Cair
No cair da tarde, em ventania,
a imaginação sem retoque,
sem intenção de ser objetiva
e sem insinuação convida
a recolher-se no teu colo soberano.
Algo mais forte do que previa,
tem tomado conta e povoado
com mais de uma sugestão
de carícia carnal total, por dia;
no fundo juro que eu já sabia.
Com ternura quase que febril
os teus olhos oceânicos preludiam
os meus sussurros nos teus ouvidos,
e em retribuição os teus gemidos
em sucessões declaratórias
que decolaremos os nossos sentidos.
Não sei, se serei eu ou você,
ou nós dois que daremos juntos,
o primeiro e essencial passo,
Intuo que lá no fundo voltamos
aos nossos anos mais meninos.
Com direito a pele em brasa,
com a ardência que não faz dano,
no pedestal do mais elevado plano,
sentindo a potência de estarmos
disponíveis ao abandono doce
com sabor de Cereja-do-mato
dada e roubada com infinitos beijos.
No meio disso tudo o que
está florescendo, só pelo fato de vê-lo,
confesso o desejo pleno em pêlo:
que ainda estou aprendendo
de como lidar com tudo isso,
que chegou sem dar nenhum aviso.No cair da tarde, em ventania,
a imaginação sem retoque,
sem intenção de ser objetiva
e sem insinuação convida
a recolher-se no teu colo soberano.
Algo mais forte do que previa,
tem tomado conta e povoado
com mais de uma sugestão
de carícia carnal total, por dia;
no fundo juro que eu já sabia.
Com ternura quase que febril
os teus olhos oceânicos preludiam
os meus sussurros nos teus ouvidos,
e em retribuição os teus gemidos
em sucessões declaratórias
que decolaremos os nossos sentidos.
Não sei, se serei eu ou você,
ou nós dois que daremos juntos,
o primeiro e essencial passo,
Intuo que lá no fundo voltamos
aos nossos anos mais meninos.
Com direito a pele em brasa,
com a ardência que não faz dano,
no pedestal do mais elevado plano,
sentindo a potência de estarmos
disponíveis ao abandono doce
com sabor de Cereja-do-mato
dada e roubada com infinitos beijos.
No meio disso tudo o que
está florescendo, só pelo fato de vê-lo,
confesso o desejo pleno em pêlo:
que ainda estou aprendendo
de como lidar com tudo isso,
que chegou sem dar nenhum aviso.
Depois da chuva cair,
seguir os teus passos,
Sentir a delícia que é
o aroma de petricor,
Dançando o Cacuriá
no ritmo do tambor,
que faz o nosso amor.
Tocando na varanda
para a vizinhança ouvir,
Não conhecemos mais
outro ritmo a seguir,
O que queremos traz
só o que ancora e faz.
O mundo lá fora para
tanto faz, e não perfaz
sobre o que importa,
E nunca será diferente
porque amamos amar
avassaladoramente...
Lua Crescente esplendente
em pleno cair da tarde quente
no Médio Vale do Itajaí,
Que abraça com o seu verde
a nossa amada gente,
que tem espírito de festa,
mantém firme a garra - e é resiliente,
e que continua firme com memória,
sonhos e suas raízes na História
sem jamais desistir de prosseguir.
Lua Crescente magnífica
que ilumina a querida Rodeio
onde poeticamente o Canário-da-telha
está procurando no Ribeirão do Salto
o seu ninho para ir descansar.
No centro desta cidade é o meu lar,
e é daqui que tenho muita história
para recordar e escrevo no tempo,
em prosa, verso e todo o sentimento
que une rios para os vales renovar
seguindo muito além deste lindo luar.
Enquanto uns precisam de um tropeção para cair nos braços do Pai, outros para tentar quitar o aluguel das cabeças dos asseclas.
Há os que só descobrem a própria fragilidade quando o chão falta sob os pés.
O tropeço, para esses, não é punição: é convite.
Na queda, cessam as ilusões de autossuficiência, e o abraço do Pai deixa de ser discurso para se tornar refúgio.
A adversidade, então, cumpre seu papel mais nobre — revelar limites, ensinar silêncios e reordenar as prioridades.
Mas há os que fazem do tropeço um espetáculo, arrastando para o centro do palco um dos mais nojentos dos comportamentos — o vitimismo.
Não caem para aprender, caem para acusar e se vitimizar.
Transformam a adversidade em vitrine e o sofrimento em moeda, tentando pagar o aluguel das cabeças dos asseclas com versões convenientes da própria dor.
O vitimismo vira estratégia, não confissão; ruído e não arrependimento.
Em vez de atravessar a noite, preferem manter acesa a fogueira da queixa.
A diferença não está na queda, mas no destino dado a ela.
Uns permitem que a dor os humanize; outros a instrumentalizam.
Uns se levantam esvaziados de si e cheios de fé; outros se erguem inflados de razão e pobres de verdade.
No fim, a adversidade sempre cobra seu preço: ou nos reconcilia com o essencial, ou nos aprisiona na necessidade de plateia.
E talvez aí resida o discernimento que nos falta: nem toda lágrima nos cobra empatia, nem toda queda é lição.
Há tropeços que salvam, e há tropeços que apenas alugam consciências.
O sol que desperta nossa alegria
Aquece a sombra fria
Até o cair da tarde
Quando desenha de cores o horizonte
Sorrindo se esconde
Porque, sabe que é a vez da lua
Iluminar a nossa noite escura.
Em muitos abismos eu já cai ,me levantei por força de vontade.E se um dia eu cair de novo,não vou ter forças o suficiente para levantar.E só você pode me ajudar.
Descobri... que não vale a pena se Estressar...
... Prefiro Sorrir, cantar, lutar, cair e levantar...
Eu tenho a Marca da Promessa o que quero mais?!
Sabe o que é de tanto cair e apanhar, fiquei com marcas que não sei se o tempo apaga. Esfriei. Não da mais pra ter calma, quero sumir e ir pra bem longe onde não tem ninguém tomando conta da minha vida e ninguém pra me machucar.
"O amor é como um pingo que cai dentro do oceano, antes de cair é destrutível, após, torna-se imutável!"
A solidão é como uma folha caída no chão, sem tempo para cair, sem a paixão para sentir, sem a dor e ao mesmo tempo sem o amor.
O amor não te deixa cair, amor é a corda que te segura quando você se joga. Amor são asas que você ganha da vida para acreditar que pode voar.
Nada impede que eu vá cair, sofrer, errar, perder, se for pra me ensinar a viver, vale a pena, vale a pena... pois isso me fez ser quem sou, e quem eu sou é o que eu deveria ser...
Então meu mano vale a pena, vale a pena.
Nascer, crescer, aprender, cair, levantar, cair mais uma vez e levantar novamente, manter a fé. Essa é a essência da vida.
