Cantico dos Canticos do Rei Salomao
O mundo inteiro pertence a grupos secretos e poderosos que estão querendo dizimar o mundo. Que distopia...
EU QUERO VIVER
E não quero tudo da vida;
Só quero o que mereço;
Eu não quero pagar o preço;
De uma alma obcecada;
Se da vida não levarei nada;
De riquezas ou bens de valor;
O que eu quero da vida é amor;
E o direito de amar também.
Eu quero acordar sonhando;
Aquele sonho tão lindo;
E assim me pegar sorrindo;
Por ver toda minha família;
Sentada a mesa em partilha;
Não somente do pão;
Mas de tudo o que o coração;
Externa nos olhos da gente;
Eu quero a lucidez do lúdico;
Viver plantando a semente;
Não quero a colheita urgente;
Eu quero aproveitar o caminho;
Pois sei que não estou sozinho;
Carrego uma Luz comigo;
Que Guia e Ilumina o sentido;
Desse meu caminhar constante;
Eu quero viver o agora;
Eu quero dar tempo ao tempo;
Eu quero eternizar momentos;
Na mente e no coração;
Quero transmitir a emoção;
De viver esta vida bela;
E cantar bem alto e a capela;
Eu vim, vivi e venci! Gratidão!!!
Um homem humilde, oriundo do interior, nascido em uma família desprovida de recursos, casou-se uma única vez e tratou sua esposa como uma rainha ao longo de toda a vida.
Dessa união, nasceram filhos aos quais dedicou cuidados, proporcionando-lhes uma base sólida para sua origem humilde.
Esses filhos, por sua vez, presentearam-no com lindos netos, motivo pelo qual ele se mostrava profundamente grato.
Durante sua vida, permaneceu empregado, subordinado a um único patrão. Nunca faltou um dia de serviço.
Ano após ano, adquiriu bens à vista e manteve suas contas em dia, nunca contraindo dívidas e tampouco permitindo que outros lhe devessem.
Embora o dinheiro fosse escasso, ele o administrava com sabedoria, respeitando sempre os princípios de dignidade e ética. Nunca se intrometeu nos assuntos alheios.
Demonstrando uma postura pacífica, jamais se envolveu em conflitos, sendo querido por amigos e cercado pelo afeto de sua família. Sua vida transcorreu de maneira simples e humilde.
Contudo, um revés ocorreu quando uma doença maligna o consumiu impiedosamente, levando-o à morte.
* Na visão do autor, a moral da história reside na compreensão de que a doença não representa uma punição divina, desvinculando-se das ações boas ou más praticadas ao longo da vida.
Na Vertical da Existência: Uma Jornada pelo Rapel da Vida
A prática do rapel, escalando montes e descendo pedras, transcende a aventura física; é, acima de tudo, uma jornada de reflexão sobre a própria vida.
Nesse percurso desafiador, aprendemos a lançar um olhar retrospectivo, identificando erros, celebrando acertos, valorizando cada experiência significativa, e, com esse aprendizado, seguimos adiante com mais sabedoria.
Desbravar caminhos, testar vias, saber improvisar quando necessário, estar imerso na imensidão da natureza, transcende o mero desafio físico: é uma exploração estoica da vida.
Assim como enfrentamos as alturas das montanhas, enfrentamos as alturas de nossos próprios desafios. Conectamos passado, presente e futuro nas cordas que nos sustentam, pois, ao encarar o desconhecido de frente, descobrimos que a verdadeira recompensa está na própria jornada.
Nos erros, encontramos oportunidades de crescer; nos acertos, celebramos nossa resiliência. Na fusão entre o ontem, o hoje e o amanhã, perpetuamos a busca constante por superação, equilíbrio e autenticidade.
Assim como nos desafios do rapel, encaramos os altos e baixos da existência com coragem e determinação. Cada descida é um lembrete de que, assim como dominamos as rochas, podemos moldar nosso destino.
Se fosse possível
Se fosse possível, mudaria nada outra vez ,
repetiria tudo que não aconteceu,
Me banharia da chuva seca de escassez,
Admitiria o fracasso dos sonhos teus
Mergulharia profundo na sensibilidade raza de sua existência
Como quem crê na sabedoria retrógrada de aparente excelência
Militaria voraz a constância singular de suas imprevisíveis ideias
Eu seria o que jamais fui,
mas o que sempre sonhei,
não para mim,
mas para a geração que hoje não pode voltar
Me oferecem um futuro breve .
Devo aceitar?
Sinalizam um afeto sincero,
Devo me acomodar?
De todas as coisas bonitas que falou, acredito no vagueio do seu olhar
Que assim como um rio calmo e despretensioso operando a normalidade ,
Não se perde de vista sua real necessidade
De caminhar firme sobre estratégias sinuosas
Cumprindo o rito de sua missão imperiosa
Abrindo passagem em meio a concretos de desilusão.
Como um grande castelo de areia moldado sem mãos
Posso abster quando outra vez me indagar
Meu nome mudou agora me chamo mar
O sucesso do casamento não se mede pelo tempo de cônjuge, mas sim pelo caminho traçado para seus filhos.
Querido...
Nós fomos algo.
Nossas ideias não habitarão o mesmo espaço, nosso corpo e o ressentimento um do outro não irão se encontrar mais pelos corredores e o silêncio será um pouco maior do que era.
É o universo finalizando nossa trajetória de vez. Minhas mãos vão se esquecer do formato das tuas mãos e meus olhos irão esquecer e se acostumar com a impossibilidade de te enxergar perto de mim.
Te deixarei de lado, em qualquer lugar em que eu não volte para te encontrar outra vez. Não vamos ter mais atritos com nossas divergências, elas ser quer vão coexistir e pela falta de atenção que daremos a elas, todas irão desaparecer com o tempo.
É o nosso corpo finalizando o que fomos.
Não vou contar de você aqui não vou dizer que eu gostei muito de ter te conhecido e que faria tudo outra vez. Não vou contar que o lugar em que meu amor mora aqui dentro é mais bonito depois de você... Não meu bem. Não vou falar sobre nós.
Porque falar sobre nós é tentar resgatar algo que se perdeu no oceano é tentar explicar Deus para um cético, é ver primavera se tornar outono. Como que por respeito aos finais definitivos, você não me trará mais amores, eu não te entregarei mais textos feitos a mão como essa aqui.
Muitas vezes o Neutro é ponto de partida!
Lembrem-se que ser resiliente é saber também respeitar a velocidade do seu corpo para responder aos desafios da vida e nunca esquecer que o ZERO é elemento inicial de uma sequência ininterrupta de Vitórias!
Ante ao teu silêncio audível
Abarquei-me de tudo aquilo que
Já era repugnante para mim
Distanciei-me
Amei-me.
vts-24/05/25
Quando o homem consegue transformar sopro e luz em palavras eternas, certamente teremos um livro de tirar o fôlego.
Hoje, o tempo se esgotou e você acompanhou esse fluxo passageiro. Hoje, o que antes tinha tanto valor para você já não existe mais, e a intensidade que iluminava a sua vida parece ter desaparecido. Para você, este dia se resume apenas a um momento isolado, sem significados adicionais ou esperanças para o amanhã.
Cuide do Seu Jardim
A saúde é um jardim silencioso,
que floresce quando há cuidado,
e murcha na ausência de amor.
Cada escolha é uma semente,
cada gesto, uma gota de água,
cada pensamento, um raio de sol.
Não esconda sua dor atrás da cortina do medo.
Não espere a tempestade para buscar abrigo.
Procure ajuda, ouça seu corpo,
cuide com carinho do que é seu.
Não existe riqueza que compre a saúde perdida,
não há tesouro que troque um coração tranquilo.
Valorize seu hoje,
plante com amor o seu agora,
e amanhã seu jardim será forte,
vivo, e cheio de flores.
Porque a verdadeira vitória
é acordar em paz dentro de si mesmo.
Valorize Sua Saúde
Valorize sua saúde.
Toda dor começa com a falta de amor —
amor pelo seu corpo,
pela sua alimentação,
pela sua mente.
Ficou atrás de uma cortina de medo,
ficou na defensiva,
quando apenas deveria ter procurado ajuda.
Tomou medicamentos por conta própria,
ignorou orientações,
desviou para o caminho mais fácil,
e não conseguiu evitar a queda.
Agora sente dores,
e não há dinheiro que possa fazer voltar o que se perdeu.
Dinheiro é bom,
mas não compra a saúde.
Quando ela se vai,
será difícil reconquistá-la.
Nunca se esqueça do amanhã:
cuide hoje,
para ter uma boa saúde amanhã.
