Cada um tem de Mim Exatamente o que Cativou e

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Allie: Diga uma coisa, Noah, do que é que você mais se lembra do verão que passamos juntos?
Noah: De tudo.
Allie: Alguma coisa em particular?
Noah: Não - disse ele.
Allie: Você não se lembra?
Ele só respondeu um momento depois, com voz calma e séria.
Noah: Não, não é isso. Não é o que você está pensando. Eu estava falando sério quando disse que me lembro ”de tudo”. Consigo recordar todos os momentos que passamos juntos, e em cada um deles havia alguma coisa maravilhosa. Na verdade não consigo escolher um momento que tenha significado mais que o outro. O verão inteiro foi perfeito, o tipo de verão que todo mundo deveria ter. Como poderia escolher um momento em vez de outro? Muitas vezes os poetas descrevem o amor como uma emoção que não podemos controlar, uma emoção que esmaga a lógica e o bom-senso. Comigo foi assim. Eu não planejei me apaixonar por você, e duvido que você também tenha planejado se apaixonar por mim. Mas, assim que nos conhecemos, estava claro que nenhum de nós conseguia controlar o que estava acontecendo com a gente. Ficamos apaixonados, apesar das diferenças entre nós, e quando isso aconteceu, alguma coisa rara e maravilhosa foi criada. Para mim, um amor como aquele só acontece uma vez, e é por isso que cada minuto que passamos juntos ficou gravado na minha memória. Nunca me esquecerei de um momento sequer.

Noah Calhoun e Allie Hamilton
SPARKS, N. The Notebook. London: Hachette UK, 2011.

Quanto maior a dificuldade, maior é minha motivação para supera-lá .

Correr como quem vai morrer
No dia seguinte
Ou vai fazer história
Como a glória de Da Vince
Correr como quem vai morrer
Na próxima hora
Ou vai viver em abundância
E todo lixo jogar fora

⁠Você é o mundo inteiro da sua mãe. Eu sei que você vai fazer o que é certo.

⁠O que era uma bênção se transformou em uma inconveniência.

"Capacidade sem direção esgota, mas quando Deus aponta o caminho, até a dor vira propósito."

Chega de desculpas.
O céu está esperando o seu ‘sim’.

"Quando deixei de confundir medo com identidade, descobri que Deus sempre soube quem eu era, mesmo quando eu não sabia." _Glena Olliver

"Quando eu deixei de fugir, Deus mostrou que a missão não dependia da minha força, mas da minha rendição."
_Glena Olliver

"A mente rápida é uma ferramenta.
Mas o coração alinhado é o centro."

_Glena Olliver

O grande debate filosófico é a busca pela razão da existência...
E nesse pressuposto, deixamos de viver em busca da resposta.

⁠"A Raiz é uma flor, que despreza a fama."

"Não tenha medo de ser feliz.
Não seja o seu próprio carrasco.
Acredite que você merece ser feliz."

Bom dia amados em Cristo!!!!!

O Senhor Reina sobre o universo.
Ele controla tudo e nada pode fugir do seu contole.
__________

MARIANA!


* Você é meu bebê.
* Te amo demais.
* Você é luz na vida do tio e da tia!


Beijos ao vô Joaquim
Beijos a vó Raimunda!

⁠O tempo é mudança, evolução, transformação
O tempo é passageiro
Ora temos tempo, ora não temos
Use bem o seu tempo
Se não com o tempo faz ficar sem tempo
Não deixe nada para depois
Aproveite o tempo e desfrute da caminhada

​"Este com certeza foi o melhor ano da sua vida, pois a sua jornada te trouxe até aqui, pronto para celebrar e desejar um feliz ano-novo a quem você ama. Seja sempre grato a Deus e aprenda a receber os presentes da vida, mesmo aqueles cujo significado ainda não compreendemos.
​Que o próximo ano venha repleto de alegrias! Para mim, este ciclo já termina com o maior e melhor presente que eu poderia receber: você!"


Pedro Lopes..

"Quem alcança o topo carrega consigo uma história única. Na grande maioria das vezes, são narrativas tecidas com fios de superação, dor e sacrifício. E embora a maioria se comova com o sofrimento visível, poucos compreendem a verdade mais profunda: foram exatamente esses invernos rigorosos que criaram as raízes de seu diferencial e de seu sucesso."


Pedro Lopes..

"Os gestores municipais que ainda não priorizam o esporte precisam entender o seu real valor. O esporte vai muito além do foco em atletas; ele é uma das ferramentas mais poderosas de transformação social na vida de um jovem. Valorizar o esporte e apoiar quem o faz acontecer é investir diretamente no futuro da nossa comunidade."


Pedro Lopes..

O Mérito, a Propriedade e a Confusão dos Tempos Modernos

Há uma curiosa tendência do homem moderno de confundir conceitos distintos e depois declarar que encontrou uma contradição. Muitas vezes ele toma duas ideias diferentes, mistura-as em um mesmo recipiente e, quando o conteúdo se torna incoerente, culpa a realidade pela confusão que ele próprio produziu.

Entre essas confusões, poucas são tão frequentes quanto a que envolve mérito e propriedade.

O mérito é uma coisa. A propriedade é outra.

O mérito responde à pergunta: "Como alguém conquistou algo?"

A propriedade responde à pergunta: "De quem é esse algo?"

São perguntas diferentes, e exigir que uma responda à outra é tão absurdo quanto exigir que a certidão de nascimento substitua uma escritura de imóvel.

Quando um homem funda uma empresa, investe recursos próprios, assume riscos, trabalha durante anos sem garantia de sucesso e finalmente constrói um empreendimento próspero, existe uma justificativa meritória para sua riqueza. Seu patrimônio não surgiu do nada; foi resultado de decisões, sacrifícios e responsabilidades que outros não assumiram.

A riqueza, nesse caso, não é um acidente. É consequência.

Por isso, quando se pergunta por que o proprietário recebe mais que o funcionário, a resposta inicial é simples: porque não desempenharam o mesmo papel. Um criou a estrutura; o outro foi contratado por ela. Um assumiu o risco do fracasso; o outro aceitou um salário previamente definido. Um poderia perder tudo; o outro não.

Não há ofensa alguma nessa diferença. Pelo contrário, seria estranho se não existisse.

O homem que construiu uma ponte não é recompensado da mesma forma que aquele que apenas a atravessa.

Entretanto, surge um segundo problema. Após reconhecer o mérito do fundador, muitos passam a questionar a continuidade de sua propriedade. Perguntam por que ele continua recebendo lucros anos depois. Perguntam por que seus filhos podem herdar seus bens. Perguntam por que alguém pode controlar uma empresa mesmo sem participar de todas as suas operações diárias.

É aqui que ocorre a confusão.

Essas perguntas já não pertencem ao campo do mérito.

Pertencem ao campo da propriedade.

Uma vez que um bem foi legitimamente adquirido, a questão deixa de ser quanto mérito ele exigiu para ser conquistado. A questão passa a ser quem possui autoridade legítima sobre ele.

Um homem não deixa de ser dono de sua casa porque está viajando. Não deixa de ser dono de seu carro porque outra pessoa o dirige. Não deixa de ser dono de sua empresa porque contratou administradores.

A propriedade não é um salário. É um direito.

O proprietário não precisa justificar diariamente sua posse por meio de novas demonstrações de mérito. Se assim fosse, ninguém possuiria coisa alguma por muito tempo. O agricultor teria de provar todos os dias que merece sua terra. O escritor teria de provar continuamente que merece seus livros. O pai teria de justificar incessantemente a posse de sua própria residência.

A sociedade tornar-se-ia um tribunal permanente.

A objeção frequentemente retorna sob outra forma. Diz-se que o trabalhador produz valor e, portanto, deveria participar da propriedade da empresa.

Mas o trabalhador já participa da relação econômica segundo os termos que aceitou livremente. Seu contrato especifica salário, benefícios, direitos e deveres. Não existe engano oculto nessa troca. Ele não foi contratado como proprietário. Foi contratado como empregado.

Se deseja assumir riscos empresariais, buscar participação nos lucros, abrir um negócio próprio ou trabalhar sob modelos de remuneração variável, essas possibilidades existem. O mercado oferece inúmeras formas de associação econômica.

Mas não é razoável aceitar um contrato específico e depois reclamar que ele não era outro contrato.

A liberdade contratual perde o sentido quando uma das partes exige alterar retrospectivamente os termos que aceitou.

Há ainda uma verdade frequentemente esquecida: o esforço não garante sucesso.

Um homem pode trabalhar arduamente e fracassar.

Outro pode trabalhar arduamente e prosperar.

As circunstâncias existem. O acaso existe. As crises existem.

Reconhecer isso, porém, não destrói o princípio do mérito.

Pelo contrário.

Se o sucesso fosse garantido, o mérito teria pouco valor. O mérito existe justamente porque alguém escolhe agir sem garantias.

O navegador é admirável porque o mar oferece tempestades.

O empreendedor é admirável porque o fracasso é possível.

O estudante é admirável porque a aprovação não é automática.

O mérito não promete resultados inevitáveis. Promete apenas a possibilidade de alcançá-los.

E essa possibilidade é uma das maiores forças de uma sociedade livre.

Quando um homem pobre se torna rico por meio de trabalho, estudo, disciplina ou empreendedorismo, não se prova que todos alcançarão o mesmo resultado. Prova-se algo mais importante: que a ascensão é possível.

E uma sociedade na qual a ascensão é possível é radicalmente diferente de uma sociedade na qual ela é proibida.

Por fim, toda a controvérsia parece retornar a uma única pergunta.

A propriedade privada é legítima?

Se a resposta for não, então nenhuma quantidade de esforço, risco ou sacrifício justificará sua existência.

Se a resposta for sim, então o proprietário possui o direito de conservar, administrar, vender ou transmitir aquilo que lhe pertence.

Nesse ponto, o debate deixa de ser econômico.

Torna-se moral.

E talvez esta seja a questão fundamental de toda a disputa: não se trata de decidir quem merece mais, mas de decidir se o homem tem o direito de chamar alguma coisa de sua.