Caos
Nas fronteiras do conhecimento somos o caos caótico absoluto que predomina os alienígenas que somos nos diante os deuses místicos do feudalismo digital.
O Eco do Caos e o Arco do Tempo
A evolução é som e sinal que se propagam pelos astros; o mundo grita para o universo. Seríamos nós servos dos sons que ouvimos, ou reduzimos a imensidão desse conceito a algo corriqueiro, disperso em qualquer lugar? Dentro do ambiente social, ainda somos marcados pela sonoridade — que, na verdade, é a própria luz propagando-se pelo espaço. Paradoxalmente, vivemos na escuridão.
No entanto, a verdade é que lampejos de vida transmutam o tempo e o espaço. Somos capazes de mudar diante das adversidades do caos. Compreendemos que o tempo pode fazer o espaço comprimir e esticar, dependendo do caminho percorrido. O tempo torna-se o efeito de um paradoxo, pois atravessa até as linhas da imaginação: o tempo aqui jamais será o mesmo tempo de um lugar distante.
A causalidade que pensamos dominar pode já ter se tornado passado; afinal, o que foi escrito, lá está, consolidado. O futuro, por sua vez, permanece como um arco de possibilidades. Diante disso, quando olhamos para trás, vislumbramos um leque de futuros que poderiam ter sido, ou apenas contemplamos o presente?
Toda ação precisa de uma reação, independente do estado da matéria. As verdades que enxergamos são apenas a linha da continuação. Pois até o som pode se tornar eterno, deflagrado na imensidão, até que sua constante seja ampliada ao infinito ou reduzida a quase nada.A luz parada no tempo sendo sentelha da vida na sua plenitude como podemos viajar ou imaginar essa vida se expressando no exato momento da criação. Pois nada mais belo que flutuar nas fronteiras da existência ainda reflir o que somos diante o somos.
Ver no absoluto caos possibilidades e oportunidades é extremamente exclusivo para poucos.
Na dor vemos a vitória e resiliência perpétua.
Quando compreendemos o que vivemos e maravilhoso e único pois é ignorância te leva a derrota maior que possa existir.
Antropria é calor e intempéries da sociedade....
O caos predomina entre as chuvas decorrentes da intempéries da decorrência do algoz leviano.
Pelos quais sois o futuro.
Divindade do desequilíbrio... para os quais espera se esconde de tanta crueldade....
Repentinas nas virtudes do tempo temos um remédio?
Claro seria tardia?
Pois é real vivência do mar seco do sertão...
Ares quentes mares de contraste somos a decepção dos antigos...
Na esperança o caos reina ate que ansiedade seja um percentual absurdo da mente vazia...
A esperança é o fado da tristeza.
No final apenas olhares sejam o abismo...
Tantos problemas se tornam instante insanos pois nada tem importância...
A falta de perspectiva o horizonte é tão profundo.
Marcas das almas dilacerada por tantas pessoas e situações negativas que tudo está bem ate que tudo seja apenas um ponto na escuridão.
Metálico dos três problemas...
O origem se desdém.
Fatos que são expostos por caos e loucuras...
Ser insensato pois ar torna difícil de respirar...
Nos moldes de realidade somos o de repente...
Na força a fogueira de ignorância...
Num estado inerte no apogeu da viajem espacial...
Mochileiros galáticos,
Num suposto telema
apenas a escuridão os ruídos do metal.
Damos livre-arbítrio o que seria interessante...
A guerra é simplicidade uma nuvem de interesse...
As dores estão ligadas ao respeito e determinação da existência.
A evolução humana é notória no esforço...
Somos intrigados na evolução...
espiritual, No fardo, a clareza sobre olhares,
E até essência prelúdio da postura do capitalismo.
A calma e desequilíbrio das dúvidas são a resiliência exposta.
Escravos das próprias convicções.
Aurato do próprio caos,
O corvo preso na gaiola do sistema...
O pássaro não foi feito para viver preso na gaiola, a. Antológica é apologia ao sistema de alienação social.
O linear é julgo das próprias convicções.
Ratos da estrema direita
exploradores do caos
Ratos é uma ofensa aos *Ratos*.
Sejam quebradas as regras libertem a Ratazana...
A ratazana está de tornozeleira eletrônica e vive indo ao hospital...
Ratos devem se pegos por ratoeiras eletrônica e colocados num esquema de alimentação pública...
A ratazana foi pega com joias agora so come comida de casa as tripas se enrola depois da facada.
O ninho de ratos tenta liberta a ratazana...
Agora seus filhos tentam ficar mais ricos com queijos da Suíça...
Somos máquinas de carne metáforas de caos que predomina num mundo caótico que mesmo que sejamos cegos... num caminho distante da evolução existencial somos metáforas do fomos no passado.
Hoje em dia conflitos sociais e existencial atravessa nossos pensamentos fragmentos fragis de uma predominância que rasteja em nossas emoções.... somos imagens nas deepfakes e resenha de fakes news são reunidas no labirinto da tecnologia.
Nos deixando caótico nas sombras da existência social no labirinto de ideias falsas de uma relação humana digitalizada como máquinas servis a um mundo complexo cheio de paradigmas.
As máquinas de carne ainda tem vida própria.
Caminhamos no próprio caos...
Na ilha que habitamos o sonho apenas mergulha no oceano de vaidades....
Somos máquinas dos fatos dominam nossas mentes...
Dentro das crônicas a inteligência artificial é o espelho negro da existência contemporânea, homens Dentro do mundo digital servido a outros homens,
A ilha tem contraste de solidão e incompreensão e resiliência daqueles que ousam ser crítico num silêncio da alienação.
Você manda no meu silêncio e governa o meu caos, cada batida do meu coração é apenas o eco da sua vontade me chamando para você.
_Enzo Ruchell_
