đđ» acc6.top đđ» Letstalk chuyá»n quyá»n sá» hữu tĂ i khoáșŁn
NĂŁo existe erro
quando Ă© amor,
O amor Ă© sĂł questĂŁo
de acerto,
O amor nĂŁo
requer segredo,
Geralmente, o amor
voa alto,
Ele caminha com os
pés no chão,
Tem talento para
ser arribação.
O amor requer
doçura,
E requer grande
atenção,
Dizem que Ă©
uma loucura.
Porque quando
ele chega:
Ele vem
que vem...
E faz na gente
um delicioso
Vai-e-vem-vem-e-vai,
Quem ama
nunca trai,
Quem ama
nĂŁo cai,
Porque tem
certeza,
Que amar de verdade
Ă para todos
que tĂȘm coração
De rara beleza,
e vida interior
Com grande
riqueza...
Quando se ama,
sempre
Nasce em nĂłs
um poeta,
Porque
nascemos
Todas Ă s vezes
que amamos;
Enquanto, o coração
estiver
Batendo Ă© sinal
de que nĂŁo findamos.
Porque tens
os meus cabelos,
Estou mansa entre
os teu dedos,
Pronta para ser
sĂł loucura
Em ritmo e ledos,
Ainda bem
que nĂŁo temos
Mais [segredos].
Excitam todos
os teus meneios,
Confesso que
jĂĄ tive mil medos,
Mas muito mais fortes
foram o desejos;
Entusiasmam todos
os teus empregos,
Nunca houve notĂcia
de tĂŁo subversivos enredos,
Nunca chegou perto sequer
dos histĂłricos mancebos.
Tenho no teu regaço
o melhor dos berços.
Porque a poesia
Ă© a boa desculpa
Para que nĂŁo
nos desviemos,
E sempre para
que nĂłs voltemos
A viver esse espetĂĄculo
venturoso.
Tenho atração pelo teu
beijo meloso,
Que na verdade Ă© um
beijo licoroso,
Somos dois seres
para lĂĄ de criteriosos,
Que buscam em matéria de amor
serem primorosos
Confesso-te tudo,
e ainda mais um pouco:
Tens poder sobre mim,
mexeste com os meus impulsos
Para lĂĄ de [vigorosos]...
Um pedaço de sanidade,
E outro de insanidade,
Tens um pedaço de verso,
E outro que Ă© sĂł saudade;
Uma boa estrofe descrita,
Para dizer o quĂȘ me atina,
Porque somos uma mistura,
Que até ao Universo fascina.
A terra sempre precisa da ĂĄgua,
VocĂȘ precisa da minha calma,
Quando vocĂȘ me dĂĄ o teu sorriso,
Jamais resisto,
Eu te entrego a minh'alma.
NĂŁo sei escrever, e nem recitar,
Quero nos viver, vivo a inventar,
VocĂȘ Ă© o meu mais lindo luminar,
Porque a tua potĂȘncia provoca,
A tua ausĂȘncia sempre me sufoca,
Perco até o meu respirar,
Amor, volta logo!... porque és o meu ar.
Sinto muito nĂŁo saber falar direito,
E tambĂ©m nĂŁo escrever com o portuguĂȘs
Correito - os meus versos sĂŁo na realidade:
Um por um - todos 'escorreitos'...
A ĂĄgua que sempre ginga na terra,
Exatamente, como a ĂĄgua eu sou;
Basta que vocĂȘ me peça,
Logo, me dou.
Escrevo do meu jeito,
Escrevo para vocĂȘ imaginar tudo,
E do jeito que deve ser imaginado.
Ă verdade, que mesmo sem saber escrever,
Arrisco-me escrevendo
Para cair na boca do povo,
E deixar esses meus versos falados,
Antes escrever poesia para alguém,
Do que ser inteiramente sĂł
Ou andar mal acompanhado.
Resolvi o nosso
amor acolher
Ninguém mais
nos tira
do trilho
SĂł o amor
Ă© capaz
de dar
o brilho
Decididamente
contigo
resolvi viver
Acariciando
o teu coração
Te provarei
sem pudor
Seremos
do nosso
amor
JĂĄ te vejo
pleno
de fulgor
Serei a brisa
bem mansinha
Feminina
e encantadinha
Entregue
e arrepiadinha
Prometo que
vou andar na linha
A primavera
estĂĄ florescendo
A minha adega
estĂĄ nos
teus lĂĄbios
Dos nossos sabores
vou fazendo
Vinhos primaveris
de inebriar os sĂĄbios
O amor tem o seu caminho
secreto, um segredinho
e um tom que provoca
sĂł o que Ă© de bom.
A seresta escrita
em silĂȘncio,
sem tua companhia
matreirinha,
cria motivo
para ser inteirinha...
Quem ama nessa vida
encontra sempre
um bom motivo
para fazer festa;
a seresta com jeito
e cheiro de orvalho,
e que procura todinha
por teu laço...
O amor tem o seu prĂłprio tempo,
ele escreve a nossa histĂłria;
e inspira a nossa seresta
- secreta -
a seresta que te pede
- pertinho -
e que ama o teu carinho
bem de mansinho...
Com jeito de Lua
abraçada pelo Sol,
desfaço-me em denguinhos
sĂł para dizer
que vocĂȘ Ă© lindo, sensacional
e perfeitinho em clave de sol;
a seresta com passos miudinhos
estĂĄ abrindo em nĂłs
novos caminhos...
Eu te amo de uma forma especial,
e trago dentro de mim
a nossa seresta,
ela estĂĄ tocando estĂĄ aqui
ainda sem jeito,
a seresta estĂĄ oculta
e haverĂĄ de tocar serenando
o sentimento mais inteiro;
assim serĂĄ o caminho da seresta
do amor fundamental.
Visto-me com a tua pele,
NĂŁo estou mais nua,
No ambiente fĂșcsia,
SĂł a tua voz amaina,
A nossa rima se insinua;
A luxĂșria nĂŁo enrubesce,
Sou inteiramente tua,
A carĂcia amacia,
Emana a fantasia,
A fragrĂąncia de ternura.
O teu domĂnio aquece,
A noite é uma criança,
A brincadeira atiça,
Somos uma prece profana,
Carinhosos numa sĂł volĂșpia,
A chama que nĂŁo se esquece,
Sinfonia que se sussurra,
A tua virilidade, estimula;
No ar a fragrĂąncia que excita,
Urgente em plena fervura,
Nada nos fenece,
Nos teus contornos submersa,
O Sol se entrega Ă Lua,
Num baile de fĂșria mĂĄgica,
O teu charme comanda, manipula.
Quando existe amor, nada perece,
O nosso toque é perene, enfeitiça,
A tua presença eriça;
O nosso giramundo, doce primĂcia.
O nosso amor enobrece,
Tomados por nossa lĂșcida loucura,
A nossa aspiração é nada contida,
A nossa ginga passa da hora,
Eroticamente corretos
- nada mais nos importa.
Moramos no mais belo paĂs
No paĂs da poesia tudo pode
SĂł o nosso amor nos sacode
A poesia Ă© um paĂs de gente feliz
VocĂȘ Ă© um sonho que eu sempre quis
No paĂs em que a freira se perde
Em meio a estação invernal
E depois se encontra feliz
No paĂs onde a santa vira meretriz
SĂł para te endoidecer e te ver feliz
No paĂs da poesia, estamos a sorrir
Estamos Ă espera do lindo porvir
Somos habitantes do paĂs da poesia
No paĂs da poesia a espera Ă© alegria
Ă desculpa para escrever versos e poesias
No nosso paĂs da poesia
O caminho da perdição é um prazer
Incito com as minhas palavras
Escrevo sobre nĂłs para vocĂȘ nĂŁo se esquecer
Que viver no paĂs da poesia sĂł cabe eu e vocĂȘ
No paĂs da poesia tudo Ă© normal
Tudo pode, até devaneio
Até prazer carnal no meio da perdição
Acaba virando celestial
Somos parte de um todo angelical
No paĂs da poesia nĂŁo hĂĄ traição
Somos um do outro, verso e dedicação
Sonhos cheios de imaginação
Somos eu e vocĂȘ, um projeto e um sĂł coração.
VocĂȘ surgiu do nada, ...
DifĂcil explicação
Que sĂł ao amor se aplica;
O amor Ă© primavera que nĂŁo passa.
A rosa caprichosa faz de tudo para chamar a tua atenção, Farå tudo bem direitinho só para ganhar o teu coração.
NĂŁo tenho mais vontade de falar com ninguĂ©m, SĂł tenho vontade de escrever versos para vocĂȘ, SĂł para te trazer - e me endoidecer...
A obediĂȘncia santa que sĂł o amor pode nos dar, VocĂȘ serĂĄ meu, E eu serei tua, Divinamente atraĂdos ainda juntos conheceremos o quĂȘ Ă© amar...
O minĂ©rio Ă© um bem finito, a ĂĄrvore Ă© um bem infinito, mas sĂł vĂȘ isso que tem uma inteligĂȘncia da porra! đł
Espalho os meus versos ao vento, SĂł para te tirar do teu canto, Ă um capricho de amor sĂł para dizer ao mundo que estĂĄs me encantando...
O teu sorriso que me sorri é confirmação que não hå um só coração que não viva sem paixão - eis a graça do coração.
Trago uma rosa na mĂŁo, VocĂȘ estĂĄ tatuado no meu coração, A tua liberdade Ă© mĂĄgica, SĂł de pensar em vocĂȘ, Viro verso - fruição...
Só pelo teu olhar castanho, Faço questão de deslindar o que hå de oculto, Como presa no transe do caçador, Entrego-me sem medida ao teu amor.
O amor Ă© argila nas mĂŁos de coraçÔes oleiros - ele sĂł surge com as carĂcias de dois. O amor Ă© a valente ousadia de coraçÔes aventureiros.
Descobriremos a cada dia que amar Ă© o salto da liberdade em plena companhia, e que sĂł o amor traz essa alegria.
Mordisco o canto da tua boca, Corro o risco sĂł para tĂȘ-lo rendido, Faço versos ao pĂ© do teu ouvido, Quero que este colo seja o meu abrigo.
Só para me endoidecer, Planejo te provocar, Desejo muito mais do que te ter, Sonho te entregar esse coração que deseja se apaixonar ...
