Cada um tem de Mim Exatamente o que Cativou e

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⁠Muitos buscam rejuvenescer a aparência, mas esquecem de rejuvenescer a mente.

Inserida por jeancarlosdalbianco

⁠O insulto é a mãe do tolo, e é por meio dele que uma pessoa revela o seu desespero e admite a sua dor.

Inserida por jeancarlosdalbianco

⁠Tudo em excesso é perigoso. Até mesmo a empatia pode causar obscuridade e omissão, e assim nos autorizar a decisões equivocadas, parciais e enganosas.

Inserida por jeancarlosdalbianco

⁠Existem pessoas que se aproximam de você não por amizade, mas porque veem em você uma oportunidade

Inserida por jeancarlosdalbianco

⁠"Intitulado de muita honraria, Cônego Francisco Sadoc de Araújo é uma memória viva de nossa história. Através de seu legado, de suas escritas e exuberantes pesquisas, encontraremos a origem de nossa gente e de nosso povo. Sem ele, não tenho dúvida que nossa história estaria incompleta e absoleta”.

Wilamy Carneiro - poeta Sobralense

Inserida por WILAMYCARNEIRO

⁠O mais cruel imposto da atualidade é a televisão e as mídias de entretenimento “vazio”, o tributo pago é seu cérebro e a cada tributação você entrega seus sonhos, suas expectativas e sua liberdade!

⁠Essa necessidade efêmera de ser amado, desejado, adorado e curtido a todo instante, apenas revela sua vaidade e sua extrema insegurança de quem você realmente é!
Não seja prisioneiro de suas próprias fraquezas!

⁠Aquele que só enxerga defeitos e erros nos outros, já é escravo de sua própria insegurança!
Essa tentativa medíocre de desvalorizar a vida e os feitos alheiros, revelam sua pobreza de espírito, medos e fraquezas a serem trabalhadas!

⁠Você não precisa menosprezar para se valorizar!

⁠DELINEANDO
(Renata Guimarães e Edson Nelson Soares Botelho)

Escaneando os meus sonhos
E suas raízes com pura energia
Formentando competências adquiridas
Para olhar com firmeza o seu propósito

Não fingir alegrias que não sente
Decidindo tornar-se capacitado
Desenvolvendo uma coragem absoluta
Para navegar nessa tremenda magia da vida

Atraindo coincidências inimagináveis
Para definir com clareza tudo o que quero
Sendo honesto comigo mesmo

Para lutar com coerência e abundância
Em um caminho repleto de riquezas
O destino ajuda se eu insistir

Inserida por ellenketlen111

⁠A FACE DO MAL
(Renata Guimarães e Edson Nelson Soares Botelho)

O que poderíamos usar como pretexto
Para justificar todas as tragédias
De nossas infames vidas
Por mais espantoso que fosse

Forçar a humanidade a procurar um falso profeta
Sob quaisquer de suas denominações
Percorrendo as estradas mais perigosas
Submetendo a vida aos castigos do destino

Pondo em prática as mais estranhas ideias
Com pessoas vulgares rumo a falsidade
Sem lamentar nada do passado

Apenas por absoluto egoísmo
A procura de nova etiqueta
Que desse sentido a sua estranha vivência

Inserida por ellenketlen111

⁠FELIZ SÃO JOÃO
(Renata Guimarães e Edson Nelson Soares Botelho)

Sinônimo de alegria e amor
Queima a fogueira no chão
E arde a chama do amor
Assam-se milhos junto a fogueira

Bebem a vontade na maior alegria
Esquenta os corações dos apaixonados
Dançar quadrilha a noite inteira
É noite de festa de São João

Noite de fazer adivinhações
A noite dos casais apaixonados
Todos acompanhados dançando

Pode brincar a vontade
Só não pode fazer uma coisa
Querer soltar balões, é perigoso!

Inserida por ellenketlen111

⁠FALSIDADE
(Renata Guimarães e Edson Nelson Soares Botelho)


Palavras falsas
Lançadas ao vento
Que se alongam
Como um canto de cigarra
Para morrer em uma única tarde

Assim fazemos o nosso destino
Não existe perfeição
Na vida de um casal
Sem marcas involuntárias
Que envenenam no decorrer do tempo

Não importa o palco ou a plateia
Se não estiverem dispostos a ver
Minuciosamente os detalhes da peça
O mérito de imaginar

Que existe esperança no ar
Obediente ao destino incerto
É o nosso maior erro

Inserida por ellenketlen111

Porque somos tão porcos espinhos a reclamar dos espinhos alheios?

⁠O poeta burgo da esperança.
(Paulo Sales)

Perante a degradação dos sentimentos,
Onde o caminhar é áspero, semeado de percalços,
Corações jazem inativos,
Agasalhada resta a solidão.

O poeta tem na vida,
Suntuosa beleza,
A expressão da arte,
Entre lágrimas e lamentos,
Do pensamento ao sonho.
O burgo da esperança.

Fulgor de inspiração,
Luz do olhar,
A visão do amor,
Que direciona a alma,
Ao mundo das flores,
Que ao tempo colherá.

Grande alvoroço,
Traz a poema
Pois mora no interior do sentimento,
Sabe conviver com a dor,
No mais profundo silêncio,
Onde só a poesia é capaz de anunciar.

Inserida por PAULOSALES

⁠Nostálgico tempo lírico e poético dos românticos.
(Paulo Sales)

Olhando para o infinito,
Introverso aos sons das mais belas expressões,
Afetuosas promessas de amor,
Entusiasta o coração,
Por projetos e aspirações.

Nenhuma ilusão é possível reter,
O triunfo da imortalidade,
Laurel do sentimento puro,
Sedutora afabilidade.

Raios mútuos,
De juras eternas,
Lunar que romantiza a paisagem,
Beijos tantos,
Calorosos,
E quantos,
Carinhosos abrigos.

Acorrentados a sonhos de felicidades,
Onde a razão precisa de auxilio,
Amantes que inspira e não comparte.

Corpos nunca vistos,
Desejos insofismáveis,
Sútil obra de arte,
Mas maleável e filtrado.

Ontem assim foi,
Românticos restaram,
Obsoletos ou ultrapassados,
Inafastável lembrança,
Atroz saudade.

Inserida por PAULOSALES

⁠Vaidade
(Paulo Sales)

A Vaidade mundana,
É Cálice de fel,
Afetação de virtude,
Pálida, mas reciclável.

Excelsa Confissão de amarguras,
Frias, silentes e necessárias,
Vencer é inescusável,
Na peleja da adversidade.

Há um abismo entre o presente,
E o passado nefasto,
Com força e vontade hercúlea,
Um raio de amor,
Infunde a esperança.

Na solidão do seu próprio cárcere,
Despontam manifestos de infelicidade,
Por inexperiência e seduções maléficas.

A rota por onde peregrinamos,
É rodeada de espinhos e decepções,
Uma centelha de fé,
Suaviza o caminhar.

Ao sol poente,
Como nasce uma flor,
O homem é capaz de renascer,
Ablegar a futilidade,
Descobrir com paciência,
E tanta coisa saber,
Da real felicidade.

Inserida por PAULOSALES

⁠A Cegueira
(Paulo Sales)

Vergonha de ser cego,
Por incapacidade a que ficou reduzido,
Pelo nutrir do ego.

Refocilando na vingança,
O homem deixou de prover o bem,
Para viver sem esperança.

Inércia de olhar,
Noite pávida da cegueira,
Ao deixarmos de ser filhos da luz,
Por andarmos nos caminhos das trevas,
Terra falsa, mas que seduz.

O universo continua irradiando,
Vida fecunda,
De beleza sem igual,
Basta despertar o coração.
Capela singela,
É só prestar atenção.

E do amor universal,
Que todos deserdamos,
Em ato de negação,
Dramática é a ingratidão.

Porém existe uma luz,
Uma aceitação maior,
A restaurar a visão,
Um sortimento de cores,
O amor,
Faça dele doação.

Inserida por PAULOSALES

⁠Paixão e pecado.
(Paulo Sales)

Insatisfeitos e voluntariosos,
Urge pelo afastamento do amor;
Banimento dos puros sentimentos,
Resignados pela desventura,
Mórbidos e preconceituosos.

Desilusões cruciantes,
Revoltas improfícuas,
Incrédulos e sem expressão,
Comodismo ou tradição.

Desejo! Pecado ou retidão?
O homem amotinado,
Contrário a existência,
Deve amar discricionariamente,
Com impulsos cego.
Abrasador cântico da Paixão.

Inserida por PAULOSALES

⁠Seja uma pessoa
VOLUNTÁRIA
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