Cada um
Não deixem que te digam o que fazer! Conselhos são sempre bem vindos, mas cada um deve passar por aquilo que foi designado! São nossas escolhas que farão com que alcancemos os nossos objetivo e não as escolhas que acham que são as melhores pra gente! Se cair, levante! Deus nos deu esse dom, o de vencer todos os obstáculos e mesmo que nós, simples mortais, não encontrarmos forças para superá-los, Deus estará ali pronto pra nos ajudar!
Não precisamos ser críticos formados para sabermos o que presta e o que não presta, cada um faz suas escolhas!
Quando você toma, se responsablizas, a medida que cada um vai buscando seu futuro não aconselho aceitarem dinheiro vindo de fontes que sabes que nunca investiste.
Isso pode dar em problemas que nem sabias que tinhas.
Bom conselho !
Cada um tem seu próprio brilho, pare de focar no brilho dos outros, vai cuidar do seu próprio, aprenda a fazer diferença.
"Cada um exerça o dom que recebeu para servir aos outros, administrando fielmente a graça de Deus em suas múltiplas formas." (1 Pedro 4:10)
Ou seja, o chamado não é para sermos especialistas em títulos, posições ou aparência, mas em repartir, socorrer, ouvir e levantar os caídos.
Cada um responde pelo seu próprio azeite.
É no secreto, na renúncia, na obediência diária
que a lâmpada permanece acesa.
"Vigiai, porque não sabeis o dia nem a hora.” (Mateus 25:13) miriamleal
Cada cristão é como a formiga. Se cada um fizer a sua parte, o formigueiro será estabelecido no mundo inteiro.
A compaixão virou um alvo fácil em um campo de batalha onde cada um luta apenas pela sua sobrevivência.
A noite cultiva jardins de pequenos remorsos. Cada um deles é uma flor que não se abre. Eu passo os dedos e sinto pó de saudade. Há um perfume que lembra promessas quebradas. E continuo a regar o que não floresce apenas por costume.
Somos sobreviventes de um naufrágio coletivo chamado existência, onde cada um se segura no pedaço de madeira que encontrou: alguns na fé, outros na arte, e muitos na negação da própria dor. Eu me seguro nas palavras, esperando que elas flutuem até o amanhecer.
O tempo de cada um nesta dimensão está predeterminado. Sendo assim, não podemos acrescentar dias em nossa breve existência mas podemos sim, por generosidade e gratidão acrescentarmos dias felizes, mais suaves e amorosos, a vida de muitos irmãos de jornada que encontramos orfaos pelos caminhos.
Crescer foi levando cada um pra um lugar
Sem avisar que um dia tudo ia mudar
Uns viraram fumaça no vento da cidade
Outros ficaram presos na própria realidade
Cá por essas bandas de um sol para cada um, que cada qual tenha a hombridade de não se descuidar do seu.
Nem superaquecer o outro.
Bom e abençoado dia de verão embalado nos 40.
Cá por essas bandas, onde há um sol para cada um, não nos falta luz — falta, às vezes, hombridade.
Hombridade para cuidar do próprio astro, regular o próprio calor e vigiar as próprias sombras.
Porque há quem, descuidado de si, tente aquecer a própria falta queimando o outro.
O verão ensina sem levantar a voz: o sol que amadurece também pode ferir.
Tudo depende da distância, do respeito, do tempo de exposição.
Há calores que nutrem e há calores que adoecem.
Que cada qual carregue o seu sol com responsabilidade,
sem invejar o brilho alheio,
sem projetar suas secas sobre jardins que não lhe pertencem.
Num dia abençoado, embalado nos quarenta,
que saibamos ser verão sem incêndio,
luz sem arrogância,
calor sem invasão.
Bom e abençoado dia, ainda que embalado nos 40.
Amo Viver Intensamente cada um dos meus dias como se fosse o último, pois sei que um belo dia hei de acertar.
Esse Propósito pode até soar ousadia, mas ele não fala sobre esperar literalmente o fim.
Ele diz muito mais sobre valorizar o agora.
Afinal, ninguém conhece o amanhã.
O tempo é o único bem que recebemos sem garantias, e, ainda assim, é o que mais desperdiçamos acreditando que sempre haverá outra oportunidade.
Viver intensamente não significa viver desrespeitando os limites.
Significa amar sem economizar sentimentos, abraçar quem faz bem, perdoar quando o coração permitir, agradecer pelas pequenas conquistas e encontrar beleza até nos dias difíceis.
É entender que a intensidade está na presença, não na pressa.
Quando percebemos que cada amanhecer pode ser único, deixamos de adiar palavras importantes, sonhos possíveis e gestos de carinho.
Passamos a dar menos valor ao que nos afasta da paz e mais importância ao que realmente alimenta a nossa alma.
Se um dia este for realmente o último, que ele encontre em nós alguém que viveu com propósito, que espalhou bondade, que colecionou memórias em vez de arrependimentos e que fez da própria existência um testemunho de gratidão.
No fim das contas, viver intensamente é a forma mais charmosa e sincera de honrar o presente que é estar vivo.
E, enquanto esse último dia não chega, que cada novo amanhecer seja mais uma oportunidade de viver, amar, aprender e deixar um pouco de luz por onde quer que passemos.
Se o mundo
atendesse aos caprichos de cada um,
certamente ele seria
inabitável.
E isso pode até parecer muito óbvio, mas talvez esconda uma verdade que preferimos ignorar: boa parte dos conflitos nasce justamente da expectativa de que a realidade deveria se curvar aos nossos desejos.
Queremos que as pessoas pensem como pensamos, que reconheçam nossas razões, que aceitem nossas escolhas e, sobretudo, que não contrariem aquilo que julgamos justo.
O grande problema é que o mundo não foi feito sob medida para ninguém.
Ele é o resultado do encontro — quase sempre imperfeito — entre vontades diferentes, interesses divergentes, convicções incompatíveis e limites que não escolhemos.
Viver em sociedade exige, portanto, uma dose considerável de frustração.
Há quem confunda liberdade com a possibilidade de fazer prevalecer a própria vontade.
Mas liberdade também significa conviver com a liberdade alheia — inclusive quando ela nos desagrada.
Nem todo desacordo é uma agressão, nem toda negativa é uma injustiça, nem toda contrariedade precisa ser corrigida.
Talvez a maturidade comece quando entendemos que nem tudo o que desejamos precisa acontecer, assim como nem tudo aquilo que nos incomoda precisa desaparecer.
Há caprichos que precisam ser abandonados não porque sejam ilegítimos, mas porque a convivência exige que aprendamos a distinguir aquilo que queremos daquilo que realmente podemos exigir.
No fim, um mundo perfeitamente ajustado aos desejos individuais seria um lugar impossível, porque os desejos humanos não caberiam todos na mesma realidade.
O que torna a vida possível não é a realização de todos os caprichos, mas a capacidade de negociar limites, suportar frustrações e reconhecer que, às vezes, ceder não é perder.
É simplesmente permitir que o mundo continue sendo habitável.
2997 📜 Não admito Insinuações! Se eu disse que Eu e BÁBA ZÉFA, a Vidente, dormimos cada um no respectivo quarto, é porque 'é e é Mesmo', como disse aquele Cidadão, sabem quão? Poizés!
