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O velho patriotismo por si só com a globalização morre no final do século XX, logo migro para o patriotismo cultural, que é um conceito menos pátrio de origem e mais de todos de qualquer lugar via comprometimento com o local que escolhemos para viver, ser seu e por isto lutar por melhoras. Acredito no civismo, histórico, étnico e cultural como viés de identidade que se baseia nos símbolos e ritos do folclore popular. Creio que seja o antidoto singular da nefasta uniformidade virtual propagada e que é a base da dominação universal pelos grupos econômicos poderosos na sublimação das diferenças.
A vida por si só é em preto e branco mas o nosso grande desafio, é colorir nossa existência com cores vivas, amores, alegrias e felicidades.
Perco quando tenho um destino pré-concebido para seguir, quando me perco pelos caminhos, só ganho com as paisagens e as novas pessoas inusitadas, que aparecem do nada a minha frente. A vida sem script é muito melhor.
Os falsos amores contemporâneos são só instantes, uma inconseqüente relação de trocas em ter, ser e prazer, por um momento somente, que menospreza qualquer verdadeira escolha e encontro de sentimentos.
Só a competência não vale muita coisa, é preciso de um bom apadrinhamento dentro de todas as instituições publicas e privadas. Com a sagacidade, a experiência e o conhecimento, trilha se um lugar de destaque em qualquer meio mas só são lembrados, eleitos e escolhidos para postos importantes, os mesmos, que tem influentes padrinhos, infelizmente.
A iluminação da espiritualidade só é alcançada por um estado de meditação profunda, que ativa milhares de fótons energéticos no celebro humano capacitando o individuo a se transpor da matéria física a um ser de luz.
Só descobrimos nossa eternidade quando conseguimos deixar de ser unidade e passamos a fazer parte indivisível do todo, assim é como as ondas na praia que mesmo pujante no próximo momento e movimento retornam a ser parte imperceptível do grande oceano.
Só pela arte que criativo em mim minha realidade e com isto em mil cores, mil amores, resgato na diversidade do universo, minha madura sanidade.
Historicamente e cientificamente, pouco se sabe sobre a crucificação romana, como instrumento de sofrimento, tortura e morte. Não existem até hoje crônicas detalhadas nem entre os romanos e nem nos textos canônicos. A cruz cristã como se conhece foi concebida e imposta como alegoria e símbolo por Constantino durante seu reinado e persiste.
Quem só sabe ler a assinatura usual de cada artista sobre uma plataforma, é alfabetizado, parabéns, mas não entende nada, de historia da arte.
O pecado mortal, sem indulgencia, só ocorre quando em ação por vingança ou despeito, praticamos o mal com toda consciente intenção infeliz de faze lo.
Pelos mares e as marés todos os dias, das injustiças sociais, da miséria e da fome, temos alguns sonhos. Sonhos estes que são sonhados acordados, gerados pelo nosso inconformismo natural diante do que de fato acontece. Quero crer que alguns destes sonhos inspiradores, aos poucos tornem se projetos para equilíbrio, da vida digna e menos violenta, para um numero cada vez mais crescente de invisíveis.
A arte da guerra define por si só quem nasceu para ser um estadista, um pacifista, uma vitima e um mero soldado.
Só aquele que tem depressão sabe como é difícil na inação, matar um leão com as próprias mãos, com medo e na solidão.
Não politizem, só pensem, quanto dinheiro gasto em obras milionárias no exterior com uma região aqui esquecida, abandonada e agonizante como a Amazônia do Brasil.
Branco e preto, certo e errado, bom e mal, verdade e mentira, não cabe em mim só duas escolhas por liberdade, em um mundo de tantas cores e de tantas interpretações. Eu construo e sigo por amor a minha própria coloração.
