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Já perdi a conta de quantas horas estou com esse maldito torpedo digitado no campo de mensagem do celular.
Os dedos ensaiam um “Send”, o coração diz: “MANDA!” e a cabeça repudia: “Não seja ridículo.”.
Já se foram 2 maços de cigarros, 10 unhas, 2 garrafas de café e meia sola de cada sapato, de tanto andar de um lado pro outro do quarto enquanto estapeio minha própria cara, pra ver se tomo vergonha.
Eu as vezes saio de minha serenidade como nesta semana por conta de questões politicas, é complicado, pois acredito que o sentimento de ira não é bom, pois nos deixa fora de uma normalidade de consciência. Porem o que fazer em meio a tanto descaso referente aqueles que nos representa? Somos humanos e temos o senso de justiça. Acredito que a saída talvez seja agir de forma inteligente. Passeatas são importantes, Protestos em redes sociais também. Mas o melhor mesmo será pensar em algo mais solido, convocar pessoas para criarmos uma ação forte para mudar totalmente esse cenário, pois a cada dia vamos ficar mais revoltados, mais estressados e os velhos lobos no poder sempre roubando nossos direitos e nosso suor
Se eu fosse definir o momento em que meus olhos deram-se conta da presença dele, não haveriam palavras. Foi como um murro ou como algo soprando vida dentro de mim. Aqueles olhos verdes e intensos que não se esquivavam e os meus castanhos que não desviavam. O sorriso mais perfeito que eu já vi. A boca cheia de dentes alvos e grandes... E ainda que estivesse escuro, consegui ver o contorno daqueles lábios masculinos e levemente avermelhados. A pele clara era macia, em algum momento eu pude senti-la em contato com a minha. Fria, gelada. Culpo isso à temperatura da noite. Ele chegou em sua Harley Davidson e estacionou perto. Cumprimentou todos. Aqueles olhos pesando sobre mim e fazendo minhas pernas fraquejarem. Lembro de sorrir, de estender a mão em riste, de esperar retribuição, de ser deixada no vácuo, de ficar sem graça e de ser beijada no rosto por ele. De fato, não parecia de verdade. Ele não parecia real, nem um pouco. A camiseta do Crüe. "Girls, girls, girls"... Estou fadada à isso? Quero estar.
Nossos olhos se encontram algumas vezes durante a noite e quando não ocorreu, não pude deixar de procurá-lo por entre a multidão. E lá estava ele, ao lado de uma loira. Conversam, parecem conhecidos. Percebo que não há flerte e sorrio para mim mesma. E a noite não passa disso. Decido voltar para casa e peço aos céus que ele tenha assistido eu ir embora.
Chego em casa... Passo a noite toda acordada. Durmo apenas pela manhã. E, hoje, deitada na minha cama, ouvindo o tic-tac do relógio penso nele. Eu poderia ter puxado assunto? Poderia ter falado sobre qualquer coisa dentro da realidade daquele ambiente? Poderia ter comentado a linda camisa dele? É, eu poderia... Mas, estava ocupada demais sorrindo de forma patética e pensando que poderíamos estar melhores juntos e em qualquer lugar longe dali. Só eu e ele. E as estrelas que brilhariam por nós dois.
Me dou conta de quem eu sou e das diversas oportunidades que desperdicei, sempre pegando menos do que eu realmente merecia. Sempre sonhei com um cara como esse, mas mais uma vez encerrei-me em mim mesma e me reservei ao silêncio. Ao "ficar olhando de longe". E, honestamente, eu não teria feito diferente.
Não sei se haverão outras oportunidades de nos encontrarmos... Mas, honestamente, seria o máximo se acontecesse.
Um sorriso um olhar
aos poucos foi me encantando
quando me dei conta estava amando
parecia até sonhar
LEMBRANÇAS
Já não disputa o assento da janela
Não conta os carros que ultrapassam apressados
Não ouve atento o causo do caipira falante
Não conversa com o senhor atencioso do banco da frente.
Hoje, entra despreocupado demais com o cansaço
Fica em pé para não amassar o terno
(Olhos apenas aos obstáculos da industrialização)
Fecha a janela para não sentir o vento que traz saudades
Aos causos reserva tempo nenhum
Nada conversa com os senhores 'suspeitos'.
Pobre homem! Pobre homem!
Não sabe quão infeliz é seu apático comodismo!
Nem parece aquele menino risonho, que outrora
Acenava, cheio de vida, da janela do ônibus.
Agora eu sei que eu tava certo
Fazendo conta com o coração
Meu pai me disse que o presente
A gente desembrulha
E que há sempre cura no amor
A tristeza toma conta da minha alma, mas mesmo assim o meu amor por você nunca acaba e por mais longa que seja essa distancia que nós separa eu sei que esse amor vai durar por toda vida e vai nos unir como se fossemos um só por toda eternidade.
O tempo não se conta e nossa amizade não se encontra assim tão fácil, estando perto ou longe sempre seremos amigos!!!
O pior do orgulho e da vaidade é não se dar conta do quanto é ridículo se considerar superior aos outros.
Um dia nos damos conta que podemos viver sem ser machucados.
Aquela pessoa que só diz,que só se ausenta,que não liga,que não manda sms,que não dá mais sinal de vida,não tem mais importância alguma.
Se conjulgares o Relacionamento com o tempo, deves faze-lo tendo em conta com, o passado porque dele é notamos os nossos erros, com o presente porque é nele que vivemos a relação e com o futuro porque nele viveremos as consequências dos nossos actos.
Você provavelmente nem se dá conta, mais cada vez que você brinca com o amor, ele te faz de brinquedo. Cada vez que você desafia tal sentimento, ele te mostra da forma mais dolorosa o quão sublime ele é.
Noite nublada, Radiohead na vitrola e vários sentimentos aflorados. Nostalgia tomou de conta do coração tão confuso quanto o jovem poeta.
Saudade é o que a gente sente por conta da distância. A distância que se rebaixa ao nível da dor, aperta no coação e cai pelos olhos. E a saudade vem sempre que olho pro céu. É como se eu não pudesse alcançar a estrela que um dia iluminou a nossa alegria, a que um dia fez-me sentir vontade de voar. Hoje me joga ao chão junto a minha solidão e estraçalhou meu coração que um dia foi junto ao teu.
Não acredite em felicidade exacerbada, quem é feliz não conta, não grita, não espalha por medo de perder. "Felicidade não é sobre quem grita mais alto; é sobre quem sorri mais fundo."
Passamos meses, não, anos procurando um sentido para a vida até nos darmos conta que o sentido somos nós que fazemos, são os amigos que escolhemos e a familia que temos.
Sempre deixei muito claro que não aceito qualquer um por perto, quero os melhores, os que evoluem e os que podem me oferecer algo relevante ao meu crescimento, por vezes me engano, outras acerto. Quando enganada dou as costas e sigo em frente, sem nem olhar pra trás, quando certa não preciso ligar todo o dia, basta-me saber que eles estão bem que quando nos encontrarmos será ímpar, como se provou ser.
