Cada um tem de Mim Exatamente o que Cativou e
A vida não é passeio.
A vida é campo de guerra. E cada dia é uma batalha diferente.
Tem batalha que dói.
É a perda, é a traição, é a porta que bate na cara.
Ela te derruba, te arrasta no chão e te faz duvidar de tudo.
Mas é ela também que te ensina a levantar sozinho.
Também acho que falta para essa geração uma bandeira. Cada geração tem uma causa: eu, por exemplo, fui da geração das Diretas Já. Essa rebeldia da juventude nasce na dor, na indignação, e essa indignação está demorando para surgir. Eu me ressinto da falta de renovação, do quão distante a nossa juventude está da política, dos movimentos sociais e partidários.
(Simone Tebet)
Olhos de Universo
Cada corpo tem seu jeito, cada mente, seu universo secreto. Não há linha reta, não há molde, há caminhos que brilham sem alarde.
O que alguns chamam de limitação, é só a porta para outra percepção. Osom, o toque, o gesto, o olhar, todos têm formas de amar.
Não é sobre o que falta, mas sobre o que transborda, a coragem, a força, a vida que em cada ser se mostra.
Respeito não é favor, éreconhecer que cada pessoa tem direito de ser, de existir, de voar, de sonhar.
Se a conexão visceral tem nome, o meu é o seu.
Em cada gesto, em cada silêncio compartilhado, eu entendo que o nosso destino foi desenhado para ser um só.
🥹❤️ 'Deus tem sido bom conosco... em cada detalhe, em cada dia difícil, em cada lágrima no silêncio do seu quarto, em cada sonho adiado, em cada espera... Mesmo quando não entendemos, Deus tem sido bom conosco.'
-Wanessa Guimarães Z96
Tem muitas coisas que eu gostaria de dizer porém respeito a forma de vida que cada indivíduo optou escolher...
A casa das emoções
Existe uma casa dentro de cada pessoa que poucos têm coragem de visitar. Nos andares mais profundos da mente ficam guardadas memórias, medos, desejos e versões de nós mesmos que tentamos esconder. Talvez a maior jornada da vida não seja encontrar alguém que nos complete, mas ter coragem de abrir as portas internas e conhecer quem realmente somos.
-Jouberth Toffoli
Reserve uma parte de cada dia para cultos individuais. Você pode adquirir o gosto que não tem agora; o que é entediante a princípio pode com tempo, se transformar em prazer. Quer você goste disso ou não, leia e ore diariamente. Isso é para sua vida; não há outro meio, do contrário você será uma pessoa frívola a vida inteira [...] e superficial. Seja justo com a sua própria alma; dê-lhe tempo e meios para crescer e não continue a se matar de fome.
Contemplo o templo o ser e sou no tem e espaço anda sou mesmo eu ainda sou?
Por cada vez mais e mais eu se alinha no cosmo fluindo no auto egocentrismo de ser pois a pologia dou eu nunca mais foi eu apenas as forças da minha alma gritando por ser eu.
Cada ponto tem uma parada intercalada ou quando se encerra a jornada do que se traçou até o ponto.
Assim a vida entre linhas, vamos em vírgulas, exclamações, interrogações, reticências... Até que um dia chegamos ao ponto final.
Deus tem bilhões de olhos
E cada ser existente na terra
Presencia toda a beleza criada
Sente cada vibração dessa criação
E Deus se sente feliz
Por sentir através de nós
Que tudo que criou é belo
Maravilhoso, contagioso
E sensacional!... Fantástico!..
Deixe Deus sentir o seu lindo 💓
Entre no silencio da presença
E sinta esse poder em sua vida
Paz no ❤️
A Casa Vazia
Existe uma casa dentro de cada ser humano. Ela não tem endereço, não aparece nos mapas e não pode ser construída por outra pessoa. É feita de memória, silêncio, desejo e consciência. É o lugar onde a nossa voz ainda é nossa. Quando somos capazes de habitá-la, conhecemos seus corredores, sabemos onde guardamos nossas alegrias, onde escondemos nossos medos, quais portas evitamos abrir e quais janelas deixamos voltadas para o mundo. No centro dessa casa existe uma chama pequena e silenciosa. É ela que nos diz: “Você está aqui.”
O problema começa quando deixamos a porta aberta por tempo demais. Lá fora, o mundo não pede licença. Ele chama, acende luzes, oferece promessas, produz urgências, entrega desejos prontos e mostra vidas cuidadosamente enquadradas. E nós saímos. Primeiro por curiosidade, depois por desejo, depois por hábito, até que um dia percebemos que estamos há tanto tempo do lado de fora que já não lembramos como era estar em casa.
Não fomos expulsos. Essa talvez seja a parte mais difícil de admitir. Nós mesmos fomos nos afastando. Trocamos o silêncio pelo ruído, a presença pela distração, a experiência pelo espetáculo e a própria voz pelo eco das vozes alheias. Começamos a conhecer a vida de pessoas que nunca encontramos, a acompanhar histórias que não são nossas e a reagir a acontecimentos que não podemos tocar, enquanto alguma coisa dentro de nós espera, em silêncio, para ser percebida.
Os espelhos se multiplicam. As telas iluminam rostos, as comparações entram pelas janelas e os sucessos alheios tornam-se medidas para a nossa própria existência. Sem perceber, começamos a perguntar menos “Quem sou eu?” e cada vez mais “Como estou sendo visto?”. Parece uma mudança pequena, mas é profunda. Quando o olhar dos outros se transforma no nosso principal espelho, começamos a construir a própria identidade do lado de fora. E uma casa construída pelo olhar alheio nunca permanece verdadeiramente nossa.
Então precisamos de mais: mais reconhecimento, mais aprovação, mais intensidade, mais alguma coisa que faça silêncio dentro de nós. Quanto mais procuramos, porém, menos encontramos. A casa permanece vazia não porque não exista nada dentro dela, mas porque ninguém está lá para perceber.
O abandono de si não acontece de uma só vez. Ele acontece em pequenas ausências: quando ignoramos aquilo que sentimos, quando dizemos “está tudo bem” sabendo que não está, quando seguimos uma direção apenas porque todos estão seguindo, quando confundimos desejo com necessidade, quando nos distraímos para não pensar ou quando falamos tanto que já não conseguimos ouvir a própria voz. A poeira se acumula, não sobre os móveis, mas sobre a memória de quem somos.
Chega então um momento em que o silêncio assusta. Depois de tanto ruído, ficar sozinho consigo mesmo pode parecer entrar em uma casa abandonada. Mas talvez o silêncio não seja vazio. Talvez seja apenas o espaço onde aquilo que foi abafado finalmente pode ser ouvido.
É ali que começa o retorno. E o retorno não exige grandes gestos. Não precisa de espetáculo, de uma nova vida ou de uma nova versão de nós mesmos. Começa pequeno: sentar, respirar, escutar, perguntar e permanecer tempo suficiente para ouvir a resposta. “O que está acontecendo dentro de mim?” Talvez ela venha baixa, talvez confusa, talvez acompanhada de coisas que preferíamos não encontrar. Não importa. A casa precisa ser reaberta.
Um cômodo de cada vez. Uma lembrança, um sentimento, uma verdade, uma escolha, uma janela. Até que a luz volte a entrar.
E então descobrimos algo essencial: voltar para si não significa abandonar o mundo. Pelo contrário. É somente quando sabemos onde estamos que podemos verdadeiramente encontrar alguém. É somente quando reconhecemos a nossa própria voz que conseguimos escutar outra pessoa sem desaparecer dentro dela. É somente quando conhecemos os nossos limites que conseguimos respeitar os limites do outro.
Uma casa habitada não é uma prisão. Tem portas, janelas e espaço para receber. Escuta o mundo, celebra, ama, aprende e acolhe, mas sabe quem possui as chaves. As paixões podem entrar sem incendiar a casa. As ideias podem entrar sem ocupar todos os cômodos. A opinião dos outros pode ser ouvida sem se transformar em sentença. O mundo pode atravessar nossas janelas sem se tornar proprietário da nossa existência.
Talvez maturidade seja isso: não fechar a porta para o mundo, mas deixar de viver permanentemente do lado de fora.
Precisamos sair. Precisamos experimentar, amar, errar, conhecer outras paisagens e encontrar outras pessoas. Mas precisamos também voltar. Voltar quando o mundo estiver barulhento demais. Voltar quando a aprovação já não bastar. Voltar quando percebermos que estamos vivendo para sustentar uma imagem que não reconhecemos. Voltar quando ninguém estiver olhando. Voltar simplesmente porque sentimos falta de nós mesmos.
Talvez essa seja a verdadeira casa: não o lugar onde nos escondemos do mundo, mas o lugar a partir do qual conseguimos habitá-lo sem nos abandonar.
No fim, não precisamos construir uma nova casa. Ela já existe. Talvez esteja apenas silenciosa. Talvez tenha algumas janelas fechadas. Talvez haja poeira sobre aquilo que um dia foi importante. Mas a chama ainda está lá, esperando.
E talvez ela não diga muita coisa. Talvez diga apenas: “Volte.”
Quando voltamos, percebemos que nunca estivemos realmente perdidos. Estávamos apenas longe demais para ouvir a nossa própria voz.
A porta sempre foi nossa. A casa sempre esteve lá. E a luz nunca deixou de esperar por nós.
Cada alma tem seu próprio projeto de vida.
Por isso, não se apresse
quando alguém parecer estar à sua frente.
O ego compara,
mede, disputa e pergunta:
“Por que ainda não cheguei lá?”
A essência não pergunta isso.
Ela apenas vive.
Experimenta.
Aprende.
Muda de direção quando precisa.
Talvez você não esteja atrasada.
Talvez apenas esteja vivendo
uma história que não foi escrita para ser igual à de ninguém.
Há caminhos que não precisam ser comparados.
Precisam apenas ser vividos.
Deus não faz nada em vão. Cada detalhe tem propósito. Ele sempre trabalha para o seu bem, ainda que você não entenda agora. Seu amor é perfeito e conduz sua vida com cuidado.
Cada pessoa tem verdades e traumas! Não julgue atitudes e comportamentos, ninguém sabe o que influenciou isso!
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