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Ela estĂĄ vazia, Ă© sĂł a casca, estĂĄ morrendo por dentro, mas, se vocĂȘ nĂŁo procurar, nĂŁo vai perceber.
â Perdi as contas das vezes que chorei, muitas delas na frente do espelho, pois, quando me olhava, sĂł conseguia enxergar os defeitos que os outros apontavam â que, na verdade, nĂŁo eram defeitos.
â HĂĄ pessoas que sĂł entendem
Onde termina seus direitos
Quando a vida lhe presenteia
Com o mesmo veneno
Que ela serve as outras
------Louise Figueiredo-------
â JĂĄ parou pra pensar o quanto, pra muita gente, continuar existindo, por si sĂł, jĂĄ Ă© resistir?
DepressĂŁo nĂŁo Ă© vista, Ă© sentida
Ă a dor da alma, que nĂŁo se acalma
SĂł sabe quem sente
Quanta vergonha causa na gente
Para alguns Ă© fraqueza
Para outros falta de fé
Feliz Ă© quem tem a nobreza
De enxergar quem o outro Ă©
DepressĂŁo nĂŁo Ă© ser
DepressĂŁo Ă© estar
Ă estado de espĂrito
Doença que pode vir a passar
Ă preciso enxergar
O que os olhos nĂŁo podem ver
Ver com o coração
Olhos que se abaixam diante de vocĂȘ
Ă preciso olhar dentro do outro
Estender-lhe sua mĂŁo
Pois sĂł assim, se vocĂȘ nĂŁo tiver,
SaberĂĄ o que Ă© depressĂŁo
DepressĂŁo nĂŁo Ă© aversĂŁo a vida
Ă, na verdade,
quando a sua ferida
toma conta do seu coração
â Eu queria muito beijar sua boca, e engolir todo contorno dela, sĂł pra ter a certeza de que o gosto Ă© o mesmo de todas as vezes em que te beijei dormindo.Â
â Meu bem, vocĂȘ precisa entender
Que a minha vida sĂł se torna tolerĂĄvel com vocĂȘ
Tem que concordar, enquanto nossa hora nĂŁo chega
A gente pode se beijar, jĂĄ pode aproveitar
â Entre ter o cĂ©u ou o mar,Â
Escolho assistir ao por do Sol.
NĂŁo preciso ter coisas sĂł pra mim,
Prefiro partilhar emoçÔes.
E tudo que vocĂȘ planta, vocĂȘ colhe... NĂŁo falo do mal sĂł, nĂŁo. Falo do bem que a gente faz a alguĂ©m sem interesse algum. Falo da atenção que a gente dedica; da bondade que a gente pratica; da ajuda que a gente dĂĄ sem obrigaçÔes... sem malĂcias, sem cobranças, sem engano. Do amor que a gente oferece, da fidelidade do carinho, da gentileza, isto um dia volta a nos encontrar do mesmo jeitinho que nos dispomos a doar sem almejar aplausos. Ainda consigo ver isto em pequenos gestos.
â " Quer entrar na minha vida entra quer sair da minha vida saia" sĂł nĂŁo fica na porta que atralha a pasagem! đ
â NĂŁo sĂł estou sozinho aqui, mas nĂŁo tenho ideia de como voltar. NĂŁo hĂĄ como voltar, e ninguĂ©m estĂĄ me procurando.
Te agradeço, Ăł Deus, nĂŁo sĂł pelas vitĂłrias, mas tambĂ©m pelas batalhas, pois me ensinaram a nunca desistir dos meus objetivos!â
â Existem mundos que sĂł nos Ă© revelado quando saimos das dĂșvidas e do achismo e nos abrimos para as infinitas possibilidades.
