Cada um tem de Mim Exatamente o que Cativou e

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O Brasil não tem povo, tem público.

Ao longo da história, tem sido a inatividade daqueles que poderiam ter agido, a indiferença daqueles que deveriam ter procurado conhecer, o silêncio da voz da justiça quando ela era mais importante, que tornou possível para o mal triunfar.

...Dentre as manias que eu tenho, uma é gostar de você.Mania é coisa que a gente tem mais não sabe porque."

Meu nome não tem que estar na boca das recalcadas, pois meu nome não é osso pra estar na boca de cachorro.

O amor só tem dois problemas : Encontra-lo e esquece-lo.

A gente precisa se incomodar menos. Tem tanta coisa bonita pra gente viver, aprender. Me choco com as coisas que ainda não sei. Quero ler mais livros. Escutar mais músicas. Assistir mais filmes. Quero ter menos preguiça, sentar mais no chão, correr mais pelo parque. Sabe, essas coisas fazem com que eu me sinta livre. Acho ruim a gente ter que se aprisionar. Quero sair de noite, caminhar sem rumo, ficar olhando para o céu. Pode soar bobo, mas isso pra mim é tão importante.

Quem não espera grandes atitudes, não tem grandes decepções.

Às vezes... algo tem que ser destruído... para dar lugar a algo melhor.

How I Met Your Mother
6.ª Temporada, Ep. 24

Uma nação que não tem nada além de seus divertimentos, não se divertirá por muito tempo.

Às vezes você tem que estar longe das pessoas que você ama, mas isso não faz com que você as ame menos. Às vezes faz que você as ame mais.
(Steve Miller)

A Última Música

Nota: Frase do filme/livro "A Última Música", 2010

Chorar é dar paz à alma. É dizer ao coração: "Tem paciência, que tudo vai passar!"

Tem que melhorar, a maneira que tratamos uns aos outros e olhamos uns pelos outros, de alguma forma temos que melhorar.
(Clay)

Disciplina é a capacidade que o ser humano tem de domar o seu mais astuto oponente: a sua própria mente.

Dentro de nós estão as respostas
para todas as perguntas que podemos fazer.
Você não tem idéia de quanto é sábio!

Nem todo mundo tem essa sorte de ser bom em alguma coisa.

John Green
GREEN, J. A Culpa é das Estrelas. Rio de Janeiro: Intrínseca, 2012

Quando se ama alguém, ama-se, e quando não se tem nada mais para lhe dar, ainda se lhe dá amor.

George Orwell
1984 (1949).

Porque planos nem sempre dão certo e a gente tem que ousar e desafiar a razão...

A gente não tem como saber se vai dar certo. Talvez, lá adiante, haja uma mesa num restaurante, onde você mexerá o suco com o canudo, enquanto eu quebro uns palitos sobre o prato -- pequenas atividades às quais nos dedicaremos com inútil afinco, adiando o momento de dizer o que deve ser dito. Talvez, lá adiante: mas entre o silêncio que pode estar nos esperando então e o presente -- você acabou de sair da minha casa, seu cheiro ainda surge vez ou outra pelo quarto –, quem sabe não seremos felizes? Entre a concretude do beijo de cinco minutos atrás e a premonição do canudo girando no copo pode caber uma vida inteira. Ou duas.
Passos improvisados de tango e risadas, no corredor do meu apartamento. Uma festa cheia de amigos queridos, celebrando alguma coisa que não saberemos direito o que é, mas que deve ser celebrada. Abraços, borrachudos, a primeira visão de seu necessaire (para que tanto creme, meu Deus?!), respirações ofegantes, camarões, cafunés, banhos de mar – você me agarrando com as pernas e tapando o nariz, enquanto subimos e descemos com as ondas -- mãos dadas no cinema, uma poltrona verde e gorda comprada num antiquário, um tatu bola na grama de um sítio, algumas cidades domesticadas sob nossos pés, postais pregados com tachinhas no mural da cozinha e garrafas vazias num canto da área de serviço. Então, numa manhã, enquanto leio o jornal, te verei escovando os dentes e andando pela casa, dessa maneira aplicada e displicente que você tem de escovar os dentes e andar ao mesmo tempo e saberei, com a grandiosa certeza que surge das pequenas descobertas, que sou feliz.
Talvez, céus nublados e pancadas esparsas nos esperem mais adiante. Silêncios onde deveria haver palavras, palavras onde poderia haver carinho, batidas de frente, gritos até. Depois faremos as pazes. Ou não?
Tudo que sabemos agora é que eu te quero, você me quer e temos todo o tempo e o espaço diante de nossos narizes para fazer disso o melhor que pudermos. Se tivermos cuidado e sorte – sobretudo, talvez, sorte -- quem sabe, dê certo? Não é fácil. Tampouco impossível. E se existe essa centelha quase palpável, essa esperança intensa que chamamos de amor, então não há nada mais sensato a fazer do que soltarmos as mãos dos trapézios, perdermos a frágil segurança de nossas solidões e nos enlaçarmos em pleno ar. Talvez nos esborrachemos. Talvez saiamos voando. Não temos como saber se vai dar certo -- o verdadeiro encontro só se dá ao tirarmos os pés do chão --, mas a vida não tem nenhum sentido se não for para dar o salto.

O que eu faço com a saudade?! Tem dia que faço besteira. Tem dia que faço caipirinha. Depende muito...Hoje fiz brigadeiro.

Crianças, se vocês acham que as únicas opções que têm são engolir toda a sua raiva ou jogá-la na cara de alguém, há ainda uma terceira opção. Você pode abrir mão de tudo isso. E só depois que fizerem isso, é que acabará. E poderão seguir com suas vidas.