Cansei de Acreditar no Amor
O amor que alimenta minha paz, quero pra sempre abraçar e guardar como um mimo pra mim.
Wall de Souza
Tudo na vida, tem sentido!
O dia, a noite e o amor
Emoções vividas
Então essa nova manhã
Coisas novas acontecerão!
Bom dia
O amor que habita em mim, não quer me sentir parada, induz meu corpo numa longa caminhada.
Em vários atalhos que andei, me deixava deslumbrada, andei na chuva, avistei o arco-íris, senti o cheiro gostoso da terra molhada, vi as borboletas nas flores
Quando vi uma árvore isolada, que logo quis abraçar e cheia de amores, me senti plenamente abraçada.
Vi crianças, brincando de pular corda, de esconde esconde, de roda, e numa explosão de alegria, acordei
Será que sonhei?
Wall de Souza
Quando enfeitamos nosso habitat exterior com amor, é porque nosso interior já está florido.
Wall de Souza
Meu amor pelo Palmeiras transcende o simples fanatismo, pois é uma paixão que carrego desde a infância. Sou palmeirense de coração e isso vai muito além de apenas torcer para um time. É um sentimento profundo, enraizado em cada vitória, cada derrota e cada momento vivido com as cores alviverdes.
Dentro desse amor pelo Palmeiras, tenho verdadeira admiração por diversos jogadores que passaram pelo clube ao longo dos anos. Dudu, Veiga, Rony e Marcos Edmundo Evair Ademir da Guia são alguns dos vários nomes e ídolos que sempre terão um lugar especial no meu coração palestrino. Eles representam a garra, os gols, os dribles e as defesas que nos enchem de orgulho e nos fazem vibrar a cada partida.
Banhistas
Este poema de amor não é lamento
nem tristeza distante, nem saudade,
nem queixume traído nem o lento
perpassar da paixão ou pranto que há de
transformar-se em dorido pensamento,
em tortura querida ou em piedade
ou simplesmente em mito, doce invento,
e exaltada visão da adversidade.
É a memória ondulante da mais pura
e doce face (intérmina e tranquila)
da eterna bem-amada que eu procuro;
mas tão real, tão presente criatura
que é preciso não vê-la nem possuí-la
mas procurá-la nesse vale obscuro.
Amor mil vezes já me tem mostrado
o ser-me vida o mesmo fogo ardente,
como quem queima um dedo e facilmente
no mesmo fogo o torna a ver curado.
Meu mal, tristeza, dor, pena e cuidado,
o bem, a vida alegre, ser contente
naquela vista pura e excelente
pôs, por essa maneira, o tempo e fado.
Que veja mil mudanças num momento,
que cresça nelas todas sempre a dor
não sei, que os meus castelos são de vento!
O tempo, que vos mostra ser senhor,
por mais que contra mi se mostre isento,
há de tornar por tempo tudo amor.
O amor ensina igualmente a ferir e a ser ferido.
O amor dinamita a ponte e manda o amante passar.
