Cantico dos Canticos do Rei Salomao
Dizem que ao fazer a travessia, escuta-se uma canção. Uma que todos guardamos na memória. Você fica imerso numa luz mais inebriante do que qualquer sensação da Terra-média.
Dizem que o vinho da vitória é mais doce para aqueles que amargaram os piores desafios.
O mal não dorme. Ele aguarda. E, assim que baixarmos a guarda, ele nos cega.
Incluir um aluno autista no ensino regular é abrir as portas para um mundo de perspectivas únicas, enriquecendo o aprendizado com a beleza da diversidade cognitiva.
A escola é um pilar vital na sociedade, servindo não só como um centro de aprendizado, mas também como um espaço onde se cultivam valores essenciais, preparando as futuras gerações para o respeito mútuo, a apreciação da diversidade e o exercício ativo da cidadania.
Falamos, falamos, falamos. E mesmo assim faltou dizer tanta coisa. E escutar também. Ela nunca disse que me amava. Jamais ouvi de seus lindos lábios a sentença que pronunciei
algumas vezes.
O professor Benjamim Schianberg, o homem que dizia ocupar-se das “fezes da alma”, escreveu que nos alimentamos tanto do bem quanto do mórbido. No meio disso, ele assunta,
existe a poesia.
“Uma reserva de sonho contra tudo o que não é doce, sutil ou sereno. É o mais próximo da felicidade que podemos experimentar, sustenta Schianberg. Não sei que nome você daria a isso. Bem, não importa muito, chame do que quiser. Eu chamo de amor.”
“Queremos o que não podemos ter, diz o professor Schianberg, o mais obscuro dos filósofos do amor. É normal, saudável. O que diferencia uma pessoa de outra, ele acrescenta, é o quanto cada um quer o que não pode ter. Nossa ração de poeira das estrelas.”
