Cansei de Acreditar no Amor
Na caminha da vida vou seguindo o meu destino com muita luta. Eis-me aqui firme e forte. Entre erros e acertos vou criando o meu legado.
A vida é repleta de momentos adversos. Não deixe que as adversidades façam com que você desfaleça, utilize-se desses momentos para se fortalecer e renovar-se. Tudo na vida passa, inclusive a sua própria vida.
Sexta-feira santa, será que é santa mesmo? A gula por chocolate, o alto consumo de vinho, e a mercantilização do consumo do peixe em nada demonstra um sentimento santo.
Quando perceber que tudo que você faz dar errado e que nada parece dar certo em sua vida, mesmo com todo o esforço que você coloca em suas ações, lembre-se: A escuridão existe e pode está agindo em sua vida, mas a luz que amana de Jesus é extremamente superior e vai iluminar os seus caminhos e no final o bem vai vencer e você será bastante feliz.
Se estou perto de você tenho que conviver com decepções diárias. mas se estou longe a saudade me consome de forma ordinária. Não sei o que fazer, acho que vou seguir o destino e procurar te esquecer.
Quando estamos confusos nos comportamos de forma equivocada e facilmente somos influenciados a errar, sempre há tempo para revermos os nossos atos e consertarmos os nossos erros.
Nunca deixe para amanhã aquilo que você pode realizar hoje, afinal de contas, o amanhã poderá não existir para muita gente, inclusive para você mesmo.
Ser feliz na vida, é ser encontrado por alguém que te ame, come és... sem te forçar nem obrigar a nada....
E a maior felicidade na vida, é que você encontre alguém e ame da mesma forma...
Com respeito, cumplicidade, fidelidade, desejo, carinho e cuidado pois com tudo isso é cultivado o amor.
Medo de que o casamento não corra bem? De que o namoro não dê certo? De que tudo seja uma ilusão? O amor e o medo não podem andar juntos. Quem tem medo não entende do amor. Amar é precisamente não ter medo. É entender que se possui uma força imensa. Quem ama sabe que é também possuído e protegido pelo amor. E que por isso, caminha noutra altura; voa por cima dos cumes gelados, dos salpicos das ondas, das pedras afiadas e dos vales profundos. Quem ama navega por cima de um mundo muito pequeno, se move com asas de fogo, descansa em mãos de fadas, possui sua própria dimensão. Quem ama vira um ser de outro mundo.
Quando você olhar uma pessoa e sentir: vontade de ficar perto, carinho, desejo, respeito, saudades, ciumes, vontade de brigar por não ter atenção (mesmo tendo), sentir que o tempo não passa quando estão juntos, mas passa rápido quando e hora do adeus, saiba que são alguns dos sintomas do AMOR.
Não procuro perfeição, não procuro amparo, não procuro alguém que seja feito pra mim, alguém perfeito com que todas minhas ideias caibam naquela pessoa, procuro apenas uma pessoa assim como eu comum, normal e que esteja disposta a ser quem ela é o tempo todo, sem se enquadrar no meu ideal, alguém que como eu tenha a curiosidade de conhecer os meus defeitos e qualidades, gostos incomuns, eu apenas espero uma pessoa não meu ideal.
Histórias são feitas de encontros silenciosos, movimentos leves e detalhes que poucos notam. São narradas nas texturas do tempo e ganham vida no olhar atento de quem as descobre.
entre o ver e o encontrar vem a saudade
olhos emocionados, horizonte vazio.
A vida como desejo e o amor como saudade.
“A Liturgia da Dor:
Quando Amar é Sofrer em Vida pelo Ser Amado”
Texto filosófico e psicológico.
Amar é sofrer em vida não por fraqueza, mas por excesso de humanidade. O amor, quando autêntico, carrega em si o germe do sofrimento, porque nasce do desejo de eternizar o que é efêmero, de reter o que inevitavelmente escapa. Amar é querer aprisionar o tempo no instante em que o olhar do outro nos faz existir; é suplicar à eternidade que não nos apague da memória de quem amamos.
Há uma liturgia secreta na dor amorosa. Ela purifica, depura, torna o ser mais lúcido e, paradoxalmente, mais enfermo. O amante vive uma crucificação sem sangue: carrega o peso invisível de um afeto que o mundo não compreende. Vive entre o êxtase e o abismo, entre o beijo e a renúncia. Freud chamaria isso de ambivalência afetiva: a coexistência de prazer e dor em um mesmo movimento da alma. Mas há algo mais profundo algo que a psicologia talvez não alcance, pois o amor, em sua forma mais elevada, é sempre um sacrifício voluntário.
Quem ama verdadeiramente, sofre antes mesmo da perda. Sofre por pressentir a fragilidade do instante, por saber que a ventura é breve, que o corpo é pó e que toda promessa humana é feita sobre ruínas. Esse sofrimento não é patológico, mas metafísico: é o reconhecimento de que a alma, ao amar, toca o eterno e, ao voltar à realidade, sente a mutilação de quem regressa do infinito.
Nietzsche, em seu niilismo luminoso, diria que o amor é a mais bela forma de tragédia, pois ele exige entrega total, sabendo-se fadado ao fim. Amar é afirmar a vida apesar do sofrimento, é dizer “sim” à existência, mesmo sabendo que o objeto amado um dia há de desaparecer. É um heroísmo silencioso, uma luta contra o absurdo.
Mas há também o lado sombrio o amor que se torna cárcere, o sentimento que se alimenta do próprio tormento. A psicologia o chamaria de complexo de mártir, mas o filósofo o vê como a tentativa desesperada de alcançar o absoluto num mundo que só oferece fragmentos. O sofrimento, então, torna-se o altar onde o amante consagra sua fé.
“Amar é sofrer em vida pelo ser amado” eis a verdade dos que ousaram sentir profundamente. É morrer um pouco a cada ausência, é carregar dentro de si a presença que já não se tem. O amor, quando verdadeiro, não busca recompensa: ele é em si o próprio sacrifício.
E talvez seja esse o segredo trágico e belo da existência: somente quem amou até sangrar conhece o sentido oculto de viver. Pois o amor é o único sofrimento que salva, a única dor que eleva. Quem nunca sofreu por amor, nunca amou apenas existiu.
Epílogo:
“Há dores que são preces disfarçadas. E o amor é a mais silenciosa de todas elas.”
