Cansei de Acreditar no Amor
Somos a lembrança de alguém, as histórias contadas, as fotografias tiradas e os pertences empoeirados em um baú, nós somos aquilo que deixamos e os sentimentos que causamos nas pessoas que passam pela nossa vida. Somos morada de alguém e as vezes apenas uma ponte em que necessitam ultrapassar ou transitar. Lugares como esses, me remetem ao passado, as histórias findadas ali e eternizadas nas paredes, em cada cômodo e móvel ali deixado ou esquecido propositalmente à degradação do tempo. Me faz pensar e imaginar tudo aquilo que foi visto, ouvido e sentido por entre essas janelas, além de todas as pessoas que passaram por aquelas portas (...)Alguns dirão: "É apenas uma casa velha!" Enquanto eu digo: "É uma parte da história.".
Pode me ouvir?
Estou a exclamar: Almejo que alvitre a concupiscência da vida!
Ainda está aí?
Esta razão incognoscível permeia meus pensamentos.
Ratifico: são as malditas mazelas.
Não! Por favor, sem eufemismo.
As inspirações são ideias antitéticas.
No final, minhas predileções implicam pura gnosiologia.
Ideias inexoráveis?
Por obséquio, não há eloquência na opulência.
Há pilhérias de um sectário ambivalente.
Resiliência ?
O peremptório de mitigar esta pecha prisca está na gnoseologia da subconsciência inata.
Devaneio?
O indivíduo ascético é o que pode aquiescer perante coerção social, mas, porém, todavia, entretanto, é execrado nas agruras da vida por coadunar metafisicamente ao ser perscrutador do verdadeiro cândido amor inato.
Você estava lá para decidir a caçada…Ninguém se importa se você ficou sem almoçar… muito menos se contava com aquele momento para descansar e passou batido. O que realmente importa é que você falhou no tempo de pegar a presa. Aos olhos de quem não estava lá, era algo simples. Mas você viveu aquela caçada… você esteve com os leões e as hienas. E, mesmo assim, os urubus te chamaram de burro por entregar carne fresca no lugar de carniça.
No fim das contas,
o que realmente nos sustenta não é a força que encontramos sozinhas, mas o amor de quem escolhe permanecer.
Há presenças que não resolvem tudo, mas tornam o caminho mais leve só porque ficam.
E, às vezes, isso já é o suficiente para que o coração respire em paz.
Edna de Andrade @coisasqueusei.edna
Mulheres que amei, sacanas, amigas, apaixonadas, volúvel, sincera e vadias, amadas e amantes, lindas e belas, sinceras e desonestas, vulgares e apreciadas com moderação, queridas ao extremo e odiadas antes da cama, e rainha após a luxuria, eternas e passageiras, mas todas com o maior conceito que possa ter esse ser. A você mulher do sorriso fácil e do choro comovente, das lagrimas falsas, que causaram calor e dor, mas que no dia a dia me fizeram tão bem que não consegui esquecer nenhuma de vocês.
(Saul Beleza)
*Hoje a minha maior disputa será eu versus eu, e em meus versos, só serei eu versus eu, eu criança versus eu adulto, eu longe de ti versus eu, assim me vejo versando sem lembrar do eu versus eu, até que!*
(Saul Beleza)
*É a última mensagem que te enviarei, te juro que é, mas te escrevo com sinceridade, te pensava todos os dias, ou até penso todos os dias, mas um dia tudo isso passa, te desejo um Feliz Natal, como se isso fosse possível, mas tente ao menos fingir não sentir minha ausência, eu farei o mesmo.
(Saul Beleza)
*Você pode voltar pra minha vida a hora que quiser, mas não se assuste, poderá não mais me encontrar.*
(Saul Beleza)
*Quero abraçar teu corpo, me aquecer, sentir o suar se misturar ao meu, entrar de surpresa pela porta dos fundos e te fazer delirar de prazer.*
(Saul Beleza)
Pergunto pra vocês, conhece Saul?
Pergunto pra vocês, conhece Saul?
saul...dade de você,
Saul...dade eterna.
Hummmm...chalá.
(Saul Beleza)
