Caminhando pela Vida
No silêncio concentro-me em busca do meu “eu”. Concentro-me apenas em ser feliz. Se tudo que vivo me faz feliz, prossigo na mesma direção. Se algo que vivo me deixa triste, modifico o meu caminho. Pois nem sempre andar no mesmo caminho nos traz alegria, satisfação e certeza que seremos felizes eternamente. Tem horas que a mudança é necessária para nos sentirmos vivos, e assim o coração bater mais forte.
Nesta estrada da vida em direção aos seus objetivos, não se esqueça de aproveitar o percurso. Vale cada momento se souber perceber.
Na dança da vida, frágeis como a flor,
Buscamos a luz, noite e dia, sem demora.
Embalados por sonhos, sem temor,
Persistimos na busca, em busca da aurora.
Cada batida, um suspiro de incerteza,
Nossos corações de vidro, frágeis e à mercê.
Mas é nessa vulnerabilidade, com certeza,
Que encontramos a beleza que nos faz renascer.
Então, quebrando as barreiras da insegurança,
Reconstruímos nossos corações com esperança.
Na teia do amor e da vida em constância,
Descobrimos o valor da nossa própria bonança.
"Aquele que põe nas mãos desta vida toda a sua felicidade é semelhante a uma criança que construiu seu castelo de areia à beira do mar."
Quimeras de um menino do Vale
Aprendi ao longo da vida no Vale do Mucuri que não existe nenhum discurso 100% inocente; há sempre uma carga ideológica em todo o discurso; com maior ou menor intensidade, sempre vai existir um colorido ideológico velado. O que não se pode conceber é a intensidade dessa carga influenciar nas decisões tomadas; com tristeza, e profunda decepção, o que se percebe hoje são decisões tomadas a luz de militâncias emotivas capazes de contaminar a justiça dessas decisões em quaisquer setores da sociedade. Isenção e imparcialidade são conceitos que se perderam no tempo; são valores que ficaram na ternura de outrora; reminiscências que saem do túnel do tempo, provocando saudades, sofrimentos nostálgicos; na atualidade, o interesse do jogo político passou a ser uma tônica na sociedade de alma politizada, de interesses escusos em detrimento da coletividade. Por certo, como consequência de tudo isso, vivemos numa incruenta guerra de vaidades em meio a canhões deflagrando ódio e desamor; uma sociedade tomada pela indústria de rancores e violências gratuitas. Sonhos e quimeras são combustíveis da vida; alimentam a esperança num futuro improvável, invisível, apenas mantém de pé os desejos de realizações num mundo de fantasias e de sentimentos que brotam do âmago visceral para abastecer o corpo de elementos volitivos e sensações de prazer. Somos projetos inacabados rabiscados do passado; cuidar do passado representa uma perspectiva de dias melhores do futuro; cada dia representa um capítulo deste livro chamado vida; e assim, sonhamos por uma sociedade mais justa e equânime, de essência igualitária. Anseia-se por um mundo mais justo, fraterno, sem guerras, sem derramamento de sangue; por que a paz é mais importante que os conflitos armados; a paz é sinônimo de amor; a guerra é manifestação de desprezo e ódio. Nesse processo evolutivo, da inocência à maturidade, várias páginas são escritas, entre quedas e o ato de levantar, sacudir a poeira e aprender com as derrotas; aprende-se desde logo que na vida é melhor renunciar a cargos e funções, puramente fugazes, a viver subjugado e vinculado à esquemas não ortodoxos que arranham os nossos valores inegociáveis. Viver em paz espiritual é sempre melhor que viver momentos de puro deleite, pois é sempre preferível regozijar-se da paz eterna que andar nos holofotes efêmeros da vida.
“Nossa força se revela quase inabalável quando embalamos berços e carregamos nossos mortos.
A morte parece a mais antinatural ordem do universo.”
Eu me distraí com as frivolidades do mundo. Achei que deveria cuidar das aparências.
Enfeitei o que não deveria. Descobri que deveria ter gastado menos tempo com a mesa posta. Que isso não importa. Que nada disso importa. Escolhi as pessoas ao invés de escolher os talheres. E foi libertador
Profecias
É preciso que sejam dois para equilíbrio,
É preciso que seja um para que lidere-se,
É preciso que sejam muitos para que lembrem-se,
É preciso que morram pra que esqueçam,
É preciso que ressuscitem para que aprendam,
É preciso que amem para que libertem-se.
Vencer na vida é gerúndio. Só se torna pretérito quando a vida chega ao fim. O segredo do sucesso é a perpetuação da atividade. Engana-se quem acha que já venceu. Esses são os desistentes.
Para combater o violento é quase impossível não se tornar violento também. Esse paradoxo que deve ser compreendido. A violência é justificável tão somente se for empregada como instrumento de defesa e preservacão da vida humana. Não há diálogo com quem só quer monólogo. Com violento, só a violência gera compreensão.
Almejar vida após a morte é a maior sinalização da angústia humana pela finitude, haja vista que esta é inexorável e a outra, um subterfúgio mental de consolação.
O propósito não nasce através da ação e sim do autor. O exemplo é a ação de refletir o propósito de ser.
Nada tem sentido, a morte não há de ter sentido, a vida não há de ter sentido... Os seus sonhos, as suas angustias, o próprio nada não há de ter sentido. E as palavras, tentando dar algum sentido para este não sentido não hão de ter sentido. E mesmo assim vivemos, pensamos e refletimos, para que na próxima cena já esteja tudo perdido, esquecido, destruído... Não fez sentido e nunca fará. E mesmo assim vivemos. Mesmo assim refletimos e nos esquecemos. E mesmo assim vivemos.
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