Luiz Guilherme Todeschi

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⁠Paixão é um sentimento efêmero, gostoso e enganador.

⁠Todo homem tem um demônio de estimação.

⁠Doce é a luz que me conduz a vitória.

Há uma mente indivisível
Olhando para o homem bêbado
Em seu antro de tortura...
Pra Deus nada e impossível.


Esperança

Há uma mente indivisivel
Olhando para o homem bebado
em seu antro de tortura...
Pra Deus nada é impossivel.




Esperança

[...] alguns dias, a alma se agita em seu antro de ilusões gritando por liberdade plena.

[...] absorto
Corpo e mente
esmorecidos
Amigos de outrora
já não existem...



melancolia.

[...] Eles jogaram terra nos olhos de alguns [parvos] na iminência de esconderem suas reais intenções (um bolo recheado de egoísmo esdrúxulo) em detrimento [dos águias] que realmente se esforçam e trabalham.




O golpe.

O meio nos asselvaja.

Sou cativo de leis universais, cativas também...⁠

⁠⁠Somos todos animais, o que nos difere é a irracionalidade.

Todo poema é a alma gêmea de alguém.

Lobo solitário, em horas mortas, permeando uma noite preguiçosa e sonolenta preso a uma mente fatigada.

A inveja caminha capenga, levando seu fardo moribundo numa existência vazia.

Saudade

Daquele amor adventício,
Resta apenas lembrança;
De momentos afogueados
E embriagados de esperança.

O amor forasteiro se foi,
Levando na mala a paixão;
A felicidade é apenas momentos!
Ah que doce ilusão!

Tudo na vida é efêmero!
Bens, amores paixões...,
A arte do viver é de poucos;
E de raros guardiões.
(GG)

Inserida por Gui031425

MELANCOLIA
Debruçado em pensamentos,
Corpo e mente esmorecidos;
Amigos de outrora já não andam mais.
Entristecido.

O maior bem é a vida.
O maior medo é a morte.
A maior virtude é a sabedoria.
Respiro, que sorte!

Tudo que tenho é o agora,
Nenhum minuto a mais;
O presente já é passado.
Sem mais.

Quando eu fechar os olhos,
Não levo malas, projetos nem sabedoria.
Irei morar na mais bela cidade.
Utopia.

Inserida por Gui031425

Zé doidinho
Aconteceu no Maranhão,
Com um tal Zé doidinho,
Homem inteligente e sábio;
E também espertinho.
Conhecidos nos bares e cabaré da solidade
Por ter morado com duas irmãs gêmeas:
Embriagues e sobriedade.

Morando com embriagues,
Zé doidinho não tinha paz nem sossego,
Eram criticas de todos os lados;
E não parava no emprego.
Dormia pouco e enchia o saco,
A vida era agonia e desapego;
Os crentes diziam, sai diabo!
Destruindo ainda mais o seu ego.

Um dia sem explicação,
O Zé deixou embriagues;
Foi morar com a cunhada
Que morava próxima a Inês
Por ser ela mais alinhada
E usar perfume Francês.
A noticia correu rápido
Sendo o caso do mês.

Tudo parecia um sonho,
Os primeiros dias com sobriedade,
A terra parecia o céu;
Era maior felicidade.
E a todos ele dizia,
Eu amo a sobriedade!
E nunca mais a deixarei;
Até a eternidade.

Este fato aconteceu,
Meu caro leitor,
Na ilha mais bela do mundo;
São Luis ilha do amor.
Terra de poetas filósofo e escritor.
Ferreira Gullar, Humberto, Josué Montello...
Volta ao meu Maranhão
E o que mais anelo.

Inserida por Gui031425

Lápide


[...] o silêncio eterno
abraçou-me,
e o que parecia o fim,
é só o começo
de uma grande jornada.
Aqui tudo é uma eterna
evolução, involução...
indefinidamente.
o tempo e o espaço
deixaram de existir.
A morte e o inferno
nunca exististiram,
é só uma ideia subjetiva
da mente humana.
Não há nada a temer.

Inserida por PensadorPoetaGG

Teria deus criado o universo e o diabo a raça humana e as religiões?

Inserida por PensadorPoetaGG

O lado social de algumas religiões é louvável, já a esperança de vida além-túmulo, anula a primeira.

Inserida por PensadorPoetaGG