Camilo jose cela

Cerca de 20371 frases e pensamentos para a busca por Camilo jose cela;

⁠"Cada ser tem uma poesia que é só sua, ela pode ser dividida, repartida, mas no universo poético ela será sempre a essência do seu ser criador"

Inserida por alemedeiros

⁠Não há tempo que possa mensurar sua historia, suas memórias. Suas raízes sustentaram dores, amores e em alguns momentos as flores que enfeitaram seus jardins. Sob a lâmina da ganância, sucumbe o gigante e o sangramento não terá fim. Nenhuma proporção é suficiente para adequar na imagem, o pranto e nenhum canto será capaz de retratar ou acalentar tamanha tristeza sem fim

Inserida por alemedeiros

⁠"Sobre a loirice de pele roseada, o fruto vivo das antilhas, faz a vida alegre, no seu vermelho"( José Adriano de Medeiros)

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PISCA

Até quando, o peso do tempo e a sorte serão os limitadores e os carrascos de meninas e mulheres, Até quando o respeito SÓ será reconhecido, após essa sorte e esse tempo, marcar com tantas angústias e lágrimas seus corpos, seus sonhos, suas almas. Pisca chora, Pisca apanha, Pisca quieta. PISCA GRITA, PISCA DENÚNCIA, PISCA É PROTEGIDA. Antes que o piscar cesse, PISCA E É FELIZ. ⁠

Inserida por alemedeiros

⁠"Eu não gosto do bom gosto, gosto sim dos quem tem fome e morrem de vontade e de sua autenticidade natural, visceral. Eles não conseguem esconder suas verdades, pois são guiados pela necessidade e seguem a vida assim, registrando no mundo sua identidade."

Inserida por alemedeiros

⁠Nana neném. Bum! Bum! Mal pôde completar sua alimentação materna e sorrir enquanto dava os primeiros passos. Zuim! Vermelho, vermelho. Socorro! Silêncio. Nunca saberá o que é um pastel de feira, o cheiro de mar de Copacabana, pão de queijo mineiro, acarajé baiano, chimarrão gaúcho, frango com pequi goiano, nem virado à paulista, nem a feijoada carioca, nem a maniçoba paraense e nem o bobó de camarão. Nunca saberá o quão é bom o cheiro de chuva, jogar bola, brincar de boneca, abraçar um possível irmão e nem voar de avião. Mais alguns dias e tudo seria possível. Nana nenêm. Bum! Bum! Bum! Bum! Bum! Bum... Nana nenêm...

Inserida por alemedeiros

Homenagem à Lélia Gonzalez

⁠Eu olhava como todas olhavam, eu sonhava como todas sonhavam, era o mesmo sol, a mesma chuva, tinha mãos, pés e não chegava a lugar algum. Meu sorriso era tão branco e lindo quanto todas as bocas juntas que falavam de canto, e cantavam minha cor. Eu olhava, sonhava e tudo que via, não podia passar além de ali, ali onde eu não podia ir, ali onde eu nunca iria chegar. Mas CHEGUEI, CHEGAMOS, e olhando, sonhando e sorrindo, mesmo com todas as dores e com os horrores, EU ESTOU AQUI!

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⁠…por mais que a chuva caia e o mundo pareça desabar, dentro de cada um de nós existe um sol capaz de iluminar os dias mais sombrios.

Inserida por alemedeiros

⁠Que nossas estranhezas se entranhem para que nossas mesmices não se acomodem.

Inserida por alemedeiros

"O Dasein⁠ explica o que você é, o que você pode ser dependente dos entes que você cultiva"(da série pensar Heidegger)

Inserida por alemedeiros

⁠"Que em seus sonhos o amor não falte, o prazer transborde e eu esteja neles sempre"

Inserida por alemedeiros

⁠"Os testes neuropsicológicos são como óculos que ajudam a enxergar, mas não representam o que é visto, pois essa representação depende de fatores que podem não estar só na imagem que está sendo vista"

Inserida por alemedeiros

⁠Dasein o que importa, para embodimentar o que realmente vale a pena. Somos muito nesse simples, e complexo demais, nesse um vital. O tempo "foi", "é" e "será" o quando que temos dentro de nós, percebido e comprometido nesse todo que temos por fora. Cabelo, músculos, rugas, dobras espaciais que teimam em cismar e nos acompanhar por toda a vida"

Inserida por alemedeiros

⁠Cratera Marginal

Das profundezas da grande e exausta cidade, retalhada pelo descaso, pelos maus tratos e pelos desvios de caminhos, a vergonha re-rompe-se a cada instante. Essa vergonha co-rompe e figura como os baldios terrenos, ruas, avenidas e estradas viscinais ou arteriais de uma pulsante e safenada metrópole.

Enquanto isso, paradas, desvios e rodopios são executados diariamente para escapar das rasteiras e dos tropicões que todos estão sujeitos, seja no início, meio, do trajeto ou no seu final. Um final que nunca cessa a paranóia de estar prestes a cair em uma nova ou qualquer outra velha cratera marginal.

Inserida por alemedeiros

⁠o ar
a arte
a artéria 
a alma
o amálgama 
a matéria 

⁠meus mortos,
ou moram 
no coração
ou na estante 

⁠meus mortos?
uns eu guardo
no coração;
outros, na estante 

⁠a vida
é um feixe
de muitas
e múltiplas
vidas

⁠quanto aos meus mortos, uns eu guardo no peito; outros, na estante 

⁠meus mortos, 
uns eu guardo no peito;
outros, na estante