Cansei de Acreditar no Amor
Unidade
Eu quero mapear o teu corpo;
Eu quero matar minha fome dos teus carinhos;
Eu quero invadir tua mente e ocupar o vazio do teu coração, sem pedir licença;
Eu quero tua alma escrava da minha.
Com os Mortos
Os que amei, onde estão? Idos, dispersos,
arrastados no giro dos tufões,
Levados, como em sonho, entre visões,
Na fuga, no ruir dos universos...
E eu mesmo, com os pés também imersos
Na corrente e à mercê dos turbilhões,
Só vejo espuma lívida, em cachões,
E entre ela, aqui e ali, vultos submersos...
Mas se paro um momento, se consigo
Fechar os olhos, sinto-os a meu lado
De novo, esses que amei vivem comigo,
Vejo-os, ouço-os e ouvem-me também,
Juntos no antigo amor, no amor sagrado,
Na comunhão ideal do eterno Bem.
Quando sentimos alguma dor as glandulas lacrimais parece que sentem tambem e liberam gotas salgadas de alivio mais conhecida como lagrimas...sabe, eu ate gosto das lagrimas, pois elas podem afogar a mais terrivel das dores.
Quando ela se sentou no sofá, eu pulei para ficar com ela e apoiei minha cabeça no colo dela. Senti parte da tensão e da tristeza dela irem embora. Eu estava dando conforto à minha mãe. Isso era mais importante do que sair para passear ou ajudar a alimentar os gatos. Era o meu trabalho mais importante. Eu sabia que devia ficar sentada ao lado da minha mãe durante o tempo que ela precisasse.
Trago dentro do meu coração,
Como num cofre que se não pode fechar de cheio,
Todos os lugares onde estive,
Todos os portos a que cheguei,
Todas as paisagens que vi através de janelas ou vigias,
Ou de tombadilhos, sonhando,
E tudo isso, que é tanto, é pouco para o que eu quero.
(Heterônimo de Fernando Pessoa)
Nota: Techo do poema "A Passagem das Horas"
Aos amantes não amados, não um conselho, mas um intento amoroso.
Abandonar as roupas usadas e ousar novos caminhos. É um desperdício deixar o burrinho interminável da teimosia, roubar a preciosidade da solidão e do silêncio. Não há por que ter medo.
É bom ficar a sós e reconstruir com pedras e enfeitar com flores os sobrados que se desmancharam por aí. Talvez não fique igual. Talvez seja melhor que nasça diferente.
As comparações podem ser corrosivas do metal nobre da escultura em modelagem ainda frágil. Não há pessoas iguais nem sentimentos iguais. Há novas tentativas, novas formas de descobrir e dar significado a um rosto que era só multidão.
O fracasso na vida não começa com as outras pessoas. Se você falhar, aprenda com isso. Pare de culpar os outros e de reclamar.
Não tenho o direito de dizer ou fazer qualquer coisa que diminua um homem aos seus próprios olhos. O que importa não é o que penso dele, mas o que ele pensa de si mesmo. Ferir um homem em sua dignidade é um crime.
Amar é compartilhar um pouco de si mesmo com outra pessoa, e viver um pouco dela, como se fosse ela mesma...
Sabe quando a gente tem aquela certeza bonita de que vai dar tudo certo? É Deus sussurrando no nosso ouvido, nos mostrando que está no controle.
"O sofrimento é um dos supostos motivos para existência do medo. Supõe-se que para vencê-lo, o otimismo é empregado e apelidado de sonho. Visto que o que se sonha é o ideal - e o ideal não existe - resta-nos o medo da decepção, como a alternativa única, virando uma premissa básica para o ato de sonhar. O que se sonha então, é pura ilusão! O que potencializa de fato, a causa da dor.
Todavia, o resultado a curto prazo é impressionante! A verdade é que ninguém quer sofrer. E acredita-se que nos sonhos, alcançamos abrigo seguro; mesmo que sumam no primeiro abrir dos olhos...
Porém, utiliza-se dessa frustração premeditada e pré-programada apenas quem quer. Acima de tudo, somos racionais e somos conscientes. Nós é quem decidimos o que sonhar! E acreditar no inesperado, sabemos que é sempre decepcionante.
A verdade está na sua frente, e a decisão está em suas mãos. Portanto, antes de agir lembre-se:
- A dor é inevitável. Não tenha medo de sofrer...certifique-se apenas de não ter mais coragem de sonhar!"
O sono não gosta de mim. Ele me rodeia, mas nunca quer ficar comigo.
"Reflexões". Resende, 07 de Fevereiro de 2016.
Eu acredito em profundidades. E tenho medo de altura, mas não evito meus abismos. São eles que me dão a dimensão do que sou.
