Cantar o Amor

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Essa é a história da primeira e última vez que amei e me apaixonei de verdade pela linda, complicada e fascinante mulher que habita minha alma.
Eu tenho certeza que ainda ocupo parte de seus pensamentos, mas poderá chegar um dia em que encontre outro alguém que ocupe esse pensamento inteiramente. Então, eu vou dizer isso enquanto ainda dá tempo.
Se a gente estiver junto ou não, você sempre vai ser a mulher da minha vida.
O único homem que eu vou sempre invejar vai ser aquele que tiver o seu coração.
Porque eu sempre acreditarei que é meu destino ser esse homem.
Se a gente nunca se ver, ou nunca mais se falar de novo, e você estiver por aí andando e sentindo uma certa presença ao seu lado, serei eu, te amando, aonde quer que eu esteja.

O amor não é de palavrinhas ridículas.
O amor é de grandes atitudes.
O amor é sobre aviões levando faixas sobre estádios.
Propostas em telões. Palavras gigantes escritas no céu.
O amor é ir mais além, mesmo que doa, deixando tudo para trás.
Amor é encontrar uma coragem dentro de si que você nem sabia que tinha.

Alguns dias com ela eram doloridos, mas as horas sem ela eram muito piores.

Às vezes, eu me sinto como se estivesse preso em uma roda-gigante. Em um minuto, estou no topo do mundo. No seguinte, no fundo do poço.

Quando eu começo a gostar de você, você vai embora.

Não, ela me acertou bem onde mais doía. Bem no meu amor-próprio.

Um Amor para Recordar

Nota: Autoria não confirmada

“Mulher é feito flor. Se você quer ter o privilégio de tê-la linda e delicada, enfeitar sua vida, sentir seu cheiro bom, tem que cuidar. Tem que regar. Caso contrário, ela morre.”

Às vezes o que a gente mais quer, não acontece. E algumas vezes o que não se espera, acontece.

O destino é uma ponte que você constrói até a pessoa amada.

Quando uma pessoa desiste de um relacionamento, não há nada que você possa fazer para segurá-la.

- Para mim, a ironia é um insulto disfarçado com um sorriso.
- Não, a ironia são duas verdades contraditórias, que unidas formam uma nova verdade.

Eu só quero que você saiba que eu te amo e que eu não mudaria nada em você.

⁠Você pode odiar as suas falhas, mas são essas coisas que eu acho especial em você.

“E que você descubra que rir é bom. Mas que rir de tudo, é desespero.”

Estou me afastando.
Afinal, quanto mais te conheço, mais te amo.

Uma vida sem verão é como um ano sem amor.

Na hora de cantar todo mundo enche o peito nas boates, levanta os braços, sorri e dispara: "eu sou de ninguém, eu sou de todo mundo e todo mundo é meu também".
No entanto, passado o efeito do uísque com energético e dos beijos descompromissados, os adeptos da geração "tribalista" se dirigem aos consultórios terapêuticos, ou alugam os ouvidos do amigo mais próximo para reclamar de solidão, ausência de interesse das pessoas, descaso e rejeição.
A maioria não quer ser de ninguém, mas quer que alguém seja seu. Beijar na boca é bom? Claro que é! Se manter sem compromisso, viver rodeado de amigos em baladas animadíssimas é legal? Evidente que sim.
Mas por que reclamam depois? Será que os grupos tribalistas se esqueceram da velha lição ensinada no colégio, de que "toda ação tem uma reação"? Agir como tribalista tem conseqüências, boas e ruins, como tudo na vida. Não dá, infelizmente, para ficar somente com a cereja do bolo - beijar de língua, namorar e não ser de ninguém. Para comer a cereja é preciso comer o bolo todo e nele, os ingredientes vão além do descompromisso, como: não receber o famoso telefonema no dia seguinte, não saber se está namorando mesmo depois de sair um mês com a mesma pessoa, não se importar se o outro estiver beijando outra, etc, etc, etc.
Embora já saibam namorar, os tribalistas não namoram. Ficar também é coisa do passado. A palavra de ordem hoje é namorix. A pessoa pode ter um, dois e até três namorix ao mesmo tempo. Dificilmente está apaixonada, mas gosta da companhia do outro e de manter a ilusão de que não está sozinho.
Nessa nova modalidade de relacionamento, ninguém pode se queixar de nada. Caso uma das partes se ausente durante uma semana, a outra deve fingir que nada aconteceu - afinal, não estão namorando. Aliás, quando foi que se estabeleceu que namoro é sinônimo de cobrança?
A nova geração prega liberdade, mas acaba tendo visões unilaterais.
Assim como só deseja "a cereja do bolo tribal", enxerga apenas o lado negativo das relações mais sólidas. Desconhece a delícia de assistir um filme debaixo das cobertas num dia chuvoso comendo pipoca com chocolate quente, o prazer de dormir junto abraçado, roçando os pés sob as cobertas e a troca de cumplicidade, carinho e amor.
Namorar é algo que vai muito além das cobranças. É cuidar do outro e ser cuidado por ele, é telefonar só para dizer boa noite, ter uma boa companhia para ir ao cinema de mãos dadas, transar por amor, ter alguém para fazer e receber cafuné, um colo para chorar, uma mão para enxugar lágrimas, enfim, é ter alguém para amar.
Já dizia o poeta que "amar se aprende amando" e se seguirmos seu raciocínio, esbarraremos na lição que nos foi transmitida nas décadas passadas: relação é sinônimo de desilusão. O número avassalador de divórcios nos últimos tempos, só veio confirmar essa tese e aqueles que se divorciaram (pais e mães dos adeptos do tribalismo) vendem na maioria das vezes a idéia de que casar é um péssimo negócio e que uma relação sólida é sinônimo de frustrações futuras.
Talvez seja por isso que pronunciar a palavra "namoro" traga tanto medo e rejeição. No entanto, vivemos em uma época muito diferente daquela em que nossos pais viveram. Hoje podemos optar com maior liberdade e não somos mais obrigados a "comer sal junto até morrer". Não se trata de responsabilizar pais e mães, ou atribuir um significado latente aos acontecimentos vividos e assimilados na infância, pois somos responsáveis por nossas escolhas, assim como o que fazemos com as lições que nos chegam. A questão não é causal, mas quem sabe correlacional.
Podemos aprender amar se relacionando. Trocando experiências, afetos, conflitos e sensações. Não precisamos amar sob os conceitos que nos foram passados. Somos livres para optar. E ser livre não é beijar na boca e não ser de ninguém.
É ter coragem, ser autêntico e se permitir viver um sentimento. É arriscar, pagar para ver e correr atrás da felicidade. É doar e receber, é estar disponível de alma, para que as surpresas da vida possam aparecer. É compartilhar momentos de alegria e buscar tirar proveito até mesmo das coisas ruins.
Ser de todo mundo, não ser de ninguém é o mesmo que não ter ninguém também... É não ser livre para trocar e crescer. É estar fadado ao fracasso emocional e à tão temida solidão.

Monica Montone

Nota: Apesar de muitas vezes atribuído, de forma errônea a Arnaldo Jabor, o texto "Ser ou não ser de ninguém" é da autoria de Mônica Montone.

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Há músicas que nos fazem querer dançar, músicas que nos fazem querer cantar junto, mas as melhores músicas são aquelas que nos levam de volta à primeira vez que as ouvimos e, mais uma vez, partem nosso coração.

Quando a vida não encontra um cantor para cantar seu coração, produz um filósofo para falar de sua mente

Quero cantar como os pássaros cantam, não se preocupar com quem ouve ou o que eles pensam.