Cada um tem de Mim Exatamente o que Cativou e

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O maior erro que uma pessoa pode cometer em sua vida, é tentar amar sem primeiro sentir-se intimamente amado.⁠ Pois, quando nos amamos abrirmos as portas da nossa alma para que o verdadeiro amor produza vida em nós.

Inserida por leonardomenin

"Coração de gelo"

Em dias quentes
De amores gelados
Eu bebo vinho⁠
E me embriago

Em beijos mornos
E bocas superficiais
Eu perdi o equilíbrio
Quem fez a maldita regra de gelo

Que locura é essa que vivem
E brindam com tanto fervor
Longe de mim participar desse devaneio
Longe de mim

Me entregar há abutres sem amor .

Inserida por Ariane28

O aforismo constitui uma das maiores pretensões da inteligência, a de reger a vida.

Carlos Drummond de Andrade
O avesso das coisas: aforismos. Rio de Janeiro: Record, 1990.
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O amor ensina igualmente a ferir e a ser ferido.

Carlos Drummond de Andrade
O avesso das coisas: aforismos. Rio de Janeiro: Record, 1990.
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Amar sem inquietação é amar sem amor.

Carlos Drummond de Andrade
O avesso das coisas: aforismos. Rio de Janeiro: Record, 1990.
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Os dicionários registram as palavras amorosas e omitem os ruídos que as entremeiam ou substituem.

Carlos Drummond de Andrade
O avesso das coisas: aforismos. Rio de Janeiro: Record, 1990.
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O amor dinamita a ponte e manda o amante passar.

Carlos Drummond de Andrade
O avesso das coisas: aforismos. Rio de Janeiro: Record, 1990.
Inserida por pensador

Os temperamentos ávidos de guerrear sofrem com a paz e distraem-se no amor.

Carlos Drummond de Andrade
O avesso das coisas: aforismos. Rio de Janeiro: Record, 1990.
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Não é difícil ser amado por duas pessoas; difícil é amar as duas.

Carlos Drummond de Andrade
O avesso das coisas: aforismos. Rio de Janeiro: Record, 1990.
Inserida por pensador

Cartas de amor: imitação nem sempre feliz da linguagem real do amor.

Carlos Drummond de Andrade
O avesso das coisas: aforismos. Rio de Janeiro: Record, 1990.
Inserida por pensador

Não amamos ainda bastante se não chegamos a esquecer até as qualidades do objeto amado.

Carlos Drummond de Andrade
O avesso das coisas: aforismos. Rio de Janeiro: Record, 1990.
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A alfabetização é a primeira coluna da estrutura social; o analfabetismo pode ser a segunda.

Carlos Drummond de Andrade
O avesso das coisas: aforismos. Rio de Janeiro: Record, 1990.
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Não se inventou ainda a anedota triste, para ocasiões fúnebres.

Carlos Drummond de Andrade
O avesso das coisas: aforismos. Rio de Janeiro: Record, 1990.
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Censuramos no animal os nossos defeitos: brutalidade e ingratidão.

Carlos Drummond de Andrade
O avesso das coisas: aforismos. Rio de Janeiro: Record, 1990.
Inserida por pensador

Os cavaleiros do Apocalipse, apenas quatro, não dão conta do serviço.

Carlos Drummond de Andrade
O avesso das coisas: aforismos. Rio de Janeiro: Record, 1990.
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O arquivo supre a falta de memória, lembrando o que desejávamos esquecer.

Carlos Drummond de Andrade
O avesso das coisas: aforismos. Rio de Janeiro: Record, 1990.
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A arte vivifica a humanidade e aniquila o artista.

Carlos Drummond de Andrade
O avesso das coisas: aforismos. Rio de Janeiro: Record, 1990.
Inserida por pensador

O artista não sabe que o mundo existe fora da arte; por isso atreve-se a criar.

Carlos Drummond de Andrade
O avesso das coisas: aforismos. Rio de Janeiro: Record, 1990.
Inserida por pensador

A história das artes não registra os nomes de dois artistas geniais: o primeiro pintor e o primeiro escultor.

Carlos Drummond de Andrade
O avesso das coisas: aforismos. Rio de Janeiro: Record, 1990.
Inserida por pensador

O avarento perfeito economiza a ideia de dinheiro evitando falar nele.

Carlos Drummond de Andrade
O avesso das coisas: aforismos. Rio de Janeiro: Record, 1990.
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