Caminhos
Em um mundo onde as decisões moldam destinos e os caminhos tomados reverberam através do tempo, o jovem Jorge ponderava sobre sua jornada. Sempre acreditara que maturidade era apenas discernir o certo do errado, mas, ao longo dos anos, aprendeu que a vida era mais complexa.
Certa tarde, ao caminhar pelo bosque, encontrou-se em um dilema. Diante de uma bifurcação, o caminho à esquerda parecia convidativo, mas nebuloso e arriscado. O da direita, embora mais seguro e previsível, deixava-lhe uma sensação de vazio. Ele lembrou de uma frase que sua avó sempre dizia: "A maturidade interior do ser humano não consiste só em saber o que é certo ou errado, mas em saber o que se perde quando se faz a coisa errada."
O vento sussurrava através das árvores enquanto ele refletia. Não se tratava apenas de escolher o caminho mais seguro, mas de compreender o que se renunciava ao optar pelo errado. Sentindo o peso da responsabilidade, Jorge escolheu seguir pelo caminho que seu coração apontava, mesmo com os riscos. Ele sabia que a maturidade não era apenas seguir regras, mas entender as sutilezas e os sacrifícios de cada escolha.
Conforme avançava pelo caminho menos trilhado, sentiu-se crescendo interiormente. A verdadeira maturidade emergia não apenas da escolha entre o certo e o errado, mas da consciência do que se deixa para trás. E assim, Jorge continuou sua caminhada, com o coração leve e a mente desperta para os tesouros e desafios que surgiriam.
A vida é o que acontece enquanto fazemos planos
Em um mundo onde os caminhos são incertos e o futuro é um mar de possibilidades desconhecidas, vivia um ser que sempre planejava e arquitetava o amanhã. Seus sonhos eram grandiosos, seus planos meticulosamente desenhados para durar uma eternidade. Mas, apesar de toda a sua dedicação e rigor, havia um segredo que o universo guardava com carinho: o momento seguinte era um mistério impossível de desvendar.
Um dia, ao encontrar-se com um sábio monge no mundo espiritual, em uma projeção astral, ouviu palavras que mudariam sua visão para sempre: "Você pode planejar por cem anos, mas não sabe o que vai acontecer no momento seguinte." Essas palavras ecoaram em sua mente, convidando-a a abraçar a impermanência da vida.
Podemos fazer planos, mas o desfecho desses planos é incerto, pois a vida segue suas próprias leis. A frustração causada pelo não cumprimento das expectativas pode baixar o campo vibracional áurico, por isso é essencial aprender a trabalhar a aceitação e a compreensão da impermanência.
O monge continuou, com um olhar compassivo: "Se procuras certezas naquilo que na realidade é incerto, estás destinado a sofrer por toda a sua jornada terrena." Aquelas palavras penetraram profundamente em seu ser, como um bálsamo para a alma ansiosa por controle. O ser então compreendeu que a beleza da vida estava na aceitação do desconhecido, na serenidade de navegar pelas ondas do tempo, sem tentar controlar as coisas.
E assim, com o coração leve e a mente aberta, ela aprendeu a dançar com a incerteza, descobrindo que a verdadeira sabedoria reside na entrega e no fluir harmonioso com o momento presente. A partir daquele dia, seus planos não deixaram de existir, mas tornaram-se flexíveis, moldando-se com graciosidade ao agora, como a água que percorre seu caminho sem resistências, apenas fluindo com a vida.
"Seja feita a Vossa vontade assim na terra como no céu."
A intuição é um murmúrio silencioso que sussurra aos nossos ouvidos, guiando-nos por caminhos que, à primeira vista, podem parecer incertos, mas que, no fundo, fazem parte do roteiro que a alma já conhece.
Seguir a intuição é como dançar com o desconhecido, confiar nos próprios sentidos quando a razão insiste em exigir provas. É permitir-se fluir com o tempo, acolhendo sinais que não chegam em palavras, mas em sensações. E, ao nos entregarmos a esse conhecimento silencioso, percebemos que ele sempre esteve ali, guiando-nos para onde precisamos estar.
Talvez seja o instante mágico em que, sem entender o porquê, escolhemos um caminho diferente e, depois, descobrimos que foi a melhor escolha. Intuir é sentir. É permitir que o coração também seja bússola e que os olhos da alma enxerguem além do que a mente lógica pode compreender.
No fim, seguir a intuição é um ato de confiança, um voto de fé em si mesmo e na conexão profunda que temos com o universo. É compreender que, por trás da aparente casualidade, há uma energia sutil que guia o nosso destino com delicadeza e precisão. E, ao nos deixarmos guiar por esse sussurro interno, tudo se encaixa tudo flui e, finalmente, sempre estamos onde devemos estar.
Meus pés podem me levar a uma infinidade de caminhos,
mas só percorro os que não me afastem de Deus.
Nossos caminhos nos levam a estradas que jamais pensaríamos em trilhar... É que a vida é uma esfuziante e multiplicada gama de oportunidades que se modificam
continuadamente, o que nos possibilita também a infinitas escolhas.
A cada amanhecer um novo começar. Caminhos floridos se você desejar, caminhe por eles escolhendo as cores, escolhendo os amores. Escolha o seu próprio bem estar.
Nem todos os caminhos são visíveis aos olhos, mas perceptíveis quando estamos submersos nas águas da humildade.
Sou como a água, que se molda aos caminhos difíceis, contorna os obstáculos e segue sempre em frente, sem nunca perder sua essência. Minha força está na suavidade, que esculpe até mesmo as pedras mais duras, e na persistência, que nunca desiste de encontrar o mar. Mesmo diante das tempestades, permaneço fiel à minha natureza. Às vezes sou calmaria, refletindo o céu em minha superfície; outras, sou correnteza, impetuosa e determinada. Carrego em mim o poder de transformar, de purificar e de renascer, mostrando que, assim como a água, há força na fluidez e grandeza na simplicidade.
Sou paciente, pois sei que o tempo é meu aliado. Não importa quanto tempo leve, continuarei meu curso. E, ao longo do caminho, deixarei minha marca — nas margens, nas pedras e nos corações daqueles que cruzarem meu trajeto. Mesmo quando barrada, não me desespero. Se um muro se ergue à minha frente, encontro um jeito de passar por cima, por baixo ou ao redor, sempre avançando, porque é da minha natureza não desistir.
Mas também sou imprevisível. Posso ser uma chuva mansa que nutre a terra ou uma torrente avassaladora que limpa o caminho. Sou mudança constante, adaptando-me a cada situação, mas sem jamais perder minha essência. Assim como a água assume diferentes formas — líquida, sólida ou vapor —, também aprendi a me transformar para sobreviver. Há dias em que me congelo, guardando forças para o momento certo de fluir novamente. Há outros em que me evaporo, alcançando alturas inimagináveis antes de voltar à terra em um ciclo contínuo de renovação.
Em meu interior, carrego memórias. Cada gota de mim traz histórias de onde estive, do que superei, e das vidas que toquei. Sou o reflexo de minhas jornadas, cada curva, cada queda, cada calmaria. Ao mesmo tempo, sou esperança. Assim como os rios encontram o mar, acredito que cada esforço, cada sacrifício, me levará ao destino que almejo.
Há momentos em que a água é tão transparente que revela tudo, e assim também sou. Não temo mostrar minha verdade, porque é nela que reside minha força. Mas também sei ser misteriosa, profunda e reservada como o oceano, guardando segredos em minhas profundezas que poucos podem alcançar.
Minha força não é apenas resistência, mas também flexibilidade. É a capacidade de ceder quando necessário, de me adaptar sem quebrar. Quando me lançam pedras, faço delas parte do meu leito. Quando enfrentam minha força, mostro que não é o poder bruto que vence, mas a persistência.
Sou como a água, que acolhe e nutre, mas também exige respeito. Não permito ser contida ou subestimada. Assim como uma correnteza pode parecer tranquila, mas guarda força suficiente para mover montanhas, também guardo em mim a capacidade de enfrentar o que vier, por mais desafiador que pareça.
E, assim, sigo. Sou o rio que encontra o mar, sou a chuva que fertiliza a terra, sou o gelo que preserva a vida, sou o vapor que sobe às alturas. Não importa a forma que assumo, permaneço fiel à minha essência: moldável, resiliente, forte. Sou como a água — simples em minha natureza, mas infinita em possibilidades.
Nos caminhos incertos, persistir é preciso
Não menos importante, é saber o dia de parar, de espreitar, de desistir.
No continuar da rotina da vida, mesmo na mudança de rumo, encontramos forças nas pausas e sempre voltamos a começar.
Como a vida é incrível!
Do nada ela nos apresenta caminhos novos, que nos levam a viver o que antes era totalmente impossivel.
A vida é assim...
A vida é cheia de caminhos,
Mas temos que escolher
O estreitinho, para nos salvar.
Mas o ser humano ás vezes
É fraco e se finge de mudo e surdo
E sempre fica em cima do muro
Quando o assunto é amar,
Sem pensar que amanhã não
Vai ter luar.
Temos que encontrar um
Amor sem medidas
E erguer a cabeça a cada
Lição da vida.
Sem se preocupar com os invejosos
Que vive a nos cercar.
Ter fé em Deus e acreditar que
Tudo você pode conquistar.
Basta se empenhar
E não ter medo de fraquejar.
(Autor: Edvan Pereira) "O Poeta"
Quando andares olhes por onde andas ponderes seus caminhos , não se ires se for assaltado se andar por lugar errado
Três caminhos, nenhum pela sorte.
Observar a vida e a tudo.
Copiar um sábio de verdade.
Aprender com os próprios erros .
Por último pedir a Deus Sabedoria...este último não é um caminho a trilhar e sim uma dádiva e favor imerecido de Deus.
"Só existem dois caminhos para se seguir
Um que leva para o céu e outro que leva à perdição.
Só existe uma vida para decidir, e quando ela acabar não haverá mais solução".
A Fé é a maior força motriz de um humano e se outro humano conhecer os caminhos por onde transita a fé, dominará uma nação de fé!
