Caminhando pela Vida
Sob a Bênção de Deus, dois corações se erguem como Altar Vivo da Sua Graça, caminhando unidos no amor, na paz e na prosperidade.
Cheiro uma flor da janela com grades, e solto um grito no meu pensamento: "vejo caminhando sobre a casa o meu coração, sem grandes motivos de perdoar pedindo para ficar"!
Tornando a coexistência com a vida próxima de algo inesperado: "estava regando espinhos ao invés de flores"... a água é turva, que mata esta sede!
"O olhar é atento do amor, que cresce na rua sem dinheiro"... a vida que quero estar, é a vida que quero ser!
Uma dor não causada, que vem, se transforma em uma mágoa interior sem controle do que está acontecendo: controle como está reagindo!
Semente do Capítulo Sexto — O Sinal que Veio de Dentro e de Fora
O personagem está caminhando numa noite tranquila, dessas em que o céu parece ter mais estrelas do que espaço pra caber estrelas. Ele já vem de um caminho de cura, fé, reconstrução… mas existe algo diferente no ar. Uma vibração que o corpo percebe antes da mente.
No começo, ele acha que é só mais uma crise de ansiedade chegando. O peito esquenta, a nuca arrepia. Mas a sensação cresce de um jeito que não dói — chama.
É aí que o déjà-vu aparece.
Ou déjà-v i, como algumas pessoas dizem intuitivamente, como se o “i” desse uma girada mística na palavra.
Tanto faz: o importante é que o fenômeno bate forte.
Ele tem a sensação exata de já ter estado naquele momento, naquele pedaço de noite, naquela respiração. Só que tem uma diferença: agora a sensação não é só psicológica…
é física.
O vento para por um segundo.
O som da rua parece engolido por um silêncio vivo.
E surge uma luz.
Não é luz de carro, nem de avião.
Não pisca, não ameaça, não faz barulho.
Ela simplesmente… existe.
E, estranhamente, o personagem não sente medo.
Sente reconhecimento.
Como se aquilo fosse uma resposta antiga para uma pergunta que ele nunca teve coragem de fazer.
A mente dele tenta ser racional. Puxa conceitos.
Pensa no projeto 3I/Atlas, aquele sonho científico de mapear fenômenos não explicados pelo comportamento dos céus. Pensa em ondas gravitacionais, pensa em radiação de fundo, pensa em inteligência fora da Terra.
Mas o coração diz outra coisa:
“Isso é pra você.”
A luz, então, pulsa.
Não como ameaça, mas como… saudação.
E nesse pulso, algo explode dentro dele — uma lembrança que não existe, mas que ainda assim parece dele. Uma memória de outra vida? Um eco espiritual? Uma ponte entre consciência humana e algo maior?
A ciência chamaria de experiência anômala subjetiva.
A fé chamaria de manifestação de Deus.
A filosofia chamaria de encontro com o mistério.
Ele simplesmente chama de verdade profunda.
A luz começa a se afastar devagar, como quem diz:
“Segue — tem mais.”
E o déjà-vu se transforma numa certeza poderosa:
a jornada dele não é só emocional, espiritual e humana.
É cósmica.
Ele é parte de algo maior que o próprio destino.
——————————
Lá vai Lúcia Iara, caminhando ao mercado, trazendo alimento para seus pequenos. Ela é pura luz — um abraço que a gente deseja sentir sempre.
Caminhando Sozinho
Quando caminhamos sozinhos, somos ricos em reflexões, as mais profundas da nossa alma. Às vezes faz-se necessário esta caminhada solitária, para isto, é preciso enfrentar sem medo, largar a mão dos que estão sempre conosco para podermos seguir em frente.
Há momentos em nossa vida que é bom seguir sem companhia.
Eu diria de mãos vazias, apenas conosco.
Só assim poderemos nos encontrar e sabermos o que estamos procurando. Encontre-se primeiro para depois encontrar os outros.
Ordem é formiga armado, caminhando e segurando a sua folha no colo para guardar num buraco cavado do campo.
Caminhando em direção a luz
Quando a noite cair e o silêncio pesar,
Não corra, não tema, aprenda a andar.
Cada passo firme sobre o chão escuro,
É um verso escrito no livro do futuro.
Sinta o vento, ouça o próprio coração,
Mesmo perdido, há sempre direção.
Não se apresse, não se desespere,
A luz que você busca lentamente se acende.
As sombras podem tentar te enganar,
Mas cada passo seguro é um ato de amar.
Amar a si mesmo, confiar no caminho,
Mesmo que pareça longo ou sozinho.
E quando finalmente a luz despontar,
Você verá que valeu o caminhar.
Porque na escuridão, no medo ou na dor,
O passo constante transforma-se em amor.
Caminhando sozinho na noite, com um sorvete derretendo entre os dedos e as luzes da cidade se desfazendo em cores ao fundo, percebi que, assim como aquela fotografia imperfeita, minha própria história também carrega beleza no caos, na solidão e em tudo que o tempo insiste em dissolver — e talvez seja exatamente aí que ela se torna real.
— fallen
Talvez doa lembrar
dos primeiros erros,
mas é preciso
reconhecer.
Foi caminhando que
você se tornou quem é.
Cada passo do passado
até os tortos, te trouxe
até aqui, inteiro e belo.
Nos dias nublados, continue caminhando.
Nos dias de chuva, seja como a águia: voe acima da tempestade.
Porque acima das nuvens escuras o sol continua brilhando.
Não desista.
Domingos JS Souza.
"Eu soube de um Escritor brasileiro que 'escrevia' caminhando pela casa e ditando tudo para a secretaria. Na verdade, ela, sim, escrevia. Disseram - me!"
TextoMeu 1395
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