Jean la bruyère
Se tem um lugar que os pais devem vigiar... é a escola. Porque é lá que formam a mente dos seus filhos quando você não está.”
#VigiaiEOrai.
Talvez lá seja bem melhor
E se lá for o meu lugar?
E se lá estiver todo o amor
Que eu vivo tentando encontrar?
Não aguento mais essa dor
Sei que nunca vou me encaixar
Não que eu queira ser "normal"
Mas e se não puder ficar?
Aqui o sol nunca vai nascer
Entre palavras que cortam a alma
Talvez lá seja o fim da dor
Talvez lá eu possa encontrar
Alguém igual a mim
Alguém que possa me amar.
- Marcela Lobato
Desejo muita sorte aos que agem com maldade. Lá na frente precisarão de toda ela quando perceberem que nenhuma conquista compensa a paz que perderam e a confiança que destruíram.
(Aline M. Abdalah)
Que a Paz encontre aos que se atrevem a oferecê-la embrulhada na Chantagem!
Amém!
Quando a paz se apresenta como um dom, mas vem embrulhada na chantagem, ela deixa de ser paz para se tornar imposição disfarçada.
Essa manobra é tão antiga quanto as relações humanas: transformar aquilo que deveria ser um gesto nobre em moeda de troca para interesses particulares.
A verdadeira paz nasce do diálogo sincero, do reconhecimento mútuo, do respeito às diferenças.
Ela não exige submissão, não impõe silêncio, não condiciona liberdade.
Mas, quando alguém ousa oferecê-la como prêmio por obediência ou ameaça por resistência, estamos diante de uma contradição cruel: pacificação à força é só guerra com outra roupagem.
Esse tipo de “paz chantagista” aparece na política, quando líderes pregam concórdia desde que todos aceitem suas regras; nas relações pessoais, quando a harmonia depende de uma renúncia unilateral; e até entre nações, quando tratados escondem dominação.
Em todos os casos, o preço cobrado é alto demais: a Integridade, a Dignidade e a Liberdade.
Porque paz Comprada, Negociada ou Imposta não é paz: é só mais uma forma sutil inventada para covardes guerrear.
Que a Paz Autêntica — aquela que não Cobra, não Ameaça e não Finge — abrace a todos que não se prestam ao desserviço de barganhá-la.
Amém!?!
A terra fica profundamente entristecida com a sua partida, mas com a esperança de vê-la laureada no céu!
Vá em paz!
E lá se vai o Mês das Crianças...
Que vá!
Mas deixando em nós a Paz e a Alegria da Criança Interior, necessária para o Bom novembro!
Então, Bom novembro!
Quem entra numa disputa sem a honesta intenção de vencê-la, nem precisa de outro adversário.
Porque, antes mesmo do primeiro embate, já há uma rendição silenciosa em curso — não ao oponente, mas à própria covardia disfarçada de prudência, ao medo travestido de estratégia, à vaidade que prefere parecer justa a ser verdadeira.
Disputar sem querer vencer é, no fundo, querer preservar uma imagem, não conquistar um resultado.
E há algo de profundamente contraditório nisso: quem entra para não vencer também não entra para aprender.
Fica suspenso num território estéril, onde não há entrega suficiente para evoluir, nem coragem bastante para transformar.
Apenas participa — como quem assiste à própria vida da arquibancada, fingindo que está no campo.
A intenção de vencer, quando honesta, não é sinônimo de esmagar o outro, mas de se comprometer com o melhor de si.
É colocar em risco as próprias certezas, testar limites, aceitar o desconforto da possibilidade de falhar.
Quem não quer vencer, na verdade, não quer se expor a esse processo — e, por isso, já escolheu perder, ainda que nunca admita.
No fim, o adversário externo torna-se irrelevante.
A disputa real sempre foi interna: entre o impulso de crescer e o conforto de permanecer o mesmo.
E, nessa arena, não há empate possível.
Ou se entra inteiro, cheio de vontade de ganhar, ou já se saiu derrotado antes mesmo de começar.
Tomara
que os que fingem alegria o tempo todo, jamais desistam de encontrá-la.
Porque há um cansaço muito silencioso e doloroso em sustentar sorrisos que não nascem de dentro.
Há um peso invisível em transformar a própria existência num palco onde a leveza é quase sempre encenada, mas raramente sentida.
Fingir alegria, muitas vezes, não é sobre se enganar ou enganar os outros — talvez seja uma tentativa desesperada de convencer a si mesmo de que ela ainda é possível.
E talvez seja…
Talvez, por trás de cada riso ensaiado, exista uma memória teimosa de como é, de fato, ser feliz.
Ninguém experimenta e padece de tanta tristeza quanto aqueles que precisam encenar alegria.
Talvez essa encenação constante não seja apenas fuga, mas também resistência — uma recusa em se entregar completamente ao vazio, uma insistência quase inocente de que, em algum lugar, a alegria ainda mora.
O problema não está em desejar parecer bem o tempo todo.
Está em esquecer que a alegria verdadeira não se sustenta na aparência.
Ela não exige perfeição, constância ou espetáculo.
É falha, intermitente, e às vezes até tímida — mas, quando é real, não precisa ser forçada.
Por isso, torço para não desistirem…
Mas que também consigam se libertar e parar de fingir.
Que se permitam sentir o que vier, sem roteiro, sem obrigação de parecer leve o tempo todo.
Porque talvez o caminho até a alegria não esteja em representá-la com excelência, mas em admitir, com honestidade, quando ela ainda não chegou.
E é justamente nesse espaço — entre o que se finge e o que se sente — que ela, finalmente, pode começar a nascer.
Ter que se esforçar para sorrir deve ser tão doloroso quanto ter que se esforçar para não chorar.
O Alessandro de hoje só está aqui
porque decidiu
— lá atrás —
agradar somente a ele.
Há momentos na vida nos quais a maior revolução não é conquistar o aplauso dos outros, mas silenciar a necessidade dele.
Quando você vive para atender às expectativas alheias, acaba se tornando personagem na história de outras pessoas.
Mas quando escolhe honrar a própria consciência, mesmo que isso desagrade alguns, você assume finalmente o protagonismo da sua própria história.
Agradar a si mesmo nunca significou egoísmo.
Significou respeitar seus valores, proteger sua paz, reconhecer seus limites e permanecer fiel àquilo que Deus colocou em seu coração.
Nem todos entenderam suas escolhas…
Alguns até chamaram de orgulho o que era só amadurecimento.
Outros confundiram seu silêncio com fraqueza, quando, na verdade, era sabedoria.
Houve quem se afastasse porque já não encontrava em você alguém disposto a viver para satisfazer vontades que não eram suas.
E tudo bem!
Porque a Liberdade sempre cobra o preço da incompreensão.
Hoje, olhando para trás, fica muito claro que as decisões mais difíceis foram justamente as que impediram que você se perdesse de si mesmo.
Cada “não” que você deu aos outros foi, muitas vezes, um “sim” para a pessoa que estava se tornando.
No fim, a pergunta nunca foi: “Quem ficou satisfeito com as escolhas da minha vida?”
A verdadeira pergunta sempre será: quando eu me encontrar diante do espelho e diante de Deus, terei vivido a Vida que me foi confiada ou apenas a vida que esperavam de mim?
Quem aprende a agradar primeiro a própria consciência caminha mais leve.
E quem vive em Paz consigo mesmo dificilmente será escravo da Aprovação Alheia.
A consciência não elimina a escuridão; ela apenas nos permite enxergá-la antes que ela nos controle.
Porque aquilo que não reconhecemos em nós não desaparece. Apenas aprende a comandar em silêncio.
Sonhei passando em frente a um lugar, onde estava lá, um rapaz que eu gostava muito, ele estava igual quando éramos na adolescência e hoje, temos mais de 30 anos, ele me olhava firmemente, mas não nos falavamos e havia uma Hilux ao lado dele. A Hilux era dele
10:34 11 de setembro de 2024
"Sonhei andando de bicicleta com meu esposo, em ruas muito largas e bem desertas, parecia um lugar muito longínquo, onde já estivemos antes, mas o cenário estava bem diferente. Eu estava perguntando ao meu esposo, para qual estrada eu deveria ir, para chegar no local onde eu queria, que era outro estado e estava muito longe de casa, eu segui sozinha pela grande avenida, muito larga, havia montanhas no horizonte dela e áreas verdes, eu segui pedalando, mas com muito medo de entrar em uma estrada errada, porque eram avenidas muito largas, desertas e bifurcadas, que direcionavam á vários lugares diferentes"
Eram quatro. Sim, eram quatro.
Entre algumas palmeiras, em um parque qualquer, lá estavam os quatro a observá -la.
Ela não os via. Não.
De repente, ela sentiu algo estranho.
Uma sensação terrível.
Ela apenas passava por ali.
Ela olhou pra trás.
Sim. Ela olhou pra trás.
Ela percebeu que estava sendo observada.
Quando se deparou com aquelas quatro pessoas a olhá - la, não acreditou no que via.
Ela olhou pra os lados, a observar também as outras pessoas.
E achou algo estranho.
As roupas de todos eram brancas.
Um branco quase amarelado.
Parecia mais uma fotografia com efeito sépia.
Mas, ela estava a ver.
Ela de repente percebeu algo.
Eles a encaravam muito. E somente ela os via.
Era uma mulher, segurava algo em suas mãos. Vestia uma saia na altura do tornozelo, rodada com pregas por toda a volta.
Usava um cinto fino, com fivela preta bem delicada.
Por dentro, uma blusa branca, com botões em volta dos seios.
Seu cabelo, amarrado como coque.
E era uma mulher linda.
Seu marido bem perto, com duas crianças.
Um menino e uma menina.
Que riam sem parar.
Ela observou que todos estavam vestidos de branco.
E bem, diferente da moda moderna e atual.
Então, ela nem teve tempo para mais observação.
Somente ela os via. E eles a viam.
De repente, ela arrepiou - se.
Começou a correr!
Quando ela começou a correr, olhou pra trás, e todos começaram a persegui -la.
Ela gritava; " não." "Parem."
E eles a seguiam.
De repente a mulher gritou: " por favor, pare."
Ela toda arrepiada, e amedrontada parou.
Foi quando eles se aproximaram, e pediram pra ela ver algo.
A mulher segurava uma bíblia nas mãos.
As crianças estavam olhando - a fixamente.
Ela não podia fugir. Eles não a deixariam em paz!
Foi quando a mulher abriu a bíblia em um versículo qualquer, e a pôs para ler.
Ela não conseguiu. Suas mãos tremiam.
O medo era tanto.
Que seu sangue parecia gelar naquele momento.
Mas, ela olhou pra bíblia.
Tudo o que conseguiu ver, foram letras embaralhadas.
Alguma coisa, aquelas pessoas queriam falar - lhe.
E estava ali, escrito na Bíblia.
Ela não conseguiu.
O medo foi maior!
Então, ela fingiu que leu.
Então, as pessoas começaram a afastar - se dela.
Se despediram e se foram pouco a pouco.
Sumindo por entre as palmeiras.
Aquelas pessoas, não eram humanos viventes.
Eram humanos falecidos há séculos. Pela aparência das suas vestes.
E a procuraram. Mas, para quê?
Passar uma mensagem que o medo não a deixou dar importância?
Ela tremia tanto, que não conseguia assimilar nada.
Em seguida, sem nada entender. E, perguntando : " por quê, eu?"
Acabou encontrando no caminho uma folha de revista com imagens de labaredas de fogo, que diziam:
"cientistas descobrem que Deus nunca existiu."
Ela foi caminhando, e pensando naquelas palavras.
Lembrou - se daquela família.
Aquelas palavras tinham realmente significado, e ela deixou o medo dominar seu eu?
Em seguida. Ela anda mais um pouco e entra em um lugar, aonde cientistas diziam ser ali feitas todas as invenções do mundo.
Ela olhava pra aqueles caminhos de labaredas de fogo, em formato de arco íris, que chegavam aos céus.
Desciam e subiam até a altura dos céus.
Ela não entendia nada.
Mas, de uma coisa ela sabia.
Aquilo não passava de uma farça, para negar a existência de Deus.
Tudo aquilo fazia sentido.
Então, pra quê espíritos do passado foram procurá - la?
Ela acreditaria na existência de Deus ou dos homens?
Quem teria o poder de transformar aquelas almas em pessoas, para fazê-la acreditar no Deus vivo?
Quem??
Nenhum homem poderia fazer isso.
Então, ela finalmente descobriu a verdade.
Deus é um ser grandioso, que fez os céus e a terra.
E tudo o que neles há.
Não haveria razão alguma para duvidar da sua existência.
Ps:( observação)
Isso, foi um sonho que eu tive há alguns dias atrás.
Acho que o significado é realmente esse.
Me mostrar que o medo não pode me dominar.
Por; Alinny Mello
27/11/2019 01:01
"Sim! Um sr celestial, já me levou através de uma galáxia em um sonho lindo que tive.
E lá ele me mostrou as pessoas daqui que já se foram, olhando um grande livro reluzente em uma mesa.
O lugar era resplandecente.
Em nenhum momento o vi, ele estava ao meu lado, eu só ouvia sua voz e suas mãos me segurando.
Eu estava curiosa em saber se eles me viam e ele disse que não.
Somente eu poderia vê-los...
As pessoas vestiam vestes brancas e saiam de algum lugar das nuvens e entrava em uma sala branca e cheia de muita luz brilhante!
Eu segui onde eles estavam indo e era em direção ao livro gigante na mesa.
Eu estava tão curiosa que desviei o olhar do livro e quando voltei na outra direção, eu subitamente acordei.
Parecia uma visão, muito diferente de um sonho.
Lindo!"
03/12/2021
[19/3 14:12] Alinny de Mello: Eu tinha uma amiga que sempre ia lá, ele começou a tratar ela com desrespeito
[19/3 14:12] Alinny de Mello: Nunca mais ela foi
[19/3 14:13] Alinny de Mello: As meninas da rua, me dizia que ele era maníaco, que ficava dando em cima delas
[19/3 14:13] Alinny de Mello: Todas adolescentes
[19/3 14:13] Alinny de Mello: E pré adolescentes
[19/3 14:13] Alinny de Mello: Eu ficava morrendo de vergonha disso
[19/3 14:14] Alinny de Mello: Elas se afastavam de mim, por causa dele
Então, atravessei a avenida pela passarela e cheguei em uma rádio. Eu falei com alguém lá, mas essa pessoa deixou a gente esperando umas 2 horas, e não mais apareceu. Então entendi, que ali não teria ajuda.
Mas, até agradeci, porque havia muita gente da minha cidade que eu conhecia lá, e eu estava morrendo de vergonha da situação.
Ao lado, uma igreja católica.
Como a pessoa fez a gente esperar 2 horas do lado de fora da rádio, sem dar retorno, já era 8 da manhã.
Então, a fome bateu.
Eu entrei na igreja, havia uma mulher limpando o local. Falei que queria falar com o padre, alguém responsável.
Eu estava comandando a situação, pois a minha mãe, nunca soube argumentar de maneira que as pessoas entendessem.
Então, eu era a adulta ali, com 16 anos, apenas.
A mulher se retirou para dentro, e logo um padre apareceu.
Expliquei a situação para ele, mas disse que tudo o que eu queria naquele momento era um pouco de comida para todos nós ali presentes.
Ele disse para sentarmos.
Esperamos uns 15 minutos ou menos. Veio pratos de sopa para todos nós.
Comemos, agradecemos e seguimos viagem.
Uma vez ia passando na avenida aqui, peguei uma manga verde pra comer com sal, o pé carregado! Lá se vem uma criatura de uns 50 anos, do outro lado da rua gritando, não é pra pegar... Eu disse, mas, não é público? Ele disse que não, que ele quem plantou, aí eu quis devolver a manga, aí ele disse que eu podia pegar mais uma...
Cada coisa!! Kkkkk
