đđ» acc6.top đđ» Letstalk chuyá»n quyá»n sá» hữu tĂ i khoáșŁn
Eu sĂł queria aprender a cuidar de vocĂȘ...
NĂŁo discutir suas ideias, nĂŁo intervir...
Deixar de lado um pouco este meu egoĂsmo,
perder este ritmo desenfreado que tenho de te interromper,
permitir que vocĂȘ fale... e fale (porque Ă© tĂŁo gostoso quando isto acontece).
Queria aprender a te ouvir... e com uma certa cumplicidade...
Queria muito ..
Quero!
Porque a admiração nĂŁo tem que ser o Ășltimo recurso e sim o princĂpio para um grande amor...
Luz Antiga
Eu sĂł queria que vocĂȘ cuidasse
Um pouco mais de mim como eu cuido de vocĂȘ
Cuidar Ă© simplesmente olhar
Pro mundo que vocĂȘ nĂŁo vĂȘ
Pra medir o amor nĂŁo existe cĂĄlculo
Um mais um pode nĂŁo ser dois
Futuro Ă© linda paisagem
Desejo que nĂŁo Ă© sonho Ă© mera ilusĂŁo
Se nĂŁo sabe
Se afaste
De mim
Se ainda cabe
Me abrace
Enfim
SĂł ligue se tiver vontade
SĂł venha se quiser me ver
Mentir Ă© pura vaidade
De quem precisa se esconder
Se nĂŁo sabe
Se afaste
De mim
Se ainda cabe
Me abrace
Enfim
SerĂĄ que eu vejo apenas o que vocĂȘ nĂŁo vĂȘ?
Eu nĂŁo entendo como vocĂȘ nĂŁo pode perceber
Que eu nĂŁo sei mais
Eu nĂŁo sei mais, eu nĂŁo sei mais
Eu nĂŁo sei mais, eu nĂŁo sei mais
Eu nĂŁo sei
O sangue Ă© o rio que irriga a carne
E a alma Ă© a terra de um morro
Ă luz antiga ao fim da tarde
Essa saudade sem socorro
Se nĂŁo sabe
Se afaste
De mim
Mas antes que seja tarde
Nos salve
Do fim
Ponha limite sĂł no que faz mau a sua saĂșde, ou nĂŁo, pois expectativa de vida Ă© coisa de quem vive para morrer e nĂŁo de quem nasceu para viver.
Talvez o errado aqui seje vc por estar me julgando
se o que eu faço esta certo ou errado agente só ve depois !!
O Amar Ă© uma coisa muito simples e nobre, sĂł que o ser humano tem o dom de complicar tudo que Ă© simples.
Se eu te amei, a culpa é minha, se eu te perdi a culpa é minha, só te peço uma chance para não cometer o mesmo erro de antes.
Tenho muitas perguntas sem resposta. Procuro por algo que nem existe, eu sei disso, sĂł nĂŁo quero acreditar.
Perdoa-me
Perdoa-me
Se nĂŁo te amei esse ano
Na medida que mereces
SĂł por seres humano;
SĂŁo as fronteiras fechadas,
As caras amarradas,
As cercas, os muros e os
Danosos quintais;
Cada um no seu mundo
E nada mais;
Quase tropeças em mim
Outro dia, até balbuciei um,
"Desculpa amigo"...
Mas nĂŁo deu tempo,
A pressa foi mais rĂĄpida
Do que as palavras
E, de novo, nos perdemos
Na ignorĂąncia,
da Ăąncia De ganhar,
Na falta de infĂąncia.
A criança em nós,
Morre a cada dia
Abandonada
Na mais completa escuridĂŁo,
No vulto, na sanha seca
Do adulto,
Que parece Onipotente
E quase absoluto.
todavia, é sético e insano;
Mas nĂŁo tem nada nĂŁo;
De-me um soriso,
Nem precisa ter graça,
Daqueles que valem por um ano
inesperado, cigano;
Mesmo que seja
PĂĄlido e inconciso,
E eu te dou um pedaço
Do meu paraĂso,
Pois, de todo ele,
Eu sei que nĂŁo preciso
BRINDE A UMA AMIZADE
Queria ter na boca o verbo certo
e nas veias um poema bem feitinho,
sĂł para te dizer o quanto Ă© importante,
tua companhia constante em meu caminho.
Ah! Se meus sentimentos fossem coloridos
e se incandescessem a cada palavra tua,
o céu não precisaria mais de sol
e a noite nĂŁo ficaria mais sem lua.
E se, por descuido, a chuva caĂsse,
misturando as cores e fazendo o céu cinzento,
com trovÔes se arrebentando barulhentos
e relĂąmpagos azuis cortando o firmamento,
eu te diria, nĂŁo tenhas medo,
eles estĂŁo de passagem,
vieram sĂł para brindar nossa amizade.
Eu espero acontecimentos, sĂł que, quando anoitece, Ă© festa no outro apartamento.
