais, do que refleti e questionei disso. Não retiraria nada do meu passado por receio de gerar desvios que alterariam meu aprendizado atual.
Percebendo o tempo que o tempo não tem,
o mesmo tempo que se perdeu no tempo,
se achando, de tempos em tempos também.
A ligação forte de uma amizade real, que vence o tempo e as distâncias, é bem representada nas árvores antigas que, pelas raízes profundas e longas, encontram-se bem abaixo da terra e se entrelaçam firmemente.
Nos curamos com a percepção no tempo, não endurecendo a alma e sendo reativos, mas não ficando permissivos e não criando expectativas em cativeiros floridos.
A verdadeira força é algo que difere das imagens mentais que temos dela.
Geramos toneladas de lixo por causa da nossa imperdoável preguiça e a justificativa infantil e falsa numa falta de tempo em produzir nossas refeições que representa apenas mais uma das nossas desorganizações diárias.
O tempo não cura feridas, ele nos dá condições e ferramentas para fechá-las, mesmo que provisoriamente.
Se cada um de nós estivesse focado em seu projeto pessoal de aperfeiçoamento e evolução não teriamos tempo e nem interesse em focar no julgamento de nada e de ninguém.
Quem reclama não usa seu tempo para encontrar uma solução, se ocupa com o vitimismo e caminha para o despenhadeiro sem fim, onde vê outros em eterna queda e acha normal.
Sou como o TEMPO, sigo em frente, indiferente e independente de opiniões, ataques ou mesmo defesas sobre mim.
A ARTE é expressão usando técnicas simples ou sofisticadas. É começar e não ver a hora passar e não sentir fome ou sede pq está completo nela.
Durante toda a minha vida, pensei que a história terminava quando o herói e a heroína ficavam juntos, em segurança - afinal, o que é bom o suficiente para Jane Austen deveria ser bom o suficiente para qualquer um. Mas é mentira. A história está só começando, e todo dia será uma nova peça do enredo.
Não me move, meu Deus, para querer-te
O céu que me hás um dia prometido:
E nem me move o inferno tão temido
Para deixar por isso de ofender-te.
Tu me moves, Senhor, move-me o ver-te
Cravado nessa cruz e escarnecido.
Move-me no teu corpo tão ferido
Ver o suor de agonia que ele verte.
Moves-me ao teu amor de tal maneira,
Que a não haver o céu, ainda te amara
E a não haver o inferno te temera.
Nada me tens que dar porque te queira;
Que se o que ouso esperar não esperara,
O mesmo que te quero te quisera.
Talvez haja algum instinto secreto nos livros que os leve a seus leitores perfeitos. Se isso fosse verdade, seria encantador.
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