S. inácio
Amigos de verdade nunca te abandonam. Te ouvem milhares de vezes mesmo sendo os mesmos problemas mas com histórias diferentes. .te aconselham.. Chama sua atenção.. E defende mesmo não estando perto.. São tolerantes.,,mesmo estando apodrecidos de cansado..não reclamam para terceiros de seus supostos erros,, mesmo estando fartos..não te bloqueiam,,.respondem suas msgs ..podem omitir. Mas nunca mentir..amigos de verdade são raros,,são caros....
Nunca tome decisões definitivas em momentos complicados, pois um dia, poderá olhar para trás e perceber, que perdeu algo importante que ir, jamais deveria ter deixado.
O esperado tranquiliza, acomoda, produz pouca ou nenhuma reação. O inesperado está sempre a espreita e apesar de nos tornar frágeis, propõe recomeços.
Banquete melancólico
Estou num abismo mas a minha estima está mais baixa
Está tipo o diabo me deu banquete de melancolia
Só para tirar a minha alegria
Mas fecho os olhos e digo que está tudo bem
Mas eu sei que não está nada bem
Já faz tempo que eu não durmo
É tantos conflitos no meu cérebro
Nem vou falar do coração porque está partido
Mas isso é só mais um porém...
Essa maldita vida me fez de refém
Já tentei mudar o rótulo da minha vida
Mas é sempre a mesma história
Eu não gosto ficar sozinho mas me sinto tão distante desse mundo
As vezes me pergunto se sou invisível ou transparente
Porque
Só sou visto quando estou diante de um espelho
Hoje vim pôr todas as cartas na mesa
E mostrar o que fica por trás do meu sorriso
Esse é o meu banquete melancólico
Onde o chá é depressão
E o pão
É a solidão...
Poesia intitulada: O meu ego
O meu ego
Juro que não queria escrever a nossa história
Mas o meu lado poeta
Infelizmente é mais forte do que o meu ego...
Hoje vi o teu vestido no meu baú
Lembrei-me de todos momentos que tivemos
Os beijos que trocamos
A culpa é do meu ego
Por eu não estar contigo
Porque que é tão difícil dizer-te me desculpe
Juro que me dói fingir que não te conheço
Passar sem te dizer oi
Tudo bem?
Não olhar nos teus olhos lindos
Trocar de foco só para não notares que te olhei
Com mesmo olhar quando me apaixonei
A culpa é do meu ego...
O meu ego
Tento me conformar
E me convencer
Que te esqueci
Mas isso só me faz lembrar de ti
Admito que às vezes visito o teu perfil
E às vezes me pergunto se ainda pensas em mim conforme eu penso de ti?
O meu ego ...
Me separou de ti
Muito antes de ouvir
Da tua boca não quero nada contigo...
O meu ego ...
Escritor/poeta : Sérgio Ngola
"Foi num tropeço que eu disse: Eu aceito! E quando dei por mim meu mundo tinha mudado, estava em teus braços. Ainda bem que eu te amava, mas agora acorrentado."
"ESPELHO DA MINHA ALMA"
Nos meus olhos
Reflete o espelho da minha alma...
No espelho posso ver
Os meus melhores sentimentos...
Também posso ver
As dores, as incertezas, os medos que me acompanham
No espelho da minha alma
Todo meu ser se desnuda
Nele consta o interior
De uma poetisa que ama, sonha e tem dores
Minha alma tem sede!
De ser mais feliz
Ó minha alma!
Quem te olhou no profundo
Quem te olhou, e contemplou sua beleza
Quem leu sua verdade
E à amou
Minha alma!
Refletida está, no espelho do meu rosto
Quem te deu atenção
E pode sentir seu amor
Quem penetrou no seu oculto
E desvendou seus mistérios
Minha alma!
Nela está refletido
Os anseios do meu ser
Os meus olhos refletem
O brilho da minha alma
Autora: Simone Lelis
"Sou a poesia"
Sou a tinta que escreve
A poesia que no meu coração se apresenta
Sou o som da melodia
A canção que minha alma canta
A inspiração suave...
Sou flor!
Que perfuma a tinta da caneta que escrevo
Com papel mais transparente
Depositando a inspiração em forma de versos
Sou a suave palavra
Expressa na escrita
Dos versos meus
Em minha alma singela
Sou única!
Sem cópia!
Na poesia fixada
Em minha mente
Sou o cheiro da essência
Que exala néctar suave
Nos versos da poesia
Poetisa?
Não!
Sei que no âmago
Do meu ser
Há poesia clamando
Para ser escrita
Para felicitar
Um coração que necessita
Ler doces palavras
Em forma de versos poéticos
Autora: Simone Lelis
Loucuras de poeta
Sou o projeto de um sonho de um louco apaixonado
Sou chuva mansa no sertão
Sou poeira vermelha
Sou estrada sem curva
Sou o canto dos pássaros ao por do Sol
Sou o néctar em árvores de framboesas
Sou poesia sem rima
Sou fragrância rara com cheiro de cerejas
Sobremesa cristalizada em potes de vidro
Sou a canção do amor
Sou corda de violino, sonhos indevidos
Sou o caminho da euforia a ser encontrado, nas vielas da vida sem graça
Autora:Simone Lelis
