Esquema
O que importa é o que fizemos, fazemos ou faremos daquilo que fizerem de nós. Mas o que é verdadeiramente essencial e vital é o que deixamos ou deixaremos que façam daquilo que nós fizemos do que fizeram de nós...´´
Isso é só o fim, o que realmente importa já foi feito, a gente já teve nossos momentos especiais e é isso que importa no fim! Ter alguma coisa pra lembrar, alguma coisa pra nunca esquecer, alguma coisa que não tem fim!
O autoconhecimento não implica em uma mudança de si mesmo, mas em uma mudança da relação que mantemos com nós mesmos.
Dieta da semana: Diminuir o açúcar e substituir (gradualmente)a prudência por porções inteiras de atrevimentos.
Algumas coisas vão sumindo aos poucos, até deixar de existir e se tornar outra nada agradável, um bom exemplo é a tecnologia.
QUAL O PAPEL DA IMPRENSA NUMA SOCIEDADE DEMOCRÁTICA ?
Pesquisa do Instituto Análise revela que 91% dos brasileiros pensam que a imprensa ajuda a combater a corrupção ao divulgar escândalos que envolvem políticos e autoridades. Trata-se de uma grande maioria, que aumenta, passando para 97%, quando se pergunta se a imprensa tem o dever de investigar e divulgar esses problemas. Mas há quem pense que a imprensa vê as coisas por um prisma negativo, dando especial destaque aos aspectos ruins ou prejudiciais de certos fatos. É claro que nem só de denúncias pode viver o jornalismo, mas, de qualquer forma, ninguém se declara a favor da censura e todos concordam que a imprensa livre é fundamental para o funcionamento da democracia. O que você tem a dizer sobre esse tema? Qual é, a seu ver, o papel da imprensa numa sociedade democrática?
Há duas hipóteses: acredito eu Deus e por isso tudo o que sofri foi destinado e irá me levar a um futuro de felicidade ou não acredito e todo o que sofri foi o ato de viver e nesse caso cometo suicídio neste preciso momento.
"Os povos que desprezam o conhecimento normalmente vivem acorrentadas à ignorância e a tudo o que lhe è familiar, nomeadamente, à mirèria, fome, injustiça, violência e de mais desgraças"
Eu não tento viver mas sobreviver, eu não tento ganhar mas superar, eu não tento olhar em diante apenas ando porque sou viajante
Destino: Ora, ora. Que quer dizer tamanha demora? Espere e verás. Certo dia, na varanda de um abismo, sentada na rede de casa, avistei o destino. Não que eu tenha visto, mas ele estava lá. Escupido em carne e perigo, não que eu tivesse visto. Simplesmente deixei pra lá. Procurava enlouquecida, a palavra que havia sido lida, apenas lida, não vivida. Distante do acaso, procurava cansado, sentidos para acreditar que nesse mundo simétrico ainda existe acaso. Outrora, velejando pelas ruas, avistei novamente o tal destino. Céus, como é lindo! Passou sem ser lido. Cego, desejava ver algo que despertasse as vistas, um colírio para limpar as idas, um destino para procrastinar as vindas. Sem que o destino que me visse, agarrei-o com força, e não o soltei, até que ele resolveu ficar.
Aqui em afiraca existe uma cara tão triste, um choro tão miseravel e uma voz que ninguem ove sou eu á" POBREZA"
