Camilo jose cela
Já me doei muito para quem não me deu valor, já fui um palesma por querer agradar um certo alguém sem ter o reconhecimento, não mais, não vou seguir esse caminho, estou mais vivo do que nunca.
Conheci um dia, certo sorriso
Que levava consigo um belo ser
Conheci um certo sentido
Aquele que mexe com a gente
Quem dera soubesse explicar ou dizer
Oh bela lua!
Que a noite vieste por a deitar
Entregueis a chave da alegria ao Sol
Para que um lindo dia eles possa nos brindar
As vezes uma música me faz balançar e sentir a emoção da harmonia
Samba, funk, sertanejo?
Acho que não! Um canto de meu amor
Essa sim é uma bela e simples voz
Eterna canção!
A vida apesar de bruta, tem lá seus momentos que valem a pena continuar, viva a vida e deixe-a fazer você viver!
O mundo não tem e não precisa de solução, afinal o mesmo não possui problema algum. O problema é quem nele reside.
AQUELE QUE NÃO PERDOA, DESTRÓI SEU PRÓPRIO CAMINHO, TENDO ASSIM QUE FAZER CURVAS, ONDE AS MESMAS MUITAS VEZES NOS LEVA AONDE NÃO DEVERÍAMOS OU QUERÍAMOS CHEGAR.
NÃO; É A RESPOSTA MAIS CLARA E OBJETIVA, ATRAVÉS DE UM NÃO, VOCÊ CRIA NOVAS OPORTUNIDADES DE SURGIR OUTRAS PERGUNTA SUJEITAS ÁS MELHORES RESPOSTAS NO FUTURO.
O dia, em que as pessoas aprenderem o PODER de mudança que tem as suas ATITUDES, elas não mais viveram sobre a ilusão instantânea de algumas palavras
AS VEZES ME LEMBRO DE VOCÊ,
OUÇO TUA VOZ,
SINTO TEU CHEIRO,
SINTO O CALOR DE TUAS MÃOS NAS MINHAS MÃOS ,
SINTO TUA PRESENÇA, MAS QUANDO CAI A FIXA SIMPLESMENTE É A SAUDADE,TORTURANDO-ME FAZENDO-ME LEMBRAR DA QUILO QUE JÁ NÃO ME PERTENCE MAIS.
ME AUTO ILUDO, COLOCO UM SORRISO FALSO NO ROSTO E SAIO POR AI COMO SE ESTIVE-SE TUDO BEM , QUANDO NA VERDADE TUDO ESTA QUEBRADO EM PEDACINHOS AQUI DENTRO DE MIM.
A inutilidade de aprender a escrever
Quando eu era jovem queria muito aprender a escrever, para quem sabe um dia tornar-me um escritor. Bem... este sonho já abandonei a bastante tempo pois descobri que além de escrever faz-se necessário talento e isso não se aprende , ou a pessoa tem ou não tem. Agora com o passar dos anos me pergunto para que precisamos aprender a escrever? Em tempos de internet, poucas são as expressões que precisamos conhecer para nos comunicarmos, basta publicar em um determinado micro blog algo como: @cariocasumare #umidiotaem140caracteres e se obtivermos como resposta alguma coisa semelhante a \ô/\ô/\ô/\ô/, kkkkkkk ou asussausuausuausas, quer dizer que conseguimos nos comunicar. (seja lá o que signifique o que foi dito ou entendido)
Mas, saber escrever é inútil e tal inutilidade já foi vista até pelo principal fabricante de softwares do mundo, pois hoje compramos um micro computador relativamente bom, com processadores de ultima geração, com uma invejável velocidade de emulação, mas principalmente e o mais importante, com a plataforma do maior fabricante já instalada, por aproximadamente mil reais, inclusa na instalação a importantíssima e gratuita ferramenta de navegação na internet, todavia como escrever é pura vaidade de uns poucos mortais, para se obter o editor de texto deste mesmo fabricante, na sua versão mais completa, teremos que desembolsar outros mil reais. Estão certos, já dizia o poeta “... navegar é preciso...” escrever não é preciso.
Tenho pena dos jornalistas que todos os dias executam um árduo trabalho para escrever seus artigos, informar sobre fatos ocorridos no mundo ou em suas cidades, procurando sempre diversificar o vocabulário, temas etc., para não parecerem monótonos ou repetitivos, usando das técnicas de redação que aprenderam nas faculdades ou na pratica da redação de um antigo jornal, cada vez menos terão público para entender o que foi passado como mensagem, seja contextual ou subliminar.
Profetizo com certa tristeza o fim dos literatos, pois quem restará para entender seu linguajar prolixo, as nuances de suas minuciosas descrições de fatos ou personagens, a sutileza dos temas, a profundidade do enunciado. Entristeço-me quando vejo as letras de musicas que substituíram nos rádios as do Noel Rosa, que primavam pelo humor, a poesia complexa de Caetano Veloso e Gilberto Gil, a música critica de Gonzaguinha e Chico Buarque, bem como a cornisse refinada de suas letras ou da maestria da cornisse do Mestre Cartola, hoje substituídas por letras simples em rimas pobres de uma cornisse explicita e sem graça, cantadas em versos desconexos que forçadamente se juntam sem fazer o menor sentido.
Ainda me ressinto dos professores de minha juventude, que, diga-se de passagem, eram excelentes, pois naqueles tempos ser professor na maioria das vezes era vocação e não falta de opção, eles insistiram para que eu aprendesse a ler e escrever, contrariando a veia boemia que então existia em mim, eles fracassaram em ensinar-me a escrever, mas mataram o boêmio e o transformaram em um cínico de humor mordaz e duvidoso, com o qual hoje sou obrigado a conviver e que volta e meia me enfia em confusão por ter sido mal entendido. Também... Bem feito! Quem mandou se meter a escrever?!
