Cantar o Amor

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CASAMENTO, CELIBATO E POLIGAMIA À LUZ DO ESPIRITISMO: A EVOLUÇÃO DO AMOR SEGUNDO A LEI NATURAL.
Entre as diversas leis morais apresentadas pela Doutrina Espírita, a Lei de Reprodução ocupa lugar de grande importância por tratar de um dos aspectos mais profundos da existência humana: a continuidade da vida e o aperfeiçoamento moral do Espírito. Longe de restringir-se ao fenômeno biológico da geração, essa lei alcança as dimensões da responsabilidade, da afetividade, da família e do progresso espiritual.
Em O Livro dos Espíritos, Allan Kardec demonstra que as leis da Natureza possuem uma finalidade superior. Nada foi criado ao acaso. A reprodução dos seres vivos integra a harmonia universal e assegura a continuidade da vida em todos os seus aspectos. Entretanto, ao conceder ao homem a inteligência e o livre-arbítrio, Deus também lhe confiou a responsabilidade de agir como colaborador da própria Natureza, jamais como seu destruidor.
Por essa razão, os Espíritos ensinam que o ser humano pode regular a reprodução quando houver necessidade legítima e em benefício do equilíbrio natural. O que se condena não é o uso consciente da inteligência, mas a tentativa de frustrar deliberadamente a finalidade da reprodução apenas para atender aos excessos da sensualidade e do egoísmo. Quando o prazer torna-se um fim em si mesmo, separado da responsabilidade moral, evidencia-se o predomínio da matéria sobre o Espírito.
Nesse contexto, o casamento representa um dos maiores marcos da evolução da Humanidade. Kardec pergunta se a união permanente entre dois seres seria contrária à lei natural, e a resposta dos Espíritos é clara: trata-se de um progresso na marcha humana. O casamento transforma a simples atração física em compromisso, fidelidade, cooperação e responsabilidade recíproca. A família deixa de ser apenas um agrupamento biológico para tornar-se uma verdadeira escola de aperfeiçoamento moral.
O comentário de Kardec é particularmente significativo ao afirmar que a abolição do casamento significaria um retorno ao estado primitivo da Humanidade. A união estável dos cônjuges favorece o desenvolvimento dos sentimentos, fortalece os vínculos familiares e cria condições para que Espíritos reencarnados encontrem no lar um ambiente de educação, reparação e crescimento espiritual.
Ao mesmo tempo, a Doutrina Espírita distingue claramente as leis divinas das leis humanas. A indissolubilidade absoluta do casamento não pertence à Lei Natural, mas às legislações criadas pelos homens. Isso significa que a união matrimonial deve ser preservada enquanto cumprir sua finalidade de auxílio mútuo, respeito e crescimento moral. Quando se transforma em instrumento permanente de sofrimento, violência ou degradação dos envolvidos, o rompimento do vínculo jurídico não constitui afronta à lei divina, mas consequência das imperfeições humanas ainda presentes na sociedade.
Outro tema frequentemente mal compreendido é o celibato. O Espiritismo não considera o simples fato de permanecer solteiro um estado de superioridade espiritual. Se motivado pelo egoísmo, pelo orgulho ou pelo desprezo à vida familiar, o celibato não possui qualquer mérito diante de Deus. Contudo, quando representa um sacrifício voluntário realizado para dedicar integralmente a existência ao serviço da Humanidade, adquire elevado valor moral. O mérito nunca está na condição exterior da pessoa, mas na intenção pura que inspira seus atos.
Também a poligamia é analisada sob o prisma da evolução moral. Os Espíritos afirmam que ela não constitui uma lei natural, mas uma instituição humana vinculada a determinados períodos históricos e costumes sociais. O casamento ideal, segundo as leis divinas, fundamenta-se na afeição recíproca. Onde predomina apenas a sensualidade, desaparecem os elementos espirituais do amor verdadeiro. À medida que a Humanidade progride, substitui as relações baseadas na posse, no poder e nos interesses materiais por vínculos construídos sobre o respeito, a igualdade e a fidelidade.
Essa compreensão revela um aspecto essencial da Doutrina Espírita: a verdadeira evolução consiste na educação dos sentimentos. O homem deixa gradualmente de ser governado pelos impulsos instintivos para orientar sua vida pela consciência, pela razão e pelo amor. O casamento, a família e a própria sexualidade deixam de ser simples expressões da natureza biológica para converterem-se em instrumentos de crescimento espiritual.
Em última análise, a Lei de Reprodução não trata apenas da multiplicação dos corpos, mas da educação das almas. Cada lar constitui uma oficina de aperfeiçoamento onde Espíritos aprendem a renunciar ao egoísmo, desenvolver a paciência, exercitar o perdão e construir laços de amor que ultrapassam a própria morte. A família, assim compreendida, torna-se um dos mais importantes mecanismos da Providência Divina para conduzir a Humanidade ao seu destino de perfeição.
Fontes:
Allan Kardec. O Livro dos Espíritos. Parte Terceira – Leis Morais. Capítulo IV – Lei de Reprodução, questões 693 a 701.
Allan Kardec. O Evangelho segundo o Espiritismo, capítulos XIV (Honrai a vosso pai e a vossa mãe) e XXII (Não separeis o que Deus juntou).


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SUBLIME POEMA AO AMOR.
Autor: Escritor:Marcelo Caetano Monteiro.
Amor, silêncio em veste de agonia,
Relíquia acesa em pálida amplidão;
És flor que nasce à sombra mais sombria,
E morre cedo dentro do coração.
Teu beijo traz o gosto da saudade,
Teu riso é véu de oculta solidão;
Prometes sempre a eterna claridade,
Mas deixas noite em cada despedida, então.
Há sinos mudos sobre os cemitérios,
Cantando preces para quem partiu;
E os ventos, como monges funerários,
Guardam o nome de quem já dormiu.
A lua, em seu sudário prateado,
Embala as cinzas de um jardim sem cor;
O céu contempla, imóvel e calado,
A lenta procissão de cada amor.
Quem ama aprende o idioma das ruínas,
O peso amargo de esperar em vão;
Colhe espinhos onde havia boninas,
E faz do pranto a própria oração.
Contudo, amor, mistério inesgotável,
Mesmo vestido em luto e escuridão,
És o mais doce e o mais inevitável
Fantasma a visitar o coração.
Pois toda vida curva-se ao teu fado,
Toda esperança busca teu calor;
E até a morte, em seu silêncio alado,
Ajoelha-se, vencida, ante o Amor.

“À medida que o amor ilumina minha alma, revela também os recantos ocultos onde minha dor permanecia adormecida.”

⁠Sempre seremos assim para não cair na rotina pois briga de amor não dói... E amo muito você e do jeitinho que você é nervoso e rígido as vezes perverso pois és meu lobo selvagem gostoso que tanto amo... Você é a realização de todas as minhas fantasias 💕 🌹🐺

Nossa História, Nosso Amor


​Não foi o acaso que nos uniu,
foi a vida pedindo recomeço.
A dor de lá encontrou a dor de cá,
e no meio da tempestade
a gente descobriu o nosso abrigo.
​Ele veio lá do Sul,
com o vento frio e o peito ferido.
Eu, aqui no asfalto paulistano,
com a alma aflita, cuidando dos meus.
A vida nos testou com força,
mas do meio dos espinhos
nasceu o carinho mais bonito
que o coração humano pode ter.
​O tempo olhou para nós dois
e contou trinta anos no relógio,
mas o amor não sabe contar anos.
O amor só sabe contar abraços,
só sabe contar o desejo, a entrega,
o arrepio na pele ao segurar a mão.
​A Avenida Paulista parou para ver
o nosso primeiro encontro.
Enfrentei o vento forte das terras dele,
o frio gelado que assusta a gente,
mas o calor que recebi no peito
deixou a vida quente de novo.
​Que não seja eterno posto que é chama,
mas que seja infinito enquanto dure.
Hoje a gente vive assim:
corpo, alma, paixão e verdade.
Ele é meu porto seguro, meu homem,
meu presente e meu futuro.
A prova viva e bonita
de que o amor de verdade
sempre vale a pena.

Hoje, ao cuidar do jardim
Eu pensei assim:
de que me vale cuidar da flor
se não tenho um amor
pra quem eu a possa ofertar?
E logo em seguida
surgiu-me mais uma pergunta
De que me valeria amar alguém
Se não a tivesse junto a mim
E se junto a mim, o amor acabasse
Pode ser que o amor durasse
E o desenlasse não fosse feliz
De que me valeria fazer tanta coisa
Se o mais importante eu não fiz
E de que me valeria fazer o mais importante
Se de instante em instante
A vida passa
E se a vida não passasse
Qual seria a graça
De ficar pra sempre nessa dor
E qual é o motivo da pressa
Em morrer sem viver
Sem flor a chorar por mim?
E então, nessa hora eu pensei assim:
Acho melhor eu cuidar desse jardim

Edson Ricardo Paiva

Quando um dia perceber que o seu amor está se acabando, recorde o motivo pelo qual ele começou e pense na saudade que vai sentir quando ele realmente deixar de existir.

O amor mais bonito é o de Deus
pois me faz conviver com a sua beleza
mesmo em fartos campos de guerra
me conduz em paz pelos cantos da Terra.

Dói porque o amor não sabe morrer; a gente é que fica aqui fora, com as mãos cheias de futuro, tentando explicar para o peito vazia que a saudade agora é a única forma de abraçar quem partiu.

“O amor não pede pressa, pede presença.”

O amor, quando deixa de ser sentido, vira uma moeda de troca valiosa. Se não percebem, não te amam.⁠

Você precisa entender que o amor é uma arte, que nem todos apreciam.

O amor deveria ser para sempre, mas sabemos que o para sempre, sempre acaba!
Não busque inflamações oculares, quando já se sabe que a maior parte da sua vida, você passou chorando por alguém que não lhe merecia.
Engane o seu cérebro, ele é burro, se você sorrir, ele entende que você está feliz.

Peça aos vivos que se despeça dos mortos, com a grande certeza de que nada foi em vão.
O amor verdadeiro não desaparece, ele se modifica, o tempo passa rápido, e há uma certeza do reencontro, todos nós somos a linha do tempo no tempo de alguém.

O amor verdadeiro é, para sempre, algo que não se pode dividir.

O amor é bonito
Quando ele é recíproco,
a vida ganha um novo sentido.
Um sentido bonito!
A vida fica mais bonita e colorida
Você recebe elogios, carinhos e provas de amor diárias
Você ganha mais alguém para amar e para te amar de volta.

O tempo pode levar muitas coisas, mas aquilo que foi escrito com amor, verdade e significado encontra no coração um lugar onde as páginas não envelhecem.

A construção de um amor eterno inicia-se por viveres vários momentos inesquecíveis!

Sou o amor da vida de uma criança, e ela é o amor da minha vida.

Dizem que o amor se alimenta de presença, mas a nossa história tem me provado que ele sobrevive, na verdade, de algo muito mais profundo: a conexão. Mesmo com os quilômetros que nos separam agora, sinto que nunca estivemos tão sintonizados.
Estar longe de você me ensinou a dar um novo valor ao que antes parecia comum. Hoje, o som da sua voz pelo telefone é o meu porto seguro, e cada segundo da nossa contagem regressiva para o próximo encontro é o que me mantém focado e sorrindo durante o dia. É engraçado como a distância não diminui nada; ela só serviu como uma lente de aumento para a falta que você me faz e para a vontade que tenho de te ter por perto, sem pressa de ir embora.
Não vou mentir, fechar os olhos à noite e não sentir o seu abraço é o momento mais difícil. Mas, toda manhã, ao acordar, eu percebo que escolheria você mais mil vezes, em qualquer circunstância, atravessando qualquer estrada. Porque não importa onde nossos corpos estejam, eu sei que nossos corações ainda batem no mesmo ritmo.
Espero pelo dia em que a tela do celular será substituída pelo toque das nossas mãos. Até lá, guardo você aqui dentro, em cada pensamento e em cada detalhe.