Caráter de uma Pessoa
Deus vê o caráter de todos; eu vejo o de todos, exceto o meu.
Viva de tal maneira que o caráter de Cristo seja a evidência mais clara de quem governa o seu coração.
Quando o caráter de Cristo é evidente na vida de alguém, os acusadores não encontram fundamento na verdade; por isso, recorrem ao falso testemunho na tentativa de manchar sua história.
Uma igreja que celebra o talento acima do caráter confunde o palco com o altar. O verdadeiro poder da comunidade cristã não reside nas habilidades naturais que exibimos, mas na transformação sobrenatural do nosso coração.
O que te faz ser único e insubstituível é seu carater e como voçe se apresenta diante dos fatos sejam eles bons ou ruins,a forma com que você lida com estes fatos revela que tipo de energia contém em ti e é justamente esta energia que sera responsavel pelo desfecho e não o que lhe foi apresentado.
A Morte do Caráter
O caráter adoeceu em silêncio,
foi perdendo a voz nas esquinas do interesse, trocou a espinha por atalhos e aprendeu a sorrir com dentes emprestados.
Enterraram princípios como quem varre poeira, cobriram a verdade com tapetes caros, e a honra virou um objeto antigo guardado num quarto que ninguém visita.
Hoje o caráter é lembrança em retrato amarelado, uma árvore cortada que ainda insiste em sombra, morreu de pequenas concessões diárias
— não por um golpe, mas por abandono
O caráter morreu como uma casa abandonada, onde as paredes ainda estão de pé, mas o eco da verdade já não mora; foi enterrado sob aplausos falsos, qual uma moeda enferrujada no fundo do bolso, esquecida pelo valor e lembrada apenas pelo barulho; e hoje caminha entre nós feito um espelho quebrado, refletindo rostos inteiros em fragmentos convenientes, enquanto a consciência aprende a sobreviver sem se olhar.
Virtudes nunca se prescrevem; como a gratidão, são marcas indeléveis do caráter que dignificam o ser humano em qualquer tempo.
Roberto Ikeda
Nova pangeia diante do inevitável feudalismo digital.
O materialismo transforma o carater e transforma o ser num abismo de solidão pois que não é copia so é puro existencialismo.
A futilidades e ostentação são expostos pela luxúria.
O pensar livre ao meio do conservalismo e o acúmulo das direita e esquerta e disfunção conectiva.
Frutos da alienação e seus alienadores.
Voltamos a época que conquistar uma mulher e puxar pelos cabelos e jogar dentro da caverna.
Aonde os animais feroz eram os topo da cadeia alimentar. Os político..
Suas maquetes de sombras.
Quem tem caráter, engraxa até sapatos do outro lado do oceano; quem não tem, lambe botas.
Há uma diferença muito brutal entre servir e se submeter.
Entre trabalhar e se vender.
Entre a dignidade e a adoração ao poder.
Muita gente confunde humildade com servidão.
Mas não existe desonra alguma no trabalho honesto — mesmo no mais simples, no mais pesado, no mais invisível.
Um homem pode cruzar até oceanos para limpar chão, carregar caixas ou engraxar sapatos, e ainda assim carregar consigo algo que dinheiro nenhum compra: honra.
Porque o valor de alguém não está no tipo de trabalho que realiza, mas na integridade com que vive.
O verdadeiro patriota não é aquele que vive discursando sobre a pátria enquanto despreza o próprio povo.
É aquele que, onde estiver, leva consigo seus princípios, sua ética e sua disposição de construir a vida sem parasitar ninguém.
Às vezes, amar o próprio país significa justamente sair dele para sobreviver ou lutar pelos outros sem perder a alma.
Indigno não é o trabalhador que serve, mas aquele que rasteja por conveniência.
Quem troca consciência por privilégios.
Quem se ajoelha diante de políticos, autoridades, empresários ou ideologias, esperando migalhas de poder.
Engraxar sapatos exige esforço; lamber botas exige ausência de caráter.
Há mais grandeza em mãos cansadas pelo trabalho do que em discursos vazios de quem vive bajulando poderosos.
Porque o trabalho pode curvar a coluna por algumas horas, mas a submissão voluntária corrói a alma inteira.
No fim, o oceano não separa o homem digno da sua terra.
O que realmente afasta alguém de suas raízes é abandonar os próprios valores.
E quem mantém a dignidade intacta, mesmo longe de casa, continua sendo muito mais patriota do que muitos que vivem perto da bandeira, mas ajoelhados diante do poder.
Às vezes, um mau-caráter escondido sob a segunda pele do Estado urina fora do penico só para confrontar os apaixonados.
Há quem se encante mais pela farda do que pelo caráter de quem a veste.
São os Apaixonados.
Como se o segundo tecido pudesse conferir virtudes que a consciência sob o primeiro nunca cultivou.
Mas a história insiste em lembrar que símbolos não santificam pessoas.
Farda, toga, jaleco, gravata ou mandato são apenas vestimentas institucionais.
Elas identificam funções, não certificam idoneidade.
O respeito que inspira nasce da missão que representa, mas a honra depende exclusivamente de quem as veste.
Quando alguém investido de autoridade age por vaidade, arrogância ou provocação, não desonra apenas a si mesmo.
Fere a credibilidade da instituição que deveria servir e proteger.
E, paradoxalmente, oferece munição aos igualmente apaixonados que confundem o desvio individual com a falência de toda uma corporação.
É justamente aí que mora o perigo: uns transformam a exceção em regra; outros, apaixonados pelo símbolo, recusam-se a enxergar a falha evidente.
Nem a Idolatria, nem a Generalização fazem justiça à verdade.
Instituições fortes não precisam de defensores cegos, mas de cidadãos lúcidos.
A crítica honesta fortalece; a omissão corrói.
O verdadeiro compromisso com o Estado não está em passar pano para maus agentes, mas em preservar os valores e princípios que justificam a existência da própria autoridade.
Porque, em tempos em que a farda já não basta como certificado de integridade, talvez a pergunta mais importante seja esta: quem merece respeito — a roupa que veste ou a conduta que demonstra?
Que a paz alicerçada no ódio dos que espalham o caos jamais alcance os espíritos de bom caráter! Amém!
Que a paz alicerçada no ódio dos que espalham o caos jamais alcance os espíritos de bom caráter!
Amém!
Há uma paz descaradamente oferecida que não nasce do amor, mas da dominação e da chantagem.
Uma paz forjada no silêncio imposto, na intimidação disfarçada de ordem, e no medo travestido de harmonia.
É a paz dos que espalham o caos, mas se dizem pacificadores — dos que confundem obediência com virtude e opressão com estabilidade.
O verdadeiro espírito de bom caráter não se acomoda diante dessa farsa.
Ele sabe que a paz construída sobre as amarras invisíveis do ódio é apenas uma pausa entre violências, um disfarce temporário do desequilíbrio moral.
Que essa falsa paz jamais encontre morada nos corações íntegros, nos Espíritos de bom caráter, pois onde habita o amor pela justiça, o ódio não se cria.
Que jamais sejamos seduzidos pela calmaria ardilosa dos covardes, e que nossa serenidade continue sendo fruto da consciência da Liberdade de Pensar por conta própria, não da submissão e da chantagem.
Amém!
