Camelos e Beija Flores Rubem Alves
Nenhuma mulher deve se sentir feiura, O beija-flor não beija pela beleza, mas sim pela doçura e a pureza do alimento dentro da flor, o homem verdadeiro não busca um alimento qualquer, ele se alimentar do amor que esta na beleza interior de uma mulher.
Beija-flor do meu jardim, faça um favor pra mim, voa o céu sem fim, vai levar um beijinho para o meu benzinho, que está longe de mim.
O verdadeiro amor é como um beija-flor voando pelo jardim do coração, buscando encontrar o néctar da paixão!
Atas doses de poesia
Entro em um bar
e pego uma cerveja
começo a dançar
enquanto você me beija.
Eu estou louca na alma
mas bêbada,sonho com o amor
com as felicidades da vida
sem medo,sem raiva e sem dor.
Esqueci que de vez em quando
eu sonho acordada
refletindo sobre o amor
e sobre a pessoa amada.
Mesmo com altas doses de poesia
eu ainda choro na estrada
com as decepções da vida..
Em lugares improváveis eu já encontrei o amor. Ontem mesmo vi amor entre o beija-flor e a rosa.
Eu já encontrei um amor nas mãos enrugadas da mulher que tanto lutou para ser quem é.
Eu já encontrei um amor na fila do banco, enquanto todo mundo tava preocupado com o tempo da demora.
Eu já encontrei um amor no meio da rua, em um abraço de saudade que deixou a minha alma nua.
Eu já encontrei um amor no café com bolo na casa da minha mãe e já vi amor nos olhos inocentes das crianças da minha vida.
Eu já encontrei amor até nas marcas deixadas pelas minhas feridas.
Queria ser como a flor que alimenta o beija flor. Te alimentaria com os meus beijos e nunca deixaria de te amar!
Minha Morena do Sertão
Lá no cantinho do mato, onde o sol beija o chão
Tem uma moça que encanta, dona do meu coração
Cabelos negros ao vento, sorriso que é tentação
Ela é flor que não se arranca, minha morena do sertão
Ô morena, vem pra mim devagar
Tô com saudade do teu jeito de me amar
Teu cheiro tá no meu lençol, no café da manhã
Vem ser pra sempre a minha estrela da manhã
Ela dança na varanda com vestido de algodão
Canta moda de viola, bate forte o violão
Com ela tudo é poesia, tudo vira inspiração
Nem o céu tem mais beleza que a minha paixão
E quando a lua se esconde e a saudade me invade
Eu lembro do teu beijo doce, do teu colo de verdade
Nenhuma cidade grande tem o brilho do teu olhar
Morena do sertão, é com você que eu quero ficar
Felicidade
Diamante esculpido
Um beija-flor de jade
Traço raro e diminuto
Pequena, em pleno espaço
Do nada ... a vida
Pedra sabão talhada
Delapidada
Alheia a toda vontade
As grades de ouro
A liberdade
Resposta que não veio
O início chega ao fim
Sem meio
Um desenho bonito
E que a gente desenhou tão feio
Falha a abelha
Mel de milho
O sorriso é uma fotografia
Uma ausência cortante
À luz do Sol digo, bom dia!
A carta mal escrita
Num papel bonito
Entregue no destino errado
Um grito que se propagou no vácuo
Uma vela que se apaga
O apego à escuridão
Simplesmente aquela
Sempre velha corrente enferrujada
O portão que separa
O passado e o presente
Tempestade linda
Amanheceu
Na madrugada insône
Amanheceu tão descontente
Madrugada, ainda
Um desenho
Quando a gente o desejou bonito
Ficou feio
Edson Ricardo Paiva.
Bela era ela
Poesia entre acordes
Beleza que se beija
Mordida que se deseja
Ela morde
Espinho que ardia
Que ardia atrasado
Era dor que era viva
Como são vivas as saudades
Como eram vivas
As árvores em cujas sombras
De mãos sujas estávamos
Todo dia, na hora do almoço
Onde a gente semeava
Sementes de sonhos
Que permaneciam
Aguardando que lágrimas de tempo
Viessem regá-las
E era vida e morria
Mas ficaram chaves escondidas
Em meio a frases sem sentido
Que nos vem nas falas, nos acertam
Nos momentos em que a alma
Te parece que deseja desertar
Bela era ela
Beleza que deseja ter por perto
Como belo é o olhar
Quando a gente só quer ver
Sem medo de perder
Nem prender e nem tocar
Assim que nos pertence
Por ter conquistado
Pois o tempo vence a quase tudo
No silêncio que se escuta
O poder que se oculta
Temeroso aliado
Que luta em favor do outro lado
É assim que nos parece
Vida à toa
Alegria que dói
Dor da boa
Amor que faz sentido
Bela era ela
Poesia que transforma a gente
Em ser pensante
No momento em que descobre
O fruto da vivência
O ser vivente
Que devia sempre ter sido.
Edson Ricardo Paiva.
O sol beija o mar e o céu azul empresta o seu brilho ao fundo do mar, as estrelas são vistas na escuridão do mar e são confundidas com o cintilar dos olhos lanterna dos peixes e os cardumes que se movem para sítios incertos vão mostrando, um peixe duas estrelas, por fim um mar de estrelas no fundo do mar até o sol raiar.
A onda beija a praia num brinde espumante
A poesia imperando no peito á contemplar
Mistura fogo e pólvora amada e amante
Escrevo logo seu nome que começa com MA.
_A tardinha sempre beija o céu na sua despedida.
_E na demora do beijo, borra-se de brilho, batom, sombra e blush o céu que também tem herança neste make.
" A suavidade de seus lábios...embriagam meu viver...paralisam o meu ser... vêm... vêm me beijar...em sua boca quero viver...em palavras...ou em beijos...para sempre...meu desejo... você."💟✨💟
