Quintana Amar

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⁠"Amor é fazer o que gosta, mas amar é fazer para o outro com amor."

Inserida por DAmico

⁠Não é à toa que o verbo amar
começa com a letra "A"
e termina com a letra "R",
formando a palavra AR .
Porque amar te dá ar,
sempre te leva às alturas.
O amor não te sufoca,
não limita os seus sonhos
não quebra suas asas.
Se tirar o "ar" de amar,
só sobra a palavra "ma".
Só sobra coisa má.

Inserida por svs

"Escrevi no sangue de minhas veias as minhas ilusões, para que um dia eu pudesse lembrar como é ingênua a arte de amar!"

Inserida por palcodasflores

Eu amo o amor!
O amor que tudo pode e tudo confia!
O amor que nasce do bem e da bondade! Pois quem sabe amar, não ama por vaidade, mas por generosidade!

Inserida por palcodasflores

O importante não é ser AMADO, mas saber AMAR! Ser amado pode vir a ser um reflexo do amor que você propaga⁠, mas não o é obrigatório, pois sentimento não  se cobra, ou você sente ou não sente. Ser amado vem da capacidade do outro de amar, você  não  controla. Por isso, o mais importante é desenvolver a sua máxima  capacidade de AMAR, pois é isto que o tornará alguém mais feliz e completo.

Inserida por palcodasflores

⁠Ando tão cético, que tenho medo de perder a capacidade de amar.

Inserida por ronaperr

Existe beleza
sem cor,
Existe amar
sem amor.

Inserida por gustavoboroni

REspirar
REnovar
REamar
Amar quantas vezes nosso coração bater.

Inserida por gustavoboroni

Algumas pessoas nasçem para AMAR.

Inserida por DrDavid

A emoção humana contem um conflito inlógico, pode amar alguem e ainda assim odiar seus feitos...

Inserida por buenofortes

Amar o que a vida pode nos tomar, nos tornam reféns dela própria.
O medo de perder nos impede de amar.

Inserida por buenofortes

Muitas das vezes pregamos o amor sem saber amar, pregamos perdão e não perdoamos, pregamos santidade e não a vivemos, e com isso nos tornamos reféns daquilo que não praticamos!

Inserida por buenofortes

O Eterno Quadro da Ausência.

I — O Ateliê do Silêncio.

Há um instante em que a alma, fatigada, já não distingue se o que sente é dor ou lembrança.
O ar pesa como tinta não misturada, e o coração lateja como um relógio que perdeu a noção do tempo.
Tudo o que resta é o quadro diante de mim — o mesmo, sempre inacabado — e o vulto que ele insiste em reter, ainda que o corpo que o inspirou já não exista senão nas dobras do pensamento.

O amor, esse artista cruel, ensinou-me a pintar com lágrimas. Cada traço é uma despedida, cada cor, uma esperança morta.
Há dias em que creio tê-la libertado da tela, e outros em que percebo: foi ela quem me aprisionou nela.

II — O Olhar Que Permanece.

Há algo de doentio em amar o que já não nos responde.
E, no entanto, é nesse delírio que a vida encontra sua última beleza.
O olhar que me fita do retrato não é mais o dela — é o meu, devolvido em eco, fragmentado pela saudade.
Sou eu, dividido entre o que amo e o que perdi, entre o real que nega e o sonho que insiste.

Dizem que a morte é o fim, mas a ausência é mais cruel: ela continua viva, mas intocável.
A cada noite, o pincel busca uma cor que não existe — o tom exato daquilo que foi amado.
E, quando o encontro, já é tarde: a luz da manhã dissolve o milagre, e eu retorno à doença da razão.

III — Filosofia da Perda.

A realidade é um quadro imperfeito.
Negá-la é o instinto dos que amaram demais.
Aqueles que já tocaram o abismo da ternura sabem: o amor é uma forma de sofrimento escolhido — a mais nobre das enfermidades.
E há uma pureza nisso, uma santidade quase patológica: viver é prolongar o instante que nos mata.

O pensamento, esse médico impotente, observa o coração como quem assiste a um incêndio que não se apaga.
O amor é o fogo, e a ausência, o vento.
Nada é mais real do que a dor que se sente quando tudo o mais já cessou de existir.

IV — O Funeral do Sentimento.

A doença não é do corpo — é da lembrança.
Diviso, às vezes, o meu próprio funeral: não há lágrimas, só o eco das minhas palavras presas nas paredes do quarto.
Sobre o caixão, o quadro: inacabado, obstinado, com aquele mesmo olhar que me persegue.
É o retrato daquilo que amei e daquilo que fui.

Talvez o amor seja isto — a tentativa insana de imortalizar o que o tempo já levou.
Talvez a morte seja apenas a moldura que encerra o último sonho.

Inserida por marcelo_monteiro_4

“A Santidade do Pecado Que Ainda Me Chama”

Há um altar em mim e nele repousas,
com o perfume dos que foram sagrados pelo erro.
Teu nome não se apaga, apenas silencia,
como se a eternidade tivesse medo de pronunciar o que fomos.

És santo agora dizem os anjos,
mas eu, que te amei no pó e no fogo, sei que há cinzas que ardem mais que a chama.
Tua inocência não me consola;
ela me fere, como a pureza de um véu sobre um corpo que ainda treme na lembrança.

Foste o pecado que ajoelhou,
o amor que quis absolvição,
mas o divino não apaga o humano, apenas o exila num suspiro.

Eu não sonho contigo apenas descanso nas fronteiras do que não pode voltar.
E quando o sono me concede tua sombra, não desperto: permaneço suspenso,
entre o sacrário e o abismo,
onde tua voz ainda pede perdão
por ter amado demais.

Na carne, morre-se uma vez;
no espírito, infinitas.
E em cada morte tua dentro de mim, renasce o silêncio,
funéreo, ardente, onde minha alma te beija pela última vez
sem jamais te deixar.

Inserida por marcelo_monteiro_4

O Funeral do Sentimento.
A doença não é do corpo é da lembrança.
Diviso, às vezes, o meu próprio funeral: não há lágrimas, só o eco das minhas palavras presas nas paredes do quarto.
Sobre o caixão, o quadro: inacabado, obstinado, com aquele mesmo olhar que me persegue.
É o retrato daquilo que amei e daquilo que fui.

Talvez o amor seja isto — a tentativa insana de imortalizar o que o tempo já levou.
Talvez a morte seja apenas a moldura que encerra o último sonho.

Inserida por marcelo_monteiro_4

“Há dores que são preces disfarçadas. E o amor é a mais silenciosa de todas elas.”

Inserida por marcelo_monteiro_4

⁠Amar alguém é uma coisa, ter alguém te amando é outra, mas ser amado pela mesma pessoa que você ama é tudo.

Inserida por dominicano13

⁠Deixaram de fora todas as coisas ruins e também todas as coisas boas, não disseram como ela era engraçada, como ela dava aquela piscadinha na mesa do café. Ela adorava doces, e gargalhar também, e ela me amava tanto que até doía, às vezes não importava oque eu fizesse. E infelizmente ela se foi muito  antes de morrer e eu sinto falta dela, ela era minha âncora!

Inserida por Vsr

⁠Por favor, me ensina a amar...
   ... ou me mostre, oque e é o amor!

Inserida por Vsr

As horas correm,
Eu apenas rastejo ao seu calcanhar,
Fico mais próximo de meu fim,
Um nada, impossibilitado de amar.

Eu sou tudo além de mim,
E simplesmente nada além de tudo,
Pois a inexistência do nada,
Coexiste com meu querer, um salto no escuro, uma loucura transladar.

Inserida por renan_ribeiro_cr