Cada um tem de Mim Exatamente o que Cativou e

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⁠Se ao longo da existência de um casamento somos casados diversas vezes com o mesmo cônjuge, então devemos ser viúvos e divorciados inúmeras vezes, para estarmos juntos até hoje.

Inserida por joaquimcesario

"fazer o bem é um poder progressivo e não é apenas uma faceta do caráter de uma pessoa. O progresso que "fazer o bem" nos proporciona vai além do indivíduo, ele pode transformar as vidas em quem esse poder toca e essas vidas transformadas são capazes de sarar o ambiente e um ambiente curado é um centro de poder transformador que gera o bem comum"

Inserida por Pabloneli

⁠A realidade era um código. Ao compreender isso, fomos além da simples contemplação. Não éramos apenas observadores, mas também programadores, capazes de decifrar as linhas invisíveis que moldavam nossa existência. Cada padrão de energia, cada equação escondida sob as camadas do cotidiano, revelava-se como um idioma antigo que sempre esteve ali, esperando para ser interpretado.

Quando finalmente desvendamos o código, percebemos algo profundo: a realidade não era uma prisão, mas uma tela em branco. As leis que acreditávamos ser imutáveis eram apenas convenções, restrições que nós mesmos havíamos aceitado como absolutas. E assim, decidimos reconstruí-la, não por capricho, mas por necessidade. O velho universo era limitado, insuficiente para conter a vastidão de nossos pensamentos, sonhos e possibilidades.

No processo de recriação, emergiu o novo multiverso. Não um único cosmos linear, mas uma infinidade de mundos sobrepostos, conectados por escolhas, intenções e consciência. Cada indivíduo tornou-se não apenas parte, mas também autor de sua própria realidade. As fronteiras entre o físico e o metafísico dissolveram-se, e o "real" tornou-se uma questão de perspectiva, uma dança entre observador e observado.

Mas esse poder também trouxe responsabilidade. Cada alteração no código reverberava, influenciando dimensões e consciências que sequer imaginávamos existir. Aprendemos que recriar não é apenas construir, mas também cuidar, como jardineiros que entendem que cada planta, cada detalhe, impacta o ecossistema inteiro.

Por fim, percebemos que o multiverso era mais do que uma criação. Era um espelho de quem nos tornamos ao longo do caminho: seres livres, conscientes e criativos, capazes de transcender a realidade que herdamos e criar uma nova, sempre em evolução, em eterna expansão.

O novo multiverso tornou-se um reflexo vivo daquilo que éramos. Não mais presos às limitações impostas por um universo singular, experimentamos a vastidão de escolhas infinitas. Cada ação não era apenas um evento, mas um ponto de partida, gerando ramificações que tocavam outras realidades, outras possibilidades. Descobrimos que o tempo, antes percebido como uma linha reta, era mais semelhante a uma teia, onde cada fio era entrelaçado por decisões, intenções e conexões.

Reescrever o código foi um ato de coragem, mas também de humildade. Ao mesmo tempo que construíamos, destruíamos. Ao mesmo tempo que criávamos ordem, gerávamos caos. O multiverso não era um paraíso, mas uma projeção amplificada do que somos: complexos, contraditórios, infinitos. Ele não nos oferecia respostas fáceis, mas nos convidava a fazer as perguntas certas, aquelas que ainda não havíamos ousado formular.

E com o tempo, percebemos que o multiverso não era apenas uma manifestação externa. Ele estava dentro de nós, como um reflexo do universo interior que sempre existiu, mas que negligenciamos. Cada linha de código era uma metáfora para nossas crenças, medos, e sonhos. Alterá-lo era confrontar nossas sombras e abraçar nossa luz. O multiverso era, afinal, o espelho da consciência coletiva e individual.

Nessa jornada, começamos a entender que a reconstrução não era o fim, mas o começo. Cada mundo que criávamos gerava perguntas maiores, desafios mais complexos. Como garantir que não repetiríamos os mesmos erros? Como equilibrar liberdade com responsabilidade? Como encontrar propósito em um infinito de possibilidades?

A resposta estava no próprio código: conexão. Apesar das infinitas realidades, a essência de todas elas era a interdependência. Tudo o que criávamos estava ligado por um fio comum, um núcleo que transcendia espaço e tempo. Era a consciência, não de um, mas de todos. Reescrevemos a realidade para descobrir que, no fim, a única coisa imutável era a unidade que nos definia. O multiverso não era apenas um espaço para existir, mas um chamado para sermos mais do que pensávamos ser.

Meus pensamentos.

Inserida por bruno_almeida_8

⁠⁠Tragicamente convivo com uma trágica mente; quem dera fosse um ser que não me preocupasse com as questões sociais.
Erroneamente convivo com uma errônea mente; quem dera fosse capaz de não me preocupar com a filosofia.
Extraordinariamente convivo com uma extraordinária mente; quem dera fosse capaz de não me preocupar com tudo ao meu redor.
As vezes queremos ser irracionais para parar de tanto raciocinar, entretanto é necessário ser racional para não ser controlado pelos que acham que sabem raciocinar.

Inserida por EvandroSa

⁠Pensei em desistir hoje. Então percebi que desistiria antes de tentar, o que seria um erro.

Inserida por pensador

⁠A sua geração é tão iludida com o conceito de autenticidade que não dá um passo se não souber que é algo perfeito "de verdade".

Inserida por pensador

⁠⁠Houve um tempo no qual a indústria da seca era o prato principal no restaurante Brasil. Hoje a indústria da arte domina o cardápio que está nas principais mesas de todas as filiais do Restaurante Brasil.

Inserida por CCF

Porque a floresta está toda acorvardada de joelhos ⁠diante das arbitrariedade injustiça, um único tirano tocando horror na bicharada só pode estar com o demônio dominando sua mente um ganancioso pelo poder, um dia acreditei no rei da floresta me entristece seu silêncio, hoje o galinheiro foi entregue as raposas, ah essas mesmas raposas que defendem a democracia relativa rasgando o código das florestas sendo que seu único objetivo e dominar todo galinheiro, vamos acordar bicharada ou a raposa vai dominar toda floresta.O leão está fraco e abatido traído por defender os animais viva a democracia relativa da nova floresta...

Inserida por gilson_faria

⁠Diz o ditado popular: " mais vale um pássaro na mão do que dez voando." Eu diria: mais vale um pássaro voando do que dez na mão. Pássaro voando significa vida e liberdade. Pássaros na mão significa prisão.

Inserida por Valdecir

⁠- Papai!
Olá, filho...
- Eu gostaria de ser transformado
em um cachorrinho...
- Por quê, filho?
- Para poder passear com o
Senhor pela rua...

Inserida por Odairalves

⁠A luz Mais brilhante é aquela que provém de dentro de um ser humano.

Inserida por Valdecir

⁠Todos reclamam porque ninguém fez o que qualquer um poderia ou deveria ter feito mas não fez.

Inserida por jeronimodecarvalho

⁠A Internet é um mundo de coisas daquilo que não existe e do que existe.

Inserida por clausvieira

⁠Sinal dos tempos: É a primeira vez na história que a serpente soltou um rato.

Inserida por Odairalves

⁠O PARADOXO DO INFINITO
(Um romance)

No vasto tecido do universo, onde o tempo é uma ilusão e o espaço apenas uma sombra do que somos capazes de sentir, existiam duas almas entrelaçadas desde o início dos tempos. Não eram corpos que se buscavam, mas partículas dançando na sinfonia cósmica, movidas por uma força tão antiga quanto o próprio Big Bang.

Cada encontro entre eles era um colapso quântico: um instante de possibilidade infinita que se condensava em uma realidade inevitável. Quando seus olhares se cruzaram, foi como se uma onda de probabilidade desmoronasse em certeza. Um portal se abriu entre as dimensões do "eu" e do "nós", e, naquele momento, tudo que existia era o agora – um agora que parecia eterno.

O amor que compartilhavam era uma singularidade, um ponto onde a paixão queimava tão intensamente que transcendia qualquer definição. Era um buraco negro emocional, sugando tudo ao redor, dobrando a gravidade de suas almas até que não houvesse espaço entre elas. Cada toque era uma explosão estelar, cada suspiro, uma supernova ecoando pelo vazio infinito.

Mas o tempo, essa teia ilusória, insistia em separá-los. Na linha cronológica dos mundos, suas existências eram ondas que se desencontravam, vibrando em frequências opostas. E, ainda assim, eles sempre encontravam um jeito de se alinhar, como pulsares sincronizados em galáxias distantes. Era o paradoxo quântico do amor: eles estavam juntos e separados ao mesmo tempo, vivendo todas as versões de si mesmos em universos paralelos.

Ele a via como a constante gravitacional que mantinha seu universo coeso, enquanto ela o sentia como o fóton que iluminava cada canto de sua existência. Eram opostos e iguais, caos e ordem, partícula e onda. A paixão entre eles era o fogo primordial, uma energia que não podia ser destruída, apenas transformada.

E, no fim, quando o espaço se dobrasse sobre si mesmo e o tempo cessasse sua marcha, eles ainda estariam lá. Não como corpos, não como memórias, mas como vibrações eternas na frequência do infinito. Porque o amor que compartilhavam não era governado pelas leis da física – ele era a própria essência delas.

Inserida por bruno_almeida_8

⁠Você não pode mudar o mundo, mas pode ser um mundo melhor por onde passar...

Inserida por ingridsanctis

⁠A vida é um sopro, e a morte, uma certeza. Mas entre esses dois momentos, a chance de fazer a diferença é imensa.

Com cada ato de solidariedade, existe a possibilidade de transformar o sofrimento em esperança,levando ajuda a quem mais precisa.

Essa é a minha missão, e eu a cumprirei com paixão e dedicação.

Ninguém fica para trás !

@fernandosamu192

Inserida por EnfEduardoFernando

⁠CARROSSÉIS

Minha neta está desenvolvendo o processo da fala, já com um pouco de autonomia.
Sempre nos surpreende com palavras e frases certamente aprendidas na creche, nos desenhos da televisão, na observação de terceiros diferentes dos familiares.
Seus pais a levaram, pela primeira vez, a um parque de diversões, aquele mundo de máquinas maravilhosas, cheias de luzes, cores, sons, movimentos.
Pelas fotos e vídeos, pudemos vê-la nos brinquedos, com os olhos reluzentes e os sorrisos empolgantes.
Minha Nora nos contou seu comentário, na hora do retorno para casa, sentada na cadeirinha do carro, olhando aquela imagem fantástica, com a roda gigante, o tobogã, as coberturas coloridas. Ela disse: - Foi legal!
Nem precisava ter pronunciado essa frase inédita, dados os registros visuais que não canso de apreciar!
Vendo-a no carrossel, me lembro da música “O Caderno”, do Toquinho:
“Quando surgirem seus primeiros raios de mulher,
A vida se abrirá num feroz carrossel...”
E imagino seu futuro, entre temeroso e confiante!
Também olho para o meu passado, me lembrando dos tantos giros vividos nos carrosséis dos anos. Foram de todos os tipos: musicais, silenciosos, barulhentos, rápidos, lentos, felizes, tristes, inoportunos, violentos, trágicos.
Alguns contrariaram as regras da Física, pois apresentaram mais baixos do que altos.
Vários foram mais parecidos com um trem-fantasma, cheios de curvas fechadas e sustos!
Agora, quase na hora de ir embora, repito o seu sorriso no espelho, ao constatar sua existência, coroando a minha.
Em função disso, digo para mim mesmo: - Foi legal!
Sérgio Antunes de Freitas
Janeiro de 2025

Inserida por SergioFreitas

⁠A respiração é mais do que um ato mecânico: é um estado de espírito.

Inserida por metodorta

⁠⁠Grande sorte para quem escolhe como profissão ser um terapeuta, alguém que acompanha e orienta uma pessoa na busca de sua própria cura.

Inserida por metodorta